Archive for domingo, janeiro 07

  • Planetarian: Hoshi no Hito

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    Planetarian: Hoshi no Hito
    Key - David Production
    Anime - Filme
    2016
    6 em 10

    Já tínhamos visto este filme há que tempos (o Qui tinha-o encontrado numa lista dos melhores filmes de 2017, lol) mas esqueci-me de escrever sobre ele. Até me esqueci de o adicionar à minha lista de vistos! Adiante!

    Num mundo desolado, com chuva constante, gases nocivos, uma cidade destruída pelas armas químicas e nucleares pode ser o sítio ideal para encontrar algumas coisas que fazem falta. Um homem que procura essas coisas encontra um robot programado por um planetário como guia, desaejoso de cumprir a sua função. A partir daí, as suas vidas irão mudar.

    Este filme é narrado a partir de flashbacks, em que o personagem principal, já idoso, tenta converter uma comunidade isolada de mulheres e crianças a tomar nas mãos a sua profissão de "homem das estrelas", isto é, a pessoa que tem o planetário portátil e ainda pode mostrar as estrelas às novas gerações que nunca as viram. Estas partes são muito pouco activas em comparação com os flashbacks que, sendo muito pacíficos a maior parte do tempo, ao menos revelam uma certa química entre as personagens.

    Existem muitos elementos em que o argumento faz coisas absurdas (como um robot pensaria sobre deus? Porque é que têm de ir, em específico, por aquele lado onde está o monstro?) e os personagens perdem muito realismo por causa disto.

    De resto, temos uma animação suave, com poucas cenas de grande mobilidade (que, aliás, estão feitas num CG bastante desactualizado) e algumas cenas de céu nocturno espectaculares. Infelizmente, estas são por vezes interrompidas com sequências muito más e pouco trabalhadas. 

    A música puxa para a comoção, mas sem efeito.

    Um filme aceitável.

  • Black Mirror Season 4

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    Black Mirror Season 3
    Charlie Brooker
    Série - 6 Episódios
    2017
     
    Para o novo ano estávamos excitadíssimos com a ideia de que ia haver uma nova season de Black Mirror. Mas esta season foi esquisita e deixou-nos um pouco tristes. A mim especialmente pois, devido às seasons anteriores, estava à espera de algo que me perturbasse a esse nível.

    Mais uma vez temos seis episódios, cada um sobre um assunto diferente. Mas, na generalidade, as conclusões destes episódios foram imensamente mais positivas do que o que era habitual, sendo que - prevalecendo o bem - acabamos por não ficar especialmente chocados com as tecnologias que causaram os problemas em questão. Vejamos cada um dos episódios:

    USS Callister - Um episódio para todos os geeks. Na empresa criadora do mais imersivo jogo virtual, existe uma pessoa que não está muito bem adaptada. Infelizmente, essa pessoa é o coder de génio que inventou o jogo. E cada vez que alguém na empresa o contraria, ele cria uma cópia dessa pessoa dentro do jogo em que ele é o único herói. Um episódio divertido, que dá que pensar na medida em que nos dá a ideia de que pode haver algum tipo de entidade consciente em rede. É um tema que roça um pouco o cyberpunk, apesar da imagética colorida e desactualizada de uma série dos anos 70.

    Arkangel - Episódio para mostrar à minha mãe :p Uma mãe preocupada instala na sua filha um aparelho chamado "Arkangel". Através dele pode acompanhar todos os seus passos, ver pelos seus olhos e censurar todas as coisas que lhe pareçam desagradáveis. O problema é que, mais tarde ou mais cedo, a criança que tem toda a sua vida censurada acaba por ter uma atitude de loucura.  Por isso, a mãe decide guardar o aparelho e nunca mais interferir na vida da filha. Mas será que vai conseguir? Um episódio que fala da violência emocional que os pais podem causar aos filhos e do problema de não permitirmos as crianças viverem uma vida normal longe da tecnologia que nºao lhes permite receber uma verdadeira percepção do mundo.

