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  • Festa do Avante! 2025

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    Festa do Avante! 2025
    Festival


    Mais uma vez fomos ao Avante e, no processo, perdi uma combinação e tudo. Passei o tempo quase todo a ler o livro das fadas, pelo que deveria parecer um bocadinho freak lá no meio da Festa.

    Enfim, eu gosto muito do Avante, tem um espaço maravilhoso, tudo muito barato e bom, e tudo muito bem organizado. Às vezes questiono-me, se o PCP ganhasse as eleições será que Portugal seria tipo um Avante? Tudo bem organizado, troca de bens, processo anti-capitalista e tal?

    Quanto à música, vimos muita coisa mas confesso que não conhecia quase nada. O que mais me impressionou foi o Coro de Mulheres, até chorei. E desta vez houve uma mini-rave no palco da Liberdade, e foi muito fixe dançar enquanto comia queijo alentejano. Vimos uma banda punk da América Latina, vimos uma banda brasileira a tocar covers maravilhosas.

    E ainda ganhei um frasquinho de fazer bolhinhas numa rifa! E, fabuloso, havia uma loja de coisas em segunda mão mega baratas!

    Gostei imenso e para o ano lá estou de novo, como sempre.

  • Primavera Sound Porto 2025

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    Primavera Sound Porto 2025
    Festival

     

    Fomos de fugida ao Porto para ver alguns concertos do Primavera Sound.

    O espaço estava um pouco diferente daquilo que eu conhecia de anos anteriores, e os patrocínios também mudaram, deixando de ser a NOS para ser a Vodafone e o maldito banco Revolut. A compra dos bilhetes foi muito muito complicada, porque para ter desconto nos bilhetes tinhamos de fazer uma conta na porra do banco e, consequentemente, começar a pagar juros. O que me parece uma forma muito sketchy de fazer business, mas ok, cada um faz conta no banco que entender.

    As bebidas caríssimas, comida pouco variada, pequenas quantidades e muito caras também. Mas passemos aos concertos (fora algumas bandas que vimos só alguns minutos):

    Fountaines DC foi um excelente concerto, muito emocionante, animado e revolucionário, com muitos gritos a favor da Palestina. Havia apenas alguns fãs espalhados pelo público, que não estava especialmente motivado sem ser mesmo lá à frente. Também a banda não comunicou muito, tocando as músicas umas a seguir às outras e sem encore (nada teve encore, o que é estranho)

    Anohni foi o pior concerto, e o pior é que a culpa nem foi da senhora. A culpa foi dos técnicos de som, que puseram um concerto intimista num volume tão baixo que por mais atenção que déssemos, não dava, simplesmente não dava. Queríamos ouvir a Dona Anohni e nada, silêncio cá atrás.

    Charli XCX fez a festa sozinha, lançou os foguetes, apanhou as varetas, meteu-as nos olhos e ainda continuou a dançar por aí. A rapariga é louca, e dancei tanto, tanto, tanto que fiquei uns dias sem me conseguir mexer devido a bolhas nos pézes. Ainda assim, o público não estava nada motivado, ela até dizia "scream FUCK!!" Mas ela sozinha, sem dançarinos, sem banda, sem nada, teve uma energia tal que me cativou completamente.

    Finalmente, Caribou para fechar a festa. Caribou está diferente, muito mais dançável e menos contemplativo. Dancei sentada.

    Depois ainda tivemos um filme no dia seguinte a voltar para casa, por causa do mal cheiroso do Flixbus. Antes disso estivémos no Castelo do Queijo, que não é feito de queijo, não tem queijo, nem tem souvenires de queijo. Desapontante. 

  • Trafaria Bluegrass

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    Trafaria Bluegrass
    Festival de Música


    Uma amiga estava a voluntariar neste evento, então fomos lá ver. Eu nunca na vida inteira tinha ido à Trafaria, apesar de ser tão perto, e não fiquei especialmente impressionada. O festival em si passava-se na praça central da vila, e não havia nenhum sítio para estar sentado (aliás, havia mas estava tudo ocupado). Foi uma tragédia para encontrar um restaurante com lugares para nós.

    Quanto à música, este é um estilo com o qual não estou familiarizada: música típica americana, com instrumentos de época e sem carga de bateria. A música era agradável e divertida, parecia que estávamos num bar em New Orleans, mas o cansaço era tal que - não podendo estar sentada - não consegui apreciar bastante.

    Ainda ficámos com uma caneca de metal muito bonita, mas cuja tinta lascou logo no primeiro momento em que caiu ao chão.

