Mostrar mensagens com a etiqueta exposição. Mostrar todas as mensagens

  • AmadoraBD 2025

    0

     

    AmadoraBD 2025
    Evento


    Depois do Rolisboa, ainda com o meu cosplay, fomos visitar o AmadoraBD. Desta vez começámos ao contrário: pelos jogos. Os jogos não me captaram grande interesse, mas gostei muito de ver os cosplays extraordinários que estavam em exposição.

    A seguir fomos às compras, vi lá uma pessoa desagradável que nem olhou para mim lol, e acabei por comprar apenas 3 livros por falta de orçamento: Dororo, de Osamu Tezuka, Pardalita, uma BD queer que me recomendaram muito, e o Astérix na Lusitânia, para dar de prenda.

    Finalmente, a exposição. Este ano pareceu-me especialmente fraca, com um personagem que aparece todos os anos, a Liga da Justiça muito infeliz no meio e uma curadoria estranhíssima de um herói antigo que dá palmadas no traseiro das bacanas. Mas o pior, sem dúvida, era a quantidade de gente adulta e bebé, a ocupar todo o espaço com os seus bólides de bebé. Questiono-me para que trazem crianças não verbais para estas coisas.

    Dentro do que gostei da exposição, destaca-se uma BD toda feita em bordado, que adorei.

    Para o ano lá estaremos de novo, como sempre estivemos e sempre estaremos.

  • AmadoraBD 2022

    0

     

    AmadoraBD 2022
    Evento


    Como habitualmente, fomos ao AmadoraBD no último fim de semana. Este ano cometi a proeza de me enfiar de carro dentro de um bairro de barracas, o que foi altamente assustador.

    Mais uma vez, senti-me insatisfeita com o espaço novo. A zona da exposição parecia muito mal aproveitada em termos de dimensão do espaço, e estava um calor absolutamente insuportável devido às lâmpadas amarelas. Havia também uma zona de jogos, que estava atafulhada de gente, e uma zona de lojas. Desta vez os autógrafos estavam numa salinha aparte, com um sistema de senhas, o que não permitia grande convívio entre artistas e convidados. Como chovia, era desagradável estar no exterior. Para além do mais, não havia qualquer lugar onde sentar com excepção da esplanada de três roulottes que serviam de zona de alimentação. Por isso, foi uma visita muito cansativa.

    Em termos de exposições, gostei da cenografia da maioria delas, muito interessante e que complementava bem a exposição das pranchas. Isto com excepção para a exposição do Homem Aranha, que se queria um pouco mais grandiosa pois se celebrava o seu aniversário. Fiquei também a saber que muitas das pranchas eram fotocópias e não originais (soube disto relativo à exposição do Thorrin, ou como se chamava, o vikingo). Quanto aos originais apresentados, esses sim trouxeram uma grande riqueza à exposição.

    Mas quem é que me quer ver a falar seguido, vamos já mostrar as fotos!







    Por momentos pensei que era defeito e que a parede se estava mesmo a descolar










    Esta exposição tinha um piano que se podia tocar. Apesar da insistência, não toquei nada








    Esta foi a fotografia que tirei que se tornou minha favorita!






    Concurso de Banda Desenhada

    ESCOLAAAAAAAAA





    Rabo Aranha




    E bem, acho que em termos de exposição cobri todos os pontos :) Despeço-me com uma foto minha na casa de banho mais punkita da Amadora!






  • The Rapture

    0

    The Rapture
    Ai Weiwei
    Exposição

    Ai Weiwei instalou-se em Portugal após pesquisar a arte à volta do mundo. A arte do mundo comove-o, tal como o comove o estado do mundo. Nas suas obras encontramos o quotidiano e encontramos o significado das coisas de todos os dias. Porque uma caixa de takeaway de porcelana fina ou um cabide de cristal ultrapassam a normalidade do objecto, para encontrarem um lugar onde se instalar dentro do conceito da arte. 

    Com obras monumentais, carregadas de significados perturbadores, o artista procura explorar os acontecimentos globais e mostrá-los ao mundo sob uma forma que, não sendo totalmente perceptivel, encontra caminho entre a sensibilidade das pessoas. O uso das técnicas tradicionais de cada país em que se instala fornece toda uma visão globalizadora, que permeia cada peça e permite o desenvolvimento de um processo tanto imaginativo como figurativo. 

    Presentes também estão o humor e a humildade, a humildade do relato simples, do relato dos acontecimentos reais tornando-os paranormais, tornando-os anormais. 

    Valeu a pena ir a esta exposição, patente até ao mês passado na Cordoaria Nacional. The Rapture é mais que um rapto, mas a verdade é que rapta a nossa emoção para a colocar numa caixa hermética e, ao mesmo tempo, infinita. 

     

     

     

  • Exposição Peças Lego

    0

     

    Exposição Peças Lego
    Exposição

    Mesmo na última semana, fomos a esta exposição, sobretudo porque tinha uma secção do corpo humano que eu queria muito ver.

    A criatividade destas pessoas é fascinante! A exposição começava com uns mundos criados em Legos Duplos, que são aqueles maiorizinhos para crianças, e prosseguia com modelos de Star Wars, um Titanic enorme que até tinha pessoas lá dentro e assim por diante. 

