• Girl on the Run

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    Girl on the Run
    Jane Costello
    2011
    Chick-lit

    No fundo, uma das coisas que eu não queria (não queria mesmo) era terminar o ano a ler um livro mau. E não começar o ano novo a ler um livro mau. Portanto, foi com grande esforço que me propus a ler este livro o mais rápido possível. Para isso, foram muitas viagens de autocarro, chegar adiantada aos encontros que tinha com diversas pessoas (e com o Qui). Hoje terminei-o numa corrida até ao jardim, onde percorri as últimas vinte páginas.

    Chick-lit é um género específico de literatura. Literatura para galinhas. Ou para raparigas sem nada na cabeça, como galinhas. Este foi, assim, um livro essencialmente estupidificante, mas estranhamente viciante.

    Abby é uma gorducha que um dia se mete a correr. Quando descobre que uma amiga tem esclerose múltipla, decide correr uma meia-maratona para obter fundos. No meio disto tudo, desenrolam-se múltiplas histórias de amor, que está sempre a dar voltas, tal qual uma novela da tarde. Nada daquilo a que o livro se propõe é feito bem. O valor humano da situação da doença é mal explorado, tendo como protagonista uma rapariga que ainda não sofre das consequências e vive normalmente, sendo que o assunto não nos toca verdadeiramente pois não nos identificamos com ele de forma suficientemente trágica. O facto do livro nos tentar convencer a fazer exercício também falha, porque nem todos somos badochas que enfardam três muffins de mirtilo ao pequeno-almoço e lancham dois sacos de marshmellows. A maioria de nós tem uma alimentação normal e anda de um lado para o outro, pelo que a mudança dos hábitos não é assim tão convincente.

    Finalmente, as histórias de amor são absolutamente previsíveis desde o início. O valor dado às descrições do corpo masculino é exagerado, para além de que todas as analogias utilizadas para fazer as descrições são vulgares e com pouca seiva.

    Mas a verdade é que o livro é mais ou menos aditivo. Apesar de sabermos o que vai acontecer, queremos saber se acertámos ou não.

    Será abandonado libertado em Cacilhas hoje à tarde, quem quiser passe lá para o apanhar. :3
  • Sword Art Online II

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    Sword Art Online II
    Itou Tomohiko - Aniplex
    Anime - 24 Episódios + 1 Special
    2014
    6 em 10

    Para verem sobre a primeira season, aqui está. ;)

    Um ano depois de quase morrerem à conta de um jogo parvo, os nossos heróis preferidos continuam a jogar estes jogos. Seria de esperar que tivessem desistido, mas pelos vistos o vício é mais forte. Esta season está dividida em três arcos, pelo que falarei deles separadamente. 

    No início, é-nos apresentado um jogo muito diferente do Sword Art Online original. É um jogo de armas, ao estilo first-person-shooter, em que as pessoas têm de eliminar os seus oponentes e tudo o mais. É pedido a Kirito que investigue algumas mortes misteriosas de jogadores, sob o receio de ser outra vez o psicopata do SAO. Nesse jogo, Kirito faz amizade com Sinon, uma rapariga com alguns problemas. Juntos, resolvem o caso. Nesta primeira parte, achei que o anime tinha dado uma volta de 180º para melhor. A verdade é que achei o drama de Sinon muito real e humano, sendo que toda esta parte da história teve uma certa dose de realismo que por vezes faz falta. Foi sem dúvida emocionante.

    Seria bom se tudo se mantivesse assim. Mas não. Infelizmente, todas estas pessoas continuam a jogar aquele jogo das fadinhas. Na segunda parte, contam-nos como obtêm uma espada dourada e um martelo. Muitas cenas de acção.

    Finalmente, é a parte protagonizada por um dos personagens menos interessantes de que há memória: Asuna. Esta Asuna conhece uma rapariga, que se vem a descobrir depois que está a morrer com sida. Ora, para começar não se morre com sida. A sida é um síndrome de imuno-deficiência: essencialmente o vírus pega-se às nossas células brancas e impede que elas funcionem, matando-as no processo. Assim, o nosso organismo fica sem defesas para as coisas mais simples. Por isso, quem tem sida normalmente morre com constipações ou algo que normalmente se curaria com um ben-u-ron. Para terminar, considerando que já fazem jogos de imersão total nesta fase da história da humanidade, seria de esperar que já se tivesse encontrado a cura para esta doença. Até hoje em dia, é uma doença perfeitamente controlável, com um coquetel de medicamentos todos os dias. Portanto, nada disto faz sentido. Para mais, a relação entre as personagens é tão inócua (somos amigas para sempre porque derrotámos um monstro) que tudo acaba por perder a seriedade. Acrescente-se o drama adolescente de Asuna, em que a mãe dela não quer que ela jogue o jogo, e temos a receita para um falhanço. Até se poderia ter analisado esta parte melhor, o facto de muitos jovens estarem viciados em jogos inúteis pelo simples factor social, esquecendo-se de coisas importantes como a escola e as pessoas. Mas não, não foi sobre isso que falaram.

    A animação, no entanto, é muito moderna e bastante boa. É muito colorida e todas as cenas de acções têm fluidez, pelo que são muito fáceis e agradáveis de seguir. Junte-se a isso um design de personagens simpático e é muito fácil para este anime colar-nos ao ecrã.

    Na música, temos pouco a acrescentar. No parênquima nada faz. A variedade de OPs e EDs não contribui em nada. 

    Temos uma segunda season mais ao menos ao nível da anterior. Entretém bastante, o que é uma coisa importante e muito boa, mas de resto será facilmente esquecida.
  • Psycho-Pass 2

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    Psyco-Pass 2
    Shiotani Naoyoshi - Production I.G
    Anime - 11 Episódios
    2014
    7 em 10
     
    Um ano e pouco depois do primeiro Psycho-Pass, apresenta-se-nos uma sequela com tudo para correr bem. Vejam aqui os comentários à primeira season, pois irei fazer uma espécie de exercício comparativo. :)

    No início, tudo corre dentro da normalidade. Até ao momento em que um crime bizarro, que envolve um agente da lei. Nessa altura, começa uma caça a um homem misterioso, Kamui, que não é detectado pelo sistema e que fará tudo para o contornar e eliminar. Assim, é-nos dada a oportunidade de conhecer mais sobre este sistema, teoricamente perfeito, chamado Sybil.

    A primeira questão que se coloca é, na verdade, a necessidade desta season. Aqui, há um esforço por criminalizar o sistema e caracterizá-lo como injusto mas olhemos para a situação de uma outra perspectiva. Em teoria temos um sistema perfeito. Na verdade, sabemos desde logo (porque vimos a primeira seaosn) que o sistema tem falhas na sua génese. No entanto, aparentemente funciona, com mais ou menos erros. Assim, será verdadeiramente "justo", da perspectiva do antagonista, tentar ultrapassá-lo e criar todo um esquema para provar que, efectivamente, não funciona? A verdade é que o sistema Sybil, apesar de se guiar por linhas um pouco fascistas, não me pareceu algo assim tão mau. As pessoas perturbadas são retiradas e aquelas com possibilidade de recuperar são tratadas e reintegradas. A falha que se encontra aqui, a razão pela qual esta linha revolucionária falha, baseia-se no facto de o anime admitir, desde logo, que uma vez que o teu estado mental se altere não mais poderá vir a ser recuperado. E isto não é verdade. Porque há pessoas que estão emocionalmente muito mal, mas que - com o tempo e às vezes um empurrãozinho - voltam ao normal e conseguem viver a sua vida perfeitamente. Ora, não é o sistema Sybil que admite que isto não é verdade. É a génese do conceito em si. Assim, esta season acabou por ser muito menos realista e não tão motivadora.

    Em termos de personagens, são-nos apresentadas algumas pessoas novas, tanto dentro da equipa como do lado dos antagonistas. Dentro da equipa há uma colega que, se ao início tinha atitudes muito estúpidas, acabou por sofrer um desenvolvimento bastante bom e ajudar-nos nas questões filosóficas colocadas pela narrativa. Dentro dos antagonistas, temos um Kamui que acaba por ser muito pouco convincente, sobretudo depois de sabermos como é que ele apareceu. É difícil de acreditar que "ele" seja uma entidade possível, pois a tecnologia necessária para o desenvolver parece não estar a par - em termos evolucionários - com a do resto do universo. Mas isso foi uma sensação pessoal.

    A animação não podia estar mais perfeita. Entre algumas cenas de acção muito fluídas, o que me captou mais o interesse foi sem dúvida toda a arte cénica, com um excelente uso de perspectivas e texturas nas áreas coloridas. Talvez o design dos personagens, em si, não seja extremamente detalhado, mas a verdade é que isso passa ao lado perante todos os fundos e maquinaria. Pareceu-me apenas que esta season foi demasiado explícita no sangue, de uma forma desnecessária que em nada contribui para o desenvolvimento da história. Isto melhora bastante nos últimos episódios em que há uma melhor utilização da sugestão em vez do óbvio grafismo.

    Musicalmente, temos momentos muito fortes que em muito contribuem para a emoção toda que me trouxeram os cenários. Tanto a OP como a ED não impressionam, apesar de estarem apropriadas.

    No geral, uma season menos cativante do que a anterior, mas que ainda assim dá que pensar. Esperemos agora pelo filme.


