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  • Festa do Japão 2023

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    Festa do Japão 2023
    Evento


    Este ano a Festa do Japão mudou-se para Belém, próximo do seu lugar original, e lá fomos nós participar num picnic colectivo organizado por migas.

    Tinha planeado ir com o cosplay de Timo, mas fazia um calor insuportável e queria exibir o meu novo corte de cabelo, então fui de roupa normal. Além disso depois íamos ao Arraial do Pride (em que, diga-se de passagem, dancei horrores) e convinha-me estar com um certo conforto. Foi uma pena, porque queria ter participado no desfile, mas não faz mal.

    A Festa estava organizada com várias tendas num rectângulo com o palco num dos lados e as comidas do outro. As comidas pareceram-me hiper facturadas, mas no palco estavam sempre a acontecer coisas interessantes, com espectáculos preparados pela comunidade japonesa em Portugal. Em termos de bancas tinhamos o habitual, entre embaixada, associações desportivas e culturais mas também, para variar, algumas lojas com produtos alimentares, incluindo um sake a 1€ que eu devia ter comprado. Também havia algumas action figures e coisas viradas para o mundo geek, que nem sempre é valorizado neste tipo de evento cultural.

    De resto, foi muito bom estar com as migas, só tive pena de não conseguir juntar-me a ninguém para fazer um grupo de cosple.

  • Máscara e Danças Rituais

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    Máscara e Danças Rituais
    António Pinelo Tiza
    2013
    Não-Ficção

    Comprei este livro num alfarrabista, porque é um assunto que me interessa bastante. É uma tese de doutoramento muito bem estruturada, que nos fala dos hábitos ibéricos para as celebrações do solstício de inverno, de como as tradições pagãs se misturaram com as cristãs ao longo dos tempos, resultando em festas com personagens mascaradas e danças com paus.

    O tema é extremamente interessante e está muito bem explorado na introdução e enquadramento histórico. Aprendi muitas informações novas! De resto, como uma tese que se preze, tem uma espécie de "estudo epidemiológico" sobre o conhecimento que os jovens das regiões do Norte da Península Ibérica têm sobre estas festas, e os resultados são animadores - na perspectiva do autor.

    Infelizmente a escrita não é a melhor, com alguns erros de grafia e gramática que emperram um pouco a leitura. Ainda assim, gostei mesmo muito!

  • Festa do Japão 2018

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    Festa do Japão 2018
    Evento
    Há muitos anos que não ia à Festa do Japão em Lisboa. Na verdade, durante este tempo todo sempre calhou em dias em que eu estava a trabalhar ou que simplesmente não podia (recordo ter havido um evento de cosplay no mesmo dia, um ano destes... xD). Este ano, tendo a minha folga bem patente e real na mente, não podia perder a oportunidade!

    E, mais uma coisa... Uma novidade! Este ano fiz cosplay na Festa do Japão. Por norma, nunca tinha apreciado cosplayers nesta festa, que pouco ou nada tem a ver com cosplay, mas entretanto acho que - através de algumas palavras de amigos e conhecidos - que até é encorajado, desde que dentro do tema. Isto é, havia pessoas que não estavam dentro do tema, mas eu tentei ir. Portanto, levei o meu fato de Vampire Princess Miyu, que foi fonte de frescura e conforto. :)
     
     

    Acordámos tarde, por razões meramente acidentais, mas correndo contra o tempo chegámos ao Parque das Nações. Ainda não tinha estado neste evento desde que mudou de localização (de Belém para o referido Parque), portanto não sabia bem o que haveria de esperar. Deparei-me com um espaço muito bem aproveitado, com imensas bancas e com comidas variadas e, certamente, uma série de actividades para fazer. Logo à entrada encontrei a Ana-san, que estava a fazer um workshop de coisinhas. Encontrei também a Mafalda-san que estava a trabalhar numa distribuição de folhetos que, por acaso, decorria no mesmo local e na mesma hora da Festa do Japão. :p

    Começámos por ver as bancas e o ambiente em geral. Parecia estar tudo bem disposto, algumas bancas com muita gente e todas com algo de diferente para oferecer. É certo que não compreendo bem qual o sentido de vender Pops numa festa cultural, mas alguém há-de me explicar isso um dia. De resto, havia imensa oferta de coisas para conhecer, nomeadamente as diversas associações de amizade Portugal-Japão, várias agências de viagens com boas ofertas e vários clubes desportivos de artes marciais e outros desportos tipicamente Japoneses. Não havia, infelizmente, os livros usados, nem as coisas em segunda mão, o que me causou grande pena. Também não havia muitas actividades típicas de feira, como os balões com água ou os peixinhos, como em outros anos.
     