    A parte que mais gostei foi um mundo de fantasia florestal, cheio de detalhes, com árvores e plantas lindíssimas. Também havia recriações de diversos mundos de jogos e séries famosas. Entretanto, a parte do corpo humano desapontou-me um pouco, não só porque tinha coisas incorrectas como porque não era tão detalhado como eu estava à espera.

    Passamos a uma secção com cidades, que tinha até comboios que andavam de um lado para o outro e paravam nas estações. Achei giríssimo que numa das cidades estava a haver uma manifestação, com os manifestantes todos muito zangados e polícia e tudo! Depois vimos alguns legos robóticos, mesmo muito giros, incluindo um cavalo de lego que corria no ar!

    Também estavam lá recriações em tamanho real de algumas pessoas, como o homem mais alto do mundo (2 metros e 70!), Chopin, Copérnico e pessoas do desporto que eu não sabia quem era. Para o contexto havia algumas placas com a história do Lego ao longo do tempo, mas estavam inatingíveis: à sua frente estava um espaço para que todos pudessem brincar com Legos e montá-los, que estava populado por crianças pequenas.

    Foi mesmo muito divertido, e depois voltámos de Alcântara ao Cais do Sodré a pé, que foi menos divertido... Caso esta exposição volte, recomendo!

  • AmadoraBD 2018

    0
    AmadoraBD 2018
    Evento
    Apesar de nunca perder o AmadoraBD, este ano estava um pouco reticente sobre o que iria acontecer. Conhecendo algumas das pessoas responsáveis pelo serviço educativo e cenografia queria, por um lado, encontrar os seus projectos e assistir a uma das visitas (o que acabou por não ser possível). Por outro lado, outros visitantes afirmavam que este ano a exposição estava muito aquém das expectativas.

    O tema deste ano era o Brasil. Talvez seja um tema importante devido ao impasse político que se vive neste momento nesse país, mas penso que a forma como a exposição estava organizada não permitiu que todo esse tema fosse explorado em detalhe. Os cenários eram muito simples e com poucos momentos para tirarmos uma fotografia ou outra e as pranchas expostas diziam muito pouco sobre os autores e sobre a situação que eles desejavam retratar. Também as explicações dadas sobre cada um eram poucas e incompletas, referindo apenas idade, geografia e trabalhos mais importantes, sem fazer referência à sua importância ou influência no panorama actual. Assim, foi uma exposição principal que me causou um certo desapontamento pois, sinceramente, esperava muito mais.





















    Aproveitei para ler este álbum enquanto lá estava :)


    A exposição seguinte referia-se a bandas desenhadas vencedoras de prémios em outros festivais internacionais. Apesar de as imagens serem muito interessantes, também a falta de explicações em cada uma delas me deixou um pouco baralhada porque não sabia a que se referiam, qual o tema de cada uma nem sequer os seus títulos. Assim, mesmo quando vi estes volumes à venda com tradução em português, não senti vontade de os comprar: afinal, não fazia ideia do que tratavam.







    Finalmente, para terminar com o primeiro piso, a exposição de "homenagem". Desta feita foi organizada em favor de um dos grandes vencedores dos prémios do ano passado, autor do volume "Deserto/Nuvem", que me vem fascinando desde então (e que, finalmente, comprei!) Esta era uma exposição melhor organizada, com muitas informações que colocavam um bom contexto à do autor, muito rica e muito filosófica. Este cenário já dava azo a mais fotografias engraçadas e deixou-me com água na boca para comprar esse livro que já desejava.
















    Passamos ao piso subterrâneo. Mais uma vez, este ano a sua decoração era escura, assustadora e tudo parecia mais um parque de estacionamento abandonado do que uma exposição de BD. Mais uma vez, os dados sobre os materiais expostos eram vagos. Muitos dos cenários eram pouquíssimo detalhados e faziam mau uso da luz, sendo que em muitos deles era quase impossível ver as pranchas expostas sem g grande esforço.

    Fica a nota para a excelente exposição de homenagem a um grande criador dos primórdios da animação portuguesa, muito completa e com boas explicações.



















    Em resumo, apesar de ter sido um passeio agradável e de não ter sido tudo tão horrível comnforme era a minha expectativa, foi das exposições menos bem conseguidas que vi no AmadoraBD. Não sei se será a falta de orçamento, a falta de tempo, a falta de organização ou tudo junto, mas a verdade é que este festival terá de se reinventar para o ano que vem se quiser manter-se como relevante no nosso panorama.

    Nem falo do cosplay, que foi eliminado dos acontecimentos do festival há tempos. Falo de trazerem temas mais modernos, mais interessantes para as camadas mais jovens, deixando de lado o individualismo editorial e apostando nos temas populares. Acreditem que se tivessem uma prancha sequer do anime  ou do comic do momento teriam o evento pelas costuras.

    Noutra nota, acho importante referir que os livros colocados à venda pelas editoras estão na maior parte das vezes com preços proibitivos. Uma das características dos festivais é que podem servir para o "destralhar" das empresas, que normalmente oferecem valores especiais para as compras. Parece que os eventos de banda desenhada em Portugal são excepção, porque tenho a sensação que muitos livros estavam até mais caros do que comprados por outra via.

    Enfim, foi giro mas podia ser melhor. Para o ano (se houver para o ano!) espero que se redimam. :)

    Torrada em chamas!

  • Copyright © - Não me Apetece Estudar

    Não me Apetece Estudar - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan