Mostrar mensagens com a etiqueta star wars. Mostrar todas as mensagens

  • Tales of the Jedi

    0

     

    Tales of the Jedi
    Dave Filoni
    2022
    Série de Animação


    Mais uma história de Jedis. Será que ninguém se cansa dos Jedis?

    Enfim, esta curta série de 6 episódios faz uma espécie de ligação entre a máfia dos clones e os Jedi. Descobrimos que o Yoda tinha cabelo e que os bichos da espécie do Yoda são cabeludos.

    Em termos de animação, não temos nenhuma cena espectacular, sobretudo na medida em que o 3D digital não está tão aprimorado como em outras séries de menor monta.

    Por isso, ficamos sem saber muito bem para que serve a ordena das tetas dos Jedi, e como podemos parar com isso.

  • The Book of Boba Fett

    0

     

    The Book of Boba Fett
    LucasFilm
    2022
    Série


    Lembram-se de Boba Fett, o Mando que não é Mando? Pois, eu também não. Mas cá estamos no buraco do bicho onde o deixaram sozinho a morrer, e pelos vistos não só ele não morreu como descobriu uma nova família.

    Depois disso, é pouco caminho até à dominação do planeta, que pelos vistos tem um spice (hmmmm) precioso nas suas areias (não é o Dune, claro que não é). No entanto agora Boba Fett é o Bonzinho Fett: é amigo do seu amigo, é amigo das pessoas, faz o amor e não a guerra.

    Então a minha questão ao longo de todo o visionamento da série é: porque é que isto existe? Faz realmente falta saber o que aconteceu com o BobaFeto? Mais para o final descobrimos então o significado real desta série: o Mandalorian e o Baby Yoda! Eles voltam! Yaaaay

    Porque de resto, não é mesmo nada de especial.

  • Star Wars: Visions

    0

     

    Star Wars: Visions
    Vários
    Anime - 9 Episódios
    2021
    6 em 10

    Sendo a Disney a nova dona da Guerra das Estrelas, decidiu ofertar o conceito a um conjunto de estúdios e realizadores de anime para que fizessem a sua própria interpretação.

    Infelizmente, aos realizadores não lhes ocorreu nada acerca de Star Wars sem ser... Samurais = Sabres de Luz. Assim, as histórias são bastante repetitivas, com uma infantilidade presente que nos retira o foco. Não há nenhuma história em que não haja um jedi/sith/algopelomeio envolvido e todas têm espadas. E isso torna os 9 episódios numa seca pegada.

    É certo que a animação está bastante competente em quase todos, com excepção de alguns elementos 3D que ficam mal a qualquer um. Mas reduzir o universo de Star Wars a lutas e espadeiradas parece-me desnecessário e ridículo.

  • The Mandalorian Season 2

    0

     

    The Mandalorian Season 2
    Jon Favreau
    Série
    2020

    Voltamos ao universo Star Wars para acompanharmos o nosso Mandaloriano favorito e a grande mascote do momento, o pequeno Yoda (que não se chama Yoda, como poderão ver na série). Esta season mantém-se ao nível da anterior, com introdução de novos personagens e de novos conceitos, mas continuando a linha estilística do western de ficção científica a que nos tinham habituado.

    Qualquer coisa que se diga sobre o argumento da série será um spoiler e, embora acredite que já todos tenham visto, não quero spoilar ninguém. ;) Fica a nota para os cenários fantásticos, os efeitos práticos exemplares e a integração destes com os efeitos digitais.

    Esta season tem um toque de comoção e são revelados muitos elementos do universo Star Wars que, penso eu, farão ainda mais sentido com a bateria de séries da franquia que aí vêm. Só espero que não ordenhem demasiado esta vaca.

  • The Mandalorian

    0
    The Mandalorian
    John Favreau
    2019
    Série

    E como a Guerra das Estrelas não para, o novo canal da Disney, Disney+, lançou uma série dedicada às aventuras de um novo personagem. Mando é um mandaloriano, comunidade de guerreiros conhecida pelas suas excelentes qualidades como caçadores de recompensas. Ora, este Mando acolhe consigo uma nova criatura encantadora: é o Yoda, mas bebé. Juntos, terão de fugir aos outros caçadores de recompensas, aos restantes combatentes do Império e, talvez, encontrar algo (que ainda não sabemos o que é).

