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Yagate Kimi ni Naru
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Yagate Kimi ni Naru
Katou Makoto - TROYCA
Anime - 13 Episódios
2018
6 em 10
O meu clube, ultimamente, está sempre a recomendar animes de shoujo-ai. Por isso merecem algum amor rapaz, mas isso é outro assunto. Falemos deste anime "Bloom Into You".
Uma rapariga entra na escola secundária sem saber muito bem o que é o amor. Apesar de ter recebido uma declaração amorosa, não sentiu aquilo que achava que deveria ter sentido e agora não sabe bem o que fazer. Conhece uma rapariga experiente nessas lides e junta-se à Associação de Estudantes, em que decidem fazer uma peça de teatro como espectáculo final. No meio disso tudo, apaixonam-se e, a partir daí, é um processo de descoberta do que é verdadeiramente o amor.
Infelizmente, este é um anime situacional que não tem muito fundo que possa ser explorado verdadeiramente. O certo é que temos aqui uma relação amorosa, com as suas dúvidas adolescentes e os pequenos momentos de descoberta, mas para além de um conto sobre duas pessoas não temos mais nada para ver. Isto, para mim, é insuficiente, até porque gostaria de saber mais sobre a peça de teatro que apenas é explorada como cenário para o envolvimento entre as duas raparigas.
Temos uma animação muito simples, com alguns momentos chave bastante mal desenhados e cenários por vezes desadequados em termos de tema. Existe um clima de deslumbramento total em que todas as acções possuem uma aura maravilhosa e plena de luz que peca por exagerada e pouco conveniente.
Um anime bastante normal, que não ficará na memória.
By : ladyxzeus
Aoi Hana
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Aoi Hana
Yamamoto Kouji - J.C. Staff
Anime - 11 Episódios
2009
6 em 10
Mais um anime sugerido pelo clube. Este, um pouco diferente do habitual.
Fumi é uma rapariga tímida e alta que, no passado, teve um desgosto de amor. Agora que entrou na escola secundária, vai juntar-se a um clube em que irá conviver com muitas outras raparigas, incluindo a sua amiga de infância e uma senpai simpática. E, no meio de cenários e bandolinas de um clube de teatro, irá encontrar um novo amor.
É um anime romântico, sob a perspectiva unicamente feminina, muito calmo e contido. O desenvolvimento do romance não varia de qualquer outro anime do género que tenhamos visto, mas temos personagens bastante coerentes e pouco emocionais, o que dá uma certa aura de "adulto" a todo o conceito. Falamos directamente sobre a homossexualidade feminina, o que é algo um pouco raro em anime, mas apesar de tudo penso que o assunto poderia ter sido explorado em mais detalhe. Ainda assim, a abordagem naturalista que é feita é bastante satisfatória.
A arte é igualmente simples, com designs bastante básicos e nada de especialmente belo. É umn anime que recorda os clássicos shoujo dos anos 70, mas sem a superprodução visual destes. Não existem grandes cenas de acção que permitam demonstrar a animação mas, no geral, está tudo bem aproveitado.
Também a música passa desapercebida, quase não se notando que existe uma banda sonora digna desse nome.
Um anime que é tão simples que acaba por cair no esquecimento. Uma pena, porque tinha potencial.
By : ladyxzeus
Yuri Kuma Arashi
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Yuri Kuma Arashi
Ikuhara Kunihiko - Silver Link.
Anime - 12 Episódios
2015
5 em 10
Este anime foi criado e realizado por um senhor que conhecemos bastante bem de excelentes trabalhos, nomeadamente Revolutionary Girl Utena. Este anime segue-se numa linha semelhante em termos simbólicos mas acabou por ser uma experiência desapontante.
Neste universo, os seres humanos conviviam normalmente com ursos. Mas os ursos tornaram-se selvagens e agora as estudantes de uma escola dedicam-se a destruí-los. Duas raparigas, apaixonadas amantes, ingressam nessa escola. Mas o reino dos ursos ainda tem muito para revelar.
