• Comic Con Portugal 2018

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    Comic Con Portugal 2018
    Evento
    Começo esta missiva por confessar que estava bastante ansiosa por ver o que viria sair daqui. Afinal, a Comic Con Portugal teve várias mudanças muito importantes: veio para a zona de Lisboa, foi para o Passeio Marítimo de Algés e encontrou um novo investidor que traria um grande potencial ao evento. Quis ir como uma tabula rasa: sem críticas, sem pré-concepções. Apenas sabendo que qualquer variação da Exponor seria boa, pois era mais um supermercado do que outra coisa, e sabendo que a FIL não é um lugar apropriado a este tipo de eventos devido às características anatómicas dos pavilhões (e, sobretudo, das acústicas).

    Portanto, estava bastante motivada para um novo amor de água fresca e, assim, tencionava ir pelo menos três dias para aproveitar tudo e todas as coisas. Infelizmente, outras prioridades se colocaram e acabei por só poder ir no Domingo. E agora a questão.... Como foi? Pelas críticas que vejo por aí, parece ter sido um cataclismo, um holocausto emocional, uma ofensa aos valores nerds que todos seguimos. Mas, como verão, eu sinto algo de diferente.

    Se há alguma coisa que devemos criticar, é a actuação das forças de "segurança" que esavam logo à entrada do evento. A "polícia" (entre aspas pois detesto esta palavra) obrigou-nos a virar para um parque de estacionamento absurdo, cheiíssimo, em que grande parte dos lugares estava interedita por fitas e senhores guardas, pleno de pessoas desesperadas para encontrar um lugar para estacionar. Penso que a teoria aqui era fazer com que vir de carro fosse uma péssima opção. Mas, no nosso caso, era a melhor opção: teríamos de apanhar imensos tipos de transportes e devo admitir que hoje em dia já não me agrada muito a ideia de andar mascarada na linha de Cascais. Outros casos, como pessoas com bebés, grandes famílias com muitas crianças, também ficaram mal com esta opção demente.

    À entrada, um senhor segurança revistador revistou com toda a atenção todas as pessoas. Excepto eu. Comigo, abanou o detector de metais como quem caça uma borboleta, pelo que eu poderia ter levado um prop de elevada periculosidade que nada teria acontecido. Já o jovem de oito anos à minha frente foi detalhadamente revisto, pois como é certo os terroristas libertários escondem-se nos lugares mais inusitados.


    Pelo que eu me lembro do Optimus Alive (antes de ser nosso, era deles), a entrada era exactamente igual. Mas o espaço, esse penso que estava bastante confinado para este evento. Falaremos disso adiante, porque a primeira coisa a ser feita foi ir para a fila dos autógrafos. Sim: eu PRECISAVA de um autógrafo do Maurício de Sousa! Eu adoro a Turma da Mônica, li revistinhas que estavam na casa dos meus avós desde os anos 60 e as histórias significam muito para mim. Portanto, levei um livro muito especial que havia comprado na Bienal de São Paulo há alguns anos: O Ouro da Casa!

    Na fila, assistimos à chegada de Maurício, num carrinho de golfe. Constatei que o senhor está realmente muito velhinho. Uma menina apareceu para saber em que número estávamos na fila. Mais tarde, essa voluntária revelou que o Maurício apenas poderia dar cem autógrafos, pois tinha o tempo limitado devido a uma palestra que ia dar a seguir. Eu era o 94! Mas a menina voluntária disse para passarmos adiante, pelo que passei a ser o 93. Deixo a nota para a menina Peridot da Abóbora, que acabou por ficar atrás de nós na fila. O Maurício ficou realmente preocupado quando perdebeu que te tinhas ido embora e eu fiquei com muita, muita pena de não o teres conhecido. Se eu soubesse que te ias embora, voltaria a ser o 94! Mas talvez não tivesse feito diferença. :( Beijinhos!

     A fila! Duas horas para a ultrapassar!

    Mas bem, conhecer o meu herói da banda desenhada! Ainda não disse isto, mas fui de cosplay. A Akari, de Aria, voltou a sair à rua, desta vez sem o seu remo. :p Quando o senhor me viu, disse "Que bonitinha!" e eu fiquei toda contente. Ficou muito espantado por eu ter o Ouro da Casa e referiu que gostaria de lançar mais coisas em Portugal. O melhor, é que o senhor que lhe estava a prestar assistência, tinha desenhado uma das histórias que mais gostei no livro todo! Após insistência do Maurício, ele assinou a história dele! Waaa!