    Trata-se de uma série quase infantil, com uma narrativa extremamente simples, o que aliás é típico da saga. Temos a intervenção de uma série de personagens inseridas no universo, mas que não revelam grandes traços de personalidade, para além de as interpretações dos actores serem algo fracas.

    Assim, o foco principal desta série está nos efeitos especiais e práticos, por vezes espectaculares, na luxúria dos cenários e roupas e nas lutas frequentes que, em todos os episódios, nos fazem sempre questionar qual é mesmo o lado do bem.

    Para além disso, o Yoda bebé é muito fofo e todas as suas aparições são inspiradoras de gritos de felicidade.

    De resto, gostaria de ver a próxima season e espero apenas que não façam 1000 seasons.
  • Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker

    0
    Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker
    J. J. Abrams
    2019
    Filme
    6 em 10
    Foi mesmo antes do natal que fomos ver o último episódio da saga de Star Wars. Uma grande viagem que agora termina, para o bem e para o mal de todos os fãs.

    Digamos que a Guerra das Estrelas, para mim, nunca foi mais do que uma história de aventura no espaço, sem grandes pretensões filosóficas. Depois, a fanbase criou toda uma série de teorias metafísicas que, no fundo, não têm grande relação com os filmes originais. Por isso, quando se espera da Guerra das Estrelas uma espécie de filosofia, é meio caminho andado para o desapontamento. Enquanto filme de aventura espacial, ele faz o seu trabalho na perfeição!

    Efeitos especiais extraordinários, isso sim, mas com uma narrativa bastante simples e pontuada de momentos cómicos que não ligam muito bem com toda a aura trágica que nos tentam inserir desde o início. As soluções encontradas pareceram-me tanto válidas como originais e gostei bastante da dualidade da força contida nos dois protagonistas. O final chega a ser um pouco comovente e achei-o muito adequado.

    Também a banda sonora surpreende, oferecendo todo um ambiente de valor épico durante o filme inteiro. 

    Foi uma boa forma de terminar um ciclo, agora vamos ver o que vem mais daí!
  • Star Wars - Episode III: Revenge of the Sith

    0
    Star Wars - Episode III: Revenge of the Sith
    George Lucas
    2005
    Filme
    6 em 10

    E assim termina a minha educação no universo cinemático da Guerra das Estrelas! =D

    Este filme é sinceramente melhor do que os anteriores. Agora temos um Anakin mais ou menos adulto, uma Padme secretamente grávida e um Obi Wan mestre Jedi. É finalmente a fase em que o poderoso mas muito infantil (ainda) Anakin é tentado pelo lado negro da força. Claro que a revelação de quem é o mestre Sith é muito previsível, mas enfim, deixem estar.

    Este é um filme que permitiria um desenvolvimento imenso do personagem de Anakin não fosse a qualidade do actor ser tão terrível. Ele transmite a sensação de que os terrores que acontecem ao personagem são apenas fitas e birras, com lágrimas e gritos, de uma criança mal comportada. E isto é uma pena, porque havia aqui um real potencial para termos um filme brilhante.

    Os efeitos especiais também estão um pouco melhores e mais realistas, com um orçamento muit equilibrado ao longo de todo o filme. Muito infeliz é a utilização de efeitos de transição saídos de um Power Point primário em todas (todas!) as cenas. Temos tudo, desde o rodopio contra relógio até ao efeito persiana. Simplesmente não consegui deixar de dar atenção a isso!

    Mas enfim, agora finalmente vi todos os filmes de Star Wars. Já sou fixe agora? ;p
  • Star Wars - Episode II: Attack of the Clones

    0
    Star Wars - Episode II: Attack of the Clones
    George Lucas
    2002
    Filme
    5 em 10

    Vamos ao episódio II da Guerra das Estrelas

    Passou-se algum tempo. Anakin agora é um rapaz crescido, Padme é senadora, Obi-Wan está na dele. O primeiro é enviado para tomar conta da segunda e apaixonam-se. O outro pobre triste é enviado para descobrir coisas. Descobrem que há um exército de clones.

    Este episódio é ligeiramente melhor que o anterior, nem que seja pelo facto de o Jar Jar Brinks falar muito poucas vezes. Mas tem aqui uma aura de filme dirigido a uma adolescência obsoleta que fica mal e irrita. A história de amor está muito mal contextualizada e os personagens não são realistas dentro delas. No fundo, não se entende sequer porque é que eles se esforçam por dar conteúdo a este conjunto de pessoas, porque não há volta a dar: estes actores não permitem que se possa levar a sério o que os personagens estão a fazer.