    Crocodile - Um policial. Uma agente de seguros procura as memórias de pessoas enquanto tenta recriar um acidente. Infelizmente, encontra uma pessoa que não deseja de todo que as suas memórias sejam reveladas. É um episódio que prima por paisagens lindíssimas e pela multiculturalidade (sempre presente ao longo da série). Já o conceito tecnológico não é assim tão perturbador, sendo que o mais estranho é mesmo a actriz que faz o papel de assassina.

    Hang the DJ - E se a vida real fosse uma espécie de app de encontros, em que estes se sucedem uns aos outros até criar o nosso perfil ideal e encontrar a pessoa certa? Não encontrei grande interesse neste episódio, talvez porque a situação não me convenceu muito. Também a componente sexual muito exacerbada não me agradou especialmente.

    Metalhead - Num cenário pós-apocalíptico uma mulher faz tudo para escapar de uma máquina "cão de guarda", que a perseguirá até aos confins da existência para a destruir. Este episódio falha porque não existe um contexto para a realidade em causa, sendo mais uma sequência de tentativas falhadas de sobrevivência, uma fuga para um lugar que o espectador desconhece com um objectivo que o espectador desconhece. O preto e branco do episódio é interessante, mas fora isso passa ao lado.

    Black Museum - Uma rapariga para num museu de artigos criminais. E, nessa tour, conhecemos três perturbadoras histórias. Este episódio tem vários elementos ligados e, no fundo, remete-nos mais uma vez para a possibilidade de existir uma consciência para além do corpo, uma consciência humana que pode estar dentro da máquina ou em rede. Isto é, mais uma vez um tema cyber. Apesar de tudo, a conclusão do episódio é brilhante, apesar de mais positiva do que esperaríamos.

    Enfim, esta season indica-nos um caminho que talvez não seja o esperado para Black Mirror. O autor parece muito focado no tema da consciência (o tema do "ghost" na "shell" ;) ) e acaba por perder alguns temas que poderiam ser também muito interessantes de explorar. Agora, aguardemos mais um ano para tirar as nossas conclusões.




  • Kick-Ass

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    Kick-Ass
    Mark Millar & John Romita Jr.
    2008
    Banda Desenhada

    O outro livro que comprei na Comic Con do ano passado. :)

    Tudo o que eu sabia sobre o Kick-Ass foi o filme, cómico e cheio de juventude, que há unms anos conquistou o mundo geek. Agora, foi a vez de ler esta surpreendente colecção dos fascículos da primeira parte da história. Uma história que se vem a revelar de uma violência extrema, com muito menos piada do que poderíamos pensar depois de ver o filme.

    Um rapaz fascinado com o mundo dos comics e super-heróis, um pouco invisível no ambiente escolar, decide mascarar-se de herói e patrulhar as ruas da sua cidade. Infelizmente, os heróis não existem. Numa das suas primeiras tentativas de fazer o bem, é humilhado e espancado com violência tal que terá de ser internado no hospital. A partir daí, aparecem outros heróis, com mais e menos capacidades, que se irão dirigir para o chefe da máfia italiana. O que será que irá acontecer?

    Este é um livro estranhamente horrífico, porque toca na ferida de todos os fãs de super-.heróis. Aquela ferida que diz "e se eu tivesse realmente super-poderes?". Devido à inadaptação, falta de experiência ou mesmo tara das personagens, isto virá a ter consequências muito dolorosas, em termos físicos e também emocionais. Mas sobretudo físicos.

    Podemos ver o que realmente aconteceria se alguém na vida real se armasse em verdadeiro herói. Com influência das redes sociais e tudo o mais, como na época presente. Mas a personagem que mais me impressionou foi Hit Girl. Vejam para saber!

    Gostei imenso e estou com vontade de ler os volumes seguintes!

  • Dias da Meia-Noite

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    Dias da Meia-Noite
    Neil Gaiman
    1999
    Banda Desenhada

    Este foi um dos livros de BD que comprei na última Comic Con. Ultimamente sempre que vejo o nome de Neil Gaiman tenho vontade de trazer o livro para casa, mas depois deste livro acho que a minha histeria interna passou.