Para mim, o problema principal deste anime é que, até muito tarde, ele não se leva a sérrio, sendo uma sucessão de cenas lesbo-eróticas que, de uma forma ou de outra, terminam sempre com as raparigas a lamber-se umas às outras. O simbolismo existente é inconsequente porque não existe uma base de caracterização narrativa ou de estrutura de personagem que a suporte, acontecendo precisamente o contrário: os símbolos é que tentam transmitir a evolução da história, sendo eles mais importantes que esta.
No episódio final tudo isto se junta e acabamos por ter uma excelente conclusão, mas até lá não existe nada que nos cative neste anime, a menos que tenhamos uma necessidade intrínseca de ver miúdas a lamberem-se.
A arte está bastante capaz, sendo que os designs das personagens são muito simpáticos e cativantes e temos, em alguns episódios, algumas cenas bastante surrealistas em termos de mistura de formas e cores. As cenas de acção existentes não têm uma animação espectacular, apesar de funcionarem.
Musicalmente, temos uma banda sonora bastante fraca, da qual se distingue apenas a OP.
Um anime um pouco estranho, que não apreciei devidamente.
By : ladyxzeus
Blue Drop
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Blue Drop
Ohkura Masahiko - Gonzo
Anime - 13 Episódios
2007
5 em 10
Este anime propõe-nos um misto de fatia de vida com ficção científica, em que acompanhamos o desenvolvimento da relação entre duas raparigas numa escola com internato feminino.
Mari é a única sobrevivente de um desastre em que toda a sua cidade foi dizimada. Quando a sua avó a envia para uma escola feminina, não se sente muito motivada. Lá, faz amigos e descobre uma relação especial com uma rapariga, que se vem a revelar uma entidade alienígena enviada para saber mais sobre a espécie humana, Qual a relação disto com os acontecimentos que levaram à destruição da cidade de Mari?
Infelizmente, o anime falha nas duas preposições sugeridas. Em termos de fatia de vida (ou slice of life) não há muitos elementos coerentes com o género. A vida na escola não está bem detalhada ou ilustrada, sendo que a acção principal se dá na tentativa de criação de uma peça de teatro para o festival da escola. As personagens secundárias não estão estabelecidas de forma a que o interesse seja captado para esta vertente da história. Do outro lado, temos um pouco de ficção científica, em que existem relações entre personagens um pouco mais fortes. No entanto, também não há grandes explicações sobre quem é esta gente e o que querem de nós.
A animação tem traços simples, que por vezes são suficientemente expressivos, misturados com maquinaria em CG que calha realmente muito mal. Este misto de técnicas não funciona bem e acaba por aparentar estar a mais, sendo que não se percebe realmente a necessidade de mostrar a tecnologia alien, pois pouco se fala dela.
Existe um ponto positivo, que é a música. Peças contemplativas ajudam-nos a entrar num universo calmo e de poucas expectativas.
O final é bastante interessante, mas dá a sensação de que este anime tem algum tipo de seguimento (talvez no manga?) e que serve como prequela a alguma coisa.
Uma série que não capta a atenção.
By : ladyxzeus
Yuru Yuri♪♪
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Yuru Yuri♪♪
Oota Masahiku - TV Tokyo
Anime - 12 Episódios
2012
5 em 10
Aquele momento da vida em que há tão pouco para fazer que se arruma uma série de 12 episódios num dia. .___.
Para verem a minha fraca opinião em relação à primeira season, clicai aqui.
Em resumo: um anime acéfalo. Um grupo de meninas com cabelos de cores diferentes (as únicas em toda a escola com estes cabelos, aparentemente) fazem coisas fofinhas e dão beijinhos umas nas outras. Graças a deus que não são tantos como na primeira season. O seu amor fraternal feminino é tão fofo, tão fofo, tão fofinho, que é adorável (quem me conhece sabe como eu odeio esta palavra na língua portuguesa). A arte é fofa, isso sim. Mas de resto...