    Assim, o filme tem uma grande componente de novela que não era de todo necessária. As cenas de acção aparecem pelo meio, mas pouco mais nos é oferecido. Mais interesse tem a aventura de Obi Wan no mundo dos clones e as descobertas que vai fazendo. A batalha final está bastante bem feita.

    Nota para o guarda roupa de Padme: se no primeiro filme era altamente complexo, verdadeira alta-costura de rainhas e princesas, aqui encontra-se um pouco mais prático mas igualmente fascinante.

    E assim me aproximei mais um passo de ser uma geek verdadeira.
  • Star Wars - Episode I: The Phantom Menace

    0
    Star Wars - Episode I: The Phantom Menace
    George Lucas
    1999
    Filme
    3 em 10

    Aghora que já vi quase todos os filmes de Star Wars, pareceu-nos necessário começar a ver a série de prequelas feitas no início do milénio. Foi com grande horror que assisti a um dos piores filmes de sempre e, provavelmente, ao pior da saga. Como este filme existe é algo que me ultrapassa.

    Vamos conhecer os primeiros dramas, entre uma tal federação e um mundo político dominado pelas crenças Jedi, que estão muito bem organizadas. Tentando salvar a rainha Padme, cujo planeta estaria a ser invadido por razões que não chegam bem a ser esclarecidas, dois Jedi acabam por se encontrar num planeta desértico em busca de peças para a sua avioneta. Lá conhecem um miúdo que bem merecia levar umas nalgadas e que se chama Anakin Skywalker.

    Mas o pior disto tudo é que todos os momentos, todos, sem excepção, em todas as ocasiões, desde as cómicas, às mais sérias, passando por cenas que são simplesmente circular de um lado para o outr... Isto é, em todas as ocasiões há um bicho horroroso, mal feito e irritante que interrompe. O seu nome ficará para os anais da história como o comic-relief mais exasperante da história do cinema: Jar Jar Brinks.

    Fora isso o filme é mau. Os efeitos especiais são contemporâneos de uma playstation e todos eles se assemelham de forma que não pode ser uma coincidência de jogos da referida consola. Desde as plataformas até às corridas de "carros", temos aqui uma grande homenagem aos jogos que fizeram as delícias da criançada da época. Excepto que nos jogos propriamente ditos os efeitos, animação, som e tudo o resto são melhores.

    Até as lutas, muito emocionantes, estão coreografadas de tal forma que nos parece que estes Jedi estão a ter lutas de sabre-de-luz contra o saco do pão pendurado no gradeamento da casa da avó.

    A única coisa moderadamente boa é a banda sonora. Mas podíamos ter Mozart feito homem outra vez a dirigir uma orquestra com esta banda sonora que nada salvaria o filme.

    Portanto, queimem-no. Mandem-no para o espaço. Qualquer coisa para salvar os inocentes que ainda não o viram. Porque, no meu caso, já não pode ser desvisto.
  • Star Wars - Episode VIII: The Last Jedi

    0
    Star Wars - Episode VIII: The Last Jedi
    Rian Johnson
    Filme
    2017
    7 em 10

    Fomos à sessão da meia noite ver o Star Wars! Não conseguimos aguentar mais o risco de apanhar com um spoiler... Foi um filme muito giro! Aviso desde já, falando nos spoilers, que este post os pode conter em grande número: são coisas sobre as quais preciso de falar.

    Nesta fase da história, Rey foi em busca de Luke Skywalker e a Resistência está cercada. O filme fala-nos, então, sobre a descoberta da primeira enquanto mediadora da Força (não necessariamente Jedi) e sobre as várias tentativas de fuga da Resistência aos ataques da Primeira Ordem. Temos a introdução de novos personagens e um grande desenvolvimento de personagens anteriores, nomeadamente Flinn.

