Mokke
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Mokke
Nishita Masayoshi - Madhouse Studios
Anime - 24 Episódios
2007
6 em 10
Com este anime aprendi que não se devem ler reviews antes do tempo, porque só se criam expectativas e depois são desapontadas e depois é triste.
Este anime trata da vida normal de duas irmãs. Excepto que elas não têm uma vida normal. A mais velha consegue ver os yokai (espíritos, demónios e deuses do fantástico shintoista) e a mais nova é frequentemente possuída por eles. O anime segue as suas aventuras diárias, fatia-de-vida no mais puro sentido da palavra, normalmente intercalando uma aventura da mais velha com uma da mais nova. Lembra Natsume Yuujinchou, mas sem a carga emocional.
em minha opinião há apenas três coisas que podem tornar um anime fatia-de-vida numa obra de arte de valor: (1) Uma arte esplendorosa (como em Aria); (2) Um setting absolutamente original (como em Planetes); (3) Uma forte carga emocional. Mokke não possui nenhum destes três elementos.
A arte é bastante deprimente, sem fundos extraordinários e com um design de personagens pouco proporcional e pouco original no que respeita aos yokai. Pode ser resumida no screenshot que tirei:
Isto é, bastante má.
Em termos de personagens, as suas aventuras não parecem trazer-lhes qualquer adição ou qualquer aprendizagem. A irmã mais nova é exasperante na sua estupidez e desobediência. O personagem mais interessante será talvez o avô que, detentor de certa sapiência no que respeita a fenómenos paranormais, ensina sempre coisas úteis sobre a vida. Os contactos com os yokai são de grande simplicidade e não comovem nem fazem rir, são absolutamente indiferentes.
A música não se distingue nem adiciona nenhum tipo de emoção às cenas. Tanto a OP como a ED são do mais normal que existe. Se bem que a animação da OP engana, baseados nela pensaríamos que isto ia ser um anime muito mais bonito.
Fica uma nota para a originalidade do título: Mokke (もっけ), é o hiragana de mokke (勿怪), que significa algo como "inesperado".
By : ladyxzeus
Ai no Kusabi (2012)
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Ai no Kusabi (2012)
Akiyama Katsuhito - AIC
Anime OVA - 4 Episódios
2012
7 em 10
Todos sabem como eu amo Ai no Kusabi. Se não sabem, vejam aqui a review do OVA de 92 e aqui as reviews das novels que li até agora. Assim, quando a notícia deste OVA apareceu na aarinfantasy (site que frequento bastante, para que saibam) foi uma alegria. Foi uma felicidade absoluta! Ainda por cima diziam que iam seguir as novels! Que ia ter 12 episódios! Estávamos mesmo felizes. Mas depois as notícias deixaram de aparecer. E questionavamo-nos... O que é feito disto? Até que apareceu uma novidade: tinha sido cancelado. O estúdio faliu. Chorámos, ficámos cheias de raiva. E de repente outra novidade! Vão lançar um DVD, uma edição especial ainda por cima, com os quatro episódios que foram produzidos antes do estúdio falir! E assim ficamos com um novo Ai no Kusabi. Incompleto, é certo. Mas que nos deixa a pensar que este poderia ter sido o melhor anime BL de todos os tempos se tivesse sido feito até ao fim.
Sobre os detalhes do universo, da história e dos personagens, recomendo a leitura da minha review do OVA de 92 (precisamente 20 anos entre um e o outro que giro!) pois considero-a bastante completa. Hoje vou fazer uma sempre necessária comparação.
Ao contrário do original, este OVA segue as novels, até mais ou menos meio do volume 4 (que é precisamente o sítio onde estou na minha leitura, viva!). Acompanhamos a vida de Riki nas Slums, como pet e de volta às slums, com um flashback no último episódio que, adicionando mais vivacidade à história, poderia ter sido cortado. Apresentam-nos os detalhes de como conheceu Iason e a sua aventura com Mina, que não estava contemplada no original. Em termos de personagens não temos grande exploração, fora a evolução clara de Riki antes e depois de Iason, mas a caracterização inicial é muito forte. Não apenas para os personagens principais mas também para todo o grupo de Bison, o que torna tudo mais intenso.
O que mais gostei nesta nova versão foi a caracterização do universo. Apesar de as slums serem um pouco mais "ricas" do que eu tinha imaginado, Midas e Eon estão perfeitos. Os designs futuristas estão bem pensados e são funcionais e adorei que criassem um novo alfabeto. Note-se a presença constante de mulheres ao longo dos 4 episódios, coisa que não acontecia no original: isto trás a segurança que neste universo a figura feminina é de grande importância e que isto não é apenas mais um yaoizinho da tanga com pretensões a pornografia. Aí está outro ponto: as cenas de sexo são reduzidíssimas e com uma sensualidade que me trouxe um certo sentimento de culpa, pois não são nada bonitas. Isto torna a caracterização da relação Riki x Iason muito mais evidente.