Pode-se ser fofo quando não se tem densidade emocional e psicológica para suportar o facto de se ser uma personagem numa série de anime? Portanto, pode uma pedra ser fofa? Uma pedra pode ser muito fofa, contando que esteja coradinha. Mas será que é válido que num anime todos os personagens sejam pedras? Seria válido, se as pedras fossem realmente personagens únicas, com uma personalidade de pedra. Todas as personagens aqui existentes são umas massas amorfas às cores que não se distinguem umas das outras por nenhuma razão. Não têm traços específicos, não têm nada de único acerca delas. Nem sequer são seres umanos realistas.
BHistória não existe, não que precisássemos dela para um anime fatia de vida sem início nem conclusão, que passa pelas estações do ano sem que haja qualquer mudança naqueles que nisso intervêm.
A música é diabética ao extremo, ilustrando bem o que se espera disto.
Pena que não seja nada. Não é relaxante, pois apenas me abismei perante a tontice patente em todos os momentos. Não é interessante, pois não tem fala de absolutamente nada. Nem sequer tem uma aura de fascínio pelos momentos tendencialmente surreais que às vezes aparecem. Porque eles não têm qualquer tipo de graça nem nada de diferente que nos faça pensar que é único.
Ao menos não foi doloroso. Viu-se tudo num dia.
By : ladyxzeus
Kashimashi ~Girl meets Girl~
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Kashimashi ~Girl meets Girl~
Bandai Visual
Anime - 12 Episódios + 1 OVA
2006
5 em 10
Nesta vida de desocupada os animes vêm-se rápido.
Isto começa de uma maneira estranha, mas poderíamos ter perdoado se o resto do anime se elevasse a um melhor nível de qualidade. Um rapaz vai passear pela montanha e é atingido por uma nave alienígena. Os aliens reconstroem o seu corpo, mas enganam-se e transformam-no numa rapariga. A partir daí, entramos dentro de um triângulo amoros entre meninas.
O primeiro erro de tudo isto é o facto de o rapaz não ter passado por um processo de adaptaçao antes de se habituar ao seu novo corpo e às expectativas relativas a ter um sexo diferente. Este menino era, desde o início, tímido e delicado, certas características tipicamente femininas nos animes. No entanto, a mudança de fazedor de xixi deveria ter tido mais impacto, sendo que teria sido muito mais interessante se houvesse um certo nível de dúvidas e de ansiedade antes de prosseguirmos para a história de amor triangular. Nesta, parece que são as outras raparigas que tomam o lugar de força motriz masculina na relação, enfantizando a falta de lógica na transformação inicial. A história em si, tem pouco de invulgar e de original, sejam rapazes ou raparigas.
Existem momentos emocionantes e de grande beleza, quer em termos de história do momento quer em termos gráficos. No entanto, é superior a falta de imaginação e de graciosidade que têm todos os momentos cómicos que pululam em todas as situações de fatia-de-vida, protagonizadas quer pelos pais do personagem principal, por uma professora histericamente ninfomaníaca ou pelas entidades alienígenas que, por alguma razão muito mal enjorcada, decidem acompanhar a vida e obra da sua criação. Este momentos quebram o ritmo e têm uma animação por demais horrível, assim como efeitos sonoros que - tendo intenção cómica - caem mal nos meus delicados ouvidos.
Meus delicados ouvidos gostaram, no entanto, da música utilizada ao longo dos momentos sérios e da OP e ED. São músicas bastante bonitas e, quando bem aplicadas, trazem um efeito com grande capacidade emotiva.
Na verdade, é o tipo de shoujo ai que poderia ter perfeitamente sobrevivido com personagens de sexos diferentes. Aparenta apostar nas relações femininas pelo simples prazer de romantizar uma situação que nada tem de romântica. Como não exploram os elementos mais interessantes que esta história poderia trazer, simplesmente é falho e, portanto, não o posso recomendar. Dentro do género (que pouco conheço) ou fora dele.