    O filme é muito divertido, dando-nos algumas piadas intercaladas com situações mais sérias. Rey forma uma ligação muito forte com Kylo Ren e é nessa exploração que descobrimos novos usos da Força que não tinham sido revelados anteriormente em filmes (mas, segundo consta, já eram utilizados na BD e nos desenhos animados). Sei que grande maioria do público não ficou agradada com estas diferenças, mas a verdade é que me parecem necessárias, para estabelecer esta nova série de filmes como algo puramente diferente, em vez de ser apenas mais uma reciclagem. Também os acontecimentos relativos a Leya fazem todo o sentido para mim: afinal, sendo ela uma Skywalker será certamente sensível à força, se bem de formas diferentes (por exemplo, será que inerentemente ela a utilizava como forma de diplomacia?), sendo o acontecimento deste filme a utilização mais básica do poder. Não será a autopreservação a forma mais básica de utilizar a Força?

    Paisagens e novas criaturas são feitas com todo o cuidado e com um detalhe que resulta muito bem em termos visuais. As cenas do casino são de um excelente uso de CG e o planeta dos metais tem uma paisagem absolutamente fascinante.

    Para mim, o problema principal do filme foi o seu tamanho. As cenas de acção, apesar de muito bem feitas, sucedem-se a velocidade vertiginosa, sendo que a maior parte delas é inconsequente, pois a Resistência nunca consegue escapar e está sempre em problemas. Poderiam ter cortado grande parte desta "palha" e a conclusão do filme seria a mesma. Por outro lado, foi bom que não houvesse uma grande insistência na relação entre Rey e Kylo Ren, ainda mantendo o mistério sobre qual a origem daquela, sendo dado mais ênfase aos outros personagens.

    Gostei muito do filme e estou ansiosa por ver como se conclui. Mais alguém reparou na vassoura!? =D
  • Rogue One: A Star Wars Story

    0
    Rogue One: A Star Wars Story
    Gareth Edwards
    2016
    Filme
    5 em 10

    Confesso que não estava especialmente interessada em ver este filme. Na verdade, desde o início que o seu conceito me pareceu apenas mais uma razão para vender bonecos e cadernos escolares com o Darth Vader. Mais uma forma de mostrar as nossas figuras pop habituais, para que ninguém se esqueça delas antes do Episódio VIII.

    Este filme de Star Wars conta uma história que realmente não precisávamos de saber: os grandes heróis que foram buscar ao seio do inimigo os planos para destruir a Death Star. Ficamos a conhecer um pouco mais sobre os rebeldes e o seu modus operandi, sendo que se reúne uma equipe de personagens para a apoteose final. 

    Rogue One peca por nos mostrar dados irrelevantes, já que nunca são referenciados nos filmes anteriores (episódio IV a VI) mas, sobretudo, por os seus personagens não transmitirem qualquer tipo de força ou identidade. Por alguma razão escolhem uma rapariga para personagem principal, no meio de um elenco maioritariamente masculino, como se necessitassem de alguma presença deste tipo para satisfazer um público cada vez mais feminista. A personagem em si, muito fracamente interpretada, não sofre qualquer tipo de desenvolvimento causal, sendo que o seu discurso "vamos todos vencer porque xim" não possui qualquer força de motivação. O personagem preferido da criançada, o robot sarcástico, torna-se rapidamente previsível.

    Os efeitos especiais e a concepção dos vários universos estão satisfatórios, embora haja por todo lado um truque com a câmara muito repetitivo que faz um certo desfoque ao longo de todo o filme. Muitas vezes o filme aparenta ser uma viagem turística pelos vários locais, sendo que muitos deles estão caracterizados como lugares que existem na nossa realidade, excepto que com alienígenas passeando por lá.

    Musicalmente, temos uma banda sonora ligeiramente diferente do habitual, mas ainda assim muito inspirada na original, o que acaba por ser uma boa experiência.

    Fique também a nota do quanto eu detesto os cinemas da Nos: um filme com supostamente duas horas tem mais meia hora de acrescento à conta de anúncios e intervalos gritantes, sem que sequer nos dêm a oportunidade de ver mais que duas trailas. Um horror, uma irritação.
  • Star Wars - Episode VII: The Force Awakens

    0
    Star Wars - Episode VII: The Force Awakens
    J.J. Abrams
    Filme
    2015
    7 em 10

    E, para finalizar as celebrações de ano novo, vamos ao cinema! Como sabem, eu só vi a trilogia original, pelo que ia com uma ideia muito pouco modernizada sobre o que ia ver. Ainda assim, estava um bocadinho (só um bocadinho) motivada para ver o filme, por causa de tanta gente a falar dele a todo o instante. Mas atenção! Obrigada, meus amigos, porque não apanhei um único spoiler sobre nada!!

