Archive for domingo, janeiro 04

  • Why Don't You Play in Hell?

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    Why Don't You Play in Hell?
    Shion Sono
    Filme
    2013
    5 em 10

    Filme nocturno. Depois deste só vimos uns episódios soltos de anime, portanto é o último. Feliz Ano Novo! :)

    Filme Japonês de maior sucesso no seu ano e na sua terra. Percebe-se porquê, mas a minha opinião geral é um non. Ie.

    Temos várias histórias, que se cruzam entretanto. Um grupo de jovens procura fazer o filme mais genial de sempre. Uma senhora yakuza mata uma série de gente. Uma miúda faz um anúncio para uma pasta de dentes. No final, todos se reunem para fazer um filme que será uma obra de arte: o lançamento no grande ecrã da miúda da pasta de dentes, que agora é crescida e muito agressiva, os jovens terão o seu filme de génio e o grupo de yakuzas poderá invadir o grupo rival e matá-los a todos em frente às câmeras.

    Até à parte final do filme, posso garantir que existem momentos absolutamente hilariantes. Sobretudo protagonizados pelo chefe yakuza rival, que em termos de trabalho de actor fez um excelente papel (especialmente nas expressões, que me fizeram rir histericamente) e pelo chefe da pandilha dos filmes, que é completamente obcecado pela ideia do filme de autor a ponto nada conseguir fazer.

    Agora, toda a sequência final, a da invasão e subsequente filme, pareceu-me de um exagero demasiado. Soltaram a franga e ela foi por aí toda louca, mas este momento de psicose não me pareceu tão engraçado como o resto do filme. Para mais, o conjunto de efeitos utilizados não é nada realista dentro do contexto, o que teria contribuído para uma sequência de, pelo menos, melhor qualidadde. 

    O filme poderá servir como uma estranha homenagem ao mundo do cinema e à paixão pelos filmes, mas autodestrói-se em termos cómicos quando se propõe a mudar a personalidade de todos os personagens para se obter uma cena altamente chocante no final.
  • Star Wars - Episode VI: The Return of the Jedi

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    Star Wars - Episode VI: The Return of the Jedi
    Richard Marquand
    Filme
    1983
    7 em 10

    Este filme já foi visto no dia 1 à tarde, depois de acordar. Venho então, com este último comentário à Saga da Guerra das Estrelas, dar a minha opinião final e geral. E ela é: adorei.

    Neste filme há diversas conclusões, muitas delas inesperadas para mim que sabia muito poiuco sobre os filmes. PAra começar, há interacção entre novos personagens que me ficarão para sempre na memória. Jabba the Hutt e as suas house-parties fantásticas, com músicas engraçadíssimas. E, sobretudo, os Ewoks. Adorei os Ewoks, são a coisa mais fofa do mundo (logo a seguir ao Chewbacca).

    As personagens mais uma vez revelam-se fascinantes, com toda a dedicação da Princesa Leia e a descoberta do seu irmão a provar mais uma vez que ela merece pertencer aos meus planos de cosplay. Mas é sobretudo a revelação de Darth Vader, que ainda tem algo bom dentro dele, que torna o filme emocionante. Talvez a luta mental entre Skywalker e o Imperador tenha algumas falhas de lógica no diálogo, pois seria de esperar que a dúvida entre o lado negro da força e o lado jedi da força fosse mais evidente. Este tinha potencial para ser um diálogo grandioso, mas apesar de tudo gostei bastante.

    Sem dúvida que este filmet eve uma maior produção por trás, demonstrado pela duranção das cenas de acção que me pareceram por vezes demasiado longas.

    Ainda assim, o filme acaba numa nota muito positiva e agora quero saber bastante o que nos espera nos filmes futuros, desta vez sob a chancela da Disney.

    No geral a trilogia merece, para mim, sete valores na escala de dez que costumo usar. Atribuí apenas a este filme porque foi o meu preferiod. E foi o meu prefeirod essencialmente porque tem Ewoks e eu quero um Ewok para mim.
  • Star Wars - Episode V: The Empire Strikes Back

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    Star Wars - Episode V: The Empire Strikes Back
    Irvin Kreshner
    Filme
    1980
    6 em 10

    Para o segundo filme da Guerra das Estrelas, usámos um regador com uma bebida transparente.

    Este filme apresenta-nos muito mais negro e pessimista que o primeiro. A aventura continua, mas desta feita todas as coisas correm da pior forma possível. Nesta perspectiva negativista, aprendemos mais sobre o nosso antagonista principal, Darth Vader, e o facto de podermos acreditar que há uma solução para ele. Será que conseguiremos resistir ao lado negro da força? Também passamos a conhecer essa figura horrenda e misteriosa que é o Imperador, apresentado numa perspectiva bastante assustadora.

