Archive for quinta-feira, agosto 10

  • Naruto

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    Naruto
    Hayato Date - Studio Pierrot
    Anime - 220 Episódios
    2002
    4 em 10


    Sim! FINALMENTE, vi o Naruto. E, antes que perguntem, SIM, eu saltei os fillers. Não tenho vida para isto.

    Então, o Naruto é um aspirante a ninja muito infeliz porque não tem amigos. Depois de se formar como ninja, competição que dá azo a algumas lutas curiosas e interessantes, o seu novo amigo Sasuke decide ligar-se às forças do mal. E o anime remete-se a toda a gente ir à procura do Sasuke. Eu juro que se o Sasuke desaparece outra vez, vou lá eu à procura dele e trago-o por uma orelha.

    Além disso, os maus que são muito maus, não parecem ter um objectivo assim tão terrível. O mauzão quer o Sasuke para estabelecer a sua imortalidade, e qual é o problema disso? Deixem-no ser imortal, ele fica contente, deixa de chatear.

    Apesar de termos alguns momentos de luta interessantes, o anime é caracterizado por uma animação infeliz, personagens que são muito irritantes a maior parte do tempo, e designs feíssimos.

    Foi uma tortura ver esta coisa e, por isso, antes do Shippuden vou lavar a alma com anime puro e acrescentei mais 50 títulos à PTW. Não tenho vida para isto.

  • Super Bock Super Rock 2023

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    Super Bock Super Rock 2023
    Festival de Música


    Dado que a Spring It foi cancelada, tivemos oportunidade de ir ao SBSR, que era no mesmo fim de semana. 

    Decidimos ir para lá de transportes. Ora, os comboios estavam em greve e, por isso, esse amigo estava cheíssimo. Apanhámos mesmo à justa. Depois esperamos longamente numa fila para o autocarro de transfer, no qual o passe não era válido por razões que me transcendem. A viagem foi demorada, porque havia imenso trânsito no único acesso.

    Chegámos, descemos uma rampa gigantesca, e fomos parar a um lugar pequeno, meio vazio, coberto de palhinhas. Revistaram todas as minhas bolsas e bolsinhas e conseguimos ainda apanhar um bocadinho do concerto do Nile Rogers. que deu logo vontade de dançar. Um dos membros da banda que vinha a seguir, e o que tinhamos ido realmente ver, também participou nesse concerto. Depois foi a vez deles: os Wu Tang Clan. Por essa altura começamos a reparar que havia imensa gente americana no público, possivelmente porque lhes fica mais barato vir aqui do que à tour da terra deles. O concerto foi fantástico: eu sei que não é muito suposto dançar-se com hip-hop, mas eu dancei loucamente.

    Depois foi tempo de dar uma volta para passear e descansar. O espaço era realmente pequeno, mas como estava pouca gente não havia fila para quase nada. Uma nota para as casas de banho, que eram aqueles porta-pottys horrorosos, em que uma bacana não tem capacidade de fazer xixi sem se encher de xixi a menos que toque com as suas partes pudendas no xixi dos outros. Não percebo porque continuam a insistir com estas coisas, que são tão pouco práticas. Nem tinham urinóis para os bacanos, pelo que rapidamente os cantos das coisas ficaram cheios de urina humana.

    Comemos um kebab hiperfacturado e um maravilhoso croquete de queijo.

    Entretanto vimos alguns concertos, mas o nosso foco principal era a Caroline Polacheck. A rapariga tem uma voz extraordinária, e as suas danças estranhas encantaram-me, mas por essa altura eu já estava muito cansada. Assim que ela terminou o album e passou para outras músicas novas decidimos ir comer mais croquetes e partir.

    Foi uma noite muito bem passada, e felizmente que estava tudo bem organizado.

  • História da Medicina Veterinária

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    História da Medicina Veterinária
    Sebenta


    Numas arrumações encontrei as antigas sebentas da faculdade e mantive esta, que nunca tinha lido. Na verdade, estive apenas numa aula desta cadeira, que era interessantíssima, mas por pura pressão social nunca mais fui a essa aula. Fico com muita pena de ter tido essa atitude idiota no passado, mas no passado eu era mais idiota que sou hoje.

    Esta sebenta compreende o livro acima, um folheto sobre a criação das escolas de veterinária em Portugal e ainda outro documento que fala da história veterinária na antiguidade.

    Foi uma leitura um pouco lenta e maçuda, sobretudo pelas intermináveis listas de nomes de pessoas do passado que foram aprovadas para ser veterinários (na altura "alveitares"), mas aprendi uma série de coisas muito interessantes e que certamente me irão ajudar na minha prática.