    Pois bem, este novo Guerra das Estrelas começa num ponto muito depois do anterior. Os Jedi são um mito e uma Nova Ordem aparece para tomar conta da situação. Felizmente, existe uma Rebelião liderada pela (ex) Princesa Leia que está a tentar resolver o problema. Tudo começa quando um ponto essencial é colocado num droid, o BB-8, e lançado no meio da confusão. Um stormtrooper fugitivo e uma sucateira unem-se para o entregar ao seu dono. E o que acontecerá depois? Bem... Muitas explosões e uma profusão de cenas de acção.

    A narrativa é simples e tem muito espaço para evoluir. Gostei imenso dos diálogos, que estão cheios de momentos de humor, e da relação entre os personagens. Fique a nota para o trabalho de actor, para os novos actores sobretudo, que capta muito bem o espírito necessário a uma guerra nas estrelas.

    Mas, sem dúvida, o mais impressionante é o grafismo e as cenas de acção. Para começar, todo o cenáruio e personagens alienígenas é de um realismo brutal, de uma vivacidade fantástica que só seria possível juntando as técnicas antigas com as mais recentes. O cenário é altamente detalhado, tornando todos os locais em presenças vívidas e memoráveis. Há quem se queixe que o filme não tem acção... Nomeadamente a minha irmã (que não vai ler isto...)... Mas isso é mentira. O filme está recheado de cenas de perseguições, a pé, aéreas, motorizadas, cheio de lutas entre naves espaciais, explosões e coisas giras por todo o lado para a gente ver.

    No entanto, pareceu-me que alguns pontos foram um pouco menos aprofundados, nomeadamente o trabalho de Harrison Ford (que parecia completamente indiferente em relação ao seu personagem) e o SPOILER que era, de certa forma, bastante previsível tendo em conta os filmes anteriores.

    Fique também uma nota para a banda sonora, que se mantém pura em relação às ideias anteriores.

    Não se pode fazer melhor reciclagem do que esta. Um filme apropriado para as novas gerações, mas que mantém vivo o espírito original. Estou ansiosa pelo próximo episódio, embora acredite que venha a ser ume desilusão depois de tudo o que vimos neste. ;)

    Nota: vimos este filme no Almada Fórum numa sala especial de corrida com um tal som "Dolby ACTUS" ou uma coisa assim. Queria só dizer-vos que não se nota nenhuma diferença em relação a uma sala normal.
  • Star Wars - Episode VI: The Return of the Jedi

    0
    :
    Star Wars - Episode VI: The Return of the Jedi
    Richard Marquand
    Filme
    1983
    7 em 10

    Este filme já foi visto no dia 1 à tarde, depois de acordar. Venho então, com este último comentário à Saga da Guerra das Estrelas, dar a minha opinião final e geral. E ela é: adorei.

    Neste filme há diversas conclusões, muitas delas inesperadas para mim que sabia muito poiuco sobre os filmes. PAra começar, há interacção entre novos personagens que me ficarão para sempre na memória. Jabba the Hutt e as suas house-parties fantásticas, com músicas engraçadíssimas. E, sobretudo, os Ewoks. Adorei os Ewoks, são a coisa mais fofa do mundo (logo a seguir ao Chewbacca).

    As personagens mais uma vez revelam-se fascinantes, com toda a dedicação da Princesa Leia e a descoberta do seu irmão a provar mais uma vez que ela merece pertencer aos meus planos de cosplay. Mas é sobretudo a revelação de Darth Vader, que ainda tem algo bom dentro dele, que torna o filme emocionante. Talvez a luta mental entre Skywalker e o Imperador tenha algumas falhas de lógica no diálogo, pois seria de esperar que a dúvida entre o lado negro da força e o lado jedi da força fosse mais evidente. Este tinha potencial para ser um diálogo grandioso, mas apesar de tudo gostei bastante.

    Sem dúvida que este filmet eve uma maior produção por trás, demonstrado pela duranção das cenas de acção que me pareceram por vezes demasiado longas.

    Ainda assim, o filme acaba numa nota muito positiva e agora quero saber bastante o que nos espera nos filmes futuros, desta vez sob a chancela da Disney.

