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  • The Fantastic Four: First Steps

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    The Fantastic Four: First Steps
    Matt Shakman
    2025
    Filme
    6 em 10


    Como fazer o Quarteto Fantástico moderno e interessante quando são dos heróis mais ridículos da Marvel? 

    De alguma maneira, lá conseguira. Colocamos os nossos heróis não a descobrir os seus poderes e a lutar contra eles, mas já completamente instalados, famosos, considerados os salvadores do universo. Infelizmente, o nosso planeta está agora sob risco de ser comido pelo Galactus, conforme foi anunciado pel(a) Silver Surfer.

    O filme é divertido e simples, com uma moral de que o amor tudo vence e que salvar a nossa família é muito importante, seja ela directa ou planetária. Os efeitos especiais estão interessantes, pouca coisa. Por isso, é mais um 6 para o meu chorrilho de 6.

  • Superman II

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    Superman II
    Richard Lester
    1980
    Filme
    7 em 10


    Continuamos as aventuras do Superman, mas desta vez com inimigos muito mais difíceis, inimigos que vieram directamente de Krypton para atrofiar connosco.

    Sempre mantendo o bom humor, este filme explora mais um pouco da dicotomia do Superman. E isso torna a sua história extremamente trágica. Se por um lado ele tem de viver como uma pessoa normal para própria segurança das pessoas que ama, por outro lado as pessoas (Lois Lane) não amam Clark Kent, mas sim o Superman. Por isso ele tem de viver sem revelar a sua verdadeira identidade, o que lhe causa muita dor.

    Assim, este personagem ganha mais vida, mais detalhe, e acabo por me apaixonar ainda mais.

    Que se há-de fazer?

  • Superman

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    Superman
    Richard Donner
    1978
    Filme
    7 em 10


    Devo informar que nunca gostei do Superhomem. Achava-o demasiado perfeitinho, demasiado bonzinho, demasiado superzinho. Mas com este filme mudei de ideias.

    Para começar porque o Christopher Reed (que as Senhoras o tenham) era um homem com um óptimo aspecto. Apaixonei-me imediatamente por ele, sobretudo porque também era um excelente actor. A forma como ele muda de Clark Kent para Superman é fantástica e plena de detalhe.

    A história deste filme é infantil e divertida, mas ficamos a conhecer bastante sobre este personagem que é o Superman, e a verdade é que fiquei encantada com ele. Ele não é só uma boa pessoa, mas também tem dúvidas e dilemas, que serão mais abordados no próximo filme.

    Enfim, gostei mesmo muito deste Superman, e agora já sou fã do super-herói.

  • Spider-Man: Across the Spider-Verse

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    Spider-Man: Across the Spider-Verse
    Joaquim dos Santos, Kemp Powers & Justin K. Thompson
    2023
    Filme
    7 em 10


    Uma nova aventura de Miles Morales, um homem aranha que agora vai viajar pelo aranhaverso e conhecer muitos outros homens aranhas.

    Apesar da história profundamente infantil, em que se procura valorizar a presença da família, este filme tem uma animação espectacular, cheia de referências e meta referências, que irá encantar os fãs deste super-herói.

    Peca por ser extremamente longo, e ainda assim precisar de uma segunda parte, o que me pareceu de todo desnecessário. O vilão também não aparenta ser muito poderoso, embora venha evoluindo na parte final, e o seu design é um bocadinho ridículo, o que faz com que nem nós nem os personagens do filme o levem a sério.

    De resto, isto é um verdadeiro show de técnicas de animação e, só por isso, vale a pena ver o filme.

  • Thor: Love and Thunder

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    Thor: Love and Thunder
    Taika Waititi
    2022
    Filme
    4 em 10


    Então é o seguinte: eu queria fazer um skit com o Thor mas nunca tinha visto o filme do Thor. Então lá fui eu ver um filme do Thor. Coisa mais ridícula da vida, estes filmes Marvel.

    Para começar este filme tem um banho de imersão digital que até me parte os olhos. Questiono-me o propósito de usarem actores humanos nestes filmes, quando tudo o resto - dos cenários aos figurinos - é um modelo digital tridimensional colorido, com uma explisão de cores e texturas que nem sequer fazem sentido.

    De resto, o filme é essencialmente um gozo gigante a tudo o que a personagem do Thor representa. Nesta interpretação é um bom rapaz cheio de sentimentos, mas ignorante do que faz a sociedade. Por isso a sua surpresa quando se vê perante a Thora.

    Assim, temos uma idiotice pegada que nem sequer pode ser chamada de filme: podemos mais chamar de exercício de animação digital.

    Ao menos aparece um bom shot do rabo do Thor, que vou usar no meu skit.