A arte é limpa e existem cenas de acção bem coreografadas e com boa elasticidade. Pena o momento de CG na conversa com Ceres ou tudo teria sido perfeito. As cores são muito interessantes e utilizadas muito bem para caracterizar os diversos "mundos" dentro do universo.
Enfim, um potencial excelente. Espero que um dia lhe voltem a pegar e o terminem.
Por agora, encontrei a novel que me faltava a 25$ no e-bay. E tive de a comprar, apesar de estar de finanças reduzidas. Só porque estava 275$ mais barata do que a última que eu tinha visto.
By : ladyxzeus
Gakuen Utopia Manabi Straight!
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Gakuen Utopia Manabi Straight!
Yamanaka Takahiro - ufotable
Anime - 12 Episódios
2007
6 em 10
Já tinha ouvido falar deste anime, mas não fazia ideia do que era. E estranhei que fosse um moemoekyun ao ver o nome da produtora, já que ufotable foi o mesmo que nos deu Kara no Kyoukai e Fate/Zero. Bem, devo dizer que a ufotable fica melhor dramas de acção do que moesmoeskyuns.
Manabi Straight passa-se num futuro não muito distante em que a natalidade é tão reduzida que os miúdos deixaram de ir à escola para irem trabalhar. O que não faz grande sentido, mas aceitemos. Agora, o que não faz mesmo sentido e que eu não consigo aceitar é que, havendo já tão poucas escolas e tão poucos alunos, se dêm ao luxo de ter uma escola exclusivamente feminina. Manabi transfere-se para esta escola e torna-se imediatamente membro do "student council" (creio que será algo semelhante à associação de estudantes). O anime segue-a e às suas amigas em actividades fofas de meninas fofas até ao culminar num esforço exuberante para ter um festival na escola. Por razão incompreensível querem deixar de o fazer, mas elas querem-no à mesma.
É um anime muito básico em todos os termos, excepto por um episódio em que cobrem a temática do bullying. O mesmo se aplica às personagens, todas muito pouco fundamentadas, com excepção para a menina da boca de gato (e aprender os nomes, não?) que aparenta um desenvolvimento muito leve quando exploram a sua relação com as novas amigas (episódio do fogo de artifício).
A arte corresponde aos níveis de produção a que este estudo nos habituou, apesar de um ou outro momento de CG arquitectónico pavoroso. Mas... Os designs. Vamos ver uma coisa Japão: se querem um anime com meninas de 10 anos, façam-no sobre uma escola primária. Não o façam sobre uma escola secundária em que todos aparentam ter 10 anos (excepto o irmão de Manabi, que é um fixe). Esta infantilidade, este excesso de moeficação, apenas prejudica a série. Pois causa-me irritação. E a série até é interessante. Mas causa-me irritação.
O anime tem muitos momentos musicais, alguns deles bastante bonitos (veja-se o cantar do hino da escola). A OP é muito simpática. Uma nota para a animação stop-motion da ED, que dá alguma frescura à série.
DDe todo o moe que vi e tenho visto este é um dos melhorzinhos. Apesar de me causar irritação.
By : ladyxzeus
Mouretsu Pirates
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Mouretsu Pirates
Satou Tatsuo - Satelight
Anime - 26 Episódios
2012
6 em 10
Por ordens elitistas vindas de lado, encontrei-me a ver este anime, que não tinha qualquer intenção de ver. Porque... Piratas de mini-saia. Mas disseram-me que era giro e tive esperança. Mas foi infundada, como veremos de seguida.
O anime segue a vida de uma jovem que se torna capitã (capitana, conforme as minhas legendas espanholas) de um navio pirata. Aliás, de uma nave espacial pirata. Intercala as suas aventuras piratosas com as suas aventuras com o clube de navegação da escola, procedendo a fundi-los. Assim, é um anime cheio de meninas (de mini-saia). Em minha opinião, se calhar meninas a mais. Sendo que um dos pontos mais aclamados é o das tecnicidades técnicas de conduzir uma nave espacial, eu achei isto muito chato. Porque não percebo nada, não quero perceber, não quero aprender a conduzir um barco pirata do espaço e, em resumo, não me interessa. Certamente que no que respeita a isto a culpa é minha. Mas não só: se eles tivessem explorado estas tecnicidades de uma maneira mais interessante eu não me teria aborrecido e, quiçá, até teria gostado.