  • Guyver - The Bioboosted Armor

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    Guyver - The Bioboosted Armor
    Akiyama Katsuhito - Oriental Light and Magic
    Anime - 26 Episódios
    2005
    5 em 10

    Remake de um OVA dos anos 80, este é o tipo de anime que se esforça por se levar a sério. Leva-se tão a sério que acaba por cair no ridículo, o que é uma coisa muito triste pois há aqui conceitos que tinham potencial.

    Sho é um rapaz normal que, uma tarde, se vê na posse de uma armadura biológica que lhe permite lutar contra umas entidades malignas compostas por monstros. Aparentemente, qualquer pessoa se pode transformar neste monstro. E há uma grande conspiração que se resume em "temos que matar este tipo". Ao longo de mais de vinte episódios, assistimos a muitas lutas entre esta armadura poderosa e os monstros, que são tanto fruto de tecnologia como de uma dança satânica qualquer. E nada mais.

    As lutas são exageradas e tencionam recordar esses magníficos anos em que tudo fazia sentido. Mas o facto dos monstros terem designs extremamente ridículos não ajuda nada à causa: simplesmente, não consegui levar a sério estas lutas e estava, portanto, sempre desejosa que acabassem.

    Nos episódios finais, aparece uma situação social muito mais interessante, com um desenvolvimento patente em algumas personagens - nomeadamente a namorada. No entanto, como aparece mesmo no fim, estes conceitos acabam por cair antes que possam ser desenvolvidos. A curiosidade perante eles e a falta de continuação deixaram-me um paladar estranho nas papilas gustativas.

    Não é que a animação seja má, porque não é. Na verdade, é até bastante boa. Mas está toda investida em lutas atrás de lutas, sendo que nada sobra para o resto de uma (potencial) história. Musicalmente, nada de especial: uma OP animada para nos despertar para o facto de que vamos ver muita acção e uma ED mais contemplativa que até tem o seu interesse.

    Mas, no geral, este anime falhou por falta de conteúdo.
  • Kurau Phantom Memory

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    Kurau Phantom Memory
    Irie Yasuhiro - Bones
    Anime - 24 Episódios
    2004
    7 em 10

    É engraçado constatar que, neste momento, vejo um anime assim-assim intercalado com um anime interessante. Kurau Phantom Memory é um dos bons.

    Num futuro não muito próximo, um cientista faz algumas experiências, na companhia de Kurau, a sua filha. Um dia, uma das experiências tem uma reacção inesperada. E Kurau passa a ser uma entidade diferente, uma Rynax, Rynax Sapiens. Tem todo o aspecto de ser um humano, mas possui diferentes poderes, tanto físicos como psicológicos. Mas os Rynax são pares... E Kurau precisa do seu par para ser feliz. Até que o encontra. E é uma menina, a quem dá o nome de Christmas.

    Num ambiente altamente realista, apesar de ser num futuro que nunca iremos conhecer, desenvolve-se esta história de amor filial, um amor que um ser humano - como nós - apenas começa agora a compreender. Juntas, Kurau e Christmas terão de sobreviver às constantes perseguições e provar à humanidade que não são perigosas e que apenas querem viver felizes, sem fazer mal a ninguém. O resultado é de uma delicadeza constante e altamente emocional.

    As personagens baseiam-se nas suas relações. Os Rynax não podem viver sem o seu par e é essa dor que é explorada nas várias situações. Para melhor a explicar, apresentam-se novos personagens, com as quais formam amizades e laços. Individualmente, temos pessoas com características humanas mas que admitem desde logo as suas diferenças: isto é feito com o objectivo de se integrarem, em vez de se separarem, o que é bastante único nas narrativas do género. Existem momentos dolorosos, muito comoventes, que mais acentuam a necessidade básica destes seres se relacionarem. No fundo, é um anime que fala sobre as diferenças entre as pessoas e como podemos ultrapassá-las para vivermos todos em harmonia. Se generalizarmos, os Rynax podem ser uma raça, um género, uma identidade. Representam tudo o que é diferente e incompreendido. Mas em vez de se revoltarem e abusarem das diferenças, apenas procuram a paz. Isto é altamente moralizante.

    Artisticamente, a qualidade não é extraordinária. Os designs são típicos da época e existem algumas cenas de acção que, estando bem coreografadas, precisariam de um orçamento maior para brilhar. A arte é, no geral, muito pouco detalhada e as cores não vibram. No entanto, esta paleta cria um ambiente um pouco sonhador que é bastante apropriado ao teor do anime.

    Na música, temos um conjunto de peças extremamente belo, sobretudo a ED, que jogam com as emoções dos personagens e também com as do espectador. Através da banda sonora é criado um ambiente muito pacífico e contemplativo, que nos permite analisar com calma as reacções narrativas e juntar-nos a elas, como se fizéssemos realmente parte deste universo.