  • Stand By Me

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    Stand By Me
    Rob Reiner
    1986
    Filme
    6 em 10


    Um rapaz atormentado pela morte do irmão mais velho tem três amigos que não são adequados. São delinquentes, com vidas difíceis, mas mesmo assim são todos amigos. Quando um dia ouvem uma conversa interdita que os informa da localização de um corpo morto, decidem fazer essa caminhada para observarem a criança morta.

    Num longo passeio de apenas dois dias e uma noite, estes quatro rapazes irão enfrentar pessoas maldosas e a própria natureza, confrontando-se com coragem e loucura e estabelecendo os seus laços de amizade nesse verão que termina. Revelam os seus medos e revelam os seus desejos, acreditando que a sua amizade nunca irá terminar.

    É um coming of age bastante bonito, com actores infantis a fazer um trabalho excelente, mas que deixa um certo gosto agridoce.

  • The Black Cauldron

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    The Black Cauldron
    Ted Berman & Richard Rich
    1985
    Filme
    7 em 10


    O filme que quase faliu a Disney.

    Uma história de fantasia clássica, com elementos de terror gráfico que não são de todo adequados ao público infantil. Nunca tinha visto este filme e fiquei encantada com a qualidade da animação e dos designs. No entanto, as personagens estão bastante simplificadas e apesar de serem interessantes - cada uma com uma motivação que se vai alterando ao longo da narrativa - achei que a história de amor que se desenvolve estava um pouco forçada.

    Fiquei com imensa vontade de fazer cosplay da princesa, só porque ela é uma miúda expedita e esperta. 

    Claramente um filme que confunde um pouco o seu público alvo, e que me teria aterrorizado para sempre se o tivesse visto em criança.

  • A Espada Era a Lei

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    A Espada Era a Lei
    Wolfgang Reitherman
    1963
    Filme
    6 em 10


    Por alguma razão deu-me uma certa vontade de fazer cosplay de Madame Min, então decidi rever este filme, com a dobragem brasileira clássica, que é a que eu lembro e amo.

    Inspirado num livro muitíssimo interessante, que também li num passado remoto, conta a história da educação de Artur (Wart) pela parte do feiticeiro Merlin. Com ajuda deste feiticeiro ele irá conhecer o mundo dos peixes, o mundo dos esquilos e o mundo dos pássaros, altura em que vai haver um combate entre feiticeiros muito poderosos.

    Tal e qual como me lembrava, ri muito nos diálogos e fiquei com as músicas na cabeça. Este é um dos filmes perdidos da Disney, e muitos elementos nele são reciclados e reutilizados, mas ainda assim mantém-se como um dos meus clássicos preferidos.

    E a Madame Min vai ser cosplay de certeza, versão magra quando eu voltar a ser magra.

  • Scream VI

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    Scream VI
    Matt Bettinelli-Olpin & Tyler Gillet
    Filme
    2023
    4 em 10


    Mais um Scream e mais um conjunto de mortes sem sentido nenhum.

    A diferença principal destes Gritos para os outros Gritos é que estes são na grande cidade e há ghostfaces por todo o lado. Isto traz uma certa frescura ao franchise, mas não o suficiente para me agradar. Existem muitos elementos de comédia, o que fazem deste filme algo muito pouco assustador mas bastante engraçado.

    Penso que o conjunto alargado de personagens não ajuda o espectador a concentrar-se e, por isso, já me lembro muito pouco de quem é o verdadeiro assassino. Não que isso interesse, porque a maldição continua e já estão a preparar o sétimo filme.

  • Iberanime 2023

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    Iberanime 2023
    Evento


    Quanto tempo já passou do Iber e só agora escrevo sobre ele? Temos de corrigir isso imediatamente, porque há muitas histórias para contar!

    Este ano decidi inscrever-me em modo pouco competitivo e levar de novo a minha Belldandy a palco para um skit muito parvo. Mas este ano houve uma diferença essencial, daquelas que me causou muito alívio: o ensaio geral passou a ser no fim do dia anterior, e não às sete da manhã do próprio dia. Isto foi uma melhoria extraordinária para o meu bem estar.

    Ora, estavamos nós a ver o Festival da Canção num telemóvel enquanto aguardávamos a chamada, quando percebemos que o Ladybeard - finalizador das festividades musicais - não ia fazer só um teste de som: ia fazer um ensaio completo. Assim, tivemos a infeliz oportunidade de ver o concerto na íntegra, mas sem ninguém mascarado. Mal nos podíamos ouvir uns aos outros, mas ainda assim consegui ajudar alguns coleguinhas com props que não estavam a funcionar e alfinetes de ama que não estavam a prender.