    No geral a trilogia merece, para mim, sete valores na escala de dez que costumo usar. Atribuí apenas a este filme porque foi o meu preferiod. E foi o meu prefeirod essencialmente porque tem Ewoks e eu quero um Ewok para mim.
  • Star Wars - Episode V: The Empire Strikes Back

    0
    Star Wars - Episode V: The Empire Strikes Back
    Irvin Kreshner
    Filme
    1980
    6 em 10

    Para o segundo filme da Guerra das Estrelas, usámos um regador com uma bebida transparente.

    Este filme apresenta-nos muito mais negro e pessimista que o primeiro. A aventura continua, mas desta feita todas as coisas correm da pior forma possível. Nesta perspectiva negativista, aprendemos mais sobre o nosso antagonista principal, Darth Vader, e o facto de podermos acreditar que há uma solução para ele. Será que conseguiremos resistir ao lado negro da força? Também passamos a conhecer essa figura horrenda e misteriosa que é o Imperador, apresentado numa perspectiva bastante assustadora.

    É também neste filme que se desenvolve a história de amor entre a Princesa Leia e Han Solo, o que vem mais uma vez deminstrar a força das personagens da qual tinha falado no comentário ao primeiro filme.

    Fica a nota também para a excelente banda sonora, composta e dirigida por John Williams. Pela primeira vez conhecemos o tema da Marcha Imperial, que todos sabemos da cultura popular mas que dentro do contexto tem um efeito emocional completamente diferente. No geral, toda a banda sonora é excelente, passando rapidamente de temas extremamente pesados para música ligeira (alienígena)

    Em termos de efeitos especiais, repara-se numa certa evolução das técnicas, que continuam bem integradas e com sequências de acção muito capazes para a época.

    É um filme que pede desesperadamente uma continuação e é, por muitos, considerado o melhor da saga. Apesar de tudo, gostei mais do terceiro, de que falarei de seguida.
  • Star Wars - Episode IV: A New Hope

    0
    Star Wars - Episode IV: A New Hope
    George Lucas
    Filme
    1977
    6 em 10

    Eu sei que é quase criminoso uma pessoa ver tanto anime e ler ta ntos livros e estar no espectro do "geek" e nunca ter visto o Star Wars. Portanto, semelhante pecado teve de ser corrigido! Foram os primeiros filmes de 2015, pois apenas os começámos a ver a partir da meia noite (até lá gastamos o tempo a dançar dentro de caixinhas, vide filme anterior)

    Para começar, temos de admitir desde logo que, para Space Opera, a história não é especialmente complexa. Temos um império do mal que só poderá ser vencido através de uma força rebelde. Mas será que vão conseguir? Para isto junta-se uma equipa improvável, composto por um rapaz (Luke Skywalker) com jeito de mãoes, a Princesa Leia, que é uma princesa, um caçador de recompensas cheio de estilo porque é o Harrison Ford , o Chewbacca e dois robots. 

    São os personagens que fazem deste filme uma viagem absolutamente deliciosa. Para começar, são todos muito bem definidos e pessoas cheias de força de vontade. A relação entre eles está cheia de dinâmica, sobretudo entre os robots. E, no geral, passamos a gostar imenso destas pessoas.

    Ora, para começar toda a história temos de conhecer Obi Wan Kenobi, que desaparece logo no início pelas mãos do temível Darth Vader. Vocês conhecem a história. A única coisa que me pareceu estranha foi o facto de Skywalker aceitar desde logo a misão imposta pelo seu mestre, sem duvidar de nada. Foi tudo demasiado rápido. Aliás, é um problema ao longo de todos os filmes, as conclus
    ões serem demasiado precipitadas.

    Em termos de efeitos especiais, apesar de eu ter visto uma versão retocada digitalmente, temos o melhor que a época nos tem para oferecer, de forma a que a coisa não envelheceu muito. Temos uma série dee maquinaria muito bem concebida e os seus movimentos estão muito bem integrados nos cenários. Todos os monstros e alienígenas são extremamente curiosos.

    Depis deste filme fiquei logo com vontade de acrescentar a Princesa Leia aos meus planos de cosplay, que podem ser vistos no Cosplay Portfolio, e é isso mesmo o que vou fazer. :)


  • Copyright © - Não me Apetece Estudar

    Não me Apetece Estudar - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan