• os da minha rua

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    os da minha rua
    Ondjaki
    2012
    Contos

    No passado Natal recebi um livro repetido. Isto é, duas pessoas tomaram a excelente decisão de me oferecer o mesmo livro. Estas duas pessoas não têm qualquer relação uma com a outra, o que é sem dúvida curioso. Enfim, tive de trocar um deles e troquei-o por dois livros. Um deles é este, que acabo de terminar. Escolhi-o porque já há algum tempo que vinha tendo uma curiosidade sobre este autor Angolano, que para mais é contista. Gosto tanto de contos!

    Este é um conjunto de pequenas histórias sobre a infância em Luanda, pequenos momentos da vida do autor. São coisas muito pequeninas, mas são únicas e muito emocionais. Senti que com este livro o autor não partilhou apenas a sua infância, mas uma série de sentimentos, saudade, amor, amizade, coisas puras que apenas podem ser recordadas com uma certa dose de melancolia, equiparada à felicidade que estas memórias podem trazer.

    As descrições são vívidas, senti-me mesmo junto ao narrador (autor) enquanto ele relatava os acontecimentos das suas pequenas histórias. Mas mais que as descrições do universo físico, impressionam as do universo emocional e pessoal, dando ao leitor a oportunidade de também ter estes sentimentos. Tendo isto em conta, gostei sobretudo da história em que o tio dá banho ao cão.

    Foi uma leitura rápida, mas muito prazerosa, ler este livro fez-me muito feliz, apesar de os momentos sere (como tantos) tão curtos.
  • Shirobako

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    Shirobako
    Mizushima Tsutomu - Sotsu Agency
    Anime - 24 Episódios
    2014
    6 em 10

    Interrompemos a programação habitual para ver um anime para o meu clube e para variar um bocadinho da longa série a que venho assistindo.

    Este é um anime curioso: um anime sobre fazer anime. Seguindo as vidas de diversos personagens, cada um ligado a uma fase diferente da produção de uma série do género, relata-nos todo o processo de criação de uma forma simples, directa e, por vezes, divertida. O anime foca-se na criação de duas séries diferentes, uma primeira e segunda parte, com todos os problemas e complicações que, porventura, serão comuns na produção deste tipo de coisa. É interessante o processo de aprendizagem dos personagens, que começam como novatos e vão ganhando experiência, pois podemos extrapolá-la para o nosso próprio conhecimento: tome-se o espectador como uma tabula rasa, que cresce juntamente com a série. É-nos dada muita informação e torna-se numa experiência interessante: será que na produção de Shirobako aconteceram todos estes problemas, tal e qual os relatados? Quanto dos autores, do estúdio de produção, quanto das suas emoções  e sentimentos, poderá estar implícito na série?

    Os personagens não têm muita complexidade. Cada um deles representa uma fase de produção e os seus problemas pessoais são também os problemas dessa fase criativa. Quando evoluem, o anime evolui com eles. No entanto, não os podemos distinguir como "pessoas", isto é, não têm em si o drama humano necessário para que sejam únicos, para que se separem da sua função na série. Para mais, a maioria dos seus problemas está relacionado com a gestão do tempo, o que - embora realista de certa forma - acaba por ser ligeiramente repetitivo.

    A arte tem o seu interesse por mostrar as diversas fases, do storyboard à arte final. No entanto, as imagens mais primordiais poderiam ter um tipo de produção diferente, pois o retoque digital está muito presente e torna estes elementos pouco realistas. Falando no digital. existem alguns momentos de CG evidente que poderiam ter sido evitados com um planeamento diferente.

    Musicalmente, temos uma banda sonora bastante aceitável. OPs e EDs divertidas e apropriadas ao género de coisa a que vamos assistir, com sonoros no parênquima que trazem grande energia aos momentos. Fique a nota, também, para os actores de voz, que muitas vezes interpretaram outros membros da sua profissão. Deverá ser uma experiência estranha para eles, mas o resultado está bastante bom.

    Uma série curiosa para fãs de anime, mas que não terá grande interesse para aqueles que nunca experiênciaram este tipo de media.
  • O Assassino Cego

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    O Assassino Cego
    Margaret Atwood
    2000
    Romance

    Este foi o outro livro da Margaret Atwood que recebi de empréstimo. Demorei um pouco mais a atravessá-lo, pois é bem grande e tem a sua complexidade.

    "O Assassino Cego" é o nome de uma história dentro de uma história, um livro que uma das personagens supostamente escreveu e que tem muito de fantasia. Este livro dentro do livro relata uma história de amor impossível, entre pessoas de classes sociais muito diferentes, pontuado por momentos fantásticos em planetas distantes, Zycron, Xenor, nomes estranhos. 

