Archive for sexta-feira, abril 13

  • À Procura de Sana

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    À Procura de Sana
    Richard Zimler
    2012
    Romance

    Este é mais um romance de Richard Zimler, desta feita recebido através do BookCrossing (já não recebia nada há algum tempo! =D )

    O próprio Zimler é o personagem principal, um escritor/jornalista que tenta decifrar a morte de uma bailarina e acaba por descobrir mais do que queria acerca dos eventos que causaram a corrente guerra no Médio Oriente.

    É um livro simples, mas que tem várias camadas e realidades, sendo que por vezes se torna difícil distinguir o que é real do que é fantasia, tornando a viagem até ao âmago do mistério numa sucessão de voltas que, a maior parte das vezes, não dão em lugar nenhum. Mas a minha questão principal com este livro é a falta de idoneidade e neutralidade nesse assunto tão delicado que é a guerra Palestino-Israelita.

    Compreendo que o autor seja judeu e que, por isso, tenha sempre uma tendência a defender um dos lados. No entanto, a forma como tudo foi abordado culpabiliza por coisas demasiado grandes para o universo de Zimler, os personagens mais frágeis e com mais ligação à sua tradição.

    Assim, esta visão literária é não só confusa como altamente enviesada e, portanto, injusta.

    Fiquei muito desapontada.

  • Viúva Por Um Ano

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    Viúva Por Um Ano
    John Irving
    1998
    Romance

    Após livros sem fim de John Irving, chega a altura de, mais uma vez, ler este autor. E, mais uma vez, foi um livro que me causou uma irritação sem precedentes.

    O livro chama-se "Viúva por um ano", mas não fala de viúva alguma até ao capítulo final. Vinte páginas de seiscentas e muitas, aí está o mote do livro. De resto, o livro fala de como todos (todos) os seus personagens são escritores e como se tornaram (todos) escritores. Fala das conquistas sexuais maiores e menores de todos, entrando em detalhes muito, mas mesmo muito importantes, sobre todos/as amantes de todos/as personagens, nomeadamente os seus nomes, quem são, o que fizeram e o que farão, mesmo que isso não contribua em nada para o desenvolvimento da história.

    Aliás, durante este tempo todo não sabemos exactamente o que é que o autor nos quer contar. Penso que ele nos quer contar que é escritor e que, por isso, todas as suas personagens são escritoras. Referi que o autor é escritor e um muito popular escritor? É que ele escreve e faz questão de o transmitir através das personagens todas, que não passam de reflexos dele mesmo, daquilo que ele gostaria de ser e daquilo que ele gostava que os outros personagens fossem.

    Repetem-se temas dos seus livros anteriores (uma perna com um sapato, etc.) e repetem-se os conceitos, uma e outra vez.

    Este monstruoso romance não passa de mais um exercício de auto-contemplação e masturbação intelectual do autor.
     

  • Wonder Wheel

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    Wonder Wheel
    Woody Allen
    2017
    Filme
    5 em 10

    Quem me conhece sabe que o Woody Allen não é o meu realizador favorito e que tenho uma especial antipatia por todos os filmes em que ele aparece a fazer dele mesmo. Tendo o Qui prometido que, neste caso, ele não iria aparecer, aceitei ver a sua última obra.

    Num parque de diversões, uma família vive os seus problemas. O homem é um alcóolico em recuperação, a mulher queria ser artista e o filho desta é piromaníaco. De repente, aparece a filha do primeiro casamento do homem, que foge de uma relação abusiva com um gangster. Entretanto, triângulos amorosos se desenrolam e existe o Justin Timberlake.

    Este filme tinha bastante potencial, não fossem as personagens. Apesar de os actores, especialmente Kate Winslet, se esforçarem ao máximo para tirar alguma coisa daqui, todos estes personagens têm uma sobreprodução que lhes dá um ar falso e pouco realista. Os desejos deles são muito simples, e - precisamente por isso - a resolução dos conflitos acaba por ser extremamente previsível e aborrecida.

    Quanto à narrativa em si, peca pela simplicidade e por ser bastante inconclusiva. Isto é, penso que o autor transmitiu bem a sua ideia de "roda gigante" (um momento em cima, outro momento em baixo), mas os actos das personagens foram tão intensos, na sua perspectiva, que se calhar não se deveria abordar a conclusão com tanta falta de intenção.

    Um filme que se vê bem, mas que será rapidamente esquecido.