    Só depois disso nos decidimos a ver o espaço. Entretanto, eu tinha andado de um lado mpara o outro, deixando o meu acompanhante na fila, e já tinha comprado umas coisinhas. :)

    O espaço estava dividido em vários pavilhões, cada um para a sua actividade. O primeiro onde estivemos foi o da literatura e BD. De um lado estava a haver uma palestra e a forma de chegar aos autógrafos não estava muito bem assinalada. Na mesma tenda do Maurício estavam dois outros senhores artistas que estavam com um ar um pouco triste, porque ninguém ia ter com eles. *abraço nos senhores* Ao lado, estava a secção de Board Games, que acabámos por não visitar.




    Um aspecto que me agradou imenso foi a eliminação do factor "compras avulso". Isto é, a Comic Con parecia mais um festival do que uma grande feira de objectos e lojas. As lojas estavam em contentores ao ar livre, uma opção com boa estética e arrumação e não eram tantas que ofuscassem as outras actividades. Como sempre neste país, os preços da maior parte eram proibitivos, mas ainda conseguimos algumas boas promoções.








    Do outro lado, estavam duas grandes tendas, com um palco cada uma. Sentámo-nos para ver o concurso de cosplay, mas a introdução do concurso, dos jurados, dos amigos, dos patrocinadores e dos promocionadores e tudo estava a demorar tanto tempo e a ser tão chata que decidimos ir embora e aproveitar o resto do evento, que por sinal já estava a perder as suas actividades. Neste caso, a culpa é totalmente minha, que não me despachei a tempo em casa e me atrasei imenso... :<

    Enfim, esta zona tinha vários lugares com passatempos e muitas promoções, relacionadas com novos lançamentos de filmes e séries proporcionadas pela NOS. Também tinha algumas lojas em contentores maiores, a maior parte delas dedicadas à action figure. O cenário era realmente engraçado e, houvéramos chegado mais cedo, teríamos ganho milhões de promoções nos passatempos! É que eu cá adoro passatempos! =D

     Não subimos ao dragão... :<


     Muito má onda estes tipos, tinham os cães deles ali fechados. Quem quer ver a PSP, o pessoal quer é ver o FBI!








     A ideia era entrar no caixão e ver o trailer do filme... Nem pensar!


     Fazendo a poção mágica! Este sítio tinha uma bancada com experiências químicas, mas como a minha idade é superior a sete anos não tive direito a participar na brincadeira :<





     Encontrei as handmaids a pecar subversivamente e como castigo tirámos uma foto. Praise Be!






     Nem uma undine consegue levantar este martelo...

    Sim, cabeçudos zombies. Encontrámo-los aqui já todos ko

    Depois, fomos visitar outras tendas. Gostaria de falar também do chão. O chão não era bom. O chão tinha aquela relva falsa horrível a tapar palhas e poeiras, mas as palhas e poeiras e grandes calhaus de satã entraram-me nos sapatos na mesma (causando uma bolha que me inflige ainda um grande sofrimento). Para os lados da casa de banho parecia que estava tudo meio abandonado mas, como digo, já era tarde.
    A primeira tenda onde entrámos foi a do cosplay. Lá, a Aniplace com a Cosplay Hour tinham vestiários, lugares de convívio e, uma coisa muito interessante, cosplays para alugar! Muito prático para quem quer fazer cosplay e não tem forma de fazer ou transportar o seu fato. :)

    A seguir entrámos num misterioso lugar com estátuas e construções de cartão. Estava uma loja escondida lá dentro, em que comprei um mealheiro em forma de Totoro, com uma folhita na cabeça <3


    Passámos pela jogatina em busca do espaço retro. Havia uma tenda apenas dedicada à jogatina futebolística, coisa que me parece igualmente absurda e fascinante. Passámos pelo espaço infantil, onde aparentava ter existido uma miríade de passatempos (eu queria a bola do Baymax :<)





    Sim, os robots de combate estão de volta! Eu amava esse programa!

    Finalmente, encontrámos o retro, numa tenda chamada "Nostalgia". Experimentámos todos os jogos e eu perdi todos eles na primeira tentativa. Havia muitas consolas diferentes, mas grande p+arte não estava a funcionar correctamente.


    Para finalizar, visitámos a Artist Alley. Segundo os artistas (que são bons artistas), os artistas foram um pouco maltratados. É certo que a iluminação estava má, mas eu pessoalmente costei do corredor aos zigzags (para mal das pessoas que estavam na última banca de todas, mas bem...). Agora, pelos vistos a atribuição das mesas foi feita da pior forma possível, por ordem de chegada, e - o que me pareceu mais grave - as portas da tenda não eram fechadas durante a noite. Considerando que CHOVEU, penso que alguns artistas possam ter tido os seus produtos estragados. :(

    Gostei muito de rever alguns artistas que sigo e conhecer outros com trabalhos muito interessantes. Notei uma especial viragem para um tema LGBT, mas abordado de forma muito senciente. Gostaria de ter comprado mais coisinhas a todos...