  • Festa do Avante! 2023

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    Festa do Avante! 2023
    Festa


    O Kalorama foi sexta e domingo lá fui eu arrastada em braços, essencialmente obrigada, a ir ao Avante, porque temos de ir ao Avante ninguém sabe porquê. Eu estava ultra cansada, e mal me conseguia mexer, mas sobrevivi com muita calma.

    Começámos por beber um Pisco em Cuba, que tinha um sabor um bocado estranho, uma espécie de caipirinha de ovo, e depois ficámos a ver o comício à chuva, porque todos sabemos que no Domingo do Avante é obrigatório ver o comício. Achei curioso que desta vez falaram imensos jovens, e o delegado parlamentar ou lá quem é remeteu-se ao silêncio a maior parte do tempo. Mas lá que foi bonito foi, aquelas bandeiras vermelhas todas à chuva

    Depois vimos um concerto que se atrasou horrores, e que era de música tradicional reinterpretada para tempos modernos. À nossa frente estava uma senhora muito bezana, e foi mais divertido olhar para ela do que para o concerto.

    Depois fomos ver a Mísia, que afinal é uma senhora velhinha, que conhece montes de gente e para quem montes de gente escreve letras. Ela canta lindamente, mas foi uma coisa um bocado mortiça.

    Finalmente fomos em busca de comida, mas quando chegámos à área internacional já tinha acabado a comida nos países quase todos, e acabámos por nos abastecer de hamburgueres, que é a coisa mais capitalista que existe.

    Depois foi uma tragédia para apanhar um uber, mas conseguimso chegar a casa e só por isso é que estou aqui a escrever, se não ainda lá estava, escondida até para o ano dentro do pavilhão do espaço ciência.

  • Feira de Corroios 2023

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    Feira de Corroios 2023
    Festival


    Como sempre lá fomos a Corroios ver a Feira e, desta vez, um concerto de Peste e Sida.

    A Feira continua igual a si própria, embora este ano tenha sentido a falta da novidade do ano passado, a Heimdall Geek Store. Vi uma t-shirt de Sailor Moon muito gira, mas não tinha dinheiro trocado e acabei por não a trazer. Um dia destes ainda compro a que diz "Back to Corroios" em modo Back to the Future, porque acho giríssima.

    Quanto ao concerto, vimos lá de longe para eu me poder sentar, porque ando muito cansada. A banda foi muito divertida, estavam sempre a dizer piadas, mas muitas vezes as piadas eram autodepreciativas para a banda, o que acabou por ser muito estranho. Coisas como "o baterista não sabe esta música", "a banda está bezana" ou "não me lembro da letra" calharam um bocado mal, apesar de ser engraçado. Mas lá tocaram chutacavalochutacavaloEMORRERÁS, e ficámos todos felizes.

    Para o ano há mais!

  • Festa do Avante! 2022

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    Festa do Avante! 2022
    Festa/Festival


    E então este ano, apesar da posição global do PCP não ser muito agradável, lá voltamos ao Avante! Fomos apenas dois dias, pois na sexta-feira e sábado eu estava a trabalhar.

    Comecemos por Sábado: a festa estava, mais uma vez, lindamente organizada, mas este ano não visitámos as exposições e o resto, dedicámos a nossa atenção mais à música. Começamos por ver Scúru Fitchádu, que abriu a tarde numa explosão de energia e dança. Claro que isto chegou ao seu auge com Pongo, que levou à exaustão dos corpos logo à tarde. Impossível não dançar na loucura com os beats africano-electrónicos e as coreografias simples mas eficientes que nos foram apresentadas. 

    Deslocámo-nos para o Palco 1º de Maio (ex-Palco Lago) para ver Paulo Bragança, com um concerto de proximidade, humilde e poderoso, cuja voz talvez tenha ficado um pouco apagada devido ao ruído de fundo sempre presente por todo o lado.

    Finalmente, vi uma banda que nunca tinha visto, e que era quase criminoso nunca ter visto: Mão Morta. Neste concerto não tocaram nenhum clássico mas, por outro lado, contaram uma complexa história de terror e ficção científica que me tomou a atenção durante todo o tempo. Penso que era um dos novos discos, que tocaram na íntegra, e ainda bem, já que a história que nos contaram era longa e estranha.

    Fomos comer ao Partido Comunista Italiano, que tinha esparguete à bolonhesa e era delicioso.

    Portanto, passemos a Domingo. Fomos um pouco mais cedo, mas o único concerto que vimos atentamente foi o da Bia Ferreira, uma cantora e activista brasileira que muito me impressionou pelo poder das suas letras. Anti-fascista, anti-capitalista e antirracista, este concerto chegou a comover-me em certos instantes, e fiquei muito agradada com a presença desta artista.

