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  • Ongaku

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    Ongaku
    Iwaisawa Kenji
    Anime - Filme
    2020
    7 em 10

    Este anime foi recomendado na Roleta da Geringonça.

    Então, vi "Ongaku" logo no próprio dia, mas foi difícil decidir-me por um rating. Este anime é para mim: é um anime para fãs de rock feito por fãs de rock. As referências são impecáveis, a banda sonora excelente e algumas das cenas de animação são absolutamente brutais.

    No entanto, precisamente por isto penso que o filme possa não ser especialmente acessível. Vi com o meu coisinho que ficou à nora sobre quando era passado o anime (eu supus final de 80s por causa das fardas). Também achei que o humor era muito seco (embora tenha funcionado comigo, fartei-me de rir) e a animação muito inconsistente: em algumas cenas dão tudo, noutras até dos olhos se esquecem.

    Por isso, vou dar-lhe 7/10, embora seja um 7 altinho



  • First Cow

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    First Cow
    Kelly Reichdart
    2020
    Filme
    6 em 10

    Dois esqueletos são encontrados na floresta e andamos para trás no tempo para observar a vida dos primeiros colonizadores da América do Norte. Um cozinheiro e um estranho homem asiático unem-se para fazer bolos maravilhosos com o leite daquela que é a primeira vaca da zona.

    O filme tem imagens belas e uma excelente caracterização da época, quer em termos de cenografia quer em termos de figurino. Os personagens são um pouco vazios, mas existe uma carga homoerótica que fica muito bem dentro deste contexto.

    O final acaba por ser um pouco triste e desapontante, sendo que nada ficamos a saber sobre a vaca em causa.

    Noutra nota, acho que estou de volta às minhas reviews, pelo menos por enquanto. São muitas! Vou ficar até ao fim do mês a escrevê-las todas e, depois quem sabe, mais um prolongado silêncio. Voltas da vida!


  • Never Rarely Sometimes Always

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    Never Rarely Sometimes Always
    Eliza Hittman
    2020
    Filme
    6 em 10

    Uma rapariga de um estado interior descobre que está grávida. Não lhe permitem fazer um aborto no seu estado então, juntamente com a sua prima, viaja até Nova Yorque. Este filme mostra a sua aventura de poucos dias nesse estado, e como se processa este procedimento de aborto.

    O filme quase não tem diálogo, sendo que os elementos de caracterização e de narrativa passada são dados de forma muito discreta. Ainda assim, é um filme bastante forte e agressivo, que expõe a situação pela qual muitas raparigas têm de passar, assim como a culpabilização e emoções dolorosas.

    Como progride de forma lenta, sendo que a maior parte dos intervenientes são homens que assediam e abusam, o filme talvez peque por exagero. Apesar de a segurança das raparigas e mulheres ser muito relativa, este filme faz crer que todo o homem é um abusador, o que não corresponde totalmente à verdade. Talvez fosse importante ter um elemento apaziguador dentro deste contexto.

    Ainda assim, um filme importante nestes tempos em que vivemos.


  • The Lighthouse

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    The Lighthouse
    Robert Eggers
    2019
    Filme
    7 em 10
    Um filme misterioso, filmado a preto e branco, numa ilha remota em que os únicos habitantes são um farol, o faroleiro e o seu ajudante. E as gaivotas. Estas entidades vão juntar-se naquilo que vai ser um estudo sobre o horror e sobre a loucura. A luz hipnotiza e é na busca dessa luz, qual Prometeu sujo e duro, que os personagens vão entrar em oposição.

    O filme é complexo e tem cenas muito simbólicas, em que deixamos de compreender o que é a realidade e o que é a loucura da solidão. Os actores têm papéis extraordinários, tendo para isso certamente feito um estudo detalhado sobre as pessoas da época retratada, do seu modo de ser e do seu modo de falar.

    As imagens são de uma beleza agreste e um pouco violenta, mas mesmo as partes mais aterrorizantes surgem como um quadro de matizes de tempestade. Outra presença constante no filme é a banda sonora, o uivo do farol, o trovejar das máquinas e das nuvens que se abatem sobre esta ilha. Isto é constante, o que causa grande ansiedade a quem está a assistir.

    Gostei muito e - se isto for um filme de terror - acho que afinal gosto de filmes de terror.
  • Eight Grade

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    Eight Grade
    Bo Burnham
    2018
    Filme
    Os filmes coming-of-age (o despertar da idade, penso) são sempre relaxantes para mim. Ajudam-me a reconhecer coisas que posso fazer e a forma de as aplicar. Mesmo que a acção seja passada no oitavo ano!