    Mas agora, que nos estamos a aproximar da nossa partida, vejamos a coisa mais importante. Pois é... São, dos grandes cosplayers, as

    FOTOSFOTOSFOTOS








     Não via uma destas musas há anos!

    Este Thor micromicro quis aparecer também na foto! Ganda cena! =D 





     Tentando demonstrar o lado fixe da Força




     Improvável, super fixe! =D


    Em jeito de Conclusão, devo dizer que fiquei bastante satisfeita com o evento. Apesar de eu ter chegado tarde, penso que se tivesse ido os três dias (como planeado ao início) nunca teria momentos verdadeiramente mortos. Porque havia muitas actividades e passatempos em que participar, para além de palestras, cinema e outras coisas no programa que - apesar da pouca qualidade e quantidade dos convidados - eu gostaria de ter feito.

    Curiosamente, gostei muito do espaço. Considero que é uma boa mudança, de forma a fazer o evento mais familiar, mais disponível, aberto e convidativo. Existem pontos a melhorar, nomeadamente a qualidade estrutural das tendas e contentores e a sua distribuição (além do chão), mas penso que torna o evento muito mais apelativo a um passeio ou a um visitatne casual.

    Talvez o preço fosse demasiado elevado para este lugar, estas actividades e este espaço. Mas, mantendo-se o valor e melhorando-se os aspectos negativos, penso que este novo formato de Comic Con tem tudo para ser um sucesso!
  • Kokoro ga Sakebitagatterunda.

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    Kokoro ga Sakebitagatterunda.
    Nagai Tatsuyki - A-1 Pictures
    Anime - Filme
    2015
    6 em 10

    Trabalho de uma famosa argumentista, conhecida pelas suas histórias de angústias adolescentes, surge este filme, talvez uma tentativa para que a A-1 Pictures se renove enquanto estúdio de *animação*

    Uma menina fala sobre tudo e sobre nada e acaba por contar um segredo que não devia ter revelado. Nessa altura, é amaldiçoada por um misterioso ovo, sendo que a consequência é nunca mais poder falar. Sempre que fala, tem terríveis dores gastrointestinais. No entanto, quando chega à escola secundária, é proposto pela turma fazerem um musical na festinha do ano. Será que vão conseguir?

    Se a premissa do filme é interessante, temos um problema grande: a narrativa foca-se em demasiados personagens. Assim, acaba por se tornar um pouco difícil de distinguir a importância de cada um deles, sobretudo porque os designs escolares "realistas" tornam todos muito parecidos uns com os outros. Se nos focarmos simplesmente na história da maldição do ovo, temos um desenvolvimento lógico mas um pouco previsível, que não deixa de me comover um pouco por motivos pessoas alheios a este comentário.

    Desta feita, penso que o estúdio finalmente acertou com a sua animação. Temos cenas vívidas, com alguns momentos muito bem trabalhados e algumas cenas impressionantes, nomeadamente aquelas que envolvem o ovo. Este, é um símbolo um pouco inadequado para o contexto, mas talvez haja alguma nuance que me tenha escapado.

    Temos também uma banda sonora muito completa, que envolve adaptações de diversos standards.Isto faz com que os momentos musicais sejam muito realistas e sintamos o que as personagens e seus actores nos tentam transmitir.

    Foi um filme divertido, mas que não ultrapassa a média.
  • Girls und Panzer der Film

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    Girls und Panzer der Film 
    Mizushima Tsutomu - Actas
    Anime - Filme
    2015
    4 em 10

    Primeira nota: eu não vi o Girls und Panzer original. Segunda nota: eu não fazia ideia sobre o que era.

    Isto foi o filme mais ridículo que vi nos últimos tempos.

    Sim, é suposto existir uma história altamente emocionante e uma evolução das relações entre as personagens absolutamente surpreendente. Mas eu vejo as coisas de uma forma muito mais simples. Este anime peca pelo seu próprio tema. Peca apenas por existir.

    Porque consiste em meninas da escola a lutarem com TANQUES na escola e a destruirem os TANQUES umas das outras.

    Não passa de uma tentativa disfarçada sobre um grande orçamento de satisfazer as necessidades eróticas de tarados fãs de armas e de guerra. Se assim não fosse, não necessitaríamos de um design erotizado de lolis fardadas, com vozes tanto infantis como arrebatadamente sensuais.

    Para além disso, a animação digital é um pavor, sendo os tanques os principais culpados do meu desagrado ocular. Os cenários não fazem qualquer tipo de sentido e trazem toda uma aura de pedo-fascínio ao taradão das armas. Peluches e docinhos, combina tudo muito bem com tanques não?

    Este anime violentou as minhas ideias e estou TRIGGERED. Deixem-me em paz.
  • Magician of the Silver Sky

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    Detective Conan: Magician of the Silver Sky
    Yamamoto Yasuichiro -  TMS Entertainment
    Anime - Filme
    2004
    4 em 10

    Nunca pensei que viesse a ser tão violenta a classificar uma série tão amada como Detective Conan. Mas isto acaba por se tornar desesperante e irremediável, porque de filme para filme parece que tudo fica cada vez pior.

    Desta vez há, para grande surpresa do público, um MISTÉRIO. Com uma jóia, pronto. Só que desta vez Conan conta com a ajuda de outro personagem, que deverá ter sido introduzido na série, que é um mau que é bom mas que é mau, mas que ajuda.

    De resto, a resolução do MISTÉRIO é tristemente imatura, de uma simplicidade vergonhosa. O recurso à tecnologia tem elementos cada vez mais inúteis (uma bola de futebol, a sério?) e os personagens continuam sem sofrer qualquer tipo de desenvolvimento.

    Isto, aliado a uma animação infeliz e pouco detalhada, torna o filme uma ofensa visual.

    Estou ansiosa por terminar o que me propus a ver desta série e esquecer-me dela para sempre.

  • Odisseia

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    Odisseia
    Bruno Nogueira, Gonçalo Waddington e Tiago Guedes
    Série -8 Episódios
    2013

    Quando esta série saiu, ainda vi alguns episódios em casa de amigos. E sempre fiquei curiosa sobre como seria ela completa. Vim a descobrir a odisseia mais absurda que podia haver!

    Bruno e Gonçalo estão mal com a vida e por isso vão numa roulotte por ali a fora a tentar encontrar o sentido para todas as coisas. Estruturado como uma espécie de decalque da Odisseia Homeriana, temos os vários monstros e criaturas sob a forma de pessoas diversas que ajudam os nossos actores (ou personagens?) a descobrir um pouco mais sobre si próprios (ou não).

    Também temos um paralelismo com a vida e obra de António Variações, que aparece como uma espécie de profeta, ou mesmo semi-deus, sempre inspirador e salvador das coisas terríveis que vão acontecendo a este duo dinâmico.

    O resultado é violentamente cómico, sucessão de situações tanto mais engraçadas como exasperantes, em que o terror e o desespero se transmutam na zanga profissional de quem admite que isto, apesar de tudo, não passa de uma série.

    Gostei imenso de ver e ia morrendo de riso. Portanto, acho que vou dizer para verem também. :)

     
  • A República

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    A República
    Platão
    Século IV AC
    Filosofia

    Tinha este livro em lista de espera há bastante tempo e finalmente decidi-me a lê-lo. Foi bem mais interessante e simples do que se poderia pensar à primeira vista.

    Sócrates está a falar com alguns amigos sobre a vida em geral e acaba por, no meio da conversa, criar um novo universo para a humanidade. Esse universo é o de uma república perfeitamente organizada em que todos vivem de acordo com os seus talentos e funções e, assim, contribuem para a riqueza desse reino fantástico enquanto têm vidas perfeitamente equilibradas e felizes.

    A República é um livro revolucionário, tanto antes do cristis como agora. Apresenta temas filosóficos e científicos que ainda são discutidos hoje. Impressionou-me grandemente a teoria de eugenia e selecção da "raça humana", coisa que pode ter servido como grande inspiração para atentados contra a humanidade que continuam patentes hoje em dia.

    As analogias socráticas revelam também alguns dados simpáticos e divertidos sobre a época, com preocupações sobre o mundo que rodeava os gregos antigos. Imagino Sócrates e seus amigos ali sentados a comer uvas e a dizer coisas.

    um livro que recomendo.

  • O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya

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    O Desaparecimento de Haruhi Suzumiya
    Nagaru Tanigawa
    2004
    Light Novel
     
     Para saberem mais sobre a minha aventura de ler estas Novels, consultem aqui. :)

    Infelizmente, começo a ficar um pouco cansada da Haruhi, do Kyon e dos seus amigos. Neste livro, ocorre um defeito no espaço tempo e a realidade é desconstruída. Assim, Haruhi já não estuda na North High e ninguém sabe se ela continua neste mundo. Na verdade, ninguém sabe quem é ela. Nem ela própria.

    Assim, Kyon terá de resolver o mistério por si só. Mas o defeito grande desta novel é o facto de a maior parte dela ser um doce para os fãs: temos descrições detalhadas dos sentimentos de Kyon por Nagato, coisa que ainda não tinha acontecido com tanta dedicação, o que vem numa linha narrativa de quase harem, o que torna tudo um pouco irritante.

    As ilustrações também estão a perder muita qualidade, sendo difíceis de compreender e de associar às cenas respectivas. A técnica de escrita começa também a fraquejar, à medida que o autor já não sabe muito bem o que fazer da sua história sem ser a descrição do dia a dia.

    Enfim, vamos continuar a tentar mas sem grandes esperanças.

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