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7.1.18

Star Wars - Episode I: The Phantom Menace

Star Wars - Episode I: The Phantom Menace
George Lucas
1999
Filme
3 em 10

Aghora que já vi quase todos os filmes de Star Wars, pareceu-nos necessário começar a ver a série de prequelas feitas no início do milénio. Foi com grande horror que assisti a um dos piores filmes de sempre e, provavelmente, ao pior da saga. Como este filme existe é algo que me ultrapassa.

Vamos conhecer os primeiros dramas, entre uma tal federação e um mundo político dominado pelas crenças Jedi, que estão muito bem organizadas. Tentando salvar a rainha Padme, cujo planeta estaria a ser invadido por razões que não chegam bem a ser esclarecidas, dois Jedi acabam por se encontrar num planeta desértico em busca de peças para a sua avioneta. Lá conhecem um miúdo que bem merecia levar umas nalgadas e que se chama Anakin Skywalker.

Mas o pior disto tudo é que todos os momentos, todos, sem excepção, em todas as ocasiões, desde as cómicas, às mais sérias, passando por cenas que são simplesmente circular de um lado para o outr... Isto é, em todas as ocasiões há um bicho horroroso, mal feito e irritante que interrompe. O seu nome ficará para os anais da história como o comic-relief mais exasperante da história do cinema: Jar Jar Brinks.

Fora isso o filme é mau. Os efeitos especiais são contemporâneos de uma playstation e todos eles se assemelham de forma que não pode ser uma coincidência de jogos da referida consola. Desde as plataformas até às corridas de "carros", temos aqui uma grande homenagem aos jogos que fizeram as delícias da criançada da época. Excepto que nos jogos propriamente ditos os efeitos, animação, som e tudo o resto são melhores.

Até as lutas, muito emocionantes, estão coreografadas de tal forma que nos parece que estes Jedi estão a ter lutas de sabre-de-luz contra o saco do pão pendurado no gradeamento da casa da avó.

A única coisa moderadamente boa é a banda sonora. Mas podíamos ter Mozart feito homem outra vez a dirigir uma orquestra com esta banda sonora que nada salvaria o filme.

Portanto, queimem-no. Mandem-no para o espaço. Qualquer coisa para salvar os inocentes que ainda não o viram. Porque, no meu caso, já não pode ser desvisto.

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