  • Anisama 2018

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    Anisama 2018
    Evento
    E, à terceira semana, os deuses disseram: "vais a mais um evento de anime e cosplê a ver se te atinas" :p Então, fomos ao Anisama! Depois de ter ido no seu primeiro ano, ainda num outro espaço, estava bastante curiosa sobre como seria esta edição. Preparei um skit, pus o fato no corpo e.... Lá fui eu ver se me atinava! xD

    Confesso que acordámos um pouco tarde. De todos os modos, graças ao meu talentoso GPS, chegámos a tempo e horas e encontrámos um lugarete para o carrete mesmo à porta do evente. Chovia como pequeninos potes de barro e lá fomos nós, com as peças do fato ainda por vestir e o meu cenário (uma caixa de cartão que, no passado, serviu para transportar ração para pequenos animais domésticos). À porta, após pequena fila, constatamos que não existe à vista uma lista de convidados e que, por isso, ninguém sabe se eu posso entrar sem pagar ou não.

    Chovia, pois. Chovia e então eu irritei-me e dei os dez paus para a mão dos jovens da bilheteira e recebi a mais chunga das pulseiras de papel plastificado. Informei-os de que seria interessante saberem alguma coisa sobre os participantes dos concursos, mas procedi a entrar sem mais reclamações.

    Entrada, busquei algum tipo de dado sobre o concurso em que iria participar. Perguntei às várias queridas pessoas dos meus conhecimentos, mas ninguém sabia nada. Então, achei uma voluntária, que me informa da localização do auditório e, também da localização dos balneários. Vazios, acabo de vestir o fato e vou em busca de um lugar onde possa deixar os meus objectos, cenários e props em geral. 

    Encontro outra voluntária que, caridosamente, me informa que não sabe nada mas que pensa que posso deixar tudo no bengaleiro. Paga-se o bengaleiro? Pois, claro que se paga! No meu choque, o choque de uma participante que tem de pagar para guardar uma caixa de cartão e uma maçã, decidi com o Qui que íamos deixar a caixa nos balneários, em cima de um armário, a fingir que fazia parte do cenário.

    E, portanto, procedemos a pesquisar o evento.

    Trata-se de um evento de diminutas dimensões, mas com uma grande variedade de ofertas. De certa forma, senti que o espaço poderia ter sido melhor aproveitado se mais partes da escola tivessem sido utilizadas. Da forma como estava, as bancas diluíam-se umas nas outras e, por vezes, tornava-se difícil distinguir quem era quem e quais os limites de cada um. Assim, o evento limitava-se a um longo corredor com bancas de artistas (que são bons artistas), com um pequeno espaço de convívio (que, à nossa chegada, estava bastante vazio) e uma sala de workshops.




    De todos os modos, não podemos negar que o que era oferecido era bastante diferente do habitual. Com comidas variadas, incluindo uma família coreana com suas comidinhas caseiras, um espaço de jogos que reunia tanto os retro como os mais actuais, um espaço exterior... Tinha tudo para correr bem. Não vi a sala de workshops, infelizmente, pois acabei por não assistir a nenhum. Gostaria de ter ido ao workshop dos The Forge Cosplay, mas não cheguei a horas. De todos os modos, soube que esse primeiro workshop se atrasou um pouco, o que é uma coisa que a organização deve rever no futuro. 

    Quanto ao auditório, era uma estrutura bastante infeliz. Para começar, não tinha um palco. Mas, mesmo ao nível do chão, as coisas podem ser melhor localizadas e focadas. Por exemplo, disponibilizar mais cadeiras para o público e organizá-las em anfiteatro ou, pelo menos, meio círculo. Remeter o espaço a ser utilizado à limitação das colunas e ecrã, em vez de o prolongar e, assim, retirar o foco ao que está atrás. E o grande problema do excesso de luz, que não permitiu ver os vídeos. Penso que poderiam ter usado outra zona da escola como auditório, o que é mais uma coisa a considerar. ;)


    Fomos andando e conversando com as queridas e variadas pessoas. Com grande pena minha, gastara o meu dinheiro todo a comprar os bilhetes para entrar e, por isso, nem numa rifa me podia arriscas :< Perdão às meninas da banca onde sempre compro a rifa, mas nem um eurico tinha para amostra D: Observando atentamente as bancas dos artistas, que são bons artistas, não posso deixar de constatar algo que me parece bizarro. Com isto, quero referir-me à quantidade macroscópica de fanart de jovens coreanos que cantam (?) e dançam (?) em bandas (?), sendo que muitas dessas fanartes os mostravam em intimidades e tudo o mais. Nada contra fanart com intimidades entre gajos giros, mas o que me faz verdadeira confusão é quando os gajos giros existem mesmo na realidade. Acho bizarro fazer fanart erótica de pessoas que existem mesmo... :/ Talvez eu esteja desactualizada, não me liguem nenhuma. :p