    Não vimos os cabeças de cartaz, Carmino e Dino d'Santiago.

    Foi um óptimo Avante! e espero voltar para o ano, contando que o PCP se manifesta mais positivamente acerca do mundo que o rodeia.

  • Feira de Corroios 2022

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    Feira de Corroios 2022
    Feira/Festival


    Bem, vejam lá o tempo que já passou sem nenhuma review! Entretanto fui de férias, entretanto vimos montes de filmes, e lemos montes de livros e vimos montes de anime, portanto agora é altura de começar a escrever sobre isso. Também tenho estado muito desinspirada para a escrita, por isso vamos ver se agora me recupero.

    Vamos começar por falar da Feira de Corroios, que este ano visitei em dois dias.

    Na primeira visita vimos muito pouca coisa, e os concertos também eram chatos e cheios de barulho, portanto só assisti a uma parte - no resto passei-me, enfureci-me, e fui-me embora.

    Já a segunda foi melhorzita. As bancas habituais lá estavam, e ainda joguei numa rifa em que ganhei um belíssimo pentagrama que do outro lado tem um olho piramidal. Já estou farta de o usar! Este ano também tinham o pavilhão ocupado com algumas bancas, a maior parte de imobiliárias, mas uma da Heimdall Geek Store, onde comprámos uma action figure do Predator (segundo filme), que depois íamos perdendo mas que no fim acabou por chegar a casa sã e salva.

    O concerto desse dia foi fantástico, o que é uma palavra que usualmente não associamos ao Toy. É verdade, fomos ver o Toy que, num concerto muito ensaiado e programado, nos brindou com os seus maiores sucessos, além de uma sessão de flexões na sua t-shirt de lantejoulas pretas. Dancei horrores, quem diria que ia dançar tanto com música popular portuguesa, e foi no geral muito divertido. Gostei quando o Toy disse que não nos podia dar a t-shirt, porque só tinha aquela para os concertos todos, não havia orçamento para mais.

    No geral foi uma feira óptima, sobretudo depois de dois anos de ausência devido ao confinamento, e agora aguardamos pelo próximo ano!

  • Festa do Avante! 2021

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    Festa do Avante!
    2021
    Festa

    Beeeem..... Há quantos anos é que eu não ia ao Avante? Muitos! E desta vez foi uma experiência totalmente distinta, porque pela primeira vez... Vi as coisas!

    O espaço do Avante está maior, melhor organizado, com medidas de protecção para a pandemia que estavam exemplares. Cadeiras para todos, casas de banho impecáveis. Com papel higiénico e tudo! Viam o certificado à porta, embora não fosse muito certo, porque... Seguranças Militantes vão sempre militar.

    Então falemos primeiro de Sábado! Como eu trabalhava nesse dia de manhã decidimos ir só nos últimos dois dias, sendo que cedemos as nossas EPs a uns amigos que só iam na sexta. À chegada, após grande caminhada pelas arcadas inclinadas, fomos de imediato para o palco principal onde, à sua beira, vimos GDM, um rapper brasileiro que na fotografia parecia grande mangas. Apesar disso, cantava sobre coisas bem bonitas, com beats bastante clássicos e rimas muito interessantes e motivadoras. Tinhamos planos para depois ver um outro concerto, mas acabámos por desistir porque já andávamos por lá a passear. Então ficámos no Lago, que ainda existe, e fui totalmente picada por bichos até me tornar num passador humano.

    Mais à noite, fomos para o ex-palco-do-lago, agora noutro local e fora da tenda maléfica que o caracterizava, para ver Maria João e Buddha Power Blues. Mantivemo-nos fora da festa que estava lá em baixo, mas pudemos ouvir o concerto perfeitamente e foi óptimo. Maria João é uma das maiores performers de jazz do nosso tempo e foi um prazer poder ouvi-la ao vivo pela primeira vez! Depois ficámos a ver uma DJ que mixava kuduru com algo progressivo e reparámos que estava a haver uma rave gigantesca junto ao palco, contra todas as expectativas de protecção contra o covídeo... Bem, quem dança seus males espanta, é assim?

    Entretanto fomos à procura de comida e eu converti-me numa barriguda porque comi não um, nem dois, mas três hamborguesas. Estavam muito boas!

    Passemos a Domingo! Tentámos ir um pouco mais cedo e, mais uma vez, fomos para a lateral do palco principal, desta feita para ver Brigada Victor Jarra com Zeca Medeiros. Foi um concerto muito interessante, com músicas tradicionais tocadas de forma muito pouco ortodoxa. Amei bater palmas e cantar com o "Põe aqui o teu pezinho devagar devagarinho...!"