     

    Entretanto, falando com várias pessoas queridas e amigas aqui e além, apercebemmo-nos que o desfile de cosplay já estava no fim. Fiquei com pena, mas logo a seguir tive a sorte de apanhar vários cosplayers que, finalizada a sua função, se espraiavam por todo o lado, apanhando sol e sombra. Aproveitei para os fotografar (vejam mais adiante), tirar selfies e belfies e crelfies e filmar esta moça:




    Assistimos a um pedacinho de um concerto de shamisen e flauta. Fiquei com pena de não ter apanhado a parte do koto, que é um instrumento que aprecio imenso! Mais tarde, assistimos a um concerto de tambores tradicionais, que foi pleno de energia!
     
     
     
     
    Finalmente, começou a bater a fome e não resisti a ficar na fila do Bonsai para comer uns takoyakis e um dorayaki. Os primeiros estavam óptimos, embora já ligeiramente arrefecidos, mas o pobrezinho do dorayaki devia viver naquela embalagem de plástico há anos.

    E foi assim, um dia muito bem passado, na companhia de muitas pessoas giras! Falando nelas... Estão prontos para as...

    FOTOSFOTOSFOTOS
     
     










    Obrigada a todos pelo excelente dia! =D
  • Dias à Margem #1

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    Dias à Margem #1
    Evento
    Este foi um evento cultural que aconteceu no passado Sábado, no Ponto de Encontro de Cacilhas, local já de si famoso pela sua actividade em prol do desenvolvimento da juventude enquanto polo de cultura.

    Chegámos já um pouco tarde, pois o evento propriamente dito já havia começado pelas 15:00, sendo que ainda estivemos um pouco sentados à porta a ver as pessoas que passavam. Lá dentro, começámos por ver uma pequena exposição de fotografia que não me nutriu grande interesse, pois tratava-se de um conjunto de fotos tiradas numa festa com pessoal bezano, ie. os amigos do fotógrafo.

    Na parte de fora ocorria um concerto ou DJ Set, do qual não nos conseguimos aproximar, por excesso de gente envolvida na dança e contradança sonora. De todos os modos, era hip-hop e não era nada de extraordinário. Nesse momento assistimos a algo estranhíssimo, um conjunto de pirilampos electrónicos que subiam no céu e atravessaram o rio, pousando como uma bola sobre as nossas cabeças, lá no alto. Invasão alienígena? Estrelas fugindo com medo? Quem sabe...

    Finalmente, subimos ao andar de cima onde dois artistas solitários faziam um concerto de electrónica para um público inexistente.

    E, no terceiro andar, encontrámos uma exposição, quiçá a parte mais envolvente do evento, em que vários artistas plásticos nos mostravam as suas perspectivas do que é um dia à margem (sul). Também estavam a passar curtas-metragens: vimos uma de extrema violência com recurso a conjuntos de imagens de arquivo. 

    E assim foi. Esperemos que haja mais, porque foi divertido. :>
  • Festa do Japão 2014

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    Festa do Japão 2014

    Narremos esta experiência como se de uma história se tratasse.
    No ano passado, havia-me sido impossível estar presente na Festa do Japão, que se vem repetindo do mês de Julho e servirá como lugar de celebração da amizade entre os dois países e ponto de reunião dos habitantes Japoneses de Lisboa e arredores (ou quiçá até de mais longe). Este ano, apesar de ter o dia muito preenchido, não podia perder a Festa!

    A manhã começa com muito sono, extrema embirrância, e uma ida ao médico para confirmar que estou toda podre. Análises se seguirão, mas isso é outro assunto (poderei ter febre aftosa?). Depois de almoço, aula de costura! Avançamos um bocadinho com o próximo cosplay, mas batendo as quatro horas em ponto (bling blong bling blong) ala de ir buscar a minha companhia ao Cais do Sodré.

    Graças a essa obra prima da humanidade que é o Piquenicão do Continente, estava o trânsito cortado no Marquês, na Avenida da Liberdade, no Túnel, em todo o lado, trânsito em todo o lado. Mas eu sou uma mestra a manejar o meu veículo (um volkswagen fofinho chamado Bequi. É um menino, apesar do nome) e consegui chegar a um parque sem parquímetro, apenas com arrumador.

    Aqui entra nova personagem. Neste post podemos chamar-lhe Nhu.

