A Lição
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Mais um dia de sucesso!
O terceiro dia da nossa peça foi o máximo!
Imenso público, imenso público a rir. Apesar de isto não ser uma comédia. Apesar de até ter o seu lado trágico. Mas é absurdo. É uma maneira de falar das coisas completamente diferente. Exploramos as falhas na educação, a incompetência de professores e alunos, o exercício da dominância intelectual e sexual daqueles com poder sobre os que nada podem fazer.
Em breve teremos vídeos!
Ainda vão a tempo de assistir a esta grande peça! Foi muito trabalho ao longo de muitos meses e, para o dia final, ficaríamos muito felizes de ter outra vez uma sala cheia de público amigo! :)
Gostaria de vos convidar a assistir à minha nova peça de teatro, Produção do Grupo de Teatro de Antigos Alunos do Externato Marista de Lisboa
Dias 1 e 2 de Junho e 8 e 9 de Junho
Externato Marista de Lisboa (Ginásio)
21:30
A ENTRADA É GRÁTIS
É uma peça muito divertida que explora as ligações de dominância entre alunos e professores e também a incompetência de ambos no que respeita à sua inserção na sociedade.
VENHAM VER-NOS E DIVIRTAM-SE!
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AINDA VÃO A TEMPO DE ASSISTIR A ESTA GRANDE LIÇÃO!
Ficam aqui algumas fotos para dar água na boca, dos primeiros dois dias. A estreia correu muito bem, estávamos com a energia toda. No segundo dia, por falta de público, não foi tão bom como podia ter sido, mas ainda assim foi um espectáculo aceitável.
DOU-LHE UM 10 EM 10!
Mais um dia de sucesso!
O terceiro dia da nossa peça foi o máximo!
Imenso público, imenso público a rir. Apesar de isto não ser uma comédia. Apesar de até ter o seu lado trágico. Mas é absurdo. É uma maneira de falar das coisas completamente diferente. Exploramos as falhas na educação, a incompetência de professores e alunos, o exercício da dominância intelectual e sexual daqueles com poder sobre os que nada podem fazer.
Em breve teremos vídeos!
Ainda vão a tempo de assistir a esta grande peça! Foi muito trabalho ao longo de muitos meses e, para o dia final, ficaríamos muito felizes de ter outra vez uma sala cheia de público amigo! :)
By : ladyxzeus
A Janela em Frente
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A Janela em Frente
Ferzan Ozpetek
Filme
2003
6 em 10
Um filme Italiano que a minha mãe comprou com o jornal ou outra coisa semelhante. Pelo resumo na caixa, pela capa e pelo título imaginei logo que fosse uma imensa e grandessíssima seca, mas - felizmente - não é. É um filme calmo, mas é interessante.
A cena inicial é misteriosa e dá o mote para o resto do filme. Vemos um padeiro a assassinar outro padeiro e a correr por Roma afora nos anos 30. Depois vemos, na era actual, um casal a discutir e a encontrar um velhote perdido na rua. O que o público quer saber, então, é qual a relação desta gente com a cena inicial. É uma relação bonita, que explora temas como a guerra, a aceitação social e a homossexualidade. Neste aspecto o filme é bastante bom.
No entanto, temos uma história paralela que me pareceu completamente desnecessária. A mulher que pertencia ao casal anteriormente referido, sente-se infeliz com o seu casamento e sente-se atraída por um homem que vê na janela em frente. Este é o tema do filme, mas apresenta-se como um tema secundário que não ajuda em nada. Giovanna, a mulher, não evolui como personagem graças à relação platónica com o homem da janela em frente, mas sim graças à sua interacção com o velhote que apanha da rua. Em termos de personagens só a principal é que tem uma evolução evidente, que também está bastante realista.
Os actores não fazem nada de especial, especialmente ela que passa o tempo todo a gritar e a zangar-se com toda a gente.
Tem uns elementos de comédia no texto que estão muito bem aplicados para tornarem o filme um pouco mais leve e fácil de ver.
E fiquei a aprender que em italiano uma cabra é uma estronça. Haha.