    Kayla é uma rapariga que gostaria muito de ser popular, ter muitos amigos e seguidores nas redes sociais. No entanto, tem uma certa ansiedade que a impede de ser "fixe", em comparação com os outros miúdos. 
     
    Reconheço-me desde já nesta personagem, realista e bem escrita, com uma interpretação sólida da actriz infantil. Consigo rever o meu próprio oitavo ano, a busca pela popularidade e por amigos do peito e de fé. E a falha. Mas este filme leva as coisas a outro patamar porque fala dos dilemas da adolescência no *agora*.
     
    O retratar da competição social entre os adolescentes dos anos 10 é o elemento mais interessante deste filme.  Com sentido de humor mas ainda assim um grande tacto, o autor mostra-nos as dúvidas e sonhos de toda uma geração, que será sempre atormentada pelo fantasma da internet e da afirmação do eu nesse espaço.
     
    Recomendo este filme!

  • LCD Soundsystem

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    LCD Soundsystem
    Concerto
    Quando, no ano passado, vimos o anúncio para este concerto, pensámos logo que não o podíamos perder. No entanto, quase que o perdemos. A falta de orçamento fez com que falhássemos com as primeiras duas datas, que se esgotaram num instante. Felizmente, os LCD fizeram o favor de abrir uma data extra e foi a essa que fomos.

    Tinha estado a trabalhar, pelo que decidi apanhar um conjunto de barcos até Lisboa (o que se veio a revelar muito chato, como veremos mais tarde). Estava cheia de pressa e muito mal-disposta quando finalmente me encontrei com o Qui e o Zé Gato, que também vinha ao concerto nesta data. Felizmente, chegados ao Coliseu dos Recreios - local do evento - descobrimos que não havia grande fila. Um alívio!

    Entrámos, fomos revistados por uns seguranças muito simpáticos (que, por sinal, não quiseram ver a minha mala). Disseram-me que teria de guardar o guarda-chuva no bengaleiro, coisa que me parece perfeitamente lógica porque não dá jeito nenhum ver um concerto com a sombrinha às costas. Entretanto, descobriu-se que o Zé Gato não podia entrar. Isto porque o bilhete dele era uma fotografia do bilhete que havia comprado. O senhor da porta considerou que ele podia ter vendido o bilhete a alguém e fotografado de forma a entrarem duas pessoas. Referi que eu própria, com a impressão do meu bilhete, poderia ter impresso cinco mil outros bilhetes, enchendo assim a sala de espectáculos com uma só compra.

    Só mais tarde, após o início do concerto, a bilheteira imprimiu um novo bilhete para o Zé Gato que, assim, teve permissão para entrar.

    Lá em cima, pesquisamos o bengaleiro, obtemos uns drinks e ficamos cativados com a banquinha da merch. Fiquei cheia de vontade de comprar uma t-shirt que dizia "My middle aged friend went to LCD Soundsystem concert and only brought me this lousy t-shirt". Isso porqu eu me identifico com a parte do "middle-aged friend" xD

    E assim se inicia o concerto.

    Rodeados de alguns cotas estrangeiros, de outros cotas portugueses e de alguns jovens completamente histéricos, encontrámos um bom lugarzinho junto à saída, o que nos permitiu obter novos drinks. O concerto começa com alguns sons novos, que eu ainda não conheço bem, mas no seu âmago temos um revivalismo do passado, com as músicas que nos meados da outra década nos viciaram. Desta vez a banda está um pouco diferente: a primeira vez que os havia visto era tudo mais simples, menos maquinaria, menos pessoas. Agora, temos guitarras, baterias e muitas mesas de mistura que, no seu conjunto, dão uma outra textura aos sons.

    Textura mais acústica e menos artificial, mais ligada às origens e à terra, assim como o novo álbum se propõe. Será que isso funciona quando falamos dos sonoros antigos? De certa forma, acabou por ser um dado pouco relevante, pois a qualidade do som oferecida pelo Coliseu nunca foi das melhores, para que se possa fazer uma apreciação muito detalhada.

    O que interessava, no fundo, era dançar e evitar ser atropelado pelos outros dançantes. Uma grande bola de espelhos dava o mote à festa, embora o sistema de luzes fosse altamente básico e muito pouco estimulante. Valeu pela música e pelos músicos que, sempre em forma, não se coibiram de lançar uma frase feita ou outra para grande prazer dos ouvintes.

