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  • Bishoujo Senshi Sailor Moon Eternal

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    Bishoujo Senshi Sailor Moon Eternal
    Chiaki Kon - Toei Animation
    Anime - 2 Filmes
    2021
    6 em 10


    Quem me conhece sabe que amo Sailor Moon de paixão, e que este é o meu arco preferido da série toda. Mas estes dois filmes acabaram por me desapontar bastante, talvez pela influência do famigerado Studio Deen, que também fez parte da produção.

    O primeiro filme é quase como um apresentar sucessivo de cada uma das Sailors, dos seus sonhos futuros e dos seus medos ocultos. De certa forma interessante, mas acaba por não explorar as características dos inimigos, o que para mim era a parte mais importante do arco. No segundo filme vamos entrar em lutas e novas tranformações e - o que mais detestei - ignora-se completamente a backstory da vilã, que era a minha parte mais de mais preferida de toda a série.

    A animação tem momentos bastante bons, mas as cores parecem-me demasiado vibrantes, sendo que a codificação de cores acaba por ser muito exagerada.

    Também a banda sonora me desapontou.

    Agora aguardo pelos últimos filmes para dar conclusão ao Crystal.

  • Sasaki to Miyano

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    Sasaki to Miyano
    Kananiwa Kozue - Studio Deen
    Anime - 12 Episódios
    2022
    5 em 10


    Para variar um pouco, uma história de BoysLove.

    Miyano é um fudanshi, rapaz que gosta de livros BL. Sasaki pede-lhe uma recomendação de manga e começa a gostar destes romances. E, com isso, no meio de muitas dúvidas e tabus, eles apaixonam-se.

    É um anime de romance muito simples, com vários elementos slice of life escolares, e momentos típicos deste tipo de narrativa. As personagens são simpáticas e o seu conflito sexual é algo pouco abordado em animes BL, que usualmente se remetem a uma grande fantasia social.

    Infelizmente temos uma animação praticamente inexistente, e uma banda sonora incapaz de nos atrair para a beleza do romance.

    Por isso, é um anime simpático mas muito pouco criativo.

  • Tonkatsu DJ Agetarou

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    Tonkatsu DJ Agetarou
    Daichi Akitarou - Studio DEEN
    Anime - 12 Episódios
    2016
    5 em 10

    Comecei a participar num novo clube, que tem uma actividade de Amigo Secreto em que recomendamos animes uns aos outros. Desta vez calhou-me este anime, 12 episódios de 9 minutos cada um.

    Gostei, aprendi coisas sobre ser DJ, que era uma coisa que eu por acaso adorava fazer. Infelizmente achei a música (e um anime destes devia ter grande música) muito básica e repetitiva, sem uma influência que eu estava à espera que é o Shibuya-kei. Também achei a arte muito simples, apesar de funcionar no contexto. 

    No geral foi uma aventura engraçada, mas não o suficiente para lhe dar uma boa classificação.

  • Nurarihyon no Mago

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    Nurarihyon no Mago
    Nishimura Junji - Studio Deen
    Anime - 24 Episódios + 24 Episódios
    2010
    5 em 10

    Um anime estupidamente mau que não entendo estar recomendado em listas (de recomendações).

    Um rapazinho niquento e feio é a reencarnação de um tipo com a cabeça oval e, por isso, o líder de um clã de yokais irrelevantes. A primeira season é toda passada com o rapazito a tentar esconder que a casa dele é um antro de demozitos. A segunda season ignora completamente a existência da primeira e é um shounen de batalha bastante típico. Ignora tanto a season original que o rapazito nunca mais aparece, sendo substituído pelo seu avô de imensos cabelos longitudinais.

    A animação e o design das personagens são absurdos, embora na segunda season haja bastantes melhorias em todos os aspectos. A banda sonora é típica, assim como toda a narrativa, que já vimos em histórias de yokais uma e outra e outra vez.

    Foi um anime que me causou ódio e acho incompreensível que o cabeça de beringela seja considerado um ideal de beleza masculina de anime. É um cinco porque é a média de quatro e seis.


  • Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!

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    Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!
    Kanasaki Takaomi - Studio Deen
    Anime - 11 Episódios + 10 Episódios
    2016
    5 em 10
    Um ota-cu com uma vida infeliz e incompleta, morre de uma maneira idiota e reencarna como ele mesmo num mundo de fantasia. Ajudado por uma deusa, uma tipa que faz explosões e uma guerreira s-m, vai viver aventuras fantásticas a matar sapos.

    Este é um anime que vive unica e exclusivamente das piadas que faz a referenciar outras coisas. Não tem um pingo de caracterização nem uma história que possamos seguir e que nos leve a algum lado.  Os arquétipos das personagens são vulgares e o seu código de cores aborrecido.