By : ladyxzeus
Como Apanhar um Marido
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Como Apanhar um Marido - Sem Isca nem Golpes Baixos
João Bethencourt
1968
Ensaio (acho eu, não tenho a certeza)
Vou explicar primeiro como obtive este livro. Houve uma certa vez nas festas dos santos de Almada que o meu amigo João viu uma série de livros com nomes muito estranhos. Como custavam tipo dois euros cada um, comprou uma data deles. Este meu amigo mudou-se recentemente para Cabo Verde e na sua despedida distribui os livros por todos nós. Este foi o que me calhou em sorte. Quiçá se pense que eu necessito de um livro deste género. Talvez necessite.
Infelizmente (ou felizmente), este livro não ensina como apanhar um marido. Não é, como todos pensavam, um livro de auto-ajuda. Isto é um ensaio. Vários. Sobre coisas da vida, como turistas, adolescentes e abajures.
E é hilariante. Do início ao fim. Escrito de maneira respeitosa e oficiosa trata de todos estes assuntos com o maior tacto. Não consigo explicá-lo. Por isso vou transcrever para aqui um pequeno excerto, retirado aleatoriamente do livro. Espero que gostem tanto como eu. Obrigada João.
A falta de finalidade da TV e os fenómenos bizarros com ela relacionados, alguns dos quais assinalamos neste breve e despretensioso ensaio, levaram certos cientistas mais cautelosos a duvidar da existência da televisão como tal, atribuindo os seus efeitos a um vírus.
Assim, a TV seria uma doença endémica dos grandes centros urbanos e nervosos, transmitida por receptores que têm antenas, seis patas e um grande olho branco que se torna activo, como os mosquitos, à hora do crepúsculo.
Originária do hemisfério boreal, as suas primeiras vítimas teriam aparecido na América do Norte, depois na França, Inglaterra e outros países do Mercado Comum. A TV atacaria principalmente o cérebro e o cerebelo, apresentando a curiosa capacidade de devastar tanto gente viva como gente já falecida. Isto, aliás, seria comprovado pelo facto de algumas criações das maiores inteligências da humanidade parecerem transformar-se - quando atacadas pela TV - em fantasias infantis, tolas e sem conteúdo.
De modo geral, as pessoas afectadas de TV passam horas diante do olho branco, julgando vislumbrar aí toda a sorte de imagens, fascinantes. E não apenas pe4ssoas, mas também animais domésticos, são susceptíveis à TV, como é o caso de inúmeros gatos, ouriços, tartarugas, canários, papagaios, que acabam tão fascinados como os homens.
Um dos animais domésticos que mais gosta de TV é a mosca. É impressionante o número de vezes e a pertinácia com que a mosca costuma aparecer, seja participando das imagens que os pacientes de TV (telepacientes ou telespectadores) pensam enxergar no vídeo, seja ela mesma enxergando-as como telespectadora amiga. O facto da mosca tanto gostar de TV explica-se pela especial preferência que este curioso insecto demonstra pelas coisas em ligeiro estado de decomposição.
Diz ainda o Professor Feldwebel e seus associados (autores do relato à Royal Academy of Science) que os casos de TV são ou benignos ou malignos, podendo afectar, além do cérebro, outros órgãos. Temos assim a TV pulmonar (benigna ou maligna), a TV renal, a TV vascular (que ataca a aorta e o pericárdio), a TV do duodeno e a TV ganglionar. A TV óssea é rara; não se conhece na verdade, nenhum caso.
Certos pigmeus da Austrália e algumas tribos do Brasil Central são imunes à TV. Em compensação, particularmente vulneráveis são as crianças, as donas de casa, as senhoras de certa idade e os débeis mentais.
O paciente de TV, nos casos mais agudos, deixa de alimentar-se, desinteressa-se de tudo o que não seja TV, não quer saber mais do trabalho, nem da família, e passa os dias a contemplar o aparelho, à espera dos conjuntos de imagens aos quais dá nomes exóticos.
Nos casos mais avançados, nota-se um esvaziamento geral do cérebro e uma evidente imbecilização das faculdades. O fenómeno é perceptível tanto naqueles telepacientes que pensam que estão vendo, quanto naqueles outros que pensam que estão produzindo as imagens.