    A outra parte do livro, que intercala com a anterior, é o relato da vida de Iris, uma velha senhora que recorda os seus tempos áureos. Filha de um industrial poderoso, tudo se transforma com a grande depressão dos anos trinta. Assim, acaba por se casar com um outro industrial poderoso, ficando à mercê de uma sociedade muito diferente da vida que ela conhece. Acompanha-a a sua irmã Laura, uma pessoa de contornos e comportamentos estranhos que faz sempre questões pertinentes e, por vezes, assustadoras. Laura é uma personagem que é usada para debater muitos conceitos, nomeadamente aspectos sobre o divino, o que - dentro da sua estranheza - acaba por ser bastante interessante. Esta parte da narrativa é um retrato excelente da época vivida, a grande depressão e a segunda guerra mundial na perspectiva dos habitantes do Canadá, com descrições vívidas e exactas de ambientes luxuosos e também de paisagens naturais.

    No entanto, à medida que se desenrola a história, percebemos os paralelismos entre esta narrativa e "O Assassino Cego", descobrindo cada vez mais coisas ocultas sobre a vida em família de Iris e de Laura. Assim, a história fantástica acaba por ser uma espécie de reflexão sobre a história real, o que se pode tornar um pouco repetitivo em termos conceptuais. Senti que esta história fantástica, apesar de ter alguns momentos belos, se tornou bastante inconsequente dentro do contexto. Por outro lado, também não se pode dizer que funcione por si só, individualmente, pois aparenta estar incompleta, aparenta ser apenas um excerto de algo bastante maior.

    Após este livro, que já é o terceiro que leio desta autora, acho que consigo caracterizar a sua escrita, que é muito única e individualista. Atwood escreve com uma ironia muito própria, relatando um certo desapontamento para com a vida que está presente por toda a sua obra (que já li). Posso afirmar que, apesar de por vezes procurar um pouco mais de belo, gosto bastante do seu estilo e que, por isso, continuarei a ser agradada pela leitura dos seus livros :)
  • Ghost in the Shell: Arise - Alternative Architecture

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    Ghost in the Shell: Arise - Alternative Architecture
    Kazuchika Kise - Production I.G.
    Anime -10 Episódios
    2015
    6 em 10
     
    Esta é a série em que vem a culminar a recente prequela de Ghost in the Shell, Arise. Para saberem mais sobre os primeiros três filmes (ainda não vi o quarto e último), cliquem aqui. Para além disso é o primeiro anime desta season da Primavera a terminar, com apenas dez episódios.

    Como saberão, eu sou uma fã inveterada de Ghost in the Shell. Tanto que, mesmo não achando os filmes anteriores tão bom como o franchise original, escolhi o design da Major neles referido para integrar a minha lista de cosplays futuros (podem ver aqui). Para esta série tinha expectativas elevadíssimas. No entanto, não fiquei menos que desapontada. Alternative Architecture acaba por ser uma interpretação pouco feliz do tema, ignorando os elementos originais que tornavam GitS no pilar do género cyberpunk.

    Sucedem-se várias histórias que têm como tema central a criação, com os seus altos e baixos, da equipa que doravante será liderada pela Major Makoto Kusanagi. São pequenos mistérios, policiais, bastante simples e directos, sempre resolvidos por uma invasão da "rede" pela parte dos personagens, que nela descobrem o essencial para resolver o problema. Isto está de tal forma esquematizado e estereotipado que tudo acaba por ser um pouco previsível, por mais reviravoltas que existam entre os personagens. Estes são apanhados desprevenidos pela formação da equipa, tendo prestações pouco sólidas ao longo de todo o anime. Para começar, isto é uma prequela, pelo que todos deveriam ser mais jovens. Ninguém, com excepçã da Major (coisa que nem faz sentido, visto que ela é um robot) e Arakami, está mais novo. Estão todos exactamente iguais. E isso revela-se também nas suas experiências de vida. Todos têm os sentimentos que terão nas séries mais para a frente, como se tivessem vivido todas as coisas que já se passaram antes delas. Há uma grande confusão entre lealdades e traições, que acaba por ser inconsequente dentro do contexto de cada história.

    Outro aspecto que não apreciei foi o facto deste anime se ter tornado, essencialmente, numa simples série de acção. Grande parte do tempo, que poderia ter sido usado para debater elementos como a própria filosofia do universo ou o desenvolvimento dos personagens, é gasto em tiroteios, lutas de artes marciais e perseguições de carros, motas e camiões em chamas. Para mais, existe aqui tecnologia e conceitos que não existem nas sequelas, o que não faz sentido: se estamos no passado, como podem existir coisas que não existem no futuro, considerando que são mais evoluídas que estas e não relíquias perdidas no tempo?