    No entretempo, pois só havia mais um concerto que queríamos ver (já lá vamos) fomos ver a Bienal de Arte do Avante, que tinha pinturas muito interessantes. Podiamos comprá-las e até havia uma, que se parecia um pouco com neutrófilos corados com azul de metileno, que eu tinha dinheiro para adquirir. Mas lá ficou e é menos arte que tenho em casa. Havia também uma pintura muito otaka, com uma school girl japonesa a atravessar a rua! Ri muito! Fomos também ao Espaço Ciência, que não tinha graça nenhuma. Era só uma sucessão de grandes comunistas famosos, que estudaram. Estranho que incluiram coisas como literatura neste espaço. Depois passámos à Feira do Disco e Feira do Livro, que tinham objectos interessantes, mas bastante caros para a minha carteira.

    Finalmente, fomos ver Linda Martini, que nos apresentou um concerto recheado de novos sons que eu não conhecia. No caminho ainda dancei a Carvalhesa, fiquei mesmo contente! Enfim, Linda Martini é uma banda que eu gosto bastante, mas o som pesado, sentados nas cadeirinhas, começou a dar-me a volta a cabeça e decidi sair. Fomos para o Algarve e lá ficámos até ao fim da Festa!

    Enfim, foi muito divertido! Para o ano gostava de experimentar as comidas do mundo!

  • Festival IMINENTE 2019

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    Festival IMINENTE 2019
    Festival de Música
    Este ano voltámos ao Panorâmico de Monsanto para o Festival IMINENTE. Com curadoria de Vhils (de quem não gosto nada, mas isso é outro filme), aproveita o espaço degradado e grafitado do Panorâmico para montar um festival de música activista e alternativa, com espaço para o debate social e político e, sobretudo, muitos concertos.

    O espaço estava organizado de forma semelhante ao ano passado. Desta vez havia uma pequena mudança na estrutura dos pagamentos dos comes e bebes: um cartão recarregável em que, no final, se devolvia e ainda ofereciam uma água ou uma cerveja. Gostei bastante, porque assim ninguém tem de lidar com dinheiro. Havia três palcos: um principal, no exterior, um a meio de uma escadaria e um subterrâneo, na cave, que foi onde passámos mais tempo.

    Começamos por ver o Fado Bicha, um dueto de voz e guitarra muito original e divertido. As suas músicas falam dos problemas reais enfrentados pela comunidade LGBT+, com muito orgulho e com muito humor à mistura. O cantor falou imenso durante o concerto, dedicando cada uma das músicas a mulheres importantes no seio do activismo. Foi mesmo muito engraçado!

    Depois, fomos para o exterior ver Chalo Correia, um cantor Angolano que se apresentou com uma banda muito tradicional. Dancei muito com os seus ritmos, embora me lembrassem outras bandas que já havíamos visto no mesmo espaço. Foi divertido, mas para mim foi o concerto mais fraco do dia.

    Voltamos à cave para conhecer aquela que, para mim, foi a cantora que me fez ganhar o festival: SREYA. A amiga do Conan Osiris tem músicas cheias de energia, com uma sonoridade pop nada plástica, como se estivéssemos a ouvir uma cassete no nosso quarto. Fiquei convencida que a minha vida pode mesmo ser um ovo estrelado e agora estou viciadíssima nas músicas dela! Vão ouvir!

    Jantei uma sandes de queijo de cabra com mel. Apesar da zona de refeições estar mais calma, tinha muito menos opções e, sobretudo, muito pouca variedade. Eram essencialmente hambúrgueres e cachorros, com pouquissimas versões vegetarianas. Ainda fui comer uma fartura e tive um encontro imediato do primeiro grau com uma pessoa do trabalho, o que foi extremamente assustador e desconfortável.

    Mas depois logo esqueci, porque fomos ver Linn da Quebrada. Uma tipa grande, trans, forte e com músicas igualmente grande, trans e fortes. As músicas eram de uma agressividade brutal, com letras muito pouco educadas e com um espectáculo do exacerbar da sexualidade. Muito interessante!

    Terminámos a noite com Badsista, uma DJ brasileira que me fez dançar até me obrigarem a ir embora. :) Um DJ Set com electrónica pura e dura, que se transformou numa grande pequena festa de tudo ao molho dentro da cave. Infelizmente já não restava muita gente, porque senão teria sido verdadeiramente caótico, o que no caso até seria uma coisa boa.

    Gostei muito deste festival. Apesar de ao início não estar muito convencida a ir, acabei por me divertir imenso e ver (e descobrir!) grandes sons!
  • NOS Alive 2019

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    NOS Alive 2019
    Festival
    Já há alguns anos que não ia a um festival de música tão grande. Desta vez fui a dois dias, o primeiro (quinta-feira) e o último (sábado). Vou falar-vos um pouco da experiência.