By : ladyxzeus
Expomanga Madrid 2012
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Expomanga 2012
Evento de Anime
Após algum tempo a pensar nisto, decidi escrever uma review sobre este evento de anime. Não escrevi sobre o Iberanime poruqe iria concerteza ferir susceptibilidades, mas acho que devo partilhar a minha experiência no Expomanga, porque foi sem dúvida o melhor evento onde estive até hoje. Espero que este relato sirva como exemplo e, quiçá, inspiração para os organizadores em Portugal. Porque eles em Espanha sabem organizar um evento. Sabem mesmo.
A aventura começa num comboio nocturno para Espanha. Era suposto levar um cosplay volumoso, que acabou por nunca acontecer (mas que vai acontecer. Um dia), por isso escolhi ir de comboio. E também porque queria a experiência de dormir nas caminhas de comboio. Bem, é horrível, essa parte não recomendo. Mas é giro. Entretanto arrivei-me a Madrid, estava à minha espera a Hota-chan, em casa de quem eu ia ficar. Depois fomo-nos encontrar com dois gajos que eu conheço de um certo clube da net, o Tjan e o Wil. Depois tive uma quebra de tensão, fomos ao Prado, ao Jardim Botânico e ao Rainha Sofia cultivar-nos e ver arte (devo fazer reviews de museus? xD) e depois chegou o dia do evento, viva!
Aqui fica uma foto do Jardim Botânico para iniciar as festividades.
Eu não consigo descrever a quantidade de gente que lá estava. Madrid é uma cidade que tem gente por todo o lado e aparentemente toda a gente foi ao evento. Estivemos 2 horas na fila para entrar (ou 1h30, mas foi neste intervalo). E à nossa volta, toda a gente de cosplay! TODA A A GENTE! A sério, atrás de nós estavam um Mark Lenders e um Benji Price. À nossa frente uma Navegante de Vénus. Cosplays muito maus, é verdade. Muito muito maus. Esta gente não sabe o que é uma peruca. E aqueles que têm peruca têm-nas horríveis, tipo da Party Fiesta. Mas, foi o que eu aprendi neste evento, o que é que interessa? As pessoas estavam todas a divertir-se! Estava toda a gente feliz! O que interessa não é o cosplau ser muito bom ou não, o que interessa é ser feliz! E, em Portugal, parece que ninguém é feliz. Por melhor que seja o fato de cosplay, se não ganhou a pessoa fica infeliz. Por melhor que seja o fato de cosplayy, se ninguém tira fotos a pessoa fica infeliz. Ora em Espanha tirar fotos era uma raridade! Passarei a exemplificar melhor noutro parágrafo.
Paraí um décimo da fila que tivemos de enfrentar. Isto era um parque de congressos e a fila dava a volta ao parque todo
Exemplo de cosplay bacano (Trinity Blood)
Exemplo de cosplay normal a dar para o bom. Nós não tirámos fotos a muitos cosplayers, não só porque a minha câmara morreu mas também porque a maioria dos cosplays eram tão maus que não só metiam dó como não davam vontade de tirar fotos. Mas eu gostava de ter tirado fotos a alguns, mesmo maus, porque são personagens que eu gosto!
Depois, lá dentro. Jesus. Jesus Cristo mais Maria e José. LOJAS. MON.TA.NHAS. DE. LO.JAS. Com TUDO. Manga, milhares de manga. Tanto manga que com o bilhete até ofereciam um volume (no primeiro dia ganhei GALS, no segundo Saint Seya) Bonequinhos, porcariazinhas, livros, actio figures, dollfies, DVDs, jogos, tinha tudo o que se podia imaginar. Até tinha uma loja de gomas. E um fondue de chocolate. Comprei tanta coisa que até agora estou para perceber como coube tudo na mala. E os preços. Meu deus, os preço. Comprei três raridades por preços alucinados, de tão barato era. A Hota comprou o xadrez de CLAMP por 50€. E aqui, tudo inflaccionado, que por uma mala que se estragou no dia a seguir paguei 25€...
Comida! Havia comida lá dentro! Nem sequer falo do fondue de chocolate (que estava muito bom, comi morangos com chocolate negro), era comida a sério. Tinham uma bancada com uma cozinha xdentro do evento, tinham ramen, hamburgueres, baguetes e mais uma data de coisas. Em menus super baratos. Tinham refrigerantes japoneses além de todas as bebidas normais. E, coisa que me fascinou, tinham álcool! Sake, cerveja japonesa, cerveja normal! Se eu quisesse podia ter apanhado a buba do século ali por apenas 10€! Obrigada Espanhóis, por pensarem nas pessoas bêbadas como eu! Que aqui se eu beber uma mini na Anipop já fica toda a gente a olhar de lado.
