• Sukeban Deka

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    Sukeban Deka
    Nanba Hitoshi - ADV Films
    Anime OVA - 2 Episódios
    1991
    6 em 10

    Eu estava a dizer que adorava os 80s, mas afinal isto é dos 90s... Ora bolas!

    Saki está num reformatório e é-lhe dada a oportunidade de trabalhar como detective para salvar a sua mãe da sentença de morte. E onde é feita a investigação? Na escola. E que arma é que ela tem? Um yo-yo. A escola dela é dominada por uma máfia de meninas, as Mizuchi Sisters, todas lindas, maravilhosas e ricas, com protecção de todos os delinquentes da escola (que aparecem armados com correntes, tacos de baseball, soqueiras e outras coisas que se encontram frequentemente em ambiente escolar) Ora, acontece que elas são todas más e abusam de uma jovem inocente, que Saki tenta salvar. Depois a sua função é revelar a mentira por detrás dos talentos e riquezas das Mizuchis.

    A arte, parecendo um pouco antiga, é bastante boa, com cenas de animação bem construídas e lutas interessantes. Designs de personagens um pouco improváveis (esta moda de ter gente de cabelo rosa...) mas ainda assim apropriados.

    Personagens pouco desenvolvidos devido à falta de tempo, mas com arquétipos muito interessantes. Fiquei interessada em fazer cosplay de Saki, mas ela não tem roupas muito interessantes e, realmente, falta-lhe um bocadinho de densidade para que eu possa fazer um skit de "génio" (bahahahaha) Por um lado a história rapidamente se tornaria estaladiça se fosse uma série mais longa, mas a personagem de Saki merece mais tempo de antena. Sinto-me dividida...

    Em termos de música não existe nada de especial, apenas o típico da época. As vozes enfatuadas são bastante apropriadas e a actriz de Saki tem alguns bons momentos.

    Duas horinhas de diversão. Eu gosto muito de coisas sobre delinquentes juvenis!
  • Portusaki 2

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    Portusaki 2

    A estadia na Quinta Dimensão, conhecendo cosplayers quintedimensionenses, inspirou-me para voltar a participar num concurso. Considerando que o próximo em Lisboa calha em cima de um congresso de comportamento animal e que o concurso é à mesma hora de uma mesa redonda.... Bem, porque não ir ao Porto? Vai de convidar a Hota-chan, que se mete nestas aventuras, duas semanas para fazer umas renovações ao cosplay habitual, marcar hostel e meter-me num InterCidades para uma intensa viagem!
    Hostel muito agradável, com terraço cheio de relvinha, cães simpáticos, donos simpáticos (se bem que um detentor de estranho tique nervoso). Alma Porto Hostel. Recomendo muito, está muito bem localizado, muito bem arranjado, com cozinha equipada, sala de estar com laptop e a nossa camarata vinha com escandinavos semi-nus incluídos. Podem reservar no HostelBookers

    Depois jantar no Piolho, após grande travessia em busca das Carmelitas, drink no Candelabro assistindo a um comício, após luta gargantuesca com uma rua (A CEDOFEITA) que insistia em fugir de nós.

    E entretanto o que interessa. O evento. Sempre quis ir a um evento no Porto porque dizem que a comunidade do Norte é diferente. Queria ter um termo de comparação para saber se a juventude está perdida ou não. Não está. Ainda há esperança! Mas vejamos:

    O HardClub é num sítio muito central, ao lado de uma igreja (?) com símbolos dos Illuminati. É uma estrutura muito interessante de visitar mesmo que não haja lá evento de anime. Ora bem, chegamos carregadas de asas, de fatos, de perucas e de coisas e encontramos uma fila. Que está parada. A nossa suposição é que algo de muito interessante se passa no início da fila. Questionando os jovens à nossa frente, não sabem. O jovem atrás de nós questiona-nos, não sabemos. Informam-nos que já está atrasado, já são 11:10 e era suposto começar às 11. Ora, nós tinhamos visto no horário que era às 10:00.... Se bem que foi um horário com duas semanas, só o vimos para confirmar que o cosplay era no sábado. Mas acabamos por chegar à conclusão que há uma diferença de fuso horário entre Lisboa e Porto e acabamos por entrar.

    Conseguimos depositar meus tralhames desinteressantes no bengaleiro, com ajuda do excelente Hugo, organizador, que logo pela manhã já estava a ter problemas com ramen (o camião que o trazia foi abduzido por aliens) Repare-se que a organização nunca uma única vez pôs as culpas em ninguém nem levou as mãos à cabeça. Simplesmente pensaram numa solução. E a verdade é que havia ramens à hora de almoço, ramens infinitos. Good job!

