• Wonder Wheel

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    Wonder Wheel
    Woody Allen
    2017
    Filme
    5 em 10

    Quem me conhece sabe que o Woody Allen não é o meu realizador favorito e que tenho uma especial antipatia por todos os filmes em que ele aparece a fazer dele mesmo. Tendo o Qui prometido que, neste caso, ele não iria aparecer, aceitei ver a sua última obra.

    Num parque de diversões, uma família vive os seus problemas. O homem é um alcóolico em recuperação, a mulher queria ser artista e o filho desta é piromaníaco. De repente, aparece a filha do primeiro casamento do homem, que foge de uma relação abusiva com um gangster. Entretanto, triângulos amorosos se desenrolam e existe o Justin Timberlake.

    Este filme tinha bastante potencial, não fossem as personagens. Apesar de os actores, especialmente Kate Winslet, se esforçarem ao máximo para tirar alguma coisa daqui, todos estes personagens têm uma sobreprodução que lhes dá um ar falso e pouco realista. Os desejos deles são muito simples, e - precisamente por isso - a resolução dos conflitos acaba por ser extremamente previsível e aborrecida.

    Quanto à narrativa em si, peca pela simplicidade e por ser bastante inconclusiva. Isto é, penso que o autor transmitiu bem a sua ideia de "roda gigante" (um momento em cima, outro momento em baixo), mas os actos das personagens foram tão intensos, na sua perspectiva, que se calhar não se deveria abordar a conclusão com tanta falta de intenção.

    Um filme que se vê bem, mas que será rapidamente esquecido.

  • Anisama 2018

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    Anisama 2018
    Evento
    E, à terceira semana, os deuses disseram: "vais a mais um evento de anime e cosplê a ver se te atinas" :p Então, fomos ao Anisama! Depois de ter ido no seu primeiro ano, ainda num outro espaço, estava bastante curiosa sobre como seria esta edição. Preparei um skit, pus o fato no corpo e.... Lá fui eu ver se me atinava! xD

    Confesso que acordámos um pouco tarde. De todos os modos, graças ao meu talentoso GPS, chegámos a tempo e horas e encontrámos um lugarete para o carrete mesmo à porta do evente. Chovia como pequeninos potes de barro e lá fomos nós, com as peças do fato ainda por vestir e o meu cenário (uma caixa de cartão que, no passado, serviu para transportar ração para pequenos animais domésticos). À porta, após pequena fila, constatamos que não existe à vista uma lista de convidados e que, por isso, ninguém sabe se eu posso entrar sem pagar ou não.

    Chovia, pois. Chovia e então eu irritei-me e dei os dez paus para a mão dos jovens da bilheteira e recebi a mais chunga das pulseiras de papel plastificado. Informei-os de que seria interessante saberem alguma coisa sobre os participantes dos concursos, mas procedi a entrar sem mais reclamações.

    Entrada, busquei algum tipo de dado sobre o concurso em que iria participar. Perguntei às várias queridas pessoas dos meus conhecimentos, mas ninguém sabia nada. Então, achei uma voluntária, que me informa da localização do auditório e, também da localização dos balneários. Vazios, acabo de vestir o fato e vou em busca de um lugar onde possa deixar os meus objectos, cenários e props em geral. 

    Encontro outra voluntária que, caridosamente, me informa que não sabe nada mas que pensa que posso deixar tudo no bengaleiro. Paga-se o bengaleiro? Pois, claro que se paga! No meu choque, o choque de uma participante que tem de pagar para guardar uma caixa de cartão e uma maçã, decidi com o Qui que íamos deixar a caixa nos balneários, em cima de um armário, a fingir que fazia parte do cenário.

    E, portanto, procedemos a pesquisar o evento.

    Trata-se de um evento de diminutas dimensões, mas com uma grande variedade de ofertas. De certa forma, senti que o espaço poderia ter sido melhor aproveitado se mais partes da escola tivessem sido utilizadas. Da forma como estava, as bancas diluíam-se umas nas outras e, por vezes, tornava-se difícil distinguir quem era quem e quais os limites de cada um. Assim, o evento limitava-se a um longo corredor com bancas de artistas (que são bons artistas), com um pequeno espaço de convívio (que, à nossa chegada, estava bastante vazio) e uma sala de workshops.