    Uma luxuosa edição de capa dura que reúne uma antologia de argumentos para a DC, realizados por Neil Gaiman nos primórdios da sua carreira, comentados pelo autor. Temos cinco histórias, que fazem uma mistura dos vários universos Gaimanescos e da DC, recriando um ambiente tanto onírico como muito misterioso. Infelizmente, é um livro que pode ser de difícil acesso para aqueles que não conhecem profundamente as outras obras do autor e as obras da DC referenciadas, como é o meu caso.

    As duas primeiras histórias são sobre a "Criatura do Pântano" (Swam Thing), numa perspectiva um pouco diferente que poderá mesmo relacioná-la com Poison Ivy, a famosa vilã de Batman. Depois, temos uma narrativa muito interessante chamada "Abraço", em que Constantine encontra um estranho caso. Esta história é bastante bela pela sua conclusão, triste e melancólica, para a qual contribui o grafismo utilizado. Depois, temos um conto bastante longo que foi feito em conjunto com outro autor (o do "Sandman" original, com a máscara de gás), que acaba por ser um pouco rebuscado para quem não conhece esta personagem. Apesar disso, tem uma arte muito interessante, bastante fluída e difusa, com utilização de materiais pouco usuais. Finalmente, temos um pequenino blooper de uma revista POPS.

    Isto é, este livro acaba por ser mais interessante para aqueles que já conhecem a obra do autor em maior profundidade. Para mim, que apenas me inicio nestas andanças, acabou por ser uma leitura estranha e um pouco desapontante.

  • A Única Palavra

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    A Única Palavra
    Sarah Adamapoulos
    2017
    Poesia

    Como alguns (poucos) de vós saberão, tenho uma amorosa vizinha que tem a minha profissão de sonho: é escritora. A propósito de ter ido a casa dela por uma outra ocasião, ela presenteou-me com a sua mais recente edição. Trata-se de um poema em onze partes que forma, em si, todo um livro.

    Se à primeira vista podemos pensar que um poema não passa de um poema, que um poema não passa de um reflexo de um sentimento colocado sob um conjunto de palavras em cadência, "A Única Palavra" vem a revelar-se um pouco mais que isso. Isto porque, apesar de - realmente - ser uma sucessão de sentimentos, opiniões e fragmentos de imagens, é um texto passível de uma análise bastante mais detalhada e diversas leituras.

    Isto é, é um poema que não tem um significado linear e necessita da avaliação das suas várias camadas para uma compreensão total e emocional. Fiquei surpreendida e arrebatada pela violência deste livro e estou ansiosa por o poder ler de uma outra perspectiva mais oral, de forma a compreendê-lo um pouco melhor.

    Por isso, Sarah, obrigada pela oferta! <3

  • Cloud Atlas

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    Cloud Atlas
    David Mitchell
    2004
    Romance


    Fui comprar um livro ao BookDepository para dar como prenda de Natal e vi este com uma super-promoção. Ora, como eu tinha gostado bastante do filme e ainda me lembro muito bem dele, decidi que ler o livro até seria uma boa ideia. Não. Não foi.

    O livro está estruturado de uma forma muito linear, do passado para o futuro remoto e depois daí para trás, passando pelas conclusões das mesmas histórias que tinham iniciado o livro. O problema aqué que o autor, perdido na embriaguez da sua própria ambição, não tem a capacidade de - em seis ou sete histórias - nos contar algo de interessante.

    Em cada época temos a linguagem apropriada, sendo que para as do futuro o autor inventou um sotaque próprio. Temos também algumas dicas visuais que nos ajudam a situar na realidade presente, sendo que o autor também consegue inventar algo plausível para o futuro. O problema dele não é a forma, mas o conteúdo. Cada uma das histórias, sendo que estão todas ligadas umas às outras, simplesmente não interessa. Não são narrativas originais ou concretas que realmente tornem esta leitura em mais do que uma sucessão de eventos que em nada de palpável se concluem.