    Nenhum momento deste anime me inspirou um sorriso nem mais nada além de aborrecimento profundo e um desejo enorme que ele terminasse. Para além disso, a animaçã é bastante infeliz, ainda mais na segunda season em que tinham uma obrigação moral de fazer algo melhor.

    Para um anime que se acha a última bolacha do pacote, devo dizer que é daquelas bolachas todas partidas.
  • Sekaiichi Hatsukoi 2

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    Sekaiichi Hatsukoi 2
    Kon Chiaki -Studio Deen
    Anime - 12 Episódios + 1 Filme + 1 Special
    2011
    5 em 10

    Anuncio que estou a iniciar uma nova PTW, que consiste em ver todos os animes das primeiras sei-lá-quantas páginas do Top Mais do MAL. Todos os que ainda não vi. Este foi o primeiro e a prova contundente de que, em dez anos de vida, muita coisa se alterou e, se calhar, já não gosto de todo e qualquer BoysLove que me metam à frente.

    Esta segunda season (eu mal me lembrava da primeira), mais um filme, mais um special, trazem-nos mais aventuras e contradições entre os casalinhos homossexuais mais fofinhos e sexys. Aqui começa o problema: os personagens comportam-se como se tivessem todos doze anos e não soubessem como lidar com os pequenos imprevistos da vida. São desastrados, estão sempre envolvidos em mal-entendidos e não comunicam uns com os outros como pessoas normais. No fundo, não têm qualquer tipo de personalidade sem ser a dicotomia seme/uke e acabam por ser conceitos muito esponjosos, que tomarão a atitude mais conveniente e que culmine numa beijoca ou noutra coisa qualquer.

    Os designs são feios, sobretudo o estilo utilizado nas expressões, que são insossas e pouco distinguíveis. Tive muita dificuldade em saber quem era quem: são todos iguais e são todos feios e nenhum é sensual e mesmo quando aparecem semi-nus ou em situações de conflito sexual, continuam a ser perfeitamente irrelevantes.

    Não temos uma banda sonora para chamar de música e o trabalho dos actores de voz é muito pouco convincente.

    Este BL não me representa. Tragam-me Fuyu no Semi de volta. D:

  • The Reflection

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    The Reflection
    Nagahama Hiroshi - Studio Deen
    Anime - 12 Episódios
    2017
    5 em 10

    Outro anime da season que termina. Esta é o tipo de série que começa com uma premissa muito interessante mas que se perde completamente dentro do seu próprio conceito. Inspirada de maneira um pouco rígido na tradição do comic americano, distingue-se sobretudo por ter um design bastante diferente do habitual.

    Ora, um dia na vida destas pessoas, acontece algo estranho: The Reflection. A partir daí, algumas das pessoas ficam com super-poderes, sendo que subitamente se vêm perseguidas por uma terrível organização. Isto é estranhamente semelhante a um certo comic americano, não é? O anime segue a vida deste conjunto de pessoas que são super-heróis, confrontando-as com diversas situações que têm tanto de fascinante como terrível. Mas a sucessão de acontecimentos acaba por facilmente previsível para quem tenha o mínimo de noção da estrutura da banda desenhada referida.

    A arte é curiosa ao início, pois os designs estão muito ocidentalizados, assim como todo o sombreamento e cores. Temos a sensação de estar realmente a ler uma banda desenhada, pois os temas utilizados são muito reminiscentes desta, quer nos personagens quer nos próprios cenários. A animação não é, no entanto, extraordinária, sendo que o nível de produção não é especialmente notável.

    A música é interessante, sobretudo a ED, sendo a banda sonora discreta mas, ainda assim, bastante eficiente.

    Talvez este seja um bom anime introdutório ao universo da animação japonesa mas, fora isso, não lhe encontrei grandes qualidades.

  • Touka Gettan

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    Touka Gettan
    Yamaguchi Yuuji - Studio Deen
    Anime - 26 Episódios
    2007
    6 em 10

     Este anime surgiu sugerido no meu clube mesmo na melhor altura, porque já o tinha sacado para ver. ;)

    Trata-se de um anime um pouco estranho ao início, porque a estrutura narrativa não é de todo vulgar. Muitas pessoas sugerem vê-lo do fim para o início, porque está tudo ao contrário. é uma história de raparigas bonitas envolvidas em processos mágicos e estranhos, até aí tudo bem. Mas o facto de o anime estar de trás para a frente torna tudo muito pior do que poderia ser ao início: se os primeiros episódios estão recheados de acção e coisas surpreendentes, à medida que vamos prosseguindo com o anime este fica cada vez mais vulgar e slice-of-lifesco, chjegando ao cúmulo de colocar todas as personagens num concurso de beleza.