    No dia seguinte, dei-me ao luxo de chegar às 11 da mahã. Vocês não imaginam o alívio que isto é para mim: antes dessa hora eu simplesmente ainda estou desligada, ainda não estou a funcionar. O problema de chegar tarde é que os lugares em frente ao espelho estão todos ocupados, sobretudo por alguns concorrentes que distribuem os conteúdos de toda a sua vida pelo espaço disponível, que não era muito. Portanto, estava eu a maquilhar-me com um espelho de mão em cima de uma cadeira quando me chamam para o pre-judging. E aí foi o pânico, não consegui por as pestanas, as minhas marcas azuis ficaram tortas e borradas, quase chorei.

    O pre-judging correu muito mal também, pareceu-me que me esqueci completamente de todo o vocabulário em inglês e em português. Só dizia "welcomes to portugais, very nice very good, made costume 10 years ago and still fits omg" e "this was challenging but not anymore and made wings with chicken wire and I have gloves! Omg forgot gloves, does not matter, hahaha, WELCOME TO PORRUGUTAL HOPE YOU HAVE FUN". Tenho de melhorar as minhas skills de pre-judging, porque isto foi um pavor.

    Depois aguardámos e lá foi o concurso. Havia fatos muito giros, mas devo dizer que fiquei absolutamente embasbacada com a perfeição absoluta dos cosplays de Paradise Kiss, cujo skit infelizmente correu muito mal. Gostaria mesmo muito que tivessem ganho, porque os fatos eram um sonho tornado realidade. Quanto a mim, a gargantilha soltou-se, obriguei uma voluntária a espetar-ma na carne com um alfinete, e depois a Deusa foi criar o mundo, atirei-me ao chão numa falsa e ruidosa queda e ...... NEVER GONNA GIVE YOU UP NEVER GONNA LET YOU DOWN. Toda a gente riu horrores e, por isso, o objectivo foi cumprido. Quando saí do palco reparei na enorme mancha de sangue que se espalhava pelo meu joelho: a queda foi mesmo realista.

    Houve também um problema com um skit de Sakizou, que foi confundido com uma desistência, e todos pensámos que estava a haver pânico e horror, mas afinal não era pânico e horror e foi a vencedora solo. As vencedoras grupo não vi, mas vi o skit mais tarde e estava mesmo muito muito muito giro.

    De resto, o evento em si não tem muito de novo para mostrar. Fizemos algumas compras, e foi um pouco difícil de encontrar os artistas, que são bons artistas, que estavam meio escondidos no fundo da metade do pavilhão extra disponível. Comprei muitas coisas giras.

    Infelizmente não tive oportunidade de tirar muitas fotos, mas aqui estão elas! Ah sim, e houve uma menina muito pequenina que pediu "MÃE VAMOS TIRAR FOTO COM O ANJO". Foi giro :)



    As vencedoras, às quais pedi que trouxessem um croissant da terra da França








    E assim foi, agora já me estou a preparar para o Porto! Viva!

  • Step Brothers

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    Step Brothers
    Adam Mckay
    Filme
    2008
    5 em 10


    Will Ferrel é um homem de 40 anos que vive com a mãe. Quando ela se volta a casar, conhece o seu novo meio irmão, John C. Reilly, que tem 40 anos e vive com o pai. São ambos muito infantis e irão entrar em conflito por toda e qualquer razão.

    Não ganhei nenhuma preferência por este filme, porque não gostei do próprio conceito. Ver homens adultos a comportarem-se como crianças não é uma coisa a que ache especial piada. A única parte que achei realmente engraçada neste filme foi o momento final do concerto, que é efectivamente hilariante.

    Fora isso, acho que este argumento não eleva estes excelentes actores de comédia. No geral, acho que este filme falha na sua própria base.

  • 93ª Feira do Livro de Lisboa 2023

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    93ª Feira do Livro de Lisboa 2023
    Feira


    Este ano a Feira do Livro foi mais cedo e passámos lá uma bela tarde, no meio de livros e editores.

    Houve uma certa reorganização do espaço da Feira, com alguns editores remetidos para partilhar as bancas com outros. Penso também que a nível de promoções não estava tão bem como noutros anos, porque os livros em Portugal são caros e um artigo de luxo. Não sei como se poderia mudar isso, mas não parece ser a vontade daqueles presentes na Feira.

    Desta vez conseguimos um lugarzinho à sombra para beber a nossa cerveja a meio da Feira, já que subir o Parque Eduardo VII é um pouco cansativo. Em anos anteriores algumas das editoras maiores tinham nuvens de água para nos refrescar, mas este ano não.

    Comprei apenas cinco livros, num fantástico exercício de auto controlo. E já os estou a ler agora, depois deste tempo todo. Aqui estão eles!



    Agora.... Até para o ano!

  • Zoolander

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    Zoolander
    Ben Stiller
    2001
    Filme
    6 em 10


    Um filme de comédia sobre a indústria da moda, tão absurdo como o Ben Stiller consegue fazer.