    Aparece-nos um curto mas espaçoso corredor ladeado de mesas com coisas à venda. Fazemos uma análise inicial e compramos uma coisa cada uma. Peço desculpa ao senhor espanhol que estava a vender tomos duplos de manga por lhe dizer "no me gusta" mas a mim saem-me estas coisas. Recorda-me aquela vez em que eu estava a fazer fluidoterapia subcutânea à gata Mitucha... Bem, fica para outro dia. Enfim, não havia uma profusão de lojas, nada que não tivéssemos já visto em Lisboa. O que foi uma sorte, porque encontrei o tapa-olhos de Gintama que tinha visto na Anipop e comprei-o logo. Fica-me mesmo bem!

    Ao lado esquerdo temos projecção de filmes, mas eu tinha estado a ver os nomes e rien de anime por isso nem lá fomos (mas acabámos por ir lá parar, como verão de seguida). Ao lado direito, palco excelente, plateia espaçosa e bar. Bar esse que olhou para mim como se eu fosse um cão de plasticina quando eu apontei para a Super Bock. E que olhou para mim como se eu fosse uma sardinha demente quando eu apontei para o bar cheio de espirituosas. Bem, até valeu a pena, que na esplanada o barman gostou tanto dos meus lindos e divinos olhos azuis que me deu o fino à conta da casa. Andar de cima aparenta ter jogos, mais para a frente jogos de tabuleiro. Não vamos a nenhum. Até queria ir aos jogos de tabuleiro mas o pessoal parecia já estar concentrado e não quis incomodar.

    Após um nutritivo almoço de pizza na zona ribeirinha, um par de copos de vinho, menos de meia dúzia de imperiais e muito tabaco, vamos vestir-me. Indicam-me a casa de banho e lá processamos a fusão das asas ao meu corpo, processo doloroso que envolve as terminações nervosas da zona escapular. Luta com peruca, adição de losangos às faces e tá pronto. Passo a mover-me no evento a passo de caranguejo, já que as portas não foram concebidas para pessoas com asas (erradamente e injustamente, não admira que os anjos não visitem as pessoas)

    Depois descobrimos que há um backstage com camarim e lá eu me instalo à espera que a coisa comece. Desejo um penico. E coloco em ordem as primeiras impressões:

    • Pequeno mas muito simpático
    • Duas pessoas reconheceram-me e uma deu-me um abraço. O que já é muito bom para um anime tão "obscuro" como Ah! My Goddess.
    • Wild Old Lady Appears! She uses "Esta juventude de hoje em dia"
    • Famílias
    • Pessoas todas extremamente comunicativas e simpáticas. Excepto as lolitas, essas são antipáticas em qualquer sítio do mundo.
    Aparecem mais cosplayers, inicia-se no palco um Quizz Musical. Pelo que ouvi pareceu-me muito completo e bastante acessível, se bem que - segundo Hota, a minha espia - os concorrentes falharam algumas muito básicas, nomeadamente Cavaleiros do Zodíaco e Happy Tree Friends.

    Mais cosplayers. Afinal não somos 4! Somos 5! Foi aberto um concurso amigável por isso estão lá mais três miúdas em cosplays que não se parecem nada com cosplays. Communication ensues ao mesmo tempo que a organização se organiza. Estão lá duas moças extremamente amorosas da Cosplayer E-Zine e faço-lhes perguntas sobre a revista. Aparentemente agora está mais dedicada ao DeviantArt? Isto merece um comentário aparte que farei numa outra ocasião em que me sinta com vontade de arrancar acropódios. Fiquei um pouco triste por se terem esquecido (ou não) de me tirar umas fotos naquele fotogénico corredor. E esperamos. Explicamos uns aos outros como fizemos os nossos fatos. Perco toda a esperança quando sei que o Simon (que se chama Miguel) tem um biombo e vai mudar de roupa. Inserir nervos. Está um calor que não se pode. Estar naquele backstage é como estar no Sol. Considero oferecer o meu cosplay a crianças do Alaska que não tenham bracinhos, para que se aqueçam. Não me posso sentar no chão, os apendices voantes não deixam. Lembro-me que tive insónias a semana toda por ter estado a fantasiar com casamentos, com pessoas reais e fantásticas. Estou com dores abdominais e os meus olhos estão a babar por causa das lentes. Perdi um bocado da porcaria do colar. Usar esta peruca é como usar o cadáver de um mamífero florestal na cabeça, possivelmente um muflão. Estou tão cansada que nem consigo comunicar-me como deve ser e dispersar os nervos. Quero chorar e vomitar e depois morrer. Um jovem simpático mas um bocado enervado aprende como deve colocar as nossas tralhas no palco e que luzes queremos. E digo-lhe que improvisem. Então aparece o Hugo da organização.

    O cabo do vídeo queimou, vamos ter de mudar de sala.