  • Incredibles 2

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    Incredibles 2
    Brad Bird
    2018
    Filme
    6 em 10

    Esta sequela dos Incredibles, filme que não vi, aparenta pegar na história exactamente onde a deixámos. Os super-heróis são ilegais e esta família deles está em crise. No entanto, uma nova esperança se aproxima. Um milionário fã dos super-heróis decide contratá-los para fazerem coisas extraordinárias e recuperarem a popularidade.

    O resto da narrativa é bastante previsível, sendo que encontrei o twist muito rápido na trama. No entanto, a his´toria faz uma análise interessante do que são os valores familiares e de como pode ser difícil conjugar as nossas expectativas com a realidade de um trabalho e de crianças.

    Cada personagem está bastante desenvolvida, com vozes que nos ajudam a compreender as suas emoções e designs estilizados mas bastante realistas dentro do seu contexto. Em termos de animação, não existem cenas extrqaordinárias, apesar de haver uma grande fluidez de movimentos e uma boa técnica digital.

    Um filme que ultrapassou as minhas expectativas.
  • Aquaman

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    Aquaman
    James Wan
    2018
    Filme
    5 em 10

    Quem me conhece sabe que eu não estou muito envolvida na fandom dos super-heróis. Até para mim foi uma surpresa ver o Aquaman. E foi terrível.

    Uma princesa da Atlântida dá à costa e é adoptada pelo faroleiro. Apaixonam-se e têm um filho, o Rei Artur que vai em busca do Tridente que, preso na pedra, só pode ser retirado pelo verdadeiro rei. Tudo muito bem, excepto que não.

    Com efeitos especiais espectaculares e um mecanismo narrativo extremamente báscio, este é um filme que vive exclusivamente das potentes cenas de acção dentro de água. Os efeitos estão bem feitos (embora em muitas partes pareça apenas um filtro aquático de uma qualquer aplicação de telemóvel), mas o filme é apenas isso.

    Os personagens não cativam e Aquaman, o famoso actor que é muito "bom" actor, de bom só tem mesmo o aspecto. Porque não tem uma frase com mais de seis palavras para dar ao público e porque não convence ninguém.

    O design das estruturas é um misto de futurismo aquático bastante iverosímil, que não obedece a nenhuma lei conhecida da física ou da química.

    Admira-me que este filme tenha uma gota de popularidade, porque é terrível.

  • Suicide Squad

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    Suicide Squad
    David Ayer
    2016
    Filme
    6 em 10

    Num universo cada vez mais obsoleto de filmes de super-heróis, que saem seguidamente numa tentativa cada vez mais frustrada de conquistar um grupo de fãs cansados, os trailers de Suicide Squad apareceram como uma lufada de ar fresco. Por uma vez, um filme em que os heróis são os vilões! Parecia ter tudo para correr bem.

    No entanto, este filme acaba por seguir o mesmo sistema formulaico de sempre, tornando-se apenas mais um falhanço neste universo que, progressivamente, vem perdendo a sua originalidade e frescura.

    Uma mulher poderosa decide reunir um grupo de vilões e obrigá-los a trabalhar para elas, sob o risco de verem as suas cabeças explodidas se não o fizerem. Acabam por se reunir todos e lutar contra uma força maléfica demasiadamente poderosa que, evidentemente, vencem não sem alguns sacrifícios.

    Apesar de todo o grupo ter as suas introduções, os personagens não são desenvolvidos propriamente e acabam por perder a maior parte do seu potencial. Apesar de a escolha dos actores ser boa e de haver alguns gags "mauzinhos" para nos fazer sorrir, sente-se que há uma falta de estrutura por trás do filme, o que o torna bastante previsível. Para mais, o desenvolvimento dos personagens vai contra a sua própria natureza. O final de "não te metas com os meus migos!" é forçado e desnecessário, para além de descaracterizar os personagens enquanto vilões.

    Talvez a parte que tenha gostado mais tenha sido o binómio de paixão Harley Quin-Joker, que por uma vez é retratado como algo mais orgânico e sem uma componente abusadora. Também gostei muito das personagens. Harley foi imediatamente catalogada pelos fãs como fonte de sensualidade desnecessária, mas se virmos realmente o filme veremos que isso faz parte da sua própria caracterização enquanto pessoas que ficou louca pela sua relação com uma pessoa desregulada. Já o Joker, apesar de aparecer muito pouco, também me pareceu uma personagem com algum potencial, que poderá vir a ser desenvolvido em outros filmes.

    Enfim, tudo isto para dizer que este modelo de filme de heróis tem de ser totalmente reformulado para que possa voltar a ter algum tipo de valor. Talvez se mudarem realizadores, argumentistas, produtores, sei lá... Talvez se os fizessem completamente diferentes.
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