    Para começar, o espaço do NOS Alive está um pouco diferente. Antes havia uma grande curva descendente até ao palco principal, bastante desconfortável, mas agora está tudo mais plano. Para além disso, optaram por colocar relva artificial em toda a superfície do chão, o que torna tudo um pouco mais confortável. Existe uma nova zona do tipo "bairro", com lojas, passatempos e um misterioso palco "Fado". Também fundaram um novo palco de comédia, mas já lá vamos. Os palcos também não estavam separados da melhor forma, assim como a programação: muitas vezes havia nomes relevantes a tocar ao mesmo tempo, o que tornava a escolha muito difícil. Em termos de alimentação havia poucas opções mas em quantidade suficiente para que as filas fossem de todo evitadas. Nota-se que existe agora uma preocupação com todas as opções alimentares das pessoas, havendo comidas sem glúten e vegetarianas.. Em ambos os dias comemos no Burguer Ranch, que é uma das minhas fast-foods favoritas!

    Agora, para a música.

    No primeiro dia (quinta-feira) começámos por passar pela banda de covers que estava no pórtico, precisamente a tocar músicas dos The Cure, os cabeças de cartaz desse dia. Um pouco estranho por uma banda de covers a tocar músicas de uma banda que também vai ao festival. Quando comprávamos bebidas, assistimos um pouco a Hot Chip, a quem aconteceu o terrível acidente de ficar sem som a meio do concerto. Mas voltaram à acção com alegria e terminaram em grande! Fora isso, começámos por ver Sharon Van Etten, que não achei nada de extraordinário. Na verdade, passei a maior parte do tempo desse concerto na conversa. Depois passámos pelo Palco Comédia para descansar um pouco. Mas não tinha piada absolutamente nenhuma. Nenhuma das pessoas que lá estavam, que certamente também estariam a descansar como nós, se riu uma gota.

    Passámos à frente para ver os Ornatos Violeta. Esse sim foi um concerto brutalizante. Com uma energia incansável, a banda cantou todos os clássicos essenciais. Mas talvez não precisassem sequer de cantar, pois todo o público se encontrava em união, repetindo em uníssono todas as letras das músicas. Um concerto cheio de energia em que o público e a banda estavam unidos pela causa maior de gritar a plenos pulmões que é "uma chaga para pensar que é o fim."

    Depois ficámos sentados durante um bocado a assistir a Jorja Smith nos ecrãs que estavam do lado de fora do palco. Esse concerto estava tão cheio que não nos atrevemos a entrar para o meio da multidão e preferimos ficar sentados a apreciar a música com mais calma. Depois passámos por um palco secundário onde passava Stereossauro, uma banda absolutamente ridícula que se afirma revolucionária. "Ah, é fado com electrónica." Mas os colaboradores que cantavam o fado não estavam presentes, os ritmos eram pouco inspirados e no fundo era tudo um grande aborrecimento. Por essa altura descobrimos que havia um micro-palco "Coreto" lá nos confins do festival, onde também havia uma casa de banho. Aí está uma coisa que falhou redondamente: apesar de astante grandes, só havia duas casas de banho. Não tinham uma fila muito enorme, mas estavam completamente destroçadas e sujas de fluídos humanos. Muito nojento.

    Depois do jantar, aguardámos por The Cure. Mas estávamos já tão cansados que nos deixámos ficar nas mesas de refeição, ouvindo os nossos clássicos favoritos lá ao longe. Eu já tinha visto dois concertos desta banda e sei como eles são: três horas de música sem qualquer tipo de interrupção em que todos os temas famosos (ou menos famosos) são abordados. Por isso, fiquei feliz mesmo só os tendo por música de fundo.

    Fazemos agora um intervalo para passar ao nosso segundo dia (Sábado).

    No Sábado focámo-nos sobretudo em Idles, que deram um concerto fantástico e cheio de energia. É uma nova banda com origens no punk inglês, mas que fala sobre problemas da modernidade social, como a morte por suicídio depressivo e liberdade sexual. Foi já considerado um dos melhores concertos em festivais deste ano, o que não é de admirar. 

    Reparei que estava a dar, quase ao mesmo tempo, Marina. Esta artista tem um grande número de fãs entre as pessoas que conheço, sobretudo no Brasil. Tinha curiosidade mas acabámos por não ver quase nada, apenas que os dançarinos tinham roupas muito giras.