    No meio disto tudo, encontrei uma banca, da Anihome (acho) que estava a fazer um quizz de anime. Fui tentar a minha sorte. Afinal, com a quantidade gargantuesca de animes que vejo e vi, alguma coisa haveria de saber. Errei duas em três ;D Errei o estúdio do Sword Art Online (anime que eu mal recordo, por sinal) e errei o ano de Sailor Moon. Sei que é a data que está no MAL, mas mesmo assim acho que está MAL. :3 Não curti muito da atitude do pessoal satélite que lá estava, que dizia coisas como "se seguires a página ficas a saber estas informações". Certamente que, meu amiguinho, saberás que se eu quisesse saber as informações não precisaria de ir à vossa página, né? ;)  Curti também de responder ao inquérito meio absurdo que tinham lá, com perguntas como "quando começaste a ver anime?". Como é que alguém sabe quando começou a ver anime? Qual é o primeiro anime de uma pessoa? É quando se saca um da net? Quando se vê com legendas? E nós, as pessoas antigas que não tinham net? Enfim, eu respondi "anos 90", porque acho que foi aí que comecei a ver anime. Afinal trata-se de uma parte muito integrante da minha vida. Nunca pensei que fosse importante quantificar a longevidade dessa parte da vida. :/

    Aproximava-se a hora do concurso de cosplay e, por isso, lá fui para o pretenso auditório em busca de informações. Separei-me do Qui por longos tempos (ele esteve a jogar Castlevania enquanto eu vegetava -__- ) e aproveitei para actualizar conversetas com mais pessoas de elevada beleza e inteligência e tirar fotografias às mesmas. Questionávamo-nos sobre quando começaria o concurso, sobre quando chegaria a nossa vez, sobre todos os elementos inerentes - naturalmente - a um concurso. Mas ninguém sabia nada. Nem um voluntário sabia uma informação e não havia membro da organização que estivesse presente com esta. Acabou por ser a Manon, membro do júri que nos iria avaliar, que encontrou a solução para os problemas através das suas fichas de avaliação.

    No meio desta desorganização suprema, ficámos a saber que o concurso não tinha apresentador e que, por isso, escolheram uma moça. Ora, sem descrédito para a moça, foi a pior apresentadora de sempre que vi num concurso de cosplay. De sempre. Obrigou os cosplayers a apresentar-se e ainda a dizer coisas que denotavam a nossa falta de paciência (a minha estava na ponta das minhas oorelhas, diga-se), sob o pretexto de que não entendia a letra do papel que tinha (porque é que não tinha uma coisa impressa?). Não motivou minimamente o público a participar e interagir. E, no geral, não se percebia nada do que dizia. Portanto, moça, se para o ano quiseres apresentar o concurso peço-te que pratiques um pouco. Teríamos todos passado vergonha se não estivesse toda a gente tão na boa, a sério...

    Quanto ao que fiz... Falar do que fiz é bom, né? Bem, eu fiz um dos sukitos que sempre tinha sonhado para esta personagem, a Holo, de Spice and Wolf. Queria fazer algo sobre libertação, fuga e encontro, com a música do final da série. Penso que correu tudo bem e as pessoas ficaram satisfeitas e bem dispostas, que é o mais importante! =D Gostei mesmo muito de fazer este skit e fiquei muito surpreendida com o prémio que ganhei! "Melhor utilização dos materiais", wowowowowowowowow =D =D =D =DDDDD

    Se quiserem ver o meu sukito e os das outras pessoas (o Qui gravou), mantenham-se atentos à minha página no Facebook e ao meu canal do Youtube, pois irão acontecer coisas neles. :)

    Ah sim, o meu sukito favorito foi o de Gintama vs YoI, matei-me a rir enquanto comia o meu prop. <3 Aliás, conforme lhes disse, foi o tipo de skit que fiquei com inveja de não ter sido eu a pensar e a fazer, hahaha! ;)

    No meio disto tudo, penso que gostariam de ver 

    FOTOFOTOSDELINDASGENTES







     Super simples e super original!


     Estivemos montes de tempo à conversa sobre os avessos das armaduras xD Vai moça, tu consegues! =D

     Belos naites sim sanhora!

     Pessoainhas todas malucas a dançar, weee! =D








    EDIT FANTÁSTICO

    No meio das reclamações todas esqueci-me completamente de dizer algo muito importante: no final do evento, após a Ana-san (que tinha dado um workshop) ter falado à organização, DEVOLVERAM o valor do bilhete. Ainda foi um tempo de espera, em que a moça chefa dos voluntários me explicou algo sobre os voluntários, que há-de correr melhor para o ano, mas tive CINCO AÉRIOS de BOLTA. =D

    Obrigada <3


    Em jeito de conclusão, não posso negar que tenha sido um evento divertido. Foi, foi divertido e falei com montes de gente gira e fiz montes de coisas giras (até aquelas que me desagradaram um pouco, até essas foram giras ;) ). No entanto, ainda existem muitos aspectos que têm de ser melhorados para que a quarta edição seja um estrondoso sucesso. E vocês conseguem! =D