    Acabámos por ir embora a meio do segundo encore, pois eu tinha muito medo de perder o barco e depois só ter um às 2 da manhã. Afinal, tinha de trabalhar no dia seguinte... Causou uma certa infelicidade aos meus companheiros, coisa pela qual peço desculpa de novo.

    Foi um concerto excelente para dançar, mas penso que a magia da banda se perdeu um pouco para mim... Antes, tudo mais simples. Agora, o estilo mais clássico retira muito da revolução inicial. Vamos a ver o que o futuro nos espera.
  • A Ghost Story

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    A Ghost Story
    David Lowery
    2017
    Filme
    5 em 10

    Um filme que me marcou tanto que me esqueci completamente de fazer o comentário sobre ele aqui neste espaço. Na verdade, já o vimos a semana passada, lol

    Quem diz que os fantasmas têm de ser sempre assustadores? E, porque não, ver esta história fantasmagórica da perspectiva daquele que está por baixo do lençol?

    Um casal tem fenómenos estranhos em casa e está a considerar mudar-se. Quando o rapaz morre, volta à sua casa coberto por um lençol. E a vida continua. Descobre, então, que ele está preso naquele espaço. Para sempre?

    É um filme independente muito simples, com um baixo valor de produção, mas que faz um bom uso da sua simplicidade para nos transmitir uma história, um pouco triste e bastante contemplativa.Mas,s e temos aqui um excelente potencial, a execução acaba por falhar em alguns aspectos.

    Para começar, o filme insiste em nos mostrar prolongadas cenas que, no fundo, não trazem qualquer conteúdo para a história. Parece-me também que o investimento feito nos actores poderia ter sido utilizado para outros elementos. Afinal, estes actores essencialmente não aparecem no filme e, por isso, poderiam ter sido outras pessoas quaisquer. Causou-me estranheza o desenvolvimento dado a alguns personagens que depois são simplesmente retirados da equação.

    Também a passagem do tempo não é muito clara.

    Um filme com uma ideia sólida, mas que falhou na sua concretização.

  • Treblinka

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    Treblinka
    Sérgio Tréfaut
    2016
    Filme
    7 em 10

    Um colega ofereceu-me uns bilhetes para ir ver este filme. Bem, o filme era grátis na mesma, mas ganhámos bilhetes, hihihi :) Ganhou o principal prémio para filmes portugueses no IndieLisboa 2016 e tinha ouvido falar dele numa entrevista na rádio. Portanto, estava muito curiosa.

    Com um orçamento muitíssimo reduzido, o autor faz um excelente trabalho em remeter-nos aos fantasmas do passado. As imagens são recorrentes: um comboio que marcha por paisagens nevadas. O frio. A humidade. E as pessoas que estiveram naquele mesmo comboio e que tiveram um pior destino. Que foram parar ao campo de concentração de Treblinka. São estes fantasmas, nus, solitários, gelados, que fazem a transição para a realidade da narrativa.

    Um narrador, cujo texto foi baseado no de um sobrevivente do tal campo de concentração, conta-nos, com muita calma, os diversos horrores que praticou e a que assistiu. E as imagens do comboio parecem servir apenas como pano de fundo, como ambiente, para as imagens que vemos nas nossas cabeças, pelo que conseguimos imaginar.

    Um filme muito curioso, bem filmado e cheio de humildade.

  • The Fits

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    The Fits
    Anna Rose Holmer
    Filme
    2015
    6 em 10

    Vimos este filme independente, pois era o mais curto que tínhamos disponível e eu precisava de ir dormir. :p

    Toni é uma menina que se dá com os rapazes. Afinal, está no boxe e dedica todo o seu tempo a treinar esta modalidade. No entanto, no mesmo ginásio, existe um grupo de dança que a fascina. As "Lionesses" são lindas, poderosas, ganham imensos prémios. Por isso, ela decide juntar-se a elas e tentar dançar também. A sua integração é difícil, mas tudo está a correr bem até ao momento em que as raparigas do grupo começam a ter ataques convulsivos, motivados por uma razão misteriosa que nunca é esclarecida. O medo começa a crescer. O que será que podemos fazer?

    Trata-se de um filme muito simples, com parcos recursos que se evidenciam nos cenários, roupas e métodos de filmagem. No entanto, a autora consegue fazê-lo funcionar na perfeição, sendo que utiliza precisamente estas limitações para acrescentar uma aura de mistério e suspense a toda a narrativa que, em conclusão, se apresenta quase como simbólica.

    É um filme de descoberta pessoal, de crescimento da personagem, de integração com o grupo. Não é um filme pleno de moral e de eventos de auto-satisfação, mas demonstra muito bem estes elementos através de uma história cuidada, personagens cativantes e paisagens perturbadoras.