    Grandes aventuras automobilísticas se seguem, não são muito importantes. Mas chegámos mais tarde do que eu estava à espera. Ora, eu tinha combinado com um jovem do fórum do Anime Portugal que me encontrava com ele para lhe apresentar pessoal que fôssemos encontrando. Quando chegamos, mando mensagem... O jovem já tinha ido embora. Desculpa jovem! Não foi por mal! É que a Maria Atum (o GPS) deu-nos instruções confusas e erráticas! ;__;

    Enfim.

    Eu e Nhu visitamos o espaço a ver o que se passa. Ao contrário do que sempre acontece, não vou encontrando pessoas. Estava muita gente, mas... Não vou encontrando pessoas. Por um lado, até gostei. Assim foi um date e não um evento social, bahahahahahahahaha (tenho tanta graça que até me rio de mim própria)

    Então, o que havia para ver? Começando da direita para a esquerda, dando a volta, relato as nossas aventuras!

    Pesca de Balões!

    Via isto nos animes, de apanharem estas bolinhas de dentro de uma piscina com água. Não sabia que eram balões... É que eu tenho globofobia. Fobia de balões. É estranho mas é verdade. Mas por acaso, olhei bem para estes... Olhei muito bem... E não me causavam medo! Eram super fofinhos! Então pedi para apanhar um (por um euro). O senhor deu-me uma espécie de anzol preso num pedacinho de papel. Ora aí está a questão, o busílis da questão... Supostamente se deixarmos cair o balão não ficamos com ele. Tem de se apanhar muito rápido e à primeira. Eu apanhei-o rápido, mas foi à segunda... Mas como estamos em Portugal e não num Templo Japonês, ganha-se sempre prémio. E assim fiquei com um balão cheio de água, como animal de estimação. Chamámos-lhe "Weti", de "molhadinho". É amoroso!

    Ia por uma foto do Nhu com o Weti pendurado numa orelha, mas como tenho direitos exclusivos sobre a imagem do Nhu neste blogue, não quero que ninguém o veja :3

    Feira de Coisas Aleatórias!

    Mais para o lado estava uma banquinha que aparentava ter todas as coisas inúteis que as pessoas japonesas tinham em casa e não queriam mais. De sandálias geta a Power Rangers, passando por catálogos de mobília e manga. Aqui, comprei um livro. Não consigo ler o nome (só sei um dos kanjis), e não tem furigana, mas vai ser um desafio para quando eu tiver mais tempo e voltar a estudar um bocadinho de Japonês. Já tenho quatro livros nesta língua que estou impossibilitada de ler por ser uma grandessíssima ignorante, mas acredito que com algum esforço isso mudará um dia. :)

    O que gostei nele foi a capa, mesmo muito louca. Sei que foi escrito por uma mulher... Será um romance? Um dia saberei!

    Mas o quê? Bancas de merchandise?

    Pois é! Este ano a Festa estava bem maior. Em 2012 era só o lado direito que tinha coisas, mas este ano havia mais uma área útil (e casas de banho descartáveis) Essa área útil estava povoada com bancas de merchandise bem nossas conhecidas. Até tinham coisas que eu poderia querer, mas os preços... Esta gente abusa fortemente da boa vontade das pessoas. E, mais uma vez, doujinshis pornográficos. Será que não têm noção de que estão num evento familiar? E que nem todas as famílias sabem o significado de "yaoi"? Desnecessário, simplesmente desnecessário.
    ALIMENTO

    E, muito bem localizadas de forma a que a fila não empatasse os caminhos, duas bancas de comida! Eu vinha o caminho todo, já desde o início da semana a desejar uns takoyakis. Eu adoro takoyakis. Queria que o Nhu provasse takoyakis. E dorayakis! Mas vimos a fila tão longa que pensámos... "Vamos dar mais uma volta e já cá voltamos"
    Quando voltámos, solene maravilha! Não havia mais fila! E porquê...? Porque a comida tinha... ACABADO!!!! NOOOOOOOOOOOOOOOOO



    Mas eu não ia sair dali sem comer alguma coisa. Então pedi um copinho de plástico com edamame. Conhecia este feijão por causa do cão-feijão-inconveniente, mas nunca tinha provado. Bem... O que dizer? Sabe a tremoço. 