Isto leva-me a outro ponto largamente aclamado, que é o do conceito dos piratas nesta história. Também não gostei. Neste universo os piratas são uma fonte de entretenimento. "Somos piratas, viemos matar-vos" "OOOOH VIVAAA!!! *toda a gente aplaude*". Isto retira ao conceito primordial de "pirata" toda e qualquer realidade palpável. Lembrou-me muito o conceito de Tiger and Bunny, será que houve aqui imitação? Será que agora tudo o que se passar no futuro vai ser assim? O anime é suposto ser bastante "lighthearted" (como se diz isto em PT-PT? "Coração-leve"?), mas existem maneiras de tornar um pirata lighthearted que não levem o conceito ao ridículo. Veja-se os Piratas das Caraíbas. Ou One Piece, que eu nunca vi mas que conheço mais ou menos de tanta imagem e tanto macro que vejo nos grupos sociais que frequento (até os da vida real).
Dos personagens, o mais interessante pareceu-me ser a mãe da personagem principal e o único que recebe algum tipo de desenvolvimento é esta última. Este desenvolvimento só se desenrola nos últimos episódios, em que finalmente lhe dão uma certa autonomia e os seus actos passam a ter consequências directas no bem-estar das pessoas que a rodeiam. Ainda assim foi muito insuficiente. Se tivessem passado menos tempo a treinar e mais tempo a fazer coisas úteis isto ter-se-ia reflectido na personagem e ela teria acabado por ter mais conteúdo. Continuo a apreciar bastante mais a mãe dela pois, apesar de não possuir desenvolviemento, possui um laivo de personalidade característico.
Em termos artísticos, temos designs que correspondem ao "lighthearted" da série, numa mistura de tonalidades que funciona muito bem para trazer alegria e humor ao conceito. E, efectivamente, piratas de mini-saia. A animação tem os seus momentos altos, mas desapontou-me um certo excesso de CG mal disfarçado nos designs das naves espaciais e navios piratas em geral.
A música fez-me lembrar muitas vezes Fairy Tail e tantas ou mais vezes combinava muito pouco com a situação. Mais uma vez, adição à lightheartdice do anime. A ED foi-me indiferente mas nota para a OP que me deixou absolutamente dividida. Gosto do início, depois detesto, depois gosto mais ou menos, depois odeio, depois gosto bastante. Tudo isto dentro da mesma música. Acho que pode ser considerado um feito.
By : ladyxzeus
The Master - O Mentor
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The Master - O Mentor
Paul Thomas Anderson
Filme
2012
7 em 10
Yay, fui ao cinema!
Este é um filme sobre um homem que bebe álcool etílico e que por força do acaso se vê envolvido num culto num grupo de pesquisa da revelação interna da vida, acabando por se tornar no braço direito do querido líder do dito. Diz que foi inspirado pela cientologia, essa *religião* em que se comem placentas, mas eu pessoalmente vi muito poucas conexões. O culto grupo de debate filosófico está caracterizado de uma forma que aparenta ter uma certa lógica, ao contrário daquele que o terá inspirado, e a "hipnose reversa" que aplicam aos seus membros também parece funcionar. Da mesma maneira, parece que este culto grupo de auto-ajuda, tem boas intenções que vão para além do sucesso pessoal do seu querido líder.
O que efectivamente brilha neste filme é a performance dos actores. Joaquin Phoenix, o amigo do querido líder, está completamente estropiado, reflexo de traumas de guerra e tudo o resto. Além da caracterização física impecável, existe um crescimento de personagem firme e evidente, evidenciado pelo momento em que o personagem começa a duvidar da realidade que lhe é transmitida pelo querido líder. Este, por sua vez, é caracterizado como quase louco pela sua "fé", mas sem fundamento para a poder discutir e a ver aprovada.
Momentos sexuais que não apreciei por aí além, pois não me pareceram ser necessários para ajudar na caracterização de nenhum dos elementos do filme.
Música interessante e muito bem aplicada nos momentos mais intensos. Aparentemente foi composta pelo guitarrista dos Radiohead, segundo consta? Mas não tem nada que ver com Radiohead, está muito apropriada à época em que o filme se passa (1950, States)
Ao início tive dificuldade em perceber sobre o que tratava o filme. Podia ter terminado mais cedo. Mas valeu a pena.
Em outra nota:
Houve um intervalo no filme. Inesperado, foi.
By : ladyxzeus
Hoje não há espectáculo
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As músicas em cravo foram uma dor. Se em alguns momentos ficavam especiais e muito bonitas, em outros a dissonância era de tal modo extrema que estragava a música original. Além de que a intérprete tratava muito mal o seu instrumento, dando-lhe porradas que me magoavam por afinidade. Um cravo é um cravo, por mais força que usemos para lhe bater ele nunca vai soar mais alto.