    É também neste filme que se desenvolve a história de amor entre a Princesa Leia e Han Solo, o que vem mais uma vez deminstrar a força das personagens da qual tinha falado no comentário ao primeiro filme.

    Fica a nota também para a excelente banda sonora, composta e dirigida por John Williams. Pela primeira vez conhecemos o tema da Marcha Imperial, que todos sabemos da cultura popular mas que dentro do contexto tem um efeito emocional completamente diferente. No geral, toda a banda sonora é excelente, passando rapidamente de temas extremamente pesados para música ligeira (alienígena)

    Em termos de efeitos especiais, repara-se numa certa evolução das técnicas, que continuam bem integradas e com sequências de acção muito capazes para a época.

    É um filme que pede desesperadamente uma continuação e é, por muitos, considerado o melhor da saga. Apesar de tudo, gostei mais do terceiro, de que falarei de seguida.
  • Star Wars - Episode IV: A New Hope

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    Star Wars - Episode IV: A New Hope
    George Lucas
    Filme
    1977
    6 em 10

    Eu sei que é quase criminoso uma pessoa ver tanto anime e ler ta ntos livros e estar no espectro do "geek" e nunca ter visto o Star Wars. Portanto, semelhante pecado teve de ser corrigido! Foram os primeiros filmes de 2015, pois apenas os começámos a ver a partir da meia noite (até lá gastamos o tempo a dançar dentro de caixinhas, vide filme anterior)

    Para começar, temos de admitir desde logo que, para Space Opera, a história não é especialmente complexa. Temos um império do mal que só poderá ser vencido através de uma força rebelde. Mas será que vão conseguir? Para isto junta-se uma equipa improvável, composto por um rapaz (Luke Skywalker) com jeito de mãoes, a Princesa Leia, que é uma princesa, um caçador de recompensas cheio de estilo porque é o Harrison Ford , o Chewbacca e dois robots. 

    São os personagens que fazem deste filme uma viagem absolutamente deliciosa. Para começar, são todos muito bem definidos e pessoas cheias de força de vontade. A relação entre eles está cheia de dinâmica, sobretudo entre os robots. E, no geral, passamos a gostar imenso destas pessoas.

    Ora, para começar toda a história temos de conhecer Obi Wan Kenobi, que desaparece logo no início pelas mãos do temível Darth Vader. Vocês conhecem a história. A única coisa que me pareceu estranha foi o facto de Skywalker aceitar desde logo a misão imposta pelo seu mestre, sem duvidar de nada. Foi tudo demasiado rápido. Aliás, é um problema ao longo de todos os filmes, as conclus
    ões serem demasiado precipitadas.

    Em termos de efeitos especiais, apesar de eu ter visto uma versão retocada digitalmente, temos o melhor que a época nos tem para oferecer, de forma a que a coisa não envelheceu muito. Temos uma série dee maquinaria muito bem concebida e os seus movimentos estão muito bem integrados nos cenários. Todos os monstros e alienígenas são extremamente curiosos.

    Depis deste filme fiquei logo com vontade de acrescentar a Princesa Leia aos meus planos de cosplay, que podem ser vistos no Cosplay Portfolio, e é isso mesmo o que vou fazer. :)


  • Os Monstros das Caixas

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    Os Monstros das Caixas
    Graham Annable e Anthony Stacchi
    Animação - Filme
    2014
    7 em 10

    Depois de um anime, passamos a um filme de animação deste ano que passou, que queria muito ver pois tinha todo o aspecto de ser uma fofura. E é mesmo.

    Numa cidade onde todos são fanáticos por queijo, um homem busca ter um lugar elevado na sociedade e provar os melhores queijos. Para isso, foi encarregado dde exterminar todos os Monstros das Caixas. E o que são eles? São uns bicharocos que vivem em caixinhas! São tão fofinhos!! ^____^ A verdade é que estas criaturas são extremamente pacíficas e só saem à rua para encontrar objectos diversos que usam para fazer invenções. E quando vêm algo que os assusta o que fazem...? Metem-se dentro da caixinha! Weee! ^___^

    A história é muito simples, mas cativante, contando como um menino que foi educado dentro de uma caixinha de ovos pelos monstros das caixas consegue salvá-los a todos de um vilão assustadoramente hilariante, cheio de problemas com o símbolo de todo o status: queijo!

    A animação é giríssima, numa mistura de stop-motion com atributos digitais, com momentos altamente detalhados. Todo o ambiente da história tem um ar antigo e envelhecido, o que dá bastante charme. Mas talvez os designs das pessoas "humanas" sejam um pouco exagerados e tenham demasiada influência digital para se enquadrarem com as caixinhas.

    As vozes estão muito bem aplicadas, sobretudo as dos monstrinhos. Resta saber como é que Eggs aprendeu a falar.

    Um filme amoroso que me faz querer ter uma caixinha para mim também. Uma caixa de sopa de rabo de boi ou de comida para gato.
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