Archive for segunda-feira, agosto 26

  • Battle Angel Alita

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    Battle Angel Alita
    Hiroshi Fukutomi - Madhouse Studios
    Anime OVA - 2 Episódios
    1993
    6 em 10

    Uma pequeníssima história de ficção científica, adaptação apenas dos dois primeiros volumes do manga que é um pouco longo (nove volumes e 53 capítulos). Estranhei não haver ninguém chamado Alita, mas vim a perceber que no manga a Gally chama-se Alita (sendo que no anime se chama Gally)

    Os OVAs dão apenas um cheirinho do que é este universo, que me pareceu bastante interessante. A narrativa passa-se numa cidade onde vai parar todo o lixo de uma outra cidade, que está no céu. Os habitantes são, na sua grande maioria, cyborgs. Os designs dos cyborgs são detalhados, mas muito crus, o que não me atrai especialmente. 

    A história é um conto de amor, mas é demasiado curta para que os personagens tenham um desenvolvimento concreto, apesar de os seus conceitos me parecerem sólidos.

    Em cada um dos episódios temos duas grandes cenas de luta, onde a animação poderia brilhar, mas não há nelas nada de extraordinário. O mesmo acontece para a música, que por vezes fazia falta: podia ser alguma coisa especial, mas era demasiado simples.

    No entanto, devemos considerar que Battle Angel Alita, também conhecido por Gunnm, é um clássico do anime e manga. Assim, acho que seria importante, para quem se quiser aprofundar, vê-lo ou - ainda melhor - lê-lo.
  • Meo Out Jazz - Mr. Issac

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    Meo Out Jazz

    Chegou Domingo e porque não ir ouvir uns concertos para o jardim? O jardim escolhido para este dia do Out Jazz foi o Parque Eduardo VII. Lá chegados, um palco - pequeno mas robusto - e um ambiente de micro-festival, com bebidas e comidas e passatempos e montes de gente. Devíamos ter levado uma toalha para sentar, que a relva estava com um ar um bocado tinhoso...

    Mas enfim, o nosso objectivo era ver a Danae, uma africana com ritmos de jazz. Mas não chegámos a tempo, por isso assistimos só ao set de Mr. Issac, DJ.

    Bem, o nome é tão comum que não encontro uma foto dele. Mas eu pensava que ele era estrangeiro até ao momento do "mékié pessoal?" Ele perguntava se a gente estava a sentir as boas vibes. Estávamos!

    Os sons eram essencialmente hip-hip, que conheço pouco. Mas senti as boas vibes dos mixes dos sons que conhecia.

    Foi uma tarde muito bem passada, cheia de gente alucinada. Nada melhor que ir para o jardim com o cansaço acumulado =D
  • Festas de Corroios - Homem de Marte e The Chameleons

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    Festas de Corroios

    Fomos estrear as Festas de Corroios 2013. O pessoal foi (quase) todo sair em Lisboa mas nós, resistentes, saímos de Lisboa para ir a Corroios. E valeu a pena, muito!
    A festa em si não tinha nada de novo, as bancas são sempre as mesmas e têm essencialmente as mesmas coisas. Descobri que já não gosto de ver os passarinhos, porque entretanto aprendi o stress sob o qual estão e fico a imaginar quantos irão morrer pela brincadeira de os vender na feira... Por isso fomos logo para o palco principal, ver os concertos. Gostei muito dos dois, como verão de seguida.

    Homem de Marte e os Invasores


    Uma nova banda Portuguesa, que aparentemente ganhou um concurso. A sonoridade pareceu-me bastante original para o panorama do nosso país. Estava-me sempre a lembrar dos meandros do Visual Kei, que também misturam o piano clássico com o rock dumaw. Aliás, foi o piano a minha parte preferida dos sons. O que me pareceu, sem querer ser ofensiva de maneira nenhuma, foi que a música não combinava muito com o vocalista. Senti que ficaria mais bonita, sobretudo porque as letras também me pareceram interessantes, se fosse uma voz mais profunda e sonhadora... Tipo Gackt. Mas bem, o Gackt podia cantar todas as músicas do planeta que ficava sempre bem, por isso é só um comentário sem lógica. =p

    The Chameleons





    Tinham-me dito "É uma banda do tempo e da onda dos The Cure, mas que se perdeu e agora voltaram". E eu pensava "olha que giro". Mas chegando lá... Epá. Esta gente. É estrangeira! São ingleses! Como será que foram parar às Festas de Corroios? Surreal!

    Mas foi um grande espectáculo. Gostei do som assim que começaram, é o tipo de música que faz mesmo o meu estilo. Assim, mesmo sem saber música nenhuma, fartei-me de "dançar" e de gritar e bater palminhas. Bem, já estava um bocadinho entornada por esta altura... Mas não interessa! O vocalista também já estava todo entornado! Estava todo contente, thank you, thank you, a pedir feedback e o público, sim, a dar o feedback todo! Ainda me diverti a analisar alguns elementos do público, que aparentemente eram os fãs que dão o culto à banda.

    Ainda houve dois encores e agora vou sacar a discografia toda porque quero ouvir isto outra vez!


  • Eternal Sunshine of the Spotless Mind

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    Eternal Sunshine of the Spotless Mind
    Michel Gondry
    Filme
    2004
    8 em 10

    Também conhecido por "Despertar da Mente", mas gosto mais do título em Inglês, porque é mais bonito. Um filme que o boy trouxe cá para casa para vermos, e ainda bem, porque é mesmo bonitinho. :)

    É uma história de amor que corre mal, entre um Jim Carrey sem comédia, um homem vulgar, e uma rapariga de cabelo às cores. Os opostos, que pelos vistos se atraem. Tanto corre mal a história que ela decide apagar o amante da memória. Bem, no universo do filme é perfeitamente normal apagar pessoas da memória! Mas isso é o menos. Acontece que ele descobre isso e decide também apagá-la da memória.

    Vê a sua relação a desmoronar-se de trás para a frente até ao momento em que pensa... "Não. Deixa-me ficar com *esta* memória". E decide salvá-la de ser apagada.

    Assim, temos uma mistura do sonho em que ela vai desaparecendo e ele vai redescobrindo como gosta dela, e a realidade. Em que lhe estão a apagar a memória e mais sobre os apagadores é conhecido. Inclui cenas hilariantes de pessoal todo mocado (Cérebros! =D)

    O sonho é muito bonito, está muito bem filmado. Segundo consta, este realizador era um génio dos videoclips e decidiu fazer um filme. Esses elementos, de "videoclip" funcionam de maneira excelente, porque os sonhos são apenas secções, são descontínuos, não fazem sentido. A narrativa faz cada vez menos sentido, porque não existe. As minhas cenas preferidas foram as da infância (excepto aquelas debaixo da mesa) e o desfile, que aparentemente foi todo improvisado.

    Um filme romântico, um filme estranho, um filme encantador. Vejam-no!
  • Hajime no Ippo: New Challenger

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    Hajime no Ippo: New Challenger
    Shishido Jun - Madhouse Studios
    Anime - 26 Episódios
    2009
    6 em 10

    Bem, ao tempo que eu não escrevia nada sobre anime! Confesso que não tenho visto muito (estou com os semanais todos atrasados...) porque, bem, não tenho passado assim tanto tempo em casa. É Agosto pessoal! Mas bem, finalmente acabei de ver um novo anime, por isso aqui está a review. :)

    Pus-me a ver a segunda season de Hajime no Ippo em preparação para a terceira season, que irá começar (segundo consta) em Outubro. Já não me recordo exactamente dos detalhes da primeira, mas considerei que esta foi ligeiramente melhor, talvez por ser mais curta. Desta vez não vemos muitos combates do Ippo, em vez disso vemos dos outros boxers do mesmo ginásio (ou amigos). Isto dá uma perspectiva diferente à série, o que é bastante refrescante.

    A animação tem os seus momentos, sobretudo na variedade de perspectivas originais, mas também tem as suas falhas e elas estão também nas perspectivas. O resultado final são combates envolventes e emocionantes: os erros notam-se, mas são fáceis de ignorar.

    A história, como todo o anime de desporto, é muito simples e é suportada pela variedade de personagens. Estes, têm o seu verdadeiro desenvolvimento durante os combates, em que enfrentam as suas limitações e as ultrapassam. Os combates estão intercalados com momentos de comédia (mais parcos em termos de animação). Assim a série nunca se torna aborrecida, mas - de uma forma ou de outra - achei as lutas demasiado longas.

    Ainda nas lutas, elas são animadas por um sonoro muito variado e interessante, do jazz ao dubstep (acho que é dubstep, ainda não percebi bem o que é isso). Se a OP é vulgar, a ED cantada em inglês é bem original e interessante de ouvir.

    O veredicto final é que... Eu já tinha pensado ir com uns amigos ver um combate de boxe. Agora quero mesmo ir!
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