Actividades, estive depois a ver no programa que havia uma sala a passar anime, mas não descobrimos onde era. Tinha dois palcos, um a passar danças (eles têm uma coreografia marada para a Caramelldansen) e um palco principal onde estavam as coisas importantes a acontecer. O concerto de uma ídola Espanhola que foi ao Japão (que cantava mal que se desgraçava, coitada da criatura) e concursos.
Como eu sou activamente fumante passámos uma boa parte do tempo na rua a ver as pessoas a passar. Era um espectáculo, porque estava sempre a passar gente diferente e gente com cosplays. O meu nariz também captou o odor a flor de verde pinho, o que significa que lá também se estão a cagar para isso. :3
Vamos ao segundo dia. A Hota foi de cosplay, de Alice de Pandora Hearts. O cosplay dela era de longe um dos melhores que estava no evento, nem que seja pela adição de uma boa peruca. xD Mas, e aí está o busílis da questão, só uma pessoa lhe tirou uma foto. Essa pessoa ficou mega-feliz, é verdade, mas foi só uma. E creio saber porquê. Porque em Espanha o cosplay é uma coisa feita para si próprio, para sua própria diversão. Não é para exibição. Será que é assim que o cosplay deve ser? Eu sempre achei que o cosplay é uma actividade para o público, mas se calhar devíamos voltar atrás e lembrar-nos que antes do público estamos nós. Não é uma série de fotos que nos deve fazer feliz. É o facto de estarmos a fazer cosplay que nos deve fazer feliz. E o que importa, no fundo, é sempre a felicidade.
Adiante! Concurso de cosplay. Graças a deus (ler isto em sotaque brasileiro) conseguimos lugares sentados. Porque eram nada mais nada menos que 50 grupos de cosplay a participar! E grupos enormes, com 8, 10 pessoas! Um concurso sem limites. Sem limite de idades, sem limite de participantes, sem limite de ajudantes de palco, sem limite de tempo, sem limite de nada. Fantástico! Finalmente vi um concurso em que as pessoas puderam mesmo fazer coisas originais e divertidas, sem se preocuparem com uma competitividade excessiva e, simplesmente, a "haver fun". Os apresentadores aparentemente mudam em todos os concursos. Os deste eram pessoas divertidas, cheias de pressa mas divertidas, com piadas espontâneas e muita energia. O público, nem se compara ao de cá. Quando era para estarem concentrados estavam concentrados. Quando era para berrarem berravam. Aqui toda a gente berra a toda a hora, mesmo quando é hora de estar em silêncio. No geral, um concurso com muito mais maturidade, liberdade e originalidade.
O nosso Skit favorito do concurso! =D
No segundo dia não ficámos tanto tempo, porque já tinhamos feito as compras todas. Fiquei levemente arrependida por não ter comprado um vestido, mas custava quase 100 € e eu não tenho isso para gastar.
No dia seguinte comprámos montes de subenires e depois eu vim-me embora. Com montes de ideias, tanto para eventos como para os meus próprios projectos.
Sem dúvida inspirador, pelo menos para mim!
Vou agora postar mais algumas fotos, pelo menos as minhas preferidas. :)
Vou agora postar mais algumas fotos, pelo menos as minhas preferidas. :)
Tirei umas fotos à Hota e esta é a minha preferida. :)
Reparem no Sonasol e no Fairy a passar. De resto este era o nosso ponto de observação e etava sempre esta quantidade de gente à nossa frente. Sempre gente diferente
By : ladyxzeus
Prince of Tennis: Another Story
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Prince of Tennis: Another Story
Yamamoto Hideyo - M.S.C.
Anime OVA - 4 Episódios
2009
5 em 10
Não vou mentir. Eu gosto de Prince of Tennis. Já vi tudo o que há para trás de Another Story e sempre gostei de tudo. Mas não sei se fui eu que mudei ou se foi a série que mudou, mas acho que vou ficar um longo tempo sem continuar a ver mais Tenipuri.