    O nosso ex-libris desse dia seria The Chemical Brothers, mas antes disso ainda passámos para ver o Thom Yorke. Infelizmente não gosto nada da personagem, então fiquei mal disposta com a mu´sica e tive de sair.

    Finalmente, a banda que esperávamos. Foi um concerto muito intenso, com uma grande componente visual, em que podíamos dançar com os monstros estranhos que sempre aparecem nos videoclips. Não consegui nunca ver a banda, mas conseguia ouvi-los e cantar a plenos pulmões "The Eve of Destructiooon". Um concerto para se dançar sem parar!

    Nos dois dias foi um pouco difícil encontrar transporte para casa. Os ubers malcriados, os taxia sinda pior. Mas isso é outra história de uma outra aventura.

    Fiquei contente por ter ido a este festival, que me parece ter melhorado exponencialmente desde a última vez que o tinha frequentado.
  • Read On Almada

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    Read On Almada
    Festival
    Nunca tinha estado no Solar dos Zagallos. É uma casa, com um belo parque cheio de folhinhas.
    Estive lá a propósito de um novo festival, inserido nas celebrações da Semana da Juventude de Almada, que versava sobre literatura e banda desenhada. Infelizmente, a maior parte dos workshops eram dirigidos precisamente a estes jovens, pelo que não pude participar em nenhum (na minha condição de pessoa idosa). Havia um deles que me parecia muito interessante, que era o de escrita criativa.
    De resto, o festival estava dividido em diversas salas pela grande casa do Solar. Havia secções onde existiriam conferências, uma feira do livro, uma zona de robótica, tal e qual um vulgar evento de anime e cosplay (excepto que sem os cosplayers). Iria haver uma palestra com o Mia Couto, através de videoconferência, mas não ficámos o tempo suficiente.







    Depois ainda visitei o resto do jardim, que apesar de pequenino era bastante agradável. Sendo Outono, estava pleno de folhitas por todo o lado e corri por elas afora!



    Penso que este tipo de actividade poderia ser melhor aproveitada se permitissem a presença de adultos nas diversas propostas. Ainda assim, descobri que o lugar é próximo e agradável, existindo muitas coisas a acontecer lá. Portanto, voltarei! :)
  • Mostra de Música Moderna de Almada

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    Mostra de Música Moderna de Almada
    Festival

     Este festival decorre todos os anos na Cine-Incrível, em Almada, mas nunca tinha ido. Fui com a ideia de que iríamos a uma espécie de concerto underground, com as bandas de punk e metal que se popularizaram nos idos anos 00, altura em que este tipo de festival era muito popular.

    No entanto, foi grande o meu desapontamento. À chegada, não havia um único lugar sentado, sendo que a maior parte deles estavam ocupados por representantes da Câmara Municipal de Almada e, eventualmente, os pais dos intervenientes nos concertos. Estes, eram muito jovens - tal como preconizado pelo epíteto municipal da "Semana da Juventude" e ainda cheios de sonhos na cabeça.

    Um jovem tocava uma guitarra e cantou uma canção sobre o seu irmão, perdido para a emihgração na cidade de Barcelona (por coincidência, estava no público, subiu ao palco, todos bateram poalmas. A CMA não filmou, no entanto).  Depois, uma banda aos ares de Nightwish, mas muito pouco convincente com os seus violinos e a sua voz operática, esforçando-se por encontrar um lugar num rock sinfónico que - como sabemos - é um pouco difícil de atingir.

    Portanto, acabámos por passar a maior parte do tempo no foyer. Ainda assim foi divertido e, talvez, para o ano regressemos a este festival.
  • Festival Iminente 2018

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    Festival Iminente
    Música
    Fui convencida a ir este festival, atraída pela presença da coisa musical que mais gosto no momento, que é o Conan Osiris. Este festival decorreu no outro fim de semana, num lugar misterioso para muitos mas que entretanto se tornou no "hub criativo" do Vhils.
     
    Que, por sinal, detesto tanto em conceito como em execução, mas deixem estar.
     
    Ora, este local é o Panorâmico de Monsanto, antigo restaurante que - falido - deu lugar a um ponto de encontro de mitra pintora no geral, que decorou as paredes com a sua melhor arte, por vezes muito bonita, muitas vezes muito doentia. Vhils fez o "excelente"  trabalho de depurar tudo e fazer o lugar um sítio seguro, sem cantos escuros a cheirar a xixi e cheio de arte bonita, filosófica e altamente produzida, que de streetart só tem a característica de estar numa parede. Portanto, gosto de algumas coisas que estão pelo pequeno recinto, mas o ver as grandes produções da arte urbana deixa-me doente.
     