    Portanto, obrigada pelo dia e... Até para o ano! =D
  • Made in Abyss

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    Made in Abyss
    Kojima Masayuki - Kinema Citrus
    Anime - 13 Episódios
    2017
    8 em 10

    Eu já tinha este anime na Plan to Watch, mas surgiu recomendado no meu clube, portanto adiantei-me a vê-lo. E sabem quando, da forma mais inesperada, apanham uma série que vos apaixona de tal maneira que não conseguem deixar de a ver? Foi o que me aconteceu com isto. Talvez tenha sido a surpresa de ter enfrentado este anime sem qualquer conhecimento prévio. Talvez seja mesmo porque é uma coisa boa. :)

    Este anime mostra-nos um mundo fantástico, altamente original, cheio de fauna e flora misteriosa que iremos descobrir e explorar. Trata-se do "Abismo", um lugar muito estranho que se prolonga por vários níveis de profundidade, cada um diferente dos outros, que tem mistérios, criaturas e muitas coisas para descobrir. Uma menina está a aprender como explorar o abismo, de forma a encontrar relíquias fantásticas de uma outra civilização, perdida no tempo e no espaço. E, nas suas andanças, descobre um menino que é um robot.

    Juntos, irão tentar percorrer o caminho até ao fundo do Abismo, para encontrarem e até mesmo salvarem a mãe que tinha desaparecido durante a infância desta menina.

    Se ao início este anime pode parecer um fatia de vida muito simples, aventuras de crianças que exploram um universo fantástico, cheio de monstros e outros seres plenos de cor e animação, descobrimos rapidamente que nem tudo o que luz é ouro e que existem efectivamente mais perigos e mistérios do que poderíamos imaginar. As personagens, caracterizadas de forma simples e limpa, acabam por enfrentar terrores emocionais e físicos que aparentam ser inultrapassáveis. É aí que se baseia o seu desenvolvimento, sendo que nunca se perdem personalidades base.

    Para além do nosso dueto principal, encontramos também um conjunto de outras personagens que não deixam de ser fascinantes, cada uma com as suas características e cada uma com possibilidade de desenvolvimento que, não tendo sido explorada desde logo, ainda pode vir a revelar-se.

    A arte é fascinante, com designs fantásticos de plantas e animais, cheios de uma originialidade pura como não via há muito tempo. Também a animação é muito satisfatória, com cenas de acção lógicas, bem coreografadas e relativamente vivazes.

    A banda sonora também prima pela simplicidade, funcionando mais como catalizador de cada cena do que como peça individual.

    Fiquei ansiosa pela segunda season e não posso deixar de recomendar vivamente esta experiência. Eu sei que muitas pessoas têm este anime como alimento básico de novatos, mas a verdade é que não consigo afastar-me das suas qualidades inerentes para me colocar do lado elitista da vida. ;)

    Vejam que não se irão arrepender!

  • The Darkest Nightmare

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    Detective Conan: The Darkest Nightmare
    Shizuno Koubun - TMS Entertainment
    Anime - Filme
    2016
    6 em 10

    Mais um filme de Detective Conan. Com este filme fiquei definitivamente convencida de que esta não é uma série para mim. Ainda assim, tenho uma série de filmes desta para ver, portanto ouvirão falar dela por aqui no futuro... xD

    Neste filme, Conan e os seus amiguinhos encontram uma mulher misteriosa e um pouco mágica e acabam por se envolver numa trama que envolve espionagem, máfia, terrorismo, e o que mais se quiser acrescentar. Mas, se ao início esta trama toda parece bastante inteligente, rapidamente se revela como um exercício da simplicidade pura, sendo que os acontecimentos se solucionam como se por mero acaso, fazendo também uso de vários elementos factuais que já tínhamos visto no filme anterior.
     
    Os personagens provam-se, neste filme, como um conjunto de crianças sem grande personalidade e sem grande desenvolvimento, que aparentam existir para que se processe a história. Isto faz com que o envolvimento do espectador se limite à tentativa de resolução do caso em causa (haha), o que acaba por não ser assim tão interessante.
     
    Poderíamos dizer que temos uma animação excelente para salvar este filme e isto é verdade, pelo menos durante a primeira meia hora. Esta secção do filme tem uma animação primorosa, fluída, excelentemente coreografada, com cenas de acção muito cativantes. Mas parece que se gastou aí todo o orçamento, porque o filme prossegue pleno de erros de anatomia e outros que tais.

    Musicalmente, não temos nada de especialmente curioso a apontar.

    Enfim, a prova dos nove para me convencer que Detective Conan é para um público diferente... Mas ainda assim tenho montes de filmes para ver, aiaiaiai...........

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