    Estas também não beneficiam de caracterização precisamente por causa desta estrutura estranha. Ao início não sabemos nada sobre elas nem como chegaram a esta sigtuação, mas à medida que as vamos conhecendo ao revés tornam-se muito menos interessantes qyue o esperado.

    A arte e animação é bastante bem conseguida nos primeiros episódios, ficando completamente sub-aproveitada nos seguintes. O penúltimo episódio tem uma opção artística muito curiosa e é, sem dúvida, o melhor do conjunto.

    Musicalmente, nada de especialmente bom.

    Um anime que falha quando tenta ser melhor.



  • Kore wa Zombie Desu ka?

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    Kore wa Zombie Desu ka?
    Kanasaka Takaomi - Studio Deen
    Anime - 12 Episódios
     2011
    4 em 10

    Este anime é muito famoso por uma razão: tem um bacano vestido de menina mágica. Oh! Mas que tão imensamente, profundamente, estilisticamente... CÓMICO! Oh sim.

    Ou não,

    Este anime foi a tentativa mais infeliz de fazer uma comédia que vi nos últimos tempos. Tudo se resume a "ah, sim, eu faço estas coisas porque sou um zombie". Depois temos uma história muito épica em que não se passa grande coisa para que tudo faça sentido. Excepto que essa história paralela é tão seca, que nem valia a pena terem-na posto lá. De resto, este anime consiste em meninas fofas com grandes olhos a fazerem compras e a experimentarem roupa.

    Os personagens são abstrusos. No fundo, ser "zombie" é razão para que todas as situações, por mais rebuscadas que sejam, possam acontecer. As meninas, nem podem ser consideradas como recortadas do cartão canelado. São mais recortadas de guardanapos de papel, porque não se pode dizer que tenham qualquer tipo de traço de personalidade que as distinga quer umas das outras quer do ambiente que as rodeia.

    A animação é terrível, com imagens tridimensionais absolutamente deslocadas do resto do cenário e cenas de acção animadas sem qualquer tipo de cuidado. Os designs não fazem sentido e estão desactualizados no seu pleno (suponho que as personagens procurem uma certa identidade "gótica", mas é tudo tão foleiro que nem sei o que dizer)

    A música é perfeitamente incapaz de fazer ressurgir algum tipo de sentimento no visionante. A OP e a ED são exactamente iguais a tantas outras que já ouvimos anteriormente.

    Enfim, um anime que espero esquecer rapidamente, porque os meus olhos gromitam só de pensar nele.
  • Super Lovers

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    Super Lovers
    Ishihira Shinji - Studio Deen
    Anime - 10 Episódios
    2016
    5 em 10

    Com este anime termino a season de Primavera. Comecei a vê-lo porque há bastante tempo que não pegava num BoysLove e experimentava um certo tipo de saudade em relação ao género. Mas este anime trouxe-me uma certa revelação, que talvez esteja relacionada com o ascender de minha provecta idade. Parece-me que, infelizmente, este tipo de BL me faz uma certa confusão.

    Mas o que deveria eu esperar de um anime chamado "Super Lovers" com um puto e um adulto abraçados na imagem promocional? Repare-se que eu antes até achava piada a isto. Era romântico e fofo e tal. Mas agora estou a ter dificuldade em ultrapassar este tipo de mecanismo narrativo.

    Processa-se assim: um gajo todo bom vai ao Canadá e descobre que a sua jovem mãe adoptou um puto todo bom. Depois eles crescem mais um pouco e desenvolve-se uma relação de amor fraternal que excede as necessidades entre-irmãos. Ao início, até era um anime simpático: como conquistar a amizade de um miúdo que só fala com cães e, progressivamente, entrar no seu mundinho. Mas a partir do momento em que a narrativa se passa no Japão, tudo começa a tomar proporções muito estranhas.

    Poderia ter sido um anime que explorasse a descoberta da sexualidade do eu adolescente, mas a caracterização dos personagens não o permite. Para começar, são fixas dentro das suas personalidades, acabando por entrar de rompante por dentro do estereótipo "seme" e "uke", o que já se vem tornando aborrecido. Mesmo dentro disto, os personagens têm atitudes erráticas: por vezes demasiado infantis, outras demasiado adultos, nunca um meio termo. A relação em si é estranha porque, apesar de serem irmãos adoptados, há sempre uma aura incestuosa vagando por cima de nós. Existe mais uma série de outros personagens, mas que não contribuem em nada para a narrativa e que não sofrem qualquer tipo de caracterização ou desenvolvimento.