Tenipuri (ou Prince of Tennis ou Príncipe do Ténis) é um anime com uma premisa muito simples: gajos muito giros a jogar ténis. Depois têm super-poderes com nomes idiotas, mas isso torna tudo ainda mais divertido! No entanto, eu continuo a preferir coisas com conteúdo. Até agora, Tenipuri sempre teve um objectivo, nomeadamente vencer a próxima equipa. Mas este OVA soube a filler absolutamente desnecessário. Sem um objectivo sem ser o fanservice e o fanservice muito mal conseguido.
Sim, apareceram todos os personagens de que gostamos. Alguns até aparecem em pequenino, ó que fofinho. Mas não. Eu não precisava de ter gasto oitenta minutos da minha vida a ver isto.
Tenipuri é uma coisa que eu gosto. Que eu gosto muito. Mas a continuar assim, acho que vou ficar só com as doces memórias e deixar de esperar pelo próximo OVA.
By : ladyxzeus
Cronicando
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Cronicando
Mia Couto
2003
Crónicas
Li alguns comentários que dizem que toda a gente gosta de Mia Couto. Honro-me de ser a excepção. Depois de ler este livro maligno, que me durou MESES dentro da mala, honro-me de poder dizer: EU ODEIO O MIA COUTO. Com todas as minhas forças. Caramba!
Porquê, digam-me, porquê? Porque é que os autores dos países africanos de língua portuguesa se RECUSAM a escrever as coisas em Português? Eu quero ler um livro em PT-PT não ém AF-PT, ie. Africanês. Sim, há umas brincadeiras de palavras que são giras. Mas brincar com TODAS as palavras? Olá? Caro Mia Couto, será o senhor um pouco demente? Tanto esforço a fazer alterações nas palavras para depois não sair nada de jeito, acho bem...
As histórias até são engraçadas. Algumas. Mas estão escritas de uma maneira tão insuportável que agora que acabei o livro só tenho vontade de o queimar e de lhe fazer uma macumba (o que é uma boa maneira de acabar com um livro africano, pensando bem :3) Sorte do livro que não é meu, é da minha irmã.
Mia Couto, NUNCA MAIS NA VIDA!
By : ladyxzeus
Hotarubi no Mori e
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A arte está muito bem desenhada e é intensa, dando-nos uma boa ideia do cenário e do ambiente calmo. Também adiciona ao desenvolvimento da relação, pois é o local onde vão para se divertir.
A história é uma história de amor muito simples, um laço entre dois personagens que não se podem tocar. Os personagens desenvolvem-se segundo a sua relação e é aparente que crescem para se amar. O final, que parece ser tão odiado e forçado, foi perfeito para mim. É a consolidação do seu amor mas também uma maneira de mostrar que tudo é efémero e que os bons tempos, o verão das nossas vidas, vai acabar algum dia, muito provavelmente por uma razão estúpida.
A música é lindíssima. Cada peça é muito simples, mas a sua inclusão em cada cena adicionou uma sensação de paz e de beleza que tornou este filme numa bonita experiência.
Dou-lhe um 7, mas vou recomendá-lo!
Hotarubi no Mori e
Omori Takahiro - Aniplex
Anime - Filme
2011
7 em 10
Acabei de ver este filme e a minha primeira opinião é que é muito bonito.
A arte está muito bem desenhada e é intensa, dando-nos uma boa ideia do cenário e do ambiente calmo. Também adiciona ao desenvolvimento da relação, pois é o local onde vão para se divertir.
A história é uma história de amor muito simples, um laço entre dois personagens que não se podem tocar. Os personagens desenvolvem-se segundo a sua relação e é aparente que crescem para se amar. O final, que parece ser tão odiado e forçado, foi perfeito para mim. É a consolidação do seu amor mas também uma maneira de mostrar que tudo é efémero e que os bons tempos, o verão das nossas vidas, vai acabar algum dia, muito provavelmente por uma razão estúpida.
A música é lindíssima. Cada peça é muito simples, mas a sua inclusão em cada cena adicionou uma sensação de paz e de beleza que tornou este filme numa bonita experiência.
Dou-lhe um 7, mas vou recomendá-lo!
Nota Pessoal: Um dia também quero ir perder-me para uma floresta e encontrar youkais giros.
By : ladyxzeus