    O lugar era bastante pequeno e a oferta musical um pouco apertada, apesar de variada. Esperava que o festival tivesse mais actividades para além da música, pelo que depois dos concertos que queríamos ver ficámos todos um pouco perdidos sobre o que fazer.- Deu-se a conclusão de irmos embora mais cedo, perdendo assim o espectáculo surpresa protagonizado por Fat Boy Slim! AAAAAAAAAAAAAAAAAAA
     
    Vimos os dois primeiros concertos do palco exterior (o da cave era claustrofóbico e agonizante) . Conan Osiris foi o primeiro e, sem dúvida, um nome para tomar atenção. Um concerto cheio de energia e danças bizarras, com uma potência na palavra e na acção, com um sentimento estranho de pertença e afastamento ao mesmo tempo. A presença em palco de quem nem tem um album oficial é surpreendente e a resposta aos desafios do artista sempre mais exigente, o que fez com que o concerto fosse uma experiência brutal de dança e agressividade concordante nas letras das músicas.
     
    O segundo foi o Bonga, um concerto muito divertido porque o próprio senhor é muito divertido. Com o seu reco-reco mágico, pôs toda a gente sob o efeito dos venenos da tarântula, em que a impossibilidade de nos pararmos de mexer estava igualada à vontade de praticar uma maior expansão corporal, vocal e - diria mesmo - mental. A disponibilidade do senhor para nos aturar motivava a que o público se sentisse em casa, na casa do Bonga.
     
    Depois fomos comer um cachorro. Zona de alimentação bastante bem feita, com muita variedade e muita variedade vegetariana. Um pouco demorado, é verdade, mas um lugar agradável para comer.
     
    Um festival engraçado, com uma boa oferta, embora a filosofia por trás da ideia seja um pouco torta demais para o meu gosto. A voltar.

  • OUT.FEST 2017 - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro

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    OUT.FEST 2017 - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
    Festival
    No ano passado, havia desesperado porque não tinha ido a este festival. Portanto, este ano, acompanhada de alguns amigos e de um Qui, viajámos até à bela terra do Barreiro para experimentar um festival de música experimental. Ou exploratória, conforme dizem!

    Chegados, comprámos o bilhete e aguardámos que permitissem a entrada. Ficou tudo um pouco atrasado, pois julgávamos que a entrada era na parte da frente, mas era uma mentira. Na verdade, era na parte lateral, junto à linha do comboio, onde o edifício de uma fábrica abandonada nos remetia para um lugar pleno de urbanismo artístico.

    Analisámos o espaço. Em cada sala acontecia um concerto ou, se não tivesse condições para tal, tinha a exposição de um artista, provavelmente pertencente ao colectivo ADAO (espaço do festival). Eu espero um bocadinho de que talvez estes artistas e4stejam em residência. Enfim, cada sala era uma magia diferente, sendo que existiam instalações muito assustadores, enquanto que outras eram um pouco mais calmas.











    Depois passámos aos concertos propriamente ditos.
    Para começar vimos, na Sala das Colunas, um tal de Simon Crab. Era um senhor com um ar muito neutro que colocava sons num computador e tocava um pouco uma guitarra, acompanhado por uma rapariga com ar perdido que batia de vez em quando numa bateria e dizia poemas. Confesso que não foi a coisa mais interessante que vi nessa noite.

     

    Depois, fomos até ao Palco Oficina para ver os cabeças de cartaz: This is Not This Heat. Esta banda vem de tempos mais antigos, em que chegou a ter outro nome. Agora, apresenta-se um colectivo com duas baterias, três guitarras, um clarinete estranho, violinos e tudo o mais que se possa pensar. Foi uma experiência absolutamente brutalizante! A forma como a banda experimentava todos os sons dos seus instrumentos, sempre seguindo uma batida militarizada, aterrorizante, com letras distópicas e um constante abuso dos sons enquanto elementos conceptuais. Uma música altamente detalhada, em muitas camadas, por vezes difícil de compreender, mas com um ritmo alucinante e irresistível. Foi a minha banda preferida da noite!


    Cansados deste concerto, procurámos uma pausa. Sentar, talvez. Mas tal nunca veio a acontecer. Experimentámos a Sala de Jantar, onde tocava um tal de Jejuno. Não foi muito interessante, pelo que fomos embora. Repare-se então nas pessoas que estavam à nossa volta: um ambiente curioso, libertário, muito eclético, com representantes de todos os grupos urbanos, incluindo algumas pessoas que conhecia de vista. Note-se que estavam por ali umas cotas bezanas a fazer conversa com toda a gente, incluindo connosco. Fora isso, um ambiente muito agradável.