Os poemas... Eu não sou grande apreciadora de récitas porque normalmente não percebo nada dos poemas que estão a ser ditos. Foi o caso. Fez-me impressão um dos senhores estar sempre de mão no bolso, fez-me impressão pararem de recitar para mudar de página (custava ter imprimido tudo na mesma página?), fez-me impressão um dos senhores, o selector dos poemas, ter escolhido um poema da sua autoria.
Este sentimento parece ter sido partilhado por pelo menos três senhoras velhotas que estavam claramente revoltadas. Mas acho que era por causa da gaja nua.
Hoje não há espectáculo
Variedades
E de repente, domingo que passou, estou eu a ir para Almada sem saber muito bem porquê. Só lá chegada é que soube realmente. Os meus amigos vieram ter comigo à rua porque, citando "está uma gaja nua a gritar no palco" e quase que não vimos o resto. Mas, tendo visto, fica aqui um breve comentário.
Começo por citar o que vem na página do evento no Facebook, que define mais ou menos este pequeno espectáculo de variedades a que assistimos:
Assim nos foi apresentado um pequeno espectáculo que intercalava músicas de Carlos Paredes tocadas em cravo e récitas de poesia. Pois que não gostei. Admito que a minha sensibilidade para a política que envolve a cultura seja bastante baixa, mas eu vejo o que vejo e o que vi não gostei.O programa da troika conduz a economia ao desastre e o país à ruína, a política cultural que agora ainda se agrava ameaça a catástrofe num sector já em profunda crise: com a asfixia financeira, com a inteira demissão do Estado em relação aos objectivos de desenvolvimento e democratização de que a Constituição o incumbe. O tempo de pôr fim a este rumo de desastre é o tempo de hoje. Tempo de protesto e de recusa. Tempo de mobilização de toda a inteligência, de toda a criatividade, de toda a liberdade, de toda a cólera contra uma política que chama “austeridade” à imposição de um brutal retrocesso histórico em todas as áreas da vida social. Defender a Cultura é uma das mais inadiáveis formas de fazer ouvir todas as vozes acima do medíocre ruído dos “mercados”. Manifestamo-nos EM DEFESA DA CULTURA. E agiremos em conformidade.
As músicas em cravo foram uma dor. Se em alguns momentos ficavam especiais e muito bonitas, em outros a dissonância era de tal modo extrema que estragava a música original. Além de que a intérprete tratava muito mal o seu instrumento, dando-lhe porradas que me magoavam por afinidade. Um cravo é um cravo, por mais força que usemos para lhe bater ele nunca vai soar mais alto.
Os poemas... Eu não sou grande apreciadora de récitas porque normalmente não percebo nada dos poemas que estão a ser ditos. Foi o caso. Fez-me impressão um dos senhores estar sempre de mão no bolso, fez-me impressão pararem de recitar para mudar de página (custava ter imprimido tudo na mesma página?), fez-me impressão um dos senhores, o selector dos poemas, ter escolhido um poema da sua autoria.
Este sentimento parece ter sido partilhado por pelo menos três senhoras velhotas que estavam claramente revoltadas. Mas acho que era por causa da gaja nua.
By : ladyxzeus
Queen of Fashion
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Queen of Fashion: What Marie Antoinette wore to the Revolution
Caroline Weber
2007
Tese/Ensaio
Comprei este livro em Versalhes, a propósito de um cosplay que quero fazer. Achei que para fazer o fato como deve ser haveria de estudar um pouco sobre a personagem em causa e, tema deste livro, sobre o que a personagem em causa vestia.
Fascinante.
Aprendi com este livro muitas coisas que me vão ser úteis e muitas coisas inúteis. Como o facto de ter sido moda usar legumes na cabeça. Mas valeu a pena, o livro é muito bom. Está muito bem escrito e extremamente (extremamente) bem documentado. Tem muitas imagens e até tem figuras a cores. No entanto as imagens muitas vezes não vêm referenciadas no texto, apesar de se perceber bem qual a relação delas com o que está escrito. Não corresponde às normas de tese que tenho seguido e nas quais estou imersa.
Pessoalmente, a história da Maria Antonieta é capaz de ser o meu momento histórico preferido. Talvez por influência da Rosa de Versailles. Aliás, ler este livro foi como rever a história da Rosa, o que trás mais pontos positivos (e também alguns negativos, no que respeita à caracterização da rainha) ao anime e manga que eu tanto gosto. Antonieta é capaz de ser a maior coitadinha da história. Nós sabemos todos que ela vai morrer guilhotinada, mas até ao último momento mantive a esperança secreta de que ela se safasse. Não.
Enfim, um livro muito interessante e muito útil para o meu projecto. A quem tiver interesse neste detalhe da história da Europa, recomendo bastante.
By : ladyxzeus