    Neste caso, penso que temos um livro que se esforça muito por quebrar alguma barreira (estabelecida por sei lá quem) e que de certa forma o consegue em termos estruturais. Mas para quê?
  • Mob Psycho 100

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    Mob Psycho 100
    Tachikawa Yuzuru - Bones
    Anime - 12 Episódios
    2016
    6 em 10

    Mais um anime sugerido no clube para ver durante a pausa e que, por obra e graça de alguém, eu ainda não tinha visto! =D

    Este anime é sobre Mob, um rapazito que poderia viver uma vida normal não fosse o facto de ter poderes psíquicos. Desde há uns anos que ele recebe o apoio de um exorcista bastante experiente que o está a ensinar a controlar os seus poderes e o leva a praticá-los em actividades educativas. O pior é quando, enquanto tenta viver uma vida de adolescente normal, Mob se vê atacado em todas as frentes por seres cada vez mais poderosos. Será que quando os seus poderes chegarem aos 100% ele conseguirá resolver os problemas?

    Pois bem, vendo esta sinopse, até parece uma série bastante divertida. E a ideia é bastante divertida, assim como os vários elementos curiosos que estão presentes na série. Mas este anime não foi feito para pessoas impressionáveis como eu: acaba por se tornar simplesmente excessivo. E quando digo isto, não estou a dizer que o anime se torna altamente violento: não, não é um anime de todo violento. Mas o exagero dos pontos cómicos, o exagero do diálogo de acção, o exagero do design, tudo isso chateia-me, aborrece-me e irrita-me. Pois é: sou uma pessoa impressionável em termos de coisas irritantes.

    Esta série tinha tudo para funcionar na perfeição. Mas os seus autores preferiram dar-lhe um toque de acção exagerada, com uma paleta de cores absurda, designs estonteantes que fazem ranger os dentes e uma série de piadas de foro escatológico que conseguem estar sempre presentes nas piores ocasiões. Admitamos que a animação é boa, apenas não foi concretizada de forma a ser menos que uma dor de cabeça.

    Salva-se a música da OP, muito agitada e reveladora de como o anime se vai tornar.

    No entanto, admito que seja a série ideal para algumas pessoas. Apenas não eu.

  • Star Wars - Episode I: The Phantom Menace

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    Star Wars - Episode I: The Phantom Menace
    George Lucas
    1999
    Filme
    3 em 10

    Aghora que já vi quase todos os filmes de Star Wars, pareceu-nos necessário começar a ver a série de prequelas feitas no início do milénio. Foi com grande horror que assisti a um dos piores filmes de sempre e, provavelmente, ao pior da saga. Como este filme existe é algo que me ultrapassa.

    Vamos conhecer os primeiros dramas, entre uma tal federação e um mundo político dominado pelas crenças Jedi, que estão muito bem organizadas. Tentando salvar a rainha Padme, cujo planeta estaria a ser invadido por razões que não chegam bem a ser esclarecidas, dois Jedi acabam por se encontrar num planeta desértico em busca de peças para a sua avioneta. Lá conhecem um miúdo que bem merecia levar umas nalgadas e que se chama Anakin Skywalker.

    Mas o pior disto tudo é que todos os momentos, todos, sem excepção, em todas as ocasiões, desde as cómicas, às mais sérias, passando por cenas que são simplesmente circular de um lado para o outr... Isto é, em todas as ocasiões há um bicho horroroso, mal feito e irritante que interrompe. O seu nome ficará para os anais da história como o comic-relief mais exasperante da história do cinema: Jar Jar Brinks.

    Fora isso o filme é mau. Os efeitos especiais são contemporâneos de uma playstation e todos eles se assemelham de forma que não pode ser uma coincidência de jogos da referida consola. Desde as plataformas até às corridas de "carros", temos aqui uma grande homenagem aos jogos que fizeram as delícias da criançada da época. Excepto que nos jogos propriamente ditos os efeitos, animação, som e tudo o resto são melhores.