By : ladyxzeus
Maria Sama ga Miteru
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Maria Sama ga Miteru
Kato Toshiyuki - Studio Deen
13 + 13 + 13 Episódios + 5 OVA + 13 + 13 + 5 + 13 Specials
2004
7 em 10
E o ritmo de uma série por semana concretiza-se imediatamente. É isto o que da ter o dia de Carnaval para fazer nada! =D Demorei algum tempo com isto porque são quatro seasons, cada uma com specials de um minuto. Vou falar, neste comentário, na minha impressão geral da série, pois as seasons completam-se como um todo, dando uma conclusão à história (que ainda poderia continuar, apesar de tudo)
Fatia-de-vida, acompanha os dias de um grupo de raparigas numa escola católica feminina, Lillian. Não é um grupo de raparigas quaisquer, mas sim as "rosas" da escola, a Associação de Estudantes. Nesta escola, há um sistema senpai-kouhai que se baseia em "irmãs": as estudantes mais velhas escolhem uma "irmã mais nova", que acompanham e protegem ao longo do seu percurso escolar. Esta relação baseia-se em respeito e carinho, também num amor fraternal. Isto é tudo muito bonito, apesar das nuances amorosas com tendÊncias yuri que pontuam os momentos, sendo por vezes muito evidentes e essenciais ao desenvolvimento dos personagens. Mais uma prova de que este tipo de anime não é uma coisa má e que eu fiz muito mal em evitá-lo durante tantos anos por razões perfeitamente idiotas.
As personagens são únicas. Cada uma tem uma característica que a define em relação ao resto do grupo, mas não estão limitadas a uma categorização. Olhando para o conjunto, temos um grupo de raparigas muito humanas, apesar da sua inocência. Este elemento torna todas as relações extremamente puras e não há qualquer tipo de maldade em nenhum momento da série.
A arte não é muito boa, com excepção para a terceira season. Como são OVAs, o investimento terá sido mais cuidado. Não existem grandes cenas de acção que possam mostrar a qualidade da animação e os designs das personagens não são muito originais. Nota para as "várias caras de Yumi" (facto que me referiram quando anunciei que ia começar a ver a série), que a distinguem em relação às outras personagens.
A música é muito calma, com excepção das OP e ED da quarta season, trazendo uma aura de inocência religiosa como tema principal do anime.
No geral, dou-lhe uma nota um pouco acima da média. Foi uma experiência relaxante e interessante, que posso recomendar.
By : ladyxzeus
Simoun
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Simoun
Nishimura Junji - Studio Deen
Anime - 26 Episódios
2006
6 em 10
Demorei bastante tempo a ver este anime, o que me desregulou o esquema de visionamento de todos os outros, por causa do cosplay. E porque, por uma vez, quis ver o anime com atenção. Já há algum tempo que não apanhava um tão interessante. Estava com um certo receio pois o anime estava classificado como yuri, e eu sempre me mantive de pé-atrás com esse género. Mas, finalmente, decidi por de lado o meu preconceito, até porque é um preconceito que não faz qualquer tipo de sentido e é idiota. Valeu a pena.
Este anime passa-se num planeta com dois sóis que tem três países conhecidos. A narrativa passa-se em Simulacrum, uma teocracia que acredita em Tempus Spatium. Neste país existem sacerdotisas, sybillas, que conduzem os simouns, carruagens dos deuses. No entanto, o país entra em guerra com os países vizinhos e as sybillas vêem-se obrigadas a usar os seus simouns para fazer a guerra. Os simouns fazem desenhos no céu, que têm várias funções e alguns são altamente destrutivos.
A história acompanha a vida do Chorus Tempest, um grupo de doze sybillas. Pareceu-me que eram demasiadas personagens, sendo que algumas tinham muito pouco conteúdo e eram bastante desnecessárias. Existe uma história de amor que só se revela no final. Esperava que falassem mais sobre a guerra e suas causas, mas o anime preferiu focar-se nas aventuras e desventuras das meninas. Note-se que estas meninas não são realmente meninas, pelo que os frequentes beijos não farão assim tanta confusão a pessoas mais fóbicas: elas ainda não têm sexo definido. Em Simulacrum, as pessoas podem escolher o seu sexo aos dezassete anos, visitando uma fonte para esse efeito. Para mim a parte que mais me agradou foi precisamente o último episódio, que mostrou o que cada uma das personagens escolheu. Não é que as aventuras e desventuras sejam más, a verdade é que até são bastante interessantes. Mas como são muitas personagens é difícil manter o foco e por vezes perdi-me (sobretudo quando ainda não sabia o nome das raparigas todas)
O mundo está muito bem construído e, mais do que os dramas pessoais das moças, é isso o que torna este anime extremamente interessante.