    A arte é básica, muito típica do género, sendo que o design dos personagens peca pela falta de originalidade e realismo. Não temos grandes cenas de animação e o aspecto mais interessante acaba por ser o design dos canídeos que populam o anime em maior ou menor quantidade.

    Musicalmente, temos uma sonoridade repetitiva, com OP e ED pouco inspiradas e o resto da banda sonora muito pouco memorável.

    Para mim, uma experiência que teve o seu valor, pois revelou que estou velha para isto.

  • Zipang

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    Zipang
    Furuhashi Kazuhiro - Studio Deen
    Anime - 26 Episódios
    2004
    8 em 10

    Há muito tempo que não via um bom anime e, para mais, um anime de guerra que estivesse realmente bem feito. Apesar de alguns defeitos, não me coibi de dar uma excelente classificação a Zipang, um anime memorável e marcante que poderá ter passado ao lado da maioria dos fãs.

    Tudo começa quando Mirai, uma embarcação militar com todo o top de modernidade e todas as características mais evoluídas que poderá ter este tipo de objecto, navega pela primeira vez e, numa noite de nevoeiro, é atingida por um raio. Qual a surpresa dos seus tripulantes quando se vêm no meio do Oceano Pacífico em plena Segunda Guerra Mundial! Isto, desde já, é um pouco revolucionário no mundo do anime: é uma raridade ver animes sobre a grande guerra que tratem do assunto com objectividade e relatem factos verdadeiros sem os ocultar debaixo de metáforas como naves espaciais, robots e toda essa parafernália de invenções. São giras, claro, mas por vezes faz falta um pouco de realidade nua e crua. Mas a força da narrativa atinge o seu verdadeiro significado quando os personagens são postos à prova perante o seguinte paradoxo: este barco tem o poder de ganhar a guerra, com todas as suas características tecnológicas; no entanto, se mudarem o passado, a vida que eles têm no século XXI poderá ser completamente diferente? O que fazer? As coisas mudam quando, por acaso, salvam um agente das secretas de morrer afogado. E aí, o passado entra em jogo.

    É um anime que provoca debate aceso entre os personagens, entre o que deverá ser feito moralmente, o que deverá ser feito na prática, e as consequências disto para o futuro que todos conhecemos. Os nossos personagens começam a participar activamente, embora de forma puramente defensiva e com o objectivo de "salvar vidas" numa guerra que está perdida desde a sua génese. Acabam por conhecer outras pessoas que concordam, mas também outras que não conseguem aceitar isto. E é neste caldeirão de personalidades que o espectador tem de procurar uma identificação. É fácil de encontrar alguém neste anime por quem nutrir algum carinho: há uma grande variedade de pessoas, cada uma perfeitamente construída sobre uma base sólida (um passado, uma família, uma maneira de ver o mundo) e cada uma, também, com um caminho evolutivo evidente. Os personagens que conhecemos no início de Zipang mudam radicalmente à medida que o anime se aproxima do fim e mais coisas terríveis começam a acontecer à nossa tripulação.

    Se temos uma história e personagens muito sólidos, não poderemos, infelizmente, dizer o mesmo da arte. Teremos de aceitar que toda a maquinaria está muito bem estudada, com designs historicamente informados e muito funcionais. Aliás, o facto de todos estes navios e aviões terem existido realmente é um ponto fulcral na narrativa, pois permite aos personagens do "presente" ter uma vantagem em relação aos do "passado". No entanto, efeitos especiais como explosões, efeitos aquáticos, fumo, tudo isso foi feito por métodos digitais que não se coadunam bem com o resto do cenário. Este, tem pouco detalhe paisagístico e está bastante limitado a eventos marítimos.

    Musicalmente, temos alguns momentos um pouco repetitivos, mas OP e ED apropriadas ao assunto que vai ser tratado.

    Talvez a pior parte deste anime tenha sido o facto de não haver um final conclusivo para a história. O anime de Zipang conta-nos apenas um arco muito inicial de uma narrativa que se prolonga por pelo menos mais três anos (até ao fim da guerra). Isso desapontou-me bastante, mas não o suficiente para reduzir a classificação do anime.

    Assim, recomendo vivamente que todos vejam esta peça. É original, único e muito bem feito em termos históricos e narrativos. Impressionou-me muito em algumas partes, noutras comoveu-me. Irei lembrar-me dele por muito tempo.

  • Ongaku Shoujo

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    Ongaku Shoujo
    Ishigura Kenichi - Studio Deen
    Anime - Filme
    2015
    5 em 10

    Um novo anime do projecto Anime Mirai, que visa lançar novos realizadores tendo como suporte grandes e conhecidos estúdios. Infelizmente, este anime fica muito aquém das expectativas.

    É uma comédia simples, sobre duas meninas que cantam. Com apenas 25 minutos para explorar estas personagens, elas acabam por ser bastante insossas, sem nenhuma característica que as distinga para além da irritação que causam. Na verdade, são dois recortes da caixa do chocapic muito desagradáveis e o anime estaria bem melhor sem elas. Na narrativa, desenvolve-se uma relação de amizade atribulada, que poderia ter algo de belo se as personagens fossem completamente diferentes. São tão "aleatórias" que acabam por cair num estereótipo de idiotice.

    Na animação não há nada de único nem de especial. Apesar das cores vibrantes, paleta variada, os cenários não têm detalhe e tudo gira em volta destas duas meninas de design mediano. Não há qualquer tipo de variedade nem de experimentação, é um pequeno filme que não arrisca nem sai da caixa da normalidade, apesar de ter liberdade para se fazer o que quiser.

    A música, que deveria ser o ponto principal, é desinspirada e mal interpretada.

    Assim, fica a esperança de que os outros elementos do projecto tenham corrido melhor.

  • Seitokai no Ichizon

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    Seitokai no Ichizon
    Sato Takuya - Studio Deen
    Anime - 12 Episódios
    2009
    5 em 10

    De quando em quando, aparece este tipo de anime. Um anime que é feito para parodiar, gozar, com outros animes. Antigamente, gostava muito deles: eram um teste ao meu conhecimento. Se eu percebesse as piadas, significava que era uma animófila de primeira. Mas hoje em dia, com mais umas centenas de títulos no bolso, parecem-me demasiado acessíveis, simples e não lhes acho graça. Na verdade, como sabem, eu sou uma pessoa destituída de sentido de humor. Portanto comédias... É difícil para mim apreciá-las. Sobretudo se são assim.

    Seitokai no Ichizon segue a vida diária de uma associação de estudantes, em escola anónima e em circunstâncias que levam a que todos os membros sejam miúdas giras. Fora o nosso personagem principal. O anime consiste, então, nas suas conversas que, por sua vez, deveriam ser muito engraçadas. Ignorando o factor supostamente cómico que elas deveriam ter, posso dizer que me pareceu que os gags eram demasiado excessivos, insistindo constantemente no elemento "isto é um harem". Acaba por ser uma paródia de si próprio, mas é levado à exaustão o que se torna repetitivo e cansativo.

    Os personagens são folhas brancas, com características que os tornam exactamente iguais àquilo que tentam parodiar. Para mais, os seus designs são pouco únicos, a ponto de podermos confundir o único rapaz (fonte de comédia) com mais uma rapariga bonita. As vozes não me pareceram nada apropriadas, ficando eu com o sentimento de que outras pessoas quaisquer, que não os personagens, estavam a falar. Simplesmente não há uma associação coerente entre todos os elementos característicos desta gente, o que reduz o potencial que poderiam ter para nos fazer rir.

    A arte é simples, apesar de luminosa, dedicando-se sobretudo a planos parados que consistem muitas vezes em cenas ecchi. O sentimento do anime é gozar com elas, mas para isso não faria mais sentido tornar estas cenas sensuais em algo ridículo?

    Musicalmente, nada de especial a apontar, mas fique a nota de que os efeitos sonoros dos gags não eram assim tão desagradáveis.

    Talvez isto tenha a sua graça para quem não tenha o corpo cheio de animes até à medula, que é o meu caso.

    Edit: Fiz uma conta no Bloglovin' de forma a chegar a mais pessoas. Pediram-me que pusesse um link para me associarem aqui a este sítio. Aqui está ele.

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  • Shion no Ou

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    Shion no Ou
    Kawase Toshifumi - Studio Deen
    Anime - 22 Episódios
    2007
    6 em 10

    Finalmente de volta a ver anime para o clube! Vale sempre a pena.

    Shion no Ou, o Rei de Shion, fala sobre um jogo pouco referenciado no anime: shougi. Trata-se de um jogo japonês muito semelhante ao nosso xadrez, mas com algumas regras distintas. Não posso elaborar muito sobre isto, pois não compreendi bem o jogo. Shion é uma rapariga que não fala, comunicando-se apenas por frases escritas num bloco de notas. Isto porque os seus pais foram brutalmente assassinados à sua frente quando era muito pequena. À medida que joga e avança neste campeonato, Shion aprende mais sobre o assassino e sobre as pessoas que o rodeiam.

    É um anime bastante interessante, mas há algumas coisas nas quais a história peca. Para começar, o aspecto do jogo não é muito desenvolvido, não dando ao espectador oportunidade de compreender o jogo e as estratégias utilizadas completatamente. Isto tira parte do entretenimento do anime, que se foca bastante neste aspecto. Por outro lado, há coisas que não fazem muito sentido acerca do crime inicial, nomeadamente porque é que a polícia não associou, apesar de ter tido tantos anos para investigar, o assassino ao tabuleiro de shougi.