    A animação é um ponto forte, mas na verdade não escolhi este anime para ver para observar grandes coreografias em cenas de lutas. Não há qualquer tipo de experimentação, ninguém teve coragem para pisar o risco e para fazer algo de diferente, conforme um franchise deste género mereceria. Para mais, sendo praticamente todas as cenas passadas em ambiente nocturno, as cores estão demasiado escuras e muitas vezes é difícil de perceber quem está aonde e porquê. Talvez a melhor parte da animação seja a sequência de abertura, que é sem dúvida interessante.

    Também o é a música. Fazendo uso de uma electrónica simples, mas eficiente e sólida, a banda sonora acaba por ser o único elemento que nos remete para o universo cyberpunk de que nos lembrávamos. Temos várias músicas, variadas, que insistem no mesmo tema, que acaba por ser a única relação desta série com o passado.

    Assim, temos um Ghost in the Shell insípido, que não nos faz pensar, que talvez deva ser entendido mais como uma nova versão do original e não como a pretendida prequela. Talvez seja uma série boa para uma nova geração incapaz de gerar pensamentos e debatê-los, mas continuarei sempre a recomendar o filme original e o Stand Alone Complex.


     
  • Alabardas

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    Alabardas
    José Saramago
    2014
    Romance (Inacabado)

    Este livro foi-me oferecido no Natal do ano passado pela minha caríssima irmã. Fiquei muito feliz, porque Saramago nunca é demais e, certamente, tinha curiosidade em saber o que seria esta sua obra póstuma.

    Trata-se de um romance inacabado, os três primeiros capítulos daquilo que seria a sua última obra. Aqui, apenas são introduzidos os personagens e o tema do livro. A grande questão que se levanta é "porque é que nunca houve uma greve numa fábrica de armas". A partir daí, Saramago tencionava desenvolver uma história da qual só temos os contornos iniciais. O grande potencial deste livro revela-se logo nestes curtos capítulos, escritos com a graça, candura e ironia que caracterizam o autor. Fiquei extremanente triste quando terminou a primeira parte do livro, porque estava cheia de vontade de saber como iria continuar, o que iria acontecer, como se iria desenrolar o livro.

    Esta edição tem algumas notas do autor sobre o livro, em que ele fala do seu potencial, das suas intenções e das mudanças de título. Seguidamente, dois artigos que referem sentimentos pessoais sobre estes capítulos perdidos. Gostei bastante do primeiro, que revela um conhecimento grande sobre o autor e sobre a sua pessoa (enquanto ser humano), mas o segundo pareceu-me escusado, porque referia apenas "Conheço Artur Paz Semedo" e debitava pessoas que poderiam ter, ou não, relação com a personagem. Foi muito aborrecido.

    É um livro triste, não pelo conteúdo mas pela consequência: Saramago deixou algo inacabado. Porque é que as pessoas têm de morrer? Pela mesma razão pela qual têm de nascer, disse o Qui. Ainda assim, fiquei com lágrimas nos olhos.
  • O Zahir

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    O Zahir
    Paulo Coelho
    2005
    Romance

    Recebi este livro pelo BookCrossing, num RABCK em cadeia no qual participei. Fiquei um pouco desapontada: por norma evito livros do Paulo Coelho. Houve uma época em que li bastantes e cheguei à conclusão de que este tipo de misticidade é algo que não aprecio em literatura. Apesar de tudo, decidi dar uma oportunidade ao livro. Já que mo tinham enviado, teria sido por terem gostado dele e quis saber então o que realmente tinha como conteúdo. Revelou-se um livro simples, cativante à sua maneira, com uma aura mística que é própria do autor (como me lembrava), mas que não era tão horrível como tinha pensado.

    Conta a história de um homem que é deixado pela mulher. Ele torna essa ausência num "Zahir", algo que não pode ser encontrado e pelo qual criamos uma certa obsessão. Por influência de um jovem emigrado do Cazaquistão, ele começa uma viagem de procura espiritual e emocional, na qual se livra do estigma do "Zahir" e encontra nova disponibilidade para amar.

    A escrita é simples, directa, por vezes um pouco irónica, o que acaba por ser bastante agradável. Por vezes existem passagens, mais ou menos longas, de textos que apelam à nossa espiritualidade e ao significado de vários conceitos, nomeadamente o "amor" e a "ausência do amor". Infelizmente, o livro peca pela falta de conteúdo no respeitante à caracterização dos personagens: o personagem principal aparenta ser um decalque do próprio autor, devido a todas as características (como, por exemplo, ser um autor famoso e escrever sobre os mesmos temas). Esther, a mulher que desapareceu, mantém-se como uma ausência misteriosa que acaba por pouco ou nada influênciar a viagem espiritual, que foi feita precisamente por causa dela.

    As descrições poderiam ser muito mais ricas e detalhadas, o que daria toda uma nova energia à narrativa. Senti especialmente falta disto quando viajaram pela estepe, que é um ambiente inerentemente belo e que foi pouco aproveitado.

    O autor inicia também uma espécie de crítica social da juventude, mas as situações são tão abstractas e pouco detalhadas que isto acaba por não funcionar.

    No geral, um livro simples e agradável de ler, mas que realmente não tem o conteúdo suficiente para ser considerado uma obra maior. Segundo o meu pai, isto é um sintoma permanente em todos os livros do autor.
  • 85ª Feira do Livro de Lisboa

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    85ª Feira do Livro de Lisboa

    Mais um ano que passa, mais uma Feira do Livro! Como sempre, no Parque Eduardo VII, em Lisboa.
    Confesso que ainda não li todos os livros que comprei na última Feira do Livro... Mas livros nunca são demais! Desta vez coloquei um limite a mim própria: 100€ ou 7 livros, o que quer que atingisse primeiro. Não atingi nenhum dos dois, para minha grande alegria. :)

    Fomos ontem, que era feriado, pelo que o espaço estava cheio de gente, uma quantidade de gente que não cabia na cabeça de ninguém. Foi um pouco difícil percorrer o espaço e ver tudo... Para mais, mais uma vez, decidi colocar as minhas melhores farpelas para ir muito linda mas (!) ignorei os sapatos. Ao fim do dia tive de os descalçar e andar pela relva só de meias, o que é uma coisa estúpida e perigosa porque nunca se sabe se há vidros partidos. Mas estava totalmente em desespero com dores nas minhas patinhas...

    Quanto à Feira em si, tinha ouvido falar que a grande diferença era que havia muito mais comida. Na verdade, não reparei muito nisso. Havia comidas bastantes, é verdade, muito mais roulottes gourmet em comparação com roulottes badalhocas. Mas nenhuma delas me chamou à atenção e estavam todas muito inflaccionadas. 5€ por uma sandes é um bocado demais... Assim, acabámos por ir jantar ao Burger King, que eu adoro e que estava mesmo ali ao lado.

    No respeitante a livros, pareceu-me haver um pouco menos de variedade. Encontrei uma revista de Ranma 1/2 num alfarrabista que ia comprar e depois desisti (o que foi um pouco má onda para o vendedor), mas fora isso poucas coisas que estivessem em bom estado, com bons preços e que fossem interessantes para mim. A quantidade de gente presente não ajudou. Tanto na Leya (ondeia comprar um livro de Coetzee e uma edição baratíssima do Dom Quixote) como na Bertrand (onde ia comprar o Matadouro 5) desisti de me colocar na caixa pela quantidade copiosa de gente que lá estava. Não tive paciência para esperar... Mas acho que vou lá voltar de propósito parta comprar aquele Dom Quixote, que é um livro que quero ter e que o meu pai apenas tem numa edição especial ilustrada que é muito pouco prática para ler (o tipo de edição que é apenas para ter na prateleira e olhar para ela)

    Enfim, o resultado final das compras foi o seguinte:

    • "A Conspiração dos Antepassados" (David Soares) --> Um autor que adoro de paixão e um livro do qual andava à procura há milénios, valeu a pena a visita à Feira só para o conseguir
    • "To Kill a Mockingbird" (Harper Lee)
    • "Barry Lyndon" (W.M. Thackerey)
    • "O Beijo da Mulher Aranha" (Manuel Puig)
    • ´"Manazuru" (Hiromi Kawakami)
    Repare-se que muitos destes livros foram comprados por sugestão o influência dessa pessoa que é o Qui. Este, vinha especialmente à procura da nova edição da Babel da colecção das "Aventuras Fantásticas", que encontrámos mas que não tinha o único livro que lhe falta (o último, a "Maldição da Múmia". Se alguém conhecer quem tenha e venda, por favor que nos avise ;) )

    Para além disso, reparámos na quantidade de pessoas que, devido a lançamentos ou outros, estavam a dar autógrafos. Desses, apenas o Nuno Markl tinha uma fila de pessoas à espera de uma assinatura. Ele parecia estar ocupado e stressado, mas bem disposto como sempre (sou fã do senhor :) ). Todos os outros, estavam sós, cheguei a ver um senhor a ler um livro, coitadinho. Vi uma autora que pertence ao BookCrossing e olhei fixamente para ela porque sabia quem ela era, mas por força das circunstâncias não tinha livro para ser assinado e decidi não fazer conversa...

    Mas bem, foi uma tarde muito bem passada! Felizmente o tempo estava nublado, não fazia demasiado calor, e correu tudo bem. Estou muito contente por ter todos estes novos livros que gosto imenso e procederei a lê-los em breve. Até ao fim do ano tenciono ter todos os meus livros físicos livros e arrumados, mas pelo meio ainda voltarei ao Kobo (não se vá estragar por falta de uso...)

    Portanto, Feira do Livro, vemo-nos para o ano! =D
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