    Até as lutas, muito emocionantes, estão coreografadas de tal forma que nos parece que estes Jedi estão a ter lutas de sabre-de-luz contra o saco do pão pendurado no gradeamento da casa da avó.

    A única coisa moderadamente boa é a banda sonora. Mas podíamos ter Mozart feito homem outra vez a dirigir uma orquestra com esta banda sonora que nada salvaria o filme.

    Portanto, queimem-no. Mandem-no para o espaço. Qualquer coisa para salvar os inocentes que ainda não o viram. Porque, no meu caso, já não pode ser desvisto.
  • Natsume no Yuujinchou Go + Roku

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    Natsume no Yuujinchou Go + Roku
    Omori Takahiro - Shuka
    Anime - 11 + 11 Episódios + 2 Specials
    2017
    6 em 10
    Este anime, a sexta season, foi sugerida no meu clube para ver durante a pausa de ano novo que sempre fazem. Foi algo que grande alegria me causou, pois é cada vez mais raro ter sugestões de coisas que ainda não vi. Digamos que Natsume Yuujinchou foi o tipo de série que apreciei na sua época mas que, à medida que as seasons se foram prolongado, acabou por se perder na minha memória. De certa forma foi agradável ver estas duas seasons, mas vejamos o que se pensa:

    Desta vez, o anime xplora um pouco melhor as relações entre Natsume e os seus amigos, sejam eles Yokai, pessoas ou exorcistas. Vemos um pouco dos três mundos sob a perspectiva deste rapaz que, surpreendentemente, se revela cada vez mais adaptado à realidade onde está, chegando ao ponto de procurar e enfrentar yokais grandes e talvez perigosos sozinho, sem ajuda do seu companheiro de sempre (Nyanko-sensei). Tudo isto funciona num progredir de desenvolvimento pessoal que é sempre agradável de ver, mas que acaba por não ter um zénite nem término. Portanto, são mais duas sesasons que servirão como uma transição e que apresentam um novo mistério: quem é o pai de Natsume?

    A arte é suave e agradável embora não exista grande detalhe a nível de caras e expressões. Os movimentos também estão bastante simplificados, sendo que não existem acções demasiado movimentadas. No entanto, é uma arte consistente em tudo o que tem de básico.

    Muita gente afirma que uma das melhores partes destes animes é a música, mas a mim não me impressionou.

    Talvez venha a ver o nana e o hachi, talvez... ;)
  • Shoukoku no Altair

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    Shoukoku no Altair
    Furuhashi Kazuhiro - MAPPA
    Anime - 24 Episódios
    2017
    5 em 10

    Bem, isto que se meteu o ano novo e coise e tenho estado muito irresponsável, quer aqui no blog quer na própria página de facebook do cosplay! Mas vamos ver se me consigo redimir durante o que resta do dia de hoje. ;)

    Começamos o ano civil com a finalização de um anime de seasons passadas, que se prolongou até Dezembro do passado ano. Trata-se de um anime com um enredo político num universo fantástico.

    Um príncipe é confrontado por diversas tramas e traições a nível da sua corte e de outras pessoas que têm mais ou menos relação com esta. Esta corte está estabelecida num país misterioso, de desertos e grandes orientalidades. E, enfim, é isto. Os detalhes politizantes não têm reflexo na nossa realidade, o que os torna mais ou menos irrelevantes, e os personagens são tão pouco cativantes que a verdade é que rapidamente perdemos o interesse sobre o que quer que lhes venha a acontecer. Mais para a frente aparecem uns laivos de sensualidade (talvez a tentar salvar o anime?) mas nada resulta.

    A animação também é um pouco infeliz, na medida em que as cenas de mais acção e melhor orçamento são desperdiçadas numa sucessão de episódios de CG mal cuidado e excusado. A única coisa que realmente funciona aqui são os designs das personagens, muito originais embora, temos de admitir, muito pouco práticos dentro do contexto.

    A música não tem detalhes a apontar.

    Tinha-me posto a ver este anime simplesmente porque gosto da palavra (ou nome) "Altair". Mas quer parecer que devia ter ficado quieta.

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