    Os personagens são cativantes, havendo uma dicotomia muito interessante entre Shion e um crossdresser. Não só estas pessoas têm características bastante humanas e com as quais nos podemos relacionar, mas o envolvimendo delas uma com a outra e com o universo ao redor está bastante bem construído, criando um laço que tanto pode ser de amor como de amizade no seio de um jogo que se caracteriza pela guerra, pela oposição e pela conquista. Sobretudo Shion, é uma menina da qual não podemos deixar de gostar: sincera, honesta, um elemento pacificador.

    A arte tem traços fortes e cores bastante vivas, embora tenha achado que o teor do anime merecesse um ambiente mais noir e um pouco mais opaco. Não existem grandes cenas que demonstrem uma animação excelente, mas talvez a simplicidade dos movimentos ao longo da narrativa seja o suficiente para criar uma boa arte.

    Se a OP não é muito feliz, é largamente compensada por uma ED cheia de esperança. O tema recorrente, em piano, ao longo das cenas, cria uma tensão imensa, tanto nos jogos, como nas memórias.

    É um anime bastante bom, mas apesar de tudo tem certas falhas que não o tornam perfeito. Recomendo-o casualmente, mas não o colocaria numa lista.
  • pupa

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    pupa
    Mochizuki Tomomi - Studio Deen
    Anime - 12 Episódios
    2014
    4 em 10

    Um anime para o qual se gerou uma grande expectativa e que se revelou desapontante e inútil.

    Primeiramente porque o que se esperava ser uma série de horror é apenas um conjunto de clips com dois minutos. A história, mal explicada e sem conclusão ou narrativa coerente, é a de uma miúda que se transforma num monstro canibal. Pelos vistos ela ama o irmão mais velho (nii-chan nii-chan) e come-o às dentadas, sendo que ele se regenera.

    No final não passa de cenas de amor fraternal da miúda a comer o miúdo, tudo isto com uma dose demasiado carregada de censura que não permite nem o motivo violento actuar nem quase perceber o que se está a passar (não que haja muita coisa a passar-se)

    Os designs têm uma tonalidade interessante, com uma textura própria. Também existem cenas da infância relatadas por ursinhos que poderiam dar uma perspectiva original à história, se existisse uma história.

    em termos musicais, a OP e ED (que ocupam metade de cada episódio) são intensas e bonitas.

    Infelizmente, nada disto compensa a ausência de narrativa e de desenvolvimento dos personagens. O conceito está interessante, mas foi muito mal executado.
  • Maria Sama ga Miteru

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    Maria Sama ga Miteru
    Kato Toshiyuki - Studio Deen
    13 + 13 + 13 Episódios + 5 OVA + 13 + 13 + 5 + 13 Specials
    2004
    7 em 10

    E o ritmo de uma série por semana concretiza-se imediatamente. É isto o que da ter o dia de Carnaval para fazer nada! =D Demorei algum tempo com isto porque são quatro seasons, cada uma com specials de um minuto. Vou falar, neste comentário, na minha impressão geral da série, pois as seasons completam-se como um todo, dando uma conclusão à história (que ainda poderia continuar, apesar de tudo)

    Fatia-de-vida, acompanha os dias de um grupo de raparigas numa escola católica feminina, Lillian. Não é um grupo de raparigas quaisquer, mas sim as "rosas" da escola, a Associação de Estudantes. Nesta escola, há um sistema senpai-kouhai que se baseia em "irmãs": as estudantes mais velhas escolhem uma "irmã mais nova", que acompanham e protegem ao longo do seu percurso escolar. Esta relação baseia-se em respeito e carinho, também num amor fraternal. Isto é tudo muito bonito, apesar das nuances amorosas com tendÊncias yuri que pontuam os momentos, sendo por vezes muito evidentes e essenciais ao desenvolvimento dos personagens. Mais uma prova de que este tipo de anime não é uma coisa má e que eu fiz muito mal em evitá-lo durante tantos anos por razões perfeitamente idiotas.

    As personagens são únicas. Cada uma tem uma característica que a define em relação ao resto do grupo, mas não estão limitadas a uma categorização. Olhando para o conjunto, temos um grupo de raparigas muito humanas, apesar da sua inocência. Este elemento torna todas as relações extremamente puras e não há qualquer tipo de maldade em nenhum momento da série.