    E mudamos. Para um corredor iluminado por uma lâmpada. Lâmpada essa que tem dentro dela a energia obtida por painéis solares de todo o país. As miúdas do cosplay amigável estão demasiado energéticas. Considero abate-las com o meu martelo (de Thor). E, assim, peço desculpa. Devo ter sido, nesta altura, pessoa extremamente desagradável. Há situações em que eu me esforço sinceramente por ser uma pessoa mentalmente equilibrada: eventos de anime e reuniões profissionais. E desta vez falhou. Entrar em curto-circuito não é justificação e, desta forma, peço desculpa aos pobres dos cosplayers a quem a minha acidez possa ter ferido. Começo a contemplar que se a Belldandy desmaiar em palco talvez seja skit vencedor. Já agora, a cena do shot de vodka era mesmo a sério, mas depois os planos mudaram. Temos a ordem e por isso vou falar de todos pela ordem que entraram. Desta vez não vi os skits (eu bem tentei dar uns pulinhos) por isso só tenho as informações da Hota, que fez questão de mos descrever (e eu fiz questão de saber, evidentemente). Caso desejem uma opinião mais fundamentada, sabem onde me encontrar. :) Bem, vamos lá!

    ATENÇÃO: A MINHA MÁQUINA MORREU E A HOTA NÃO TIROU FOTOS DE VOCÊS. CONHECEMOS UM JOVEM SIMPÁTICO QUE TIROU FOTOS DECENTES, QUANDO ELE AS MANDAR EU ACRESCENTO! DESCULPEM T___T 
    Lá vou arranjando umas fotos, ainda faltam duas mas está quase :)
    Graças ao site OtakuPt já tenho os vídeos de (quase) toda a gente. Acrescento-os com mais comentários. :)

    Simon (Miguel)


    Aprendi que os critérios no Porto são diferentes dos de cá, porque aqui - com os júris que costumamos ter (que são quase sempre as mesmas pessoas), o fato dele não passava. Caso o Miguel leia isto, aviso-o para ter muito cuidado com a costura, mesmo as partes que não se vêm!!!!!!. Já falei com júris de ECs anteriores e eles dão MUITA atenção à construção do fato. A sério, o vosso fato pode ter tantas luzinhas como o Cristo Rei no Natal e o vosso vestido pode ter 70 camadas de folhos feitos de massa folhada. Se tiver fios soltos eles reparam e a perfeição das técnicas é critério para atribuição de classificação. No caso do skit, o jovem mudou de roupa, o que significa que tem dois fatos e isso é de extremo valor. Segundo consta, a mudança de roupa foi feita atrás de um biombo e o público teve de se entreter a ver o vídeo. Recomendo que, fazendo isto noutro contexto, em vez de um biombo se use placa preta (só pela estética) e que, numa apresentação solo, haja algo mais que entretenha um público. Umas luzes malucas, uns jogos de sombras, alguma coisa que não seja o vídeo. Só não percebi porque é que o Simon passou de grande para pequeno se os seres humanos costumam evoluir ao contrário, mas também já não me lembro do anime muito bem e não vi o skit. Ah, e os confettis! Aparentemente assustaram toda a gente (e a mim também, que estava lá atrás) e depois houve a crise de se ter de ir buscar um Swiffer para tirar aquilo do palco. Costuma ser proibido, pelos vistos nestas regras isso não estava contemplado, em todo o caso recomendo um Plano B (por exemplo, ter um escravo com uma vassoura para tirar aquilo) É que perturba mesmo a próxima pessoa e o ritmo do espectáculo. Ah! E aparentemente mega-spoiler da série inteira, envolvendo um "pelicano" no vídeo. Não é boa onda. :< De resto, excelente trabalho, curti bué das tuas botas, gostei do teu drill e das luzinhas que apontavam para locais anatómicos estranhos (e nos ajudaram na escuridão). És o vencedor e és o máximo, jovem super simpático. Vai e diverte-te à grande e trás uma prenda para a gente (eu quero uma daquelas almofadas com um homem nu desenhado)

    Mantenho o que disse no primeiro comentário. Mudar biombo, alguma coisa que entretenha mais que o vídeo (ou um vídeo mais conceptual). E não sei, mais alguma coisa que esteja fora do vídeo. Video-dependentes! Não apareceu o drill, o que foi uma pena (mas o Miguel tinha um, que andava à roda) e não se notam bem as luzinhas, mas isso é da luz. Spoiler mais discreto do que eu tinha imaginado, quem não viu a série não percebe.

    Ichigo (Jó. Desculpa, mas eu oiço um bocado mal e só ouvia chamarem-te Jó por isso és o Jó. A probabilidade é que sejas Jorge, mas Jó também é fixe! :) )


    Bem, a minha única cena com o teu cosplay é que perucas são uma coisa super importante no cosplay. De resto a máscara deu umas fotos mesmo giras. Segundo consta, nesta apresentação o Ichigo estava na boa, depois ficou possuído e lá no meio da sua possessão dá cabo da máscara, que cai em cima do público, que por sua vez teme a perda permanente de visão. Eu só ouvi pessoas aos gritos.

    Montes de vídeo... Gosto da expressão corporal, mas eu teria feito um bocado mais exagerado. Mal se nota a crise da espada, parece-me que correu muito bem. :) Como és do tae-kwo-do (?) achei que fosses tae-kwon-dar, por isso esta apresentação foi um bocadinho inesperada.