    No final, temos um anime bonito, emotivo e delicado, bastante diferente daquilo a que estamos habituados. Poderá o leitor esperar uma série recheada de acção num mundo futurista, mas esse realmente não é o foco principal desta série. É uma série que simboliza algo mais. Acredito que isso é valioso.
  • Hitsugi no Chaika: Avenging Battle

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    Hitsugi no Chaika: Avenging Battle
    Masui Shoichi - Bones
    Anime - 12 Episódios
    2014
    6 em 10
     
    Este é o primeiro anime de actual season a terminar. Para saberem sobre a primeira season, carreguem aqui. :)
     
    Esta segunda parte pega na história exactamente onde a deixámos. Chaika e os seus amigos continuam à procura dos restos de uma pessoa, o "pai" de Chaika. Mas desta vez envolvem-se em diferentes aventuras e começam a descortinar os segredos por trás desta pessoa misteriosa e da própria Chaika. Para mais, aparecem novos conceitos, um pouco mais complexos, nomeadamente o facto de existirem mais raparigas iguais a ela, que procuram a mesma coisa. Há um conjunto de episódios muito interessante passado numa ilha misteriosa. No entanto, este conjunto de elementos novos acaba por não ser explorado na totalidade, sendo que há muitas coisas que gostaria que tivessem tido mais desenvolvimento e que acabaram por sair frustradas. Assim, em conclusão, a história acabou por se simplificar numa simples luta de bem contra o mal que, apesar de ter o seu interesse, não correspondeu às expectativas.

    Para além dos personagens da season anterior, são apresentadas algumas pessoas novas, nomeadamente um novo conjunto de Chaikas que, apesar de serem todas similares, têm personalidades distintas. Na verdade, o facto de aparecerem estes novos personagens apenas me deixou curiosa em relação aos outros elementos deste mundo fantástico. Relativamente àqueles que já conhecíamos, não houve qualquer tipo de evolução e acabaram um pouco ignorados, sobretudo Frederica, o dragão.

    Em termos de animação, temos algumas lutas bem coreografadas. No entanto, nos momentos mais importantes o anime peca pela falta de detalhe e por alguns erros técnicos na anatomia, sobretudo na das criaturas fantásticas. No respeitante a cenários, temos alguns bons momentos, mas o anime não se distingue por isso.

    Musicalmente, muito pouco a apontar. Na verdade, a animação da OP e ED pareceu-me mais interessante do que as músicas em si.

    Foi um anime engraçado por si só, mas que será rapidamente esquecido (fora a quantidade de screenshots que servem como imagens reactivas, mas isso não tem nada a ver, haha)

  • Seto no Hanayome

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    Seto no Hanayome
    Kishi Seiji - Gonzo
    Anime - 26 Episódios + 2 OVA
    2007
    6 em 10

    Reza a lenda que depois de um anime interessante vem sempre um anime irrelevante. Mais uma vez, aplica-se ao caso.

    Um rapaz inconsciente cai ao mar e é salvo por uma sereia. Ditam as regras das sereias que qualquer ser humano que conheça a sua identidade terá de ser destruído. A menos que faça parte do seu grupo. E, assim,  o jovem fica de se casar com a sereia. Que, por sinal, é filha dos yakuzas do mundo das sereias. Desta forma, passamos a seguir as aventuras de um grupo de gente, entre pessoas e sereias, que deveria ter uma grande dose de piada. Mas, como sabem, o meu sentido de humor faleceu. Também não ajuda ter visto o anime todo ao longo do dia de hoje e de já estar completamente saturada dele (mas a verdade é que não tenho nada para fazer. Quem quer ir passear comigo?)

    O anime desenvolve-se numa espécie de ritmo de harem, se bem que com poucas características ecchi que costumam ilustrar essa categoria de anime. No fundo, é a relação do jovem com um grupo de raparigas, sereias ou pessoas. Toda esta gente farta-se de gritar, de bater uns nos outros e de levar com água. Tudo isto me causa irritação. Simplesmente, são personagens muito pouco interessantes que, bem no fundo, pouco se distinguem umas das outras. As raparigas, então, quando pensávamos que tinham algo de único, no momento a seguir fazem coisas que deveriam pertencer à personalidade de outra personagem qualquer. São todas iguais, até no design.

    Em termos de arte e animação, temos os truques típicos de uma comédia, em que os personagens mudam de feições conforme a piada é dita. Isto por vezes funciona. Por vezes não funciona. Estas variações são recorrentes e acabam por se tornar muito previsíveis. Ainda assim, não é este o pior aspecto do anime, e apresenta-nos uma arte colorida, suave e simpática.

    Musicalmente, os efeitos sonoros são para esquecer. Em termos de OPs e EDs, temos músicas bastante açucaradas que ligam bem com o tema da série.

    Não abro a caixa de sugestões para boas comédias porque não me apetece rir. Apetece-me comer.
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