    Seguidamente, tínhamos de escolher entre Black Dice e as Putas Bêbadas. Mas como estávamos já no palco principal, ficámos a ver os primeiros. Foi um concerto que me deixou dividida: por um lado, os produtores com as suas maquinarias, gritos e saltos estavam a criar um ambiente de caos com uma energia altamente dançável. Mas o tipo da guitarra, parecia mesmo que estava ali porque os amigos o tinham deixado. Até a tocar a estrelinha lá no céu se notava a sua enorme dificuldade em coordenar os dedos de forma a extrair um som que fizesse sentido. O efeito geral disto era um conjunto de sons que, efectivamente, não tinham sentido mas que, após a mistura, se tornavam numa sequência de ruído quase cardíaco.


    Mais tarde soubemos que esta banda pertence ao estúdio dos Animal Collective, o que faz todo o sentido.

    Acabou este concerto e vamos ver o que se passa na Sala das Colunas. O horário alterou-se, portanto quem lá está é o DJ Nigga Fox. É certo que, para algumas pessoas, o nome do senhor soa a ofensivo. Mas considerando que é um black de Angola, acho que pode escolher o nome que quiser! Ouvi, pela primeira vez, um género em expansão nesse país: "batida". É uma mistura de kuduro com as tonalidades mais progressivas da música electrónica, com um resultado muito mexido, muito interventivo e muito coreografado. Uma música perfeita para dançar!


    Finalmente, subimos ao andar superior para ver o que estava a acontecer. Acabámos por sentar na Sala de Jantar a ver Gyur, um ser andrógino que estava totalmente focado a mexer num computador. Nunca chegámos a saber exactamente se estava a fazer música ou a jogar, pois foi o concerto mais impessoal e, ao mesmo tempo, mais introvertido que vi nos últimos tempos.

    Em conclusão, devo dizer que foi uma experiência excelente, isto da música exploratória. Fiquei com vontade de ouvir todos eles em separado para saber realmente o que se passa por aí. O espaço é fantástico, o preço foi muito justo e valeu realmente a pena!

    Para o ano, lá estarei de novo!
  • Festival Urbano 2017

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    Festival Urbano 2017
    Festival

    E, afinal, este foi o meu plano pós- Spring It. :)

    Existe, em Almada, uma zona chamada Romeira, constituída por fábricas abandonadas e algumas quintas. É zona bem conhecida por ter uma exposição permanente de arte urbana e graffitis, sendo que hoje em dia até há tuk-tuks maléficos a cirandar por ali para mostrar as maravilhas da chungaria aos turistas incautos. Aliás, tão incautos são que espero sinceramente que um dia uma dessas coisas seja raptada pelos ocupas, para ver se desaparecem da minha vida para sempre.

    Ora, este ano decidiram dar uma renovação ali ao espaço e acrescentar alguns murais novos. Foi isso o que fomos ver. Quando chegámos, já um pouco ao fim do dia, ainda estavam a pintar algumas coisas, com as pessoas elevadas em escadotes com as suas tintas de spray. Existem graffitis sobre tudo, sobre a vida social, sobre a vida emocional ou mesmo sobre a vida pessoal de cada um dos artistas ou dos colectivos que os realizaram.

    No centro, existia um pequeno palco ladeado pela suposta "street-food" disponível, que era só uma roulotezinha com umas sandes sem pão de cima. Nesse palco, assistia-se a uma competição de dança, que consistia em duas pessoas dançarem num tempo definido ao som de um beat, sendo que aos 5-4-3-2-1 troca, uma das pessoas parava e a outra começava. Depois havia outro 5-4-3-2-1 e okokokok e um júri escolhia, por maioria de votos, quem devia passar à ronda final. Assim, a pessoa que ganhava tudo podia perder no fim e a pessoa que tinha ganho no fim podia voltar a perder até haver um vencedor definitivo. Gravei um pequeno vídeo:



    Depois, foi tocar uma banda de funk chamada "Os Compotas", da qual só assistimos à primeira música e à apresentação dos artistas (que são bons artistas). Também gravei um vídeozinho. :



    Depois fomos para as festas da Cova da Piedade, onde vimos uma série de tralhinhas desinteressantes à venda. Compensou-nos muito mais a ida ao festival, porque conseguimos um envelope com postais. No entanto, acabei por jogar numa tombola do grupo de pesquisa arqueológica e ganhei um lápis! Ao início calhou-me uma revista, que eu não queria, mas estava esgotada, então pude rodar outra vez. Vimos também um espectáculo enorme de sevilhanas, do qual (surpresa!) também fiz um vídeo:



    Foi uma tarde bem passada e oportunidade de tirar umas fotos! :)
































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