     E outras coisa mais

    Tudo o que era cultura Japonesa estava presente. Dos amáveis bonsais e projectos de intercâmbio, passando por literatura religiosa e folhetos de agências de viagens. Gostei de tudo, mas não me marcou por aí além. Se bem que podia ter perguntado sobre o ikebana, porque era uma actividade que eu adoraria praticar. Já experimentei fazer um arranjo, na aula de Japonês, e foi maravilhoso e divertidíssimo! E fiquei com um arranjo muito interessante. Acho que é uma maneira muito engraçada de nos expressarmos.
    E no palco?

    Como chegámos um pouco tarde, só vimos um bocadinho do desfile de cosplay. Nada de novo a apontar. Pessoalmente, acho que neste tipo de eventos o cosplay é um bocadinho escusado, um bocadinho fora de órbita. Certamente que a APC foi convidada pelo evento a participar, mas ainda assim não me parece que andar no evento mascarado com kimonos e perucas seja a coisa mais respeitosa do universo. Sobretudo quando não se vai participar no desfile e só se está ali por se estar... Mas isso sou eu e não sei nada, não mando em nada e não interessa nada.
    Mas depois, o interessante, vimos as demonstrações de artes marciais. Eu gostaria de um dia fazer desporto e ser saudável e fit, portanto vi com muita atenção a ver se alguma coisa interessava. Houve uma que interessou e nada tinha a ver com o Japão... Jogo do Pau! Fiquei fascinada! Quero aprender isto! Quero poder dar porrada no pessoal com um motherfucking pau! E dar pulinhos e ter uns lenços de campino à cintura! E é um pau! Já viram bem as potencialidades disto? Porque é que não há um anime sobre isto? Onde é que eu posso aprender isto? Sem ter de ir ao Ribatejo, claro. E estou a falar seriamente: fiquei hipnotizada! Nenhuma das outras artes marciais me interessou, mas isto era uma dança encantadora!




    Depois de comermos todos os nossos feijões, vamos. Ainda temos outra festa para ir. A Casa da Cerca em Almada celebrava a entrada no Verão com um DJ da Radar. Portanto, confiando sempre na louca da Maria Atum, conseguimos enfiar-nos na Ponte. Acabámos por comer pizza. E estava bem mais boa que os tremoços nipónicos.
  • Festa do Japão 2012

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    Festa do Japão

    Bem, acabei de chegar da Festa do Japão e enquanto ainda está fresquinho porque não falar um pouco dela?
    Esta é uma festa organizada pela Embaixada Japonesa para partilhar, em Lisboa, no Jardim das Cerejeiras em Belém, a cultura Japonesa e fomentar a amizade Portugal-Japão. Encontrei-me com amigas intermetianas no CCB para irmos juntas (porque a minha noção de distâncias em Belém é algo de fenomenal e eu não sabia que era tão perto do CCB) e lá fomos, a tempo de assistir à cerimónia de abertura.

    Não estive muito tempo, porque entretanto a minha mãe me ligou a perguntar se queria boleia (e eu quero sempre), mas tive a oportunidade de ver todas as bancas e alguns espectáculos.

    Em termos de bancas, havia uma representação algo insuficiente dos objectos culturais do Japão. Poderiam ter investido mais em artesanato e objectos em segunda mão, como já vimos noutros eventos culturais. Não havia o manga que me tinham prometido e os balões cheios de água (um dia ainda hei-de ter um, apesar da minha globofobia) eram muito caros para mim.

    Espectáculos, assisti ao de tambores e ao de artes marciais. Teria assistido ao tiro com arco se não tivesse sido cancelado por causa das condições atmosféricas. Realmente, ninguém esperava que estivesse a chover em Junho. Mas imprevistos acontecem e a organização lidou com eles com humor e delicadeza, sem stress. Foram espectáculos bonitos, mas um pouco inesperados. Eu não estava nada à espera que os tambores fossem tocados por meninas, tinha imaginado homens grandes, altos e espadaúdos (perdão ao senhor que lá estava, o senhor era ofuscado pelas meninas)!

    Além disso pude comer takoyaki, que adoro. E experimentei um daifuku, que também me soube mesmo bem. A fila para as comidas não foi muito bem abordada pelo staff e foi uma confusão, que não valeu muito a pena porque já comi takoyaki melhor. Mas ao menos não se repetiu a brincadeira do ano passado em que se tinham de comprar as bebidas noutra fila.

    Um evento interessante e bonito, apesar da chuva. Encontrei muita gente, cheguei a conhecer gente nova. Teria sido mais agradável se estivesse solinho e pudéssemos ter ficado a relaxar na relva (era o que eu tinha imaginado), mas ainda assim valeu a pena e espero que continuem com esta iniciativa para o ano que vem!
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