    O Arqueiro Verde, personagem cujo nome e origem desconheço (Tiago)


    Eu depois vou mudar esta foto, acho que não tá tão fixe como o fato estava na realidade.

    Fato muito, muito, muito fixe, de toda a gente era o meu preferido. MAS! Aqui não passava nem da inscrição. Porque ajuda do eixo mãe-tia-avó punha logo toda a gente em parafuso. Mas whatever, tu fizeste os detalhes e os detalhes eram a melhor parte. As setas estavam o máximo, apesar de eu não concordar com se arrancar penas a pássaros (aquilo DÓI! Coitadinhos) O arco ter luzinhas também é engraçado mas eu sou da opinião que o pessoal anda a ligar demasiado a luzes e menos ao resto. Mas isso sou eu que sou uma implicante, não liguem ao que eu digo. A barba estava um delírio. Segundo a minha agente infiltrada, parte da apresentação foi só vídeo. Eu tenho a convicção que em skits de cosplay o vídeo deve ser um suporte, secundário, e não um elemento essencial para a percepção. Depois parece que a minha agente deu graças ao senhor dos passos por a flecha ter ido meio frouxa, porque estava mesmo na direcção dela e ela temeu pela vida. E depois aparece-me o gajo pela porta de trás e eu convenço-me de que tem poderes de teletransporte. Por favor, se for possível partilha-os comigo pelo Dropbox! *-* Óptimo trabalho, se acontecer algum azar (que se bata na madeira) e fores substituir ficas encarregado de me trazer tu a almofada (de preferência com o Yang Wenli, se for possível)

     Mantenho o que digo sobre o vídeo. A demonstração de flechas é interessante mas acho que ficaria melhor se as poses demorassem mais tempo. Um conselho: não mexer os pés. Houve ali momentos em que estavas a mudar de sítio mas parecia que não sabia para onde ias, o que transmite insegurança e faz com que o público se desconcentre. Sugiro definir os pontos de pose (A, B, C, D, etc., sendo que "etc." também é uma letra) e ir directamente até eles. Boa expressão, boa intensidade, mas as pequenas hesitações (até no procurar o telemóvel) quebram um bocadinho o espírito confiante do personagem.

    Belldandy (Eu)


    Eu estava prestes a atirar-me para o chão a chorar quando finalmente foi a minha vez. E estava convencida que me ia alucinar no palco e gregar pepinos para cima da fila da frente. Dei as indicações ao Hugo, que também estava de técnico (multifunções! Maravilha!) e lá fui. E depois vi o público e deu-me a moca do palco. Sabem, quando te sentes muita bem a fazer o que estás a fazer? E eu olhava para o público e via que se estavam a rir e que se estavam a divertir, e fiquei mega-mega-mega-mega feliz, depois apareceu a Haruhi e toda a gente morreu e mais feliz eu fiquei, sai a morrer de calor mas a suar felicidade por todos os poros. Fiquei-me a rir o resto do dia. Obrigada! <3 Quanto ao fato, continua meio defeituoso, nomeadamente colar, luvas e peruca (que é um bicho, que tem vida), mas fiz-lhe umas renovações, nas asas e nos triângulos dourados que me fizeram ficar bastante feliz com o resultado. Vou em breve fazer a tão esperada photoshoot da deusa! O skit, bem... Confesso que não me preparei muito. Estava sem energia. A ideia era, já que a Belldandy é uma Deusa, falar um bocadinho dos outros Deuses, até para as pessoas se cultivarem e se lembrarem que eles existem. Fiz uma pesquisa sobre os deuses preferidos do pessoal e incluí os mais engraçados (e o Cthulhu, porque tem tentáculos ^__^) O meu áudio continua uma poça de massa fecal, apesar de desta vez ter gravado no Asimov (portátil) e não na Meroko (MP3 que, por sinal, morreu) Por isso não conseguia ouvir bem alguns dos nomes e tinha de olhar a confirmar, o que deve ter ficado mesmo mal. Depois da entrega dos prémios o júri, super acessível, fez alguns comentários. Pedi que se focassem no skit, porque é a parte mesmo importante para mim e disseram-me que: faltava alguma coisa; parecia não estar à vontade com as asas. Faltar alguma coisa... Compreendo. Faltam os efeitos especiais. Estou demasiado habituada a trabalhar com orçamento negativo, então esqueço-me que eles existem. Vou pesquisar para ver se numa próxima vez incluo alguma coisa gira. O não estar à vontade, certo. Das (4) vezes que ensaiei, nunca foi com as asas. Por acaso não senti que elas me perturbassem os movimentos, mas o que se vê de dentro é diferente do que se vê de fora. No entanto, amei a reacção do público durante e depois do espectáculo, divertiram-se e isso é o mais importante para mim.