    Teoriza-se que, talvez, os "fits" sejam uma manifestação colectiva do encontro social: isto é, apenas o primeiro teria existido realmente e os outros tenham sido involuntariamente fingidos. Para mim, os "fits" representam algo mais. Algo que as raparigas adquirem com a maturidade, integração, algo que não se pode explicar. Não terão acontecido realmente. Tudo não passa de uma metáfora.

    Será que é assim? Vejam para saber. :)

  • Dark City

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    Dark City
    Alex Proyas
    1998
    Filme
    7 em 10

    Passada segunda feira, disse-me o Qui: "Hoje vamos ver um filme de culto"

    Dark City é uma aproximação à ficção científica surpreendentemente perturbadora. Um homem acorda sem se lembrar de quem é e o que faz ali. À medida que procura a verdade, acaba por descobrir uma situação muito desconfortável que envolve toda a cidade em que vive.

    Há elementos estranhos. Surreais. Os relógios, os edifícios, tudo muda de lugar, nada é constante. Isto tem uma elevada carga simbólica, relacionada com a manipulação de memórias, em que é difícil de detectar o que é uma memória real do que está falsificado. E, no fundo, acredita-se que é através das memórias individuais que se pode encontrar a essência da alma humana. Mas a conclusão do filme vem a provar o contrário. Quando confrontado com poderes divinos, um "super-eu", o personagem principal trabalha para que todas as pessoas possam encontrar a sua individualidade e para que possam aproveitar as coisas boas da vida, amizade e amor. Afinal, parece-me, é nisso que se baseia realmente a alma humana.

    Os efeitos especiais podem parecer um pouco datados, por vezes, mas existem cenas puramente espectaculares, como os momentos de mudança da cidade e a reunião dos "Senhores". Infelizmente, o orçamento foi esbanjado numa luta final, um corpo a corpo mental, que poderia ter sido muito mais curta. Apesar de tudo, a caracterização da época (que mistura todas as épocas de uma memória humana colectiva), da cidade, edifícios e arquitectura, roupas... Tudo isso é um trabalho fenomenal.

    Foi um filme que gostei imenso, apesar do final amargo. Poderíamos pensar numa sequela, mas acho que neste contexto nem faria sentido. Talvez as pessoas de "Dark City" possam vir a ser felizes.
  • Fumiko no Kokuhaku

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    Fumiko no Kokuhaku
    Ishida Hiroyasu - Independente
    Anime - 1 Episódio
    2009
    6 em 10

    Isto é uma produção independente, um trabalho de escola, que fica aqui porque é muito curto.


    Bem, eu espero que esta pessoa tenha tido uma boa nota, porque a animação, que não tem nenhuma grande produtora para trás, é um exemplo do melhor que se pode fazer. O trabalho com as perspectivas, a velocidade e a fluidez são de nota.

    No entanto, há duas falhas essenciais, que são a história e as personagens. A história é muito simples e a conclusão tem a sua graça, e é isso o que se quer numa animação tão curta. Mas uma curta tem de ter outras características, nomeadamente o usar da sua simplicidade para tocar o público de certa forma. Nesse campo o anime não consegue cumprir com o objectivo. O mesmo se aplica aos personagens, que nutrem um sentimento básico que nunca é desenvolvido, quer pela natureza da história quer, quiçá, pela natureza dos próprios personagens.

    De resto, isto só demora dois minutos da nossa vida e não custa nada vê-lo para um show-off de grande animação. Independente, ainda por cima!
  • Rain Town

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    Rain Town
    Ishida Hiroyasu - Independente
    Anime - 1 Episódio
    2011
    6 em 10

    Como é uma coisinha muito pequena, vou deixá-lo aqui:

    Rain Town é um trabalho de final de curso, né? Eu adoro-os, porque normalmente são muito originais tanto no conceito como na execução.

    Mas este foi um desapontamento. A arte era interessante, mas a caracterização da cidade foi pouca. Era vazia, era chuvosa, mas onde estava a emoção por trás dela? Foi insossa.

    A história é muito simples e muito vulgar. A simplicidade não foi contraposta com uma grande intensidade. O que aconteceu à menina e ao seu robot não é amoroso, trágico ou qualquer outro sentimento. Acredito que esta era a intenção por trás do trabalho, mas não se traduziu bem no ecrã.

    No final, espero que este tipo tenha tido uma boa nota, porque as suas intenções são puras. Mas não recomendo.
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