    Zoolander é o modelo masculino mais famoso de sempre, com os seus olhares característicos que encantam as cameras por todo o mundo. No entanto, um novo rival aparece, e ele terá de reavaliar as suas características enquanto modelo. À medida que isto tudo vai acontecendo, descobrimos também que o Zoolander foi vítima de hipnose pela parte do famoso designer Mugati, para que ataque altos funcionários do governo que querem impedir a escravatura infantil no mundo da moda.

    O filme é absurdo, tem uma série de momentos engraçados, mas ainda assim a crítica que faz ao universo da moda é bastante acutilante. Penso que o principal defeito desta narrativa é os personagens serem tão inerentemente idiotas. Isto dá para momentos de comédia, mas faz perder a seriedade do tema, que - apesar de tudo - é muito importante.

    Gostei, mas não me ficará na memória. 

  • A Garota Não

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    A Garota Não
    Concerto


    Fomos ver este concerto gratuito no Museu da Cidade de Almada. Infelizmente ficámos num sítio péssimo, algures na lateral, e a dita cuja Garota estava constantemente tapada por uma coluna. Para além disso, a acústica do lugar era péssima e não compreendi absolutamente nada das letras das músicas. Como não conhecia bem a artista, foi difícil então de acompanhar o show.

    De todos os modos, consegui ouvir algumas partes das histórias que ela ia contando entre cada música. Não gostei de que ela escrevesse uma música sobre um assunto que lhe é desconhecido, e que o tenha admitido comparando-se ao Chico Buarque (que também não sabia de pássaros). Mas gostei que durante um dos instrumentais apresentasse umas folhas com nomes de mulheres: mulheres que morreram vítimas de feminicídio. 

    Fiquei curiosa em ouvir as músicas com mais atenção, mas passado este tempo todo ainda não se ocorreu.

  • Tetris

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    Tetris
    Jon S. Baird
    Filme
    2023
    6 em 10


    O jogo é épico, mas a história de como ele veio parar ao ocidente é ainda mais épica. 

    Criado por um programador russo, o Tetris foi vítima de uma luta de espionagem industrial, em que todos queriam o jogo com portabilidade. A Nintendo foi quem ganhou esta luta, mas não sem antes o seu protagonista passar por trinta por uma linha, entre o Japão e a Rússia.

    Sempre com o tararara do jogo como música de fundo, acompanhamos a a grande aventura deste simpático senhor de bigode, entre conspirações comunistas e tentativas de libertação da personalidade russa. No final, a maior aventura foi trazer o amigo que fez na Rússia (o criador do jogo) para a liberdade do ocidente.

    Um filme divertido que conta uma história mirabolante.

  • Chico Buarque

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    Chico Buarque
    Concerto


    Tinha comprado os bilhetes já no ano passado, pois senti que esta seria uma das últimas oportunidades para ver um dos meus cantautores de eleição, que já está bem idoso e pode nunca mais voltar.

    Surpreendeu os lugares em que ficámos, que estavam mesmo junto ao corrimão da galeria e, por isso, tinham um pouco mais de espaço. Mas o que surpreendeu sobretudo foi a presença permanente de uma senhora, uma tal Mónica, que cantou pelo menos cinco músicas antes da entrada do artista. Por momentos pensei que me tivesse enganado e que tivessemos ido ver um concerto de tributo!

    Mas lá apareceu o Chico, com um mix de músicas cheias de calor e amizade, a maior parte conhecidas em Portugal mas também outras mais obscuras, como a Canção Desnaturada da Ópera do Malandro. Contou também várias histórias divertidas, e ouvia-se algures um riso descontrolado de uma qualquer espectadora com tendência ao histerismo.

    O final foi apoteótico, toda a gente da plateia se levantou e se aproximou do palco para cantar e dançar o João e Maria, com uma energia muito boa.

    Gostei muito, mas fiquei com pena de ver o Chico tão debilitado. 

  • Black Mirror Season 6

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    Black Mirror Season 6
    Charlie Brooker
    2023
    Série


    De volta à acção para mais uma série de reviews muito atrasadas, agora começando com sexta season de Black Mirror.

    Parece-me que esta série, de terror e ficção científica, perdeu muito do seu charme nos últimos tempos. Nesta season há críticas à inteligência artificial e à indústria do entretenimento, em alguns episódios, e noutros histórias mais ou menos trágicas com inspiração em alguns modelos clássicos. No entanto, no geral foi uma série pouco memorável, com características pouco distintivas do que se faz neste momento.

    No fundo, o conjunto de situações do "o que faremos se o futuro for assim" está a falhar bastante e nesta season com um foco especial na Netflix deste universo, acaba por saber a pouco. Temos pouco horror, pouca indagação, pouca curiosidade.

    Já era.

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