    Graças ao deus ibérico Hota-chan tenho um vídeo! Digam-me o que acham! :)


    Gaja de Mass Effect (Ema)


    Bem, fora o fato estar a explodir, o que acontece, admiro imenso a capacidade de fazer um milhão de losangos todos iguais. Achei que o tablet (?) podia ser um bocadinho mais tridimensional, mas a arma estava muito engraçada. A caracterização também estava muito boa, fora do fato és uma pessoa completamente diferente. A apresentação... Bem... Coisas a correr mal acontecem sempre. Invariavelmente. Há SEMPRE um azar. Mas, tal como te disse mais tarde, a regra é "a fuga é sempre para a frente" Falhou o vídeo? Inventa, dança a Caramelldansen, faz movimentos pélvicos, qualquer coisa funciona para ganhar tempo. Achei uma pena teres desistido. Mas prontes, fica a ideia para a próxima, porque próxima há-de haver de certeza. :)

    E agora, um breve comentário sobre o Júri:

    Composto pelo Hugo, da organização, as meninas da Cosplayer (CHOCANTE ESTIVERAM A FALAR CONNOSCO ANTES OH DEUS XD) e o misterioso homem do polo. Todos muito simpáticos e acessíveis. Tivemos de fazer a avaliação do fato depois dos skits para não atrasar ainda mais, eu mal me mantinha em pé mas expliquei tudinho. Só não gostei muito da atitude do misterioso homem do polo, que quando eu estou a mostrar o detalhe da costura da túnica me diz "já percebemos". Depois agarra-me as asas e comenta que as penas são mesmo de bicho. E são mesmo, tinham sangue e cheiravam a morto. Conto-lhe toda contente que as comprei no Brasil. Ela olha para mim como se eu lhe estivesse a dizer uma mentira e diz qualquer coisa de "isto não passa na alfândega". Eu na altura fiquei estupefacta, mas creio que o misterioso homem do polo merece uma explicação. Ora portanto, no aeroporto de Lisboa há dois corredores. Um diz, a verde, NADA A DECLARAR. O outro diz, a vermelho, PRODUTOS A DECLARAR. Ora bem, eu sou uma jovem que vem de um país tropical, carregada de penas orgânicas, ananases decorativos, DVDs piratas, cocaína e ainda trago uma arara bebé dentro de um tubo. Por onde, digam-me, por qual porta é que eu vou passar? E prontes, é isso. E como o misterioso homem do polo pareceu não acreditar que fui eu que fiz as minhas asas, ficam aqui as fotos de progresso:





    E um comentário sobre o apresentador:

    O jovem tinha de colocar as coisas no palco além de apresentar e via-se que estava um bocado atrapalhado em memorizar os nossos nomes e idades e medidas, mais os personagens, mais os sítios de onde eles vêm. Para a próxima é mais seguro levar um papel. De resto, directo ao assunto, sem enchimento de chouriços. E o concurso com sotaque Portuário fica muito engraçado!


    De resto, pessoas excelentes. Um ambiente de backstage fantástico, sem dramas, sem choros, toda a gente contente, toda a gente a divertir-se, toda a gente a apoiar-se.

    O staff era excelente, todos disponíveis, muito simpáticos, prontos a ajudar e a resolver problemas. A Hota, no entanto, referiu um elemento perturbador dentro da equipa. Aparentemente um amiguinho do apresentador, que já estava atrapalhado o suficiente por ter de nos apresentar e por ter de montar o nosso palco, passou o concurso todo a dizer-lhe para "tirar", que era uma "gaja boa" e outras inconveniências do género. Aparentemente, quando estavam a tentar resolver o problema da Ema, o jovem amigo continuou a gritar impropérios. Lá na cabeça dele isto deve ter uma piada descomunal, mas se este jovem estava como staff do evento isto é uma vergonha. Há-que manter uma atitude profissional. Eu quando voluntariava no zoo, por mais piada que tivesse dizer ao tratador todo bom que fizesse um filho a meio do espectáculo de voo livre das aves, não o fazia. É profissionalismo. É RESPEITO. Pode ter sido a atitude deste elemento que ainda perturbou mais a Ema e a fez desistir. Estas brincadeiras super interessantes (eu não tenho sentido de humor nenhum) PERTURBAM o espectáculo. Perturbam o apresentador, perturbam os técnicos e perturbam os participantes. Agora, a diferença entre Lisboa e Porto é que em Lisboa não é um elemento do staff a fazer isto. São todos, constantemente, a toda a hora. Já foi esclarecido que o maluquinho não era do staff, garças a deus.

    Em resumo, um Sábado muito bem passado. Conheci novas pessoas, conheci praticamente uma nova comunidade. Uma comunidade de pessoas simpáticas e bem dispostas, livres de infantilidades e de dramas, com um espírito de competição saudável. Lisboa e arredores deveriam seguir o exemplo e dizer mais vezes a palavra "caralho" (tem um efeito calmante) Problemas do evento resolvidos com profissionalismo, espaço bem arranjado e limpo, total ausência de putos hiperactivos. Um evento muito boa onda, feito com evidente carinho e dedicação.

    Não fui o segundo dia porque, plamordasanta, estava no Porto e precisava de fazer algum turismo. Metemo-nos num autocarro azul e chegámos a conclusão que no Porto há Illuminatis, montes de azulejos, mafiosos que compram colchões da Molaflex e montes de vinho. É evidente que não ouvimos o audio-guia. 