    A arte não é muito boa, com excepção para a terceira season. Como são OVAs, o investimento terá sido mais cuidado. Não existem grandes cenas de acção que possam mostrar a qualidade da animação e os designs das personagens não são muito originais. Nota para as "várias caras de Yumi" (facto que me referiram quando anunciei que ia começar a ver a série), que a distinguem em relação às outras personagens.

    A música é muito calma, com excepção das OP e ED da quarta season, trazendo uma aura de inocência religiosa como tema principal do anime.

    No geral, dou-lhe uma nota um pouco acima da média. Foi uma experiência relaxante e interessante, que posso recomendar.
  • Rozen Maiden (2013)

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    Rozen Maiden (2013)
    Omata Shinichi - Studio Deen
    Anime - 13 Episódios
    2013
    6 em 10

    Olá, boa noite e feliz outono! Antes de começar, gostaria de informar que tenho passado o fim de semana num maravilhoso congresso de bem estar e comportamento animal (onde tive um poster exposto). Além disso, ontem foi o meu aniversário! Este ano não vai haver dar-embora, devido à pouca adesão do ano passado. No entanto, podem contar com sérias novidades para este espaço (algumas engraçadas, outras mesmo sérias e não tão boas, dependendo da perspectiva) que informarei assim que estiver tudo organizado.

    Agora, vamos passar para Rozen Maiden!

    Rozen Maiden foi um dos meus animes preferidos quando me estava a iniciar no universo do anime legendado e downloadado. Dei-lhe um nove em dez, o que seria impossível e estranho para os parâmetros de hoje em dia. Assim, foi com grande excitação que recebi a notícia de um novo anime desta série. Segundo os conhecedores do manga, que não li (mas que estive quase para comprar uma vez), poderia ser um remake - o que eu achava muito boa ideia - ou poderia ser uma animação da versão alternativa do manga. Seguiram a última opção. O resultado final é bastante interessante.

    Nesta história observamos a vida de um Jun paralelo: aquele que ao receber a boneca decidiu não lhe dar corda. Devido à acção nefasta da sétima boneca, Kirakishou, ele vê-se envolvido na guerrilha do Alice Game do outro universo, aquele do Jun que deu corda à boneca. Isto mantém toda a estética do Rozen Maiden original, mas tem um pouco mais de maturidade, uma perspectiva um pouco mais adulta.

    A estética mantém-se a nível de design, desenhos e sonoros. O som é mais uma vez patrocinado por Ali Project, a banda perfeita para um anime sobre bonecas de porcelana, se bem que por vezes tem momentos muito anticlimáticos. Estes também aparecem sempre que existe comédia, com desenhos simplificados. 

    A animação não tem nada que a distinga, se bem que as perspectivas manietadas por CG dão um aspecto muito pobre ao cenário. No entanto, é interessante ver como a indústria evoluiu, sendo que há muito pouca diferença de anos entre um anime e o outro. As cores são intensas e gostei muito das texturas que por vezes eram aplicadas nas roupas das bonecas, em momentos de luz mais melancólica.

    As personagens mantém as suas características, cada boneca com a sua personalidade muito própria mas sem grande desenvolvimento. Ainda assim, Jun (adulto) recebe desenvolvimento pela sua interacção com as bonecas, com uma evolução discreta mas firme com a qual me identifiquei bastante. Os temas abordados por esta personagem também são muito actuais (amigos, emprego, a vida futura).

    De resto, a história pede uma segunda season, que com certeza teremos (se o senhor for grande e o Studio Deen o permitir). Gosto muito destas bonecas e até gostaria de fazer cosplay de Suiseseki (vide o meu Cosplay Portfolio). Assim, deixo-vos aqui uma coisa muito engraçada: a marca de roupa lolita Innocent World deu vida aos vestidos de Rozen Maiden! E podem comprá-los aqui por um preço exorbitante! =D
  • Simoun

    0
    Simoun
    Nishimura Junji - Studio Deen
    Anime - 26 Episódios
    2006
    6 em 10

    Demorei bastante tempo a ver este anime, o que me desregulou o esquema de visionamento de todos os outros, por causa do cosplay. E porque, por uma vez, quis ver o anime com atenção. Já há algum tempo que não apanhava um tão interessante. Estava com um certo receio pois o anime estava classificado como yuri, e eu sempre me mantive de pé-atrás com esse género. Mas, finalmente, decidi por de lado o meu preconceito, até porque é um preconceito que não faz qualquer tipo de sentido e é idiota. Valeu a pena.

    Este anime passa-se num planeta com dois sóis que tem três países conhecidos. A narrativa passa-se em Simulacrum, uma teocracia que acredita em Tempus Spatium. Neste país existem sacerdotisas, sybillas, que conduzem os simouns, carruagens dos deuses. No entanto, o país entra em guerra com os países vizinhos e as sybillas vêem-se obrigadas a usar os seus simouns para fazer a guerra. Os simouns fazem desenhos no céu, que têm várias funções e alguns são altamente destrutivos.

    A história acompanha a vida do Chorus Tempest, um grupo de doze sybillas. Pareceu-me que eram demasiadas personagens, sendo que algumas tinham muito pouco conteúdo e eram bastante desnecessárias. Existe uma história de amor que só se revela no final. Esperava que falassem mais sobre a guerra e suas causas, mas o anime preferiu focar-se nas aventuras e desventuras das meninas. Note-se que estas meninas não são realmente meninas, pelo que os frequentes beijos não farão assim tanta confusão a pessoas mais fóbicas: elas ainda não têm sexo definido. Em Simulacrum, as pessoas podem escolher o seu sexo aos dezassete anos, visitando uma fonte para esse efeito. Para mim a parte que mais me agradou foi precisamente o último episódio, que mostrou o que cada uma das personagens escolheu. Não é que as aventuras e desventuras sejam más, a verdade é que até são bastante interessantes. Mas como são muitas personagens é difícil manter o foco e por vezes perdi-me (sobretudo quando ainda não sabia o nome das raparigas todas)

    O mundo está muito bem construído e, mais do que os dramas pessoais das moças, é isso o que torna este anime extremamente interessante.

    A animação é inconsistente. Os designs estão bem concebidos, sobretudo para a maquinaria (que se baseia nos chamados "helical motors") mas esta é feita em CG. O CG integra-se bem na maior parte das vezes, mas cansa. Por outro lado, a animação das pessoas está um pouco descuidada em alguns momentos, o que corta o efeito de belo que poderia ter.

    A banda sonora é muito completa e original, mas a sua aplicação é errónea e anti-climatiza imensos momentos, com uma ironia que não se aplica à história em causa.

    Mas, no geral, um anime muito bom. O culminar da história (Aeru - A maior forma de amor) é uma maneira muito bonita de acabar. O universo é fantástico. Não lhe dei melhor nota por causa da animação e música, mas recomendo vivamente, sobretudo para quem  - como eu - se venha a iniciar neste universo do shoujo-ai.


  • GetBackers

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    GetBackers
    Motonaga Keitarou - Studio Deen
    Anime - 49 Episódios
    2002
    6 em 10

    Esta é uma série para a minha lista de "todos os animes BL, Yaoi, Shounen-ai e slashable". Acho eu, pelo menos tem dois gajos muito amiguinhos um do outro e mais uma série de gente gira. É engraçado por alguns momentos, mas 49 episódios disto é claramente demais.

    A animação é um ponto forte deste anime e a razão pela qual não lhe dou uma nota mais baixa. É bastante moderna para a época e tem cenas muito boas, apesar de não serem especialmente complexas. A acção está bem construída, misturando alguns elementos de comédia que tornam o ambiente mais leve. Isto pode ser um pau de dois bicos, dado que o ambiente desta série é bastante negro por defeito e envolve muitas lutas e guerras do "submundo" da máfia, dos gangs e dos yakuzas.

    Nesse aspecto, a série não sabe muito bem onde quer ir. Isto é quase um "monstro da semana", com personagens recorrentes e alguma ridicularia cómica à mistura. Mas também temos uma história de base que envolve o passado dos dois personagens principais. O principal erro na manutenção dessa história é a passagem do tempo e uma má definição de quem é exactamente o inimigo (isto é, a razão pela qual estão a lutar). Em termos de tempo, o passado destes personagens aparenta ser uma coisa longínqua. No entanto as crianças do passado não cresceram para o presente e a questão que se põe é "será que o passado deles na realidade foi há três semanas?"

    Os personagens, além de terem uns penteados profundamente irritantes e espetados, são bastante estáticos. Existem duas facetas básicas, a séria e a cómica, e os personagens limitam-se a transitar entre elas. É divertido ver as suas interacções, sobretudo com o grande grupo de personagens secundários repetentes, mas não há muito mais por onde se lhe pegue.

    Um anime com lutas interessantes e uns super poderes engraçados. Gajos giros com abundância, e maricones também. Um tipo que controla os animais, o poder que qualquer veterinário desejaria ter. Mas são quase 50 episódios desta gente à procura de coisas perdidas. Um conceito interessante, mas quye peca pela insistência. A mim bastavam-me 13 episódios que se focassem na história principal e menos serviços de encontrar coisas. Sim, um conceito interessante, que eu quando comecei a ver a série pensei que fosse super original e prático. Depois a minha amiga Andreia disse-me que já existem pessoas com esta profissão na vida real. Chamam-se detectives. :(

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