    De todos os modos, não podemos negar que o que era oferecido era bastante diferente do habitual. Com comidas variadas, incluindo uma família coreana com suas comidinhas caseiras, um espaço de jogos que reunia tanto os retro como os mais actuais, um espaço exterior... Tinha tudo para correr bem. Não vi a sala de workshops, infelizmente, pois acabei por não assistir a nenhum. Gostaria de ter ido ao workshop dos The Forge Cosplay, mas não cheguei a horas. De todos os modos, soube que esse primeiro workshop se atrasou um pouco, o que é uma coisa que a organização deve rever no futuro. 

    Quanto ao auditório, era uma estrutura bastante infeliz. Para começar, não tinha um palco. Mas, mesmo ao nível do chão, as coisas podem ser melhor localizadas e focadas. Por exemplo, disponibilizar mais cadeiras para o público e organizá-las em anfiteatro ou, pelo menos, meio círculo. Remeter o espaço a ser utilizado à limitação das colunas e ecrã, em vez de o prolongar e, assim, retirar o foco ao que está atrás. E o grande problema do excesso de luz, que não permitiu ver os vídeos. Penso que poderiam ter usado outra zona da escola como auditório, o que é mais uma coisa a considerar. ;)


    Fomos andando e conversando com as queridas e variadas pessoas. Com grande pena minha, gastara o meu dinheiro todo a comprar os bilhetes para entrar e, por isso, nem numa rifa me podia arriscas :< Perdão às meninas da banca onde sempre compro a rifa, mas nem um eurico tinha para amostra D: Observando atentamente as bancas dos artistas, que são bons artistas, não posso deixar de constatar algo que me parece bizarro. Com isto, quero referir-me à quantidade macroscópica de fanart de jovens coreanos que cantam (?) e dançam (?) em bandas (?), sendo que muitas dessas fanartes os mostravam em intimidades e tudo o mais. Nada contra fanart com intimidades entre gajos giros, mas o que me faz verdadeira confusão é quando os gajos giros existem mesmo na realidade. Acho bizarro fazer fanart erótica de pessoas que existem mesmo... :/ Talvez eu esteja desactualizada, não me liguem nenhuma. :p

    No meio disto tudo, encontrei uma banca, da Anihome (acho) que estava a fazer um quizz de anime. Fui tentar a minha sorte. Afinal, com a quantidade gargantuesca de animes que vejo e vi, alguma coisa haveria de saber. Errei duas em três ;D Errei o estúdio do Sword Art Online (anime que eu mal recordo, por sinal) e errei o ano de Sailor Moon. Sei que é a data que está no MAL, mas mesmo assim acho que está MAL. :3 Não curti muito da atitude do pessoal satélite que lá estava, que dizia coisas como "se seguires a página ficas a saber estas informações". Certamente que, meu amiguinho, saberás que se eu quisesse saber as informações não precisaria de ir à vossa página, né? ;)  Curti também de responder ao inquérito meio absurdo que tinham lá, com perguntas como "quando começaste a ver anime?". Como é que alguém sabe quando começou a ver anime? Qual é o primeiro anime de uma pessoa? É quando se saca um da net? Quando se vê com legendas? E nós, as pessoas antigas que não tinham net? Enfim, eu respondi "anos 90", porque acho que foi aí que comecei a ver anime. Afinal trata-se de uma parte muito integrante da minha vida. Nunca pensei que fosse importante quantificar a longevidade dessa parte da vida. :/

    Aproximava-se a hora do concurso de cosplay e, por isso, lá fui para o pretenso auditório em busca de informações. Separei-me do Qui por longos tempos (ele esteve a jogar Castlevania enquanto eu vegetava -__- ) e aproveitei para actualizar conversetas com mais pessoas de elevada beleza e inteligência e tirar fotografias às mesmas. Questionávamo-nos sobre quando começaria o concurso, sobre quando chegaria a nossa vez, sobre todos os elementos inerentes - naturalmente - a um concurso. Mas ninguém sabia nada. Nem um voluntário sabia uma informação e não havia membro da organização que estivesse presente com esta. Acabou por ser a Manon, membro do júri que nos iria avaliar, que encontrou a solução para os problemas através das suas fichas de avaliação.

    No meio desta desorganização suprema, ficámos a saber que o concurso não tinha apresentador e que, por isso, escolheram uma moça. Ora, sem descrédito para a moça, foi a pior apresentadora de sempre que vi num concurso de cosplay. De sempre. Obrigou os cosplayers a apresentar-se e ainda a dizer coisas que denotavam a nossa falta de paciência (a minha estava na ponta das minhas oorelhas, diga-se), sob o pretexto de que não entendia a letra do papel que tinha (porque é que não tinha uma coisa impressa?). Não motivou minimamente o público a participar e interagir. E, no geral, não se percebia nada do que dizia. Portanto, moça, se para o ano quiseres apresentar o concurso peço-te que pratiques um pouco. Teríamos todos passado vergonha se não estivesse toda a gente tão na boa, a sério...

    Quanto ao que fiz... Falar do que fiz é bom, né? Bem, eu fiz um dos sukitos que sempre tinha sonhado para esta personagem, a Holo, de Spice and Wolf. Queria fazer algo sobre libertação, fuga e encontro, com a música do final da série. Penso que correu tudo bem e as pessoas ficaram satisfeitas e bem dispostas, que é o mais importante! =D Gostei mesmo muito de fazer este skit e fiquei muito surpreendida com o prémio que ganhei! "Melhor utilização dos materiais", wowowowowowowowow =D =D =D =DDDDD

    Se quiserem ver o meu sukito e os das outras pessoas (o Qui gravou), mantenham-se atentos à minha página no Facebook e ao meu canal do Youtube, pois irão acontecer coisas neles. :)

    Ah sim, o meu sukito favorito foi o de Gintama vs YoI, matei-me a rir enquanto comia o meu prop. <3 Aliás, conforme lhes disse, foi o tipo de skit que fiquei com inveja de não ter sido eu a pensar e a fazer, hahaha! ;)

    No meio disto tudo, penso que gostariam de ver 

    FOTOFOTOSDELINDASGENTES







     Super simples e super original!


     Estivemos montes de tempo à conversa sobre os avessos das armaduras xD Vai moça, tu consegues! =D

     Belos naites sim sanhora!

     Pessoainhas todas malucas a dançar, weee! =D








    EDIT FANTÁSTICO

    No meio das reclamações todas esqueci-me completamente de dizer algo muito importante: no final do evento, após a Ana-san (que tinha dado um workshop) ter falado à organização, DEVOLVERAM o valor do bilhete. Ainda foi um tempo de espera, em que a moça chefa dos voluntários me explicou algo sobre os voluntários, que há-de correr melhor para o ano, mas tive CINCO AÉRIOS de BOLTA. =D

    Obrigada <3


    Em jeito de conclusão, não posso negar que tenha sido um evento divertido. Foi, foi divertido e falei com montes de gente gira e fiz montes de coisas giras (até aquelas que me desagradaram um pouco, até essas foram giras ;) ). No entanto, ainda existem muitos aspectos que têm de ser melhorados para que a quarta edição seja um estrondoso sucesso. E vocês conseguem! =D

    Portanto, obrigada pelo dia e... Até para o ano! =D
  • Made in Abyss

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    Made in Abyss
    Kojima Masayuki - Kinema Citrus
    Anime - 13 Episódios
    2017
    8 em 10

    Eu já tinha este anime na Plan to Watch, mas surgiu recomendado no meu clube, portanto adiantei-me a vê-lo. E sabem quando, da forma mais inesperada, apanham uma série que vos apaixona de tal maneira que não conseguem deixar de a ver? Foi o que me aconteceu com isto. Talvez tenha sido a surpresa de ter enfrentado este anime sem qualquer conhecimento prévio. Talvez seja mesmo porque é uma coisa boa. :)

    Este anime mostra-nos um mundo fantástico, altamente original, cheio de fauna e flora misteriosa que iremos descobrir e explorar. Trata-se do "Abismo", um lugar muito estranho que se prolonga por vários níveis de profundidade, cada um diferente dos outros, que tem mistérios, criaturas e muitas coisas para descobrir. Uma menina está a aprender como explorar o abismo, de forma a encontrar relíquias fantásticas de uma outra civilização, perdida no tempo e no espaço. E, nas suas andanças, descobre um menino que é um robot.

    Juntos, irão tentar percorrer o caminho até ao fundo do Abismo, para encontrarem e até mesmo salvarem a mãe que tinha desaparecido durante a infância desta menina.

    Se ao início este anime pode parecer um fatia de vida muito simples, aventuras de crianças que exploram um universo fantástico, cheio de monstros e outros seres plenos de cor e animação, descobrimos rapidamente que nem tudo o que luz é ouro e que existem efectivamente mais perigos e mistérios do que poderíamos imaginar. As personagens, caracterizadas de forma simples e limpa, acabam por enfrentar terrores emocionais e físicos que aparentam ser inultrapassáveis. É aí que se baseia o seu desenvolvimento, sendo que nunca se perdem personalidades base.

    Para além do nosso dueto principal, encontramos também um conjunto de outras personagens que não deixam de ser fascinantes, cada uma com as suas características e cada uma com possibilidade de desenvolvimento que, não tendo sido explorada desde logo, ainda pode vir a revelar-se.

    A arte é fascinante, com designs fantásticos de plantas e animais, cheios de uma originialidade pura como não via há muito tempo. Também a animação é muito satisfatória, com cenas de acção lógicas, bem coreografadas e relativamente vivazes.

    A banda sonora também prima pela simplicidade, funcionando mais como catalizador de cada cena do que como peça individual.

    Fiquei ansiosa pela segunda season e não posso deixar de recomendar vivamente esta experiência. Eu sei que muitas pessoas têm este anime como alimento básico de novatos, mas a verdade é que não consigo afastar-me das suas qualidades inerentes para me colocar do lado elitista da vida. ;)

    Vejam que não se irão arrepender!

  • The Darkest Nightmare

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    Detective Conan: The Darkest Nightmare
    Shizuno Koubun - TMS Entertainment
    Anime - Filme
    2016
    6 em 10

    Mais um filme de Detective Conan. Com este filme fiquei definitivamente convencida de que esta não é uma série para mim. Ainda assim, tenho uma série de filmes desta para ver, portanto ouvirão falar dela por aqui no futuro... xD

    Neste filme, Conan e os seus amiguinhos encontram uma mulher misteriosa e um pouco mágica e acabam por se envolver numa trama que envolve espionagem, máfia, terrorismo, e o que mais se quiser acrescentar. Mas, se ao início esta trama toda parece bastante inteligente, rapidamente se revela como um exercício da simplicidade pura, sendo que os acontecimentos se solucionam como se por mero acaso, fazendo também uso de vários elementos factuais que já tínhamos visto no filme anterior.
     
    Os personagens provam-se, neste filme, como um conjunto de crianças sem grande personalidade e sem grande desenvolvimento, que aparentam existir para que se processe a história. Isto faz com que o envolvimento do espectador se limite à tentativa de resolução do caso em causa (haha), o que acaba por não ser assim tão interessante.
     
    Poderíamos dizer que temos uma animação excelente para salvar este filme e isto é verdade, pelo menos durante a primeira meia hora. Esta secção do filme tem uma animação primorosa, fluída, excelentemente coreografada, com cenas de acção muito cativantes. Mas parece que se gastou aí todo o orçamento, porque o filme prossegue pleno de erros de anatomia e outros que tais.

    Musicalmente, não temos nada de especialmente curioso a apontar.

    Enfim, a prova dos nove para me convencer que Detective Conan é para um público diferente... Mas ainda assim tenho montes de filmes para ver, aiaiaiai...........

  • The Phantom of Baker Street

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    Detective Conan: The Phantom of Baker Street
    Kodama Kenji - TMS Entertainment
    Anime - Filme
    2002
    6 em 10

    Confesso desde já que sei muito pouco acerca de Detective Conan. Na verdade, propus-me apenas a ver a série no dia em que ela terminasse, ocasião que não está de todo próxima, haha. Por enquanto,  parece-me que vou ver alguns dos filmes, que vêm sugeridos na minha nova PTW.

    Situemo-nos: Detective Conan é um jovem génio da dedução que se vê um dia num corpo infantil. Isso não impede que ele resolva casos complicadíssimos. Cada filme é uma história separada, não necessariamente interligada com as anteriores ou as seguintes. Conta um caso que Conan tem de resolver. Neste caso, uma estranha morte faz com que um grupo de crianças fique presa num simulador de realidade virtual, sendo que Conan tem de resolver o jogo e o mistério da morte para que todos sejam libertados.

    É uma história engraçada, se bem que um pouco estranha e improvável. A tecnologia existente é muit aleatória e por vezes bizarra, sendo que facilita em muito o trabalho dos detectives. Aliás, o trabalho deles é constantemente facilitado por uma série de coincidências que jogam muito bem com a fluidez da narrativa. Além disso, os miúdos parecem ser extremamente fortes e ágeis, o que também é um pouco esquisito.

    A animação não ultrapassa o nível da decência, mas existem algumas cenas que estão muito bem feitas.Os designs podem ser um pouco difíceis ao início, pois são altamente estilizados de uma forma que já não se usa. Mas os personagens, bastante tipificados, conquistam-nos.

    Tenho mais uma série destes filmes para ver, portanto vamos descobrir mais coisas. Quem tiver mais informações sobre a série que ache que sejam importantes de saber para uma melhor compreensão, sinta-se livre para usar este espaço! =D
  • Cosplay @GargulaGaming

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    Cosplay @GargulaGaming
    Evento
    Duas semanas, dois eventos? É obra! xD Este foi um pequenino concurso numa loja/bar que se dedica a videojogos.

    Desta feita, decidi levar um cosplay que não usava há algum tempo, a Bulma. Foi hoje de manhã, ao vesti-lo, que fiz a fantástica descoberta: os meus sovacos engordaram e agora o fato já não me serve nas cavas. Muito apertado! A consequência foi que, ao longo do dia, várias costuras se abriram e rasgaram, pelo que me transformei numa Bulma mendiga.

    O GPS indicou-me o caminho e descobri que a Gargula Gaming fica mesmo perto do Jardim da Quinta das Conchas, onde vou algumas vezes. A loja passa muito desapercebida. Na verdade, parece-se mais com um armazém que ainda mantém o velho autocolante Magic na porta, em vez de um café. Isto para dizer que quem não sabe é como quem não vi e, confesso, foi com algum receio que entrei lá, dizendo que vinha para o fantástico concurso. :) Mas correu tudo bem e, assim que passei ao andar de baixo, todos fizeram o possível para me informar e explicar o que ia acontecer.

    O resto dos cosplayers estava a tirar fotos no jardim, pelo que encomendei uma jola e sentei-me a olhar para o telefone. Aliás, peço desculpa a todos os amigos por estar tão focada no dito telefone. Não é nada meu costume fazer isso, mas hoje parecia que estava completamente hipnotizada por ele!

    Entretanto apareceram algumas pessoas queridas e amigas, que por sinal estavam na organização. Aprendi que há uma nova empresa, a Cosplay Hour, que foi criada pra para preencher uma falha na nossa comunidade: o apoio ao cosplayer, ligando a empresa ao indivíduo e fazendo com que mais oportunidades e mais eventos de pequena estatura surja,. Parece-me uma excelente ideia e espero que corra tudo bem! <3

    Nisto tudo, pedi um crepe com queijo, baratíssimo e enorme. Sabia mais a panqueca, mas soube-me muito bem. Enquanto isso, alguns rapazes do café distribuíam pocky variaod a toda a gente, o que foi muito simpático.

    Quanto ao concurso, foi quase uma repetição de um outro evento passado. xD Isto porque éramos, de novo, duas concorrentes e, coincidência ou não, éramos as mesmas pessoas! Que fixe! Foi também a trágica realização de que esse evento de que gostei tanto foi já há dis anos. O tempo passa.... D:

    Para este concursinho, decidi levar um skit energético e divertido e que lembrasse a melhor parte dos anos 90. Que era claramente a televisão, onde se punha o dot e onde se passavam grandes alegrias, entre outras emoções de menor escala. Acho que toda a gente se divertiu, embora tenha percebido que muito do jovem público não sabe quem é o Macaco Adriano. Aliás, recentemente descobri que a faixa mais jovem de pessoas não sabe o que é o tchan. Isso, para mim, é completamente chocante. xD

    Ganhei o prémio de skit, que foi um pop do Mr. Bean e uma t-shirt do pokémon. Mais tarde posso colocar uma foto? É que eu esqueci-me da câmara em casa e, por isso, não tirei fotos a nada nem a ninguém... Desculpem. :(

    Enfim, foi um concurso muito diminuto mas muito divertido, como costumavam ser os de antigamente. Todos na boa, tudo divertido! O espaço é também muito giro e tem comida boa e barata. Uma pena que passa tão desapercebido de quem passa, ou poderiam mesmo chamar um grande público de velhotas, que poderia ir comer vossos crepes e aprender a jogar Magic! =D 

    Não tenho fotos nem vídeo nem nada, mas é um concurso que ficará na minha memória! Foi uma óptma organização e espero que haja mais coisas semelhantes no futuro!
  • Bungou Stray Dogs

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    Bungou Stray Dogs
    Igarashi Takuya - Bones
    Anime - 12 Episódios + 12 Episódios
    2016
    6 em 10

    Já tinha ouvido falar deste anime, mas confesso que não sabia muito sobre ele. Foi uma série que me irritou um pouco, apesar de a segunda season ser manifestamente superior à primeira, quer em termos narrativos quer na própria animação.

    Um rapaz sem abrigo encontra umas pessoas estranhas e vem-se a saber que ele tem a capacidadede se transformar num tigre branco. Com esse poder, irá participar neste clã, um pouco de investigadores com um pouco de mafiosos, e resolver problemas. Crises de identidade, fantasmas da adolescência, tristezas generalistas, estes tipos resolvem tudo e ainda têm tempo de formar uma organização ou sindicato que luta contra outros do género. Assim, temos - pelo menos durante a maior parte do anime - pequenos arcos de resolução simples, em que a concretização da ideia se fica sempre pela simplicidade narrativa.

    O que me irritou mais, sem dúvida, foi o design dos personagens. Estão feitos para ser comida para fujoshi e os designs não fazem sentido dentro da realidade deles. A que propósito é que um sem-abrigo tem um cabelo cheio de estilo, acabado de sair do último estúdio da moda capilar? E as vozes.... As vozes não combinam nada com os designs! Porque é que todos estes miúdos pequenso têm uma grossa voz masculina plena de espessura sensual e calorosa?

    Sobretudo no final da segunda season, começa a aparecer-nos uma animação bastante fluída e detalhada, mas até lá temos uma sucessão de cenas de acção que são mais ou menos todas iguais. O anime é desnecessariamente colorido, tendo em conta o tema e o lugar. Mas talvez sejam estes elementos que tornam o anime tão famoso e tão cotado na cena da popularidade.

    Musicalmente, temos OP e ED coerentes com o tema, mas que já ouvimos noutros lugares. A musicalidade do parênquima é reduzida.

    Um anime que ficará para trás.

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