A animação é inconsistente. Os designs estão bem concebidos, sobretudo para a maquinaria (que se baseia nos chamados "helical motors") mas esta é feita em CG. O CG integra-se bem na maior parte das vezes, mas cansa. Por outro lado, a animação das pessoas está um pouco descuidada em alguns momentos, o que corta o efeito de belo que poderia ter.
A banda sonora é muito completa e original, mas a sua aplicação é errónea e anti-climatiza imensos momentos, com uma ironia que não se aplica à história em causa.
Mas, no geral, um anime muito bom. O culminar da história (Aeru - A maior forma de amor) é uma maneira muito bonita de acabar. O universo é fantástico. Não lhe dei melhor nota por causa da animação e música, mas recomendo vivamente, sobretudo para quem - como eu - se venha a iniciar neste universo do shoujo-ai.
By : ladyxzeus
Yuru Yuri
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Yuru Yuri
Oota Masahiku - TV Tokyo
Anime - 12 Episódios + 1 Special
2011
5 em 10
Olá amigo! Gostas de meninas pequeninas? Gostarias de ser preso um dia? Tens um atraso mental? Então este é o anime ideal para ti!
Yuri é a arte do lesbianismo em anime. E normalmente, por estranho que pareça, é feito para um público feminino. Yuru Yuri não. É feito para o público ota-cu mais deprimente que existe. São 12 episódios mais três minutos de pura diarreia mental e é incompreensível para mim como é que alguém se pode sentir atraído por uma série como esta. Já é sabido que o ota-cu gosta bués de coisas sem conteúdo. Talvez não seja de admirar que gostem de coisas sem conteúdo em que as personagens são todas (quase)lésbicas.
Porque é isso, essencialmente. Temos uma personagem principal que serve como observadora, dada a sua absoluta falta de dimensão (e eles até admitem isso, caracterizando-a como "apagada" e "normal") e temos meia dúzia de outras meninas que têm relações de intensa amizade/quase amor umas pelas outras. Acham-se fofas umas às outras, por isso apalpam-se. Gostam umas das outras, por isso tomam banho juntas. Tentam beijar-se, na maior das purezas que uma amizade permite. Olham para a roupa interior umas das outras, mas por pura curiosidade, onde está a perversão nisto? E é disto que o ota-cu gosta? É isto que um ota-cu espera de uma mulher? De uma rapariga? De uma criança? Sim, porque estas personagens são crianças. Têm 12 anos, acabaram de entrar para a escola básica. Mas estão desenhadas como alunas de escola secundária e têm atitudes que seriam mais plausíveis numa outra idade. Não admira que exista um grupo de pessoas com ideias completamente distorcidas sobre a realidade. Ainda por cima o anime é produzido pela TV Tokyo! A TV Tokyo devia cingir-se a produzir coisas que não alterassem a visão do que é real e do que ´é fantástico de um grupo de pessoas perturbadas que podem ser potencialmente perigosas. E que obrigam adolescentes que cantam em grupos a rapar o cabelo por terem tido sexo.
A única coisa que se safa é a arte, que tem traços muito suaves e agradáveis à vista. A música também está mais ou menos, com OP e ED especialmente feitas para ilustrar isto.
Quem gostar disto tem de me dar mesmo uma muito boa razão para gostar disto, porque me parece impossível e anormal. Repare-se que ainda vou ter a dor de ver a segunda season, porque me enganei e fiz download dela. E como está aqui, terá de ser vista...
By : ladyxzeus