    Espero voltar, se não me tiverem odiado e se me deixarem! :)

    p.s. Assim que liguei o Facebook veio logo gente perguntar-me do drama do EC e de quão mau era o evento e coisas dessas. Eu tou-me a rir à grande.

    p.p.s. Miguel, espero não te ter traumatizado por trocar de roupa no meio do backstage. ;)

    p.p.p.s. Diz que se viram Viam-se as minhas cuecas na apresentação. São fofinhas, têm coelhinhos redondos. :3 Era pior se não as tivesse, acho eu.

  • Glass no Kantai

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    Glass no Kantai
    Kumazawa Yuuji -Gonzo
    Anime - 24 Episódios + 2 Specials
     2006
    5 em 10

    Epa, isto é Gonzo. Eu não sabia que Gonzo tinha capacidade de fazer algo a este nível de mau. Já agora, em Português seria algo como "A Lenda da Frota de Vidro"

    Vamos fazer um exercício de imaginação. Primeiro, vamos sentar-nos em círculo e agora damos as mãos. Muito bem. Foquem. Imaginem um space opera. Agora imaginem um space opera shoujo.

    Não era possível que isto corresse bem. Dou-lhe cinco pela tentativa, porque a intenção é boa, mas para uma coisa deste calibre funcionar precisavam de misturar Legend of the Galactic Heroes com Rose de Versailles. Oh espera, foi precisamente isso o que fizeram. Mas tiveram a capacidade de o fazer MAL.

    A arte é algo de abominável. Acho super bem quando existem uniformes que não são uniformes. É tudo OTT a um extremo que ultrapassa os limites da sanidade. Mas ainda se tenta levar a sério. Até as naves espaciais são OTT, se é que isso é possível. E a partir do momento em que me aparece um gajo com quatro bigodes eu penso o seguinte:

    1. Este pessoal está em ácidos
    2. Este pessoal não só está em ácidos como também acabou de fumar uma
    3. Este pessoal está todo tripado com a ideia de ter um bigode

    A história é uma básica de revolução, adicione-se lobo solitário, adicione-se misteriosa profecia ditada por um cubo, sexo q.b, misture-se e regue-se com romance cliché. Nada de original, nada de diferente. Isto adicionado a uma colecção de personagens que têm tudo para... Bem, para se colarem na parede com Bostik. Então é um gajo que afinal é uma gaja (assim que foi feita esta revelação eu desejei que o mau a violasse. E foi a única coisa fixe do anime), um lobo solitário que afinal é realeza, um gajo com estilo que atira flores para o ar e sofre de conjuntivite, uma criada que conduz naves espaciais, uma miúda chata, um puto de óculos, um gajo grande que amanda com padragulhos, a gaja tarada pelo gajo mau, as amantes do gajo mau... E acho que está tudo coberto. Fascinante, não vos parece?

    Até a música é OTT! Digam-me, expliquem-me, qual é a necessidade de contratar um coro para cantar uma coisa completamente irrelevante numa cena que não interessou para o desenvolvimento da história?

    Animes como este são um desperdício de recursos que poderiam ser utilizados para fazer anime de jeito ou para patrocinar uma equipe de basquete de cadeira de rodas. Eu acho que vim ver isto porque estava no projecto de "ver-todo-o-BL-e-slashable-do-mundo", mas entretanto o gajo é uma gaja... Enfim, ao menos fiquei a saber que é possível uma camisa ter sete laços.
  • Sayonara Zetsubou Sensei

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    Sayonara Zetsubou Sensei
    Shinbou Akiyuki - Shaft
    Anime - 12 Episódios + 13 Episódios + 2 Specials
    2008
    8 em 10

    De vez em quando aparece um anime especial. Um anime que parece ter sido feito para nós. Um anime que tem tudo o que nós gostamos. SZS é esse anime.

    Zetsubou Sensei é um simples homem que vive em desespero. Um professor com muitos alunos. Que o levam ao desespero e, consequentemente, ao suicídio por enforcamento. Cada um dos seus alunos tem características muito sui generis. O que é que isto dá? Um suceder de acontecimentos sem nexo, num universo surreal sem limites. Uma coisa completamente louca. A cada um o que merece! =D

    A arte e animação são deliciosas. Variando sem fronteiras entre várias técnicas e estilos, executadas perfeitamente, utiliza de uma enorme variedade de cores, combos, choques e padrões. A maneira como é feita a exposição dos discursos tornam-nos mais bizarros e quase opressivos, oferecendo assim mais motivos para nos matar-nos a rir.

    História não há, personagens são apenas a definição de alguns estereótipos, mas tudo funciona na perfeição. As razões para o desespero são tiradas de um sonho sádico e o desenvolvimento, os exemplos, são todos muito imaginativos e muito reais até para o nosso mundo. Existem alguns momentos que são tão estranhos que deixam de ser estranhos para passarem a ser geniais. Dou os exemplos dos episódios 7 das duas seasons e da Reverie de Shummann com letra. A cada episódio não uma, muitas coisas novas. Isto é uma equipe de produção que vai toda drogada para o estúdio e faz simplesmente o que lhe apetece sem nenhum limite, sem nenhuma fronteira que não seja estarem a divertir-se.

    Música muito diversificada e muito divertida, sempre apropriada ao momento excepto nas vezes que torna o momento ainda mais psicadélico.

    Houve momentos em que eu só quis partilhar isto com o mundo, mas não há cenas bem partidas no Tubo. Houve momentos em que me matei. Pode ser difícil de acompanhar porque o ritmo é muito acelerado e porque tem muitas referências à cultura pop Japonesa (até o Gackt aparece. E o Reinhard) Mas recomendo imenso.

    E tenho a certeza que vou rever isto. Depois de fumar um bek.
  • Marina

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    Marina
    Carlos Ruiz Zafón
    Romance
    1999

    Mais um livro de Bookcrossing! http://www.bookcrossing.com/journal/11221898 Obrigada!

    Um livro que se lê muito bem, história misteriosa e meio paranormal passada na Barcelona dos 80s. Oscar conhece uma misteriosa Marina e vive com ela uma aventura aterrorizante que envolve marionetas e zombies. A história, por si só, não é nada de novo. O interessante é o estabelecer da relação entre os dois jovens, Oscar e Marina, e o seu culminar trágico.

    No entanto, existem alguns pontos neste livro que não me agradaram muito. Nomeadamente o retrato de Barcelona e a situação da história no tempo e no espaço. Parece tudo demasiado improvável, sem factos reais que nos façam realmente acreditar que estas coisas aconteceram. Não parece ter havido uma pesquisa muito detalhada, sendo que todos os lugares retratados parecem ter vindo de simples memórias. Isto será agradável para o autor, mas para quem só conhece Barcelona no Verão (e muito pouco dela, já agora) torna-se muito incompleto e tira credibilidade à história que, por si só, tem muito pouco fundamento. Além disso estive o tempo todo a tentar lembrar-me que cancro sanguíneo faria cuspir sangue e não me lembro de nenhum.

    Também achei que o desenvolvimento do mistério foi um pouco básico demais e pouco provável. A dama poderia ter ido falar com ele primeiro, imediatamente, e ter contado toda a história em vez de o ter feito passar por uma série de pessoas que em pouco ou nada ajudaram.

    É uma leitura agradável apesar de tudo. Obrigada por me emprestarem este livro!
  • Festas de Corroios - Planeta Vaca e Linda Martini

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    Festas de Corroios
     
    Mais um ano, mais umas Festas de Corroios! Não as perco já há uma série de tempo e ontem lá estive eu.
    Como festa, é sempre a mesma coisa, exactamente com a mesma conformação. Bancas de comidas e bebidas e bancas de lojas de Corroios. Lembro-me que houve um ano em que cheguei a comprar uma gaiola nova para o meu querido Lípio, que já está para onde vão os passarinhos quando morrem. Este ano fui eu a estrear a banca das Caipirinhas. O que varia são os concertos, vários durante vários dias. Ontem foi Planeta Vaca seguido de Linda Martini e é sobre os concertos que vou fazer os meus comentários
     
    Planeta Vaca

    Não conhecia e não fiquei com vontade de conhecer. Aparentemente vencedores de um concurso de bandas, apresentaram-nos um um rock com tendências mais pesadotas mas que ainda assim cai no vulgar dos Foo Fighters. Não consegui perceber as letras (excepto numa música em que berravam PAZ PAZ PAZ), que admito que possam ter algum conteúdo interessante. A atitude em palco foi um pouco convencida de mais, com algumas tentativas de humor muito falhadas. Não parecem dominar bem a música, apesar do guitarrista/vocalista se ter atirado para o chão a tocar feito rock-star e ter duas guitarras, uma das quais triangular.

    Linda Martini
     
    Possivelmente a minha banda portuguesa preferida a seguir a Ornatos Violeta. Eu adoro Linda Martini. Parece-me que compreendo o que eles querem dizer com as suas músicas e identifico-me com elas. Foi a quarta vez que os vi ao vivo. Eu distingo dois tipos de pessoas num concerto de Linda Martini: os que estão à frente a curtir a loucura e os que estão atrás sem fazer ideia do que estão a ouvir. Dado que o meu corpo estava sob o efeito de uma hora de sono durante todo o dia (insónia encantadora sobre a qual podem ler no meu DeviantArt, por enquanto) eu fiquei atrás e mais atrás a curtir a loucura.
     
    É um som pesado, muito complexo e muito intenso, coroado por letras que, sendo um pouco surreais, caracterizam uma realidade crua e violenta. Neste concerto percebi que todos os elementos da banda se encontram na mesma sintonia, o que levou a momentos de grandiosos improvisos, alguns com a colaboração do público. Nota-se que conhecem e amam os seus instrumentos. Não nos disseram muitas coisas mas era evidente que estavam felizes por estar ali.
     
    Além disso, tocaram a minha música preferida. Estava cheia de medo que não a tocassem. Fica aqui para quem conhece e gosta de ouvir muitas vezes e para quem não conhece experimentar estes excelentes sons.
     
     

  • Fate/Zero 2nd Season

    3
    Fate/Zero 2nd Season
    Aoki Ei - Aniplex
    Anime - 12 Episódios
    2012
    6 em 10

    Ora bem, são precisamente 5:34 da manhã. Recebi ordens expressas para dormir menos horas e logo na primeira tentativa tenho uma insónia do demo que não vai lá nem a essências de ópio. Por isso termino de ver este anime.

    Quando pensei em começar a segunda season reparei que as opiniões estão divididas acerca dela. É melhor ou pior que a primeira season? Assim, vou fazer uma comparação. Podem ler a minha review para a primeira season aqui.

    A arte é equivalente e nesta season apresentam-se algumas cenas que roçam o genial, nomeadamente a perseguição aérea e a perseguição a Rider. Falando em perseguição aérea, porque é que o Archer tem uma nave espacial? Ele tem todos os tesouros, mas isto significa então que aquele documentário sobre os aliens nos terem visitado no passado (aquele com o gajo descabelado a dizer "ALIENS") é verdade!

    Gostei mais destas OPs e EDs (ou se eram as mesmas, já não sei, impressionaram-me mais), mas por vezes pareceu que a música a roçar o épico era um pouco despropositada.

    Isto é, no geral é a mesma coisa. Mas existe um grande problema. Os personagens. Foram shounenizados. Vamos analisar: temos um assassino sem limites. Então bora adicionar-lhe dois episódios de flashback lamechas e metê-lo a chorar por ter perdido o seu nakama! Houve uma humanização de Kiritsugu, uma humanização escusada, que arruinou o que era um personagem com grande potencial e o tornou num lugar comum. Porquê? Para o definir como o bom da fita? Porque é que tem de ser ele o bom da fita? Porque é o Master de Saber e a Saber é a gaja? Depois há uma evolução inversamente proporcional de Archer. O rei que domina tudo passa a ter golpes de sadismo que o tornam quase num psicopata. E isto para quê, se o personagem tinha tanto potencial? Para o tornar o mau da fita? Tinhamos uma guerra entre iguais, todos os Servants tinham mais ou menos poderes equilibrados. Mas polarizaram a situação, quiseram por o público a torcer. Ora bem, eu estava a torcer pelo Lancer, que era o mais giro. E pelo Rider, pelo qual tive uma grande simpatia porque era um gajo bacano. E fazem-me uma destas...

    Este desenvolvimento dos personagens levou a uma quebra no ritmo da história, tornando os eventos facilmente previsíveis (sobretudo a identidade de Berserker) e transformando o jogo de gato e rato em que os ratos também são gatos numa luta do bem contra o mal, quase um monstro da semana com elevados níveis de produção.

    Assim, vou fazer esta recomendação de uma forma diferente. Eu recomendo Fate/Zero. A primeira season é imperdível. Depois, se tiverem vontade de ver o resto (e a conexão com Stay/Night) e se tiverem tempo (que também é uma coisa muito importante) vejam a segunda season. Acho que assim é um bom compromisso para todos.


    Vou acrescentar uma consideração muito importante que fiz mais tarde, após um breve descanso que não incluiu dormir:

    Vantagens de me casar com o Gilgamesh
    - Viveria num palácio privado cheio de fontes e passarinhos, com 383 eunucos de várias raças para me servirem e massajarem
    - Teria toda a roupa que quisesse
    - Poderia apresentar-me em festas sociais vestida com véus flutuantes de cores variando entre o grená e o amarelo, montada num tapir com uma grinalda de folhas douradas
    - Noites de visionamento de estrelas encantadoras em que ele me nomeia todas as estrelas que possui e quais mas vai dar

    Desvantagens de me casar com o Gilgamesh
    - Teria de o partilhar com outras 1000 concubinas
    - Para ser minimamente respeitada teria de me envolver com actividades desagradáveis, nomeadamente holocaustos, assassínios em massa, extorsão e tortura emocional
    - Teria de aturar as suas estranhas variações de humor

    Assim sendo formulei uma outra situação:

    Vantagens de me casar com Diarmuid
    - Amor eterno, para sempre
    - Pessoa que abre as portas e oferece a cadeira e oferece o isqueiro
    - Nunca mais ninguém me ia assaltar porque era logo trespassado por uma lança
    - Noites maravilhosas a contar estrelas em que ele não sabe o nome delas mas depois diz que me vai dar a estrela cadente

    Desvantagens de me casar com Diarmuid
    - Vida nómada de fugitivo
    - Provavelmente no campo
    - O que significa nunca mais ir ao cinema, nem a uma convenção de anime, nem a um festival de música

    Deixo isto à vossa consideração, é uma decisão importante para a minha vida. 
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