• Super Lovers

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    Super Lovers
    Ishihira Shinji - Studio Deen
    Anime - 10 Episódios
    2016
    5 em 10

    Com este anime termino a season de Primavera. Comecei a vê-lo porque há bastante tempo que não pegava num BoysLove e experimentava um certo tipo de saudade em relação ao género. Mas este anime trouxe-me uma certa revelação, que talvez esteja relacionada com o ascender de minha provecta idade. Parece-me que, infelizmente, este tipo de BL me faz uma certa confusão.

    Mas o que deveria eu esperar de um anime chamado "Super Lovers" com um puto e um adulto abraçados na imagem promocional? Repare-se que eu antes até achava piada a isto. Era romântico e fofo e tal. Mas agora estou a ter dificuldade em ultrapassar este tipo de mecanismo narrativo.

    Processa-se assim: um gajo todo bom vai ao Canadá e descobre que a sua jovem mãe adoptou um puto todo bom. Depois eles crescem mais um pouco e desenvolve-se uma relação de amor fraternal que excede as necessidades entre-irmãos. Ao início, até era um anime simpático: como conquistar a amizade de um miúdo que só fala com cães e, progressivamente, entrar no seu mundinho. Mas a partir do momento em que a narrativa se passa no Japão, tudo começa a tomar proporções muito estranhas.

    Poderia ter sido um anime que explorasse a descoberta da sexualidade do eu adolescente, mas a caracterização dos personagens não o permite. Para começar, são fixas dentro das suas personalidades, acabando por entrar de rompante por dentro do estereótipo "seme" e "uke", o que já se vem tornando aborrecido. Mesmo dentro disto, os personagens têm atitudes erráticas: por vezes demasiado infantis, outras demasiado adultos, nunca um meio termo. A relação em si é estranha porque, apesar de serem irmãos adoptados, há sempre uma aura incestuosa vagando por cima de nós. Existe mais uma série de outros personagens, mas que não contribuem em nada para a narrativa e que não sofrem qualquer tipo de caracterização ou desenvolvimento.

    A arte é básica, muito típica do género, sendo que o design dos personagens peca pela falta de originalidade e realismo. Não temos grandes cenas de animação e o aspecto mais interessante acaba por ser o design dos canídeos que populam o anime em maior ou menor quantidade.

    Musicalmente, temos uma sonoridade repetitiva, com OP e ED pouco inspiradas e o resto da banda sonora muito pouco memorável.

    Para mim, uma experiência que teve o seu valor, pois revelou que estou velha para isto.

  • Sailor Moon: Crystal Season III

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    Sailor Moon: Crystal Season III
    Kon Chiaki - Toei Animation
    Anime - 13 Episódios
    2016
    10 em 10 

    Como referido anteriormente, Sailor Moon é uma paixão que venho alimentando por muitos anos. Assim, afirmo desde já que esta classificação máxima (o 10 em 10) é uma mentira puramente subjectiva. Passarei a explicar no comentário que se segue a minha real opinião sobre este anime que, embora tenha adorado com todo o meu coração, ainda contém algumas falhas que poderão ser colmatadas no futuro (e que espero que sejam)

    Esta "Season III" mostra-nos a secção da história relativa ao aparecimento das Outer Sailors e da Super Sailor Moon. A história tem um toque de ficção científica muito característico desta série, que mistura a magia do amor com aspectos mais técnicos, fruto de uma imaginação prodigiosa. Claro que a narrativa tem as suas falhas, mas aprecio-a por ser típica da sua época e estonteante na sua concepção.

    Assim, o que poderei comentar sobre este anime? Começo pelas personagens. Mais uma vez, estabelecemos a sua força enquanto lutadoras num contexto difícil de ultrapassar, em que as suas vitórias são conseguidas por um conjunto de ideais que deveriam ser incutidos no público alvo deste tipo de anime. As novas personagens são apaixonantes e cativantes, envoltas numa aura de mistério ao início mas progressivamente convencidas a juntarem-se na luta contra as forças maléficas. As relações entre as personagens são quase comoventes pelo facto de provarem que ainda existem valores neste universo.

    De resto, observamos uma mudança radical no estilo escolhido para esta nova instância de Sailor Moon. Se nas primeiras duas seasons o traço único do manga foi mantido, desta feita escolheram dar um toque mais moderno. Acredito que isto tenha sido devido às críticas abismais dos fãs das séries originais, que não conseguiram aceitar as imagens clássicas do manga adaptadas e a cores. Este novo estilo acaba por funcionar bastante bem e ser um pouco refrescante, apesar de tudo. Espero que todas as pessoas que reclamaram se sintam bem felizes agora :)

    A animação tem bastantes erros, o que é uma situação um pouco infeliz, mas quando acerta... Acerta plenamente. Temos um conjunto de imagens que resultam extremamente belas. Ainda assim, foi um pouco aborrecido ver a reciclagem constante de animações, sobretudo no respeitante aos ataques (que, para mais, têm sequências um pouco estranhas e quase ridículas)

    Finalmente, a música é um dos pontos fortes. Temos peças corais altamente intensas para os momentos de mais acção, enquanto que outras peças instrumentais estabelecem outros momentos, num efeito muito emocionante. Ao início demorei a habituar-me à nova OP, mas mais tarde admiti que era perfeita para o anime. Temos também 3 EDs, dedicadas a personagens diferentes, que são simplesmente apaixonantes e viciantes.

    Um anime com muitas falhas, mas que não posso deixar de amar. <3

  • Lord Jim

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    Lord Jim
    Joseph Conrad
    1900
    Romance

    Este livro apareceu num tópico do BookCrossing, numa lista de leitura recomendada para "quem deseja tornar-se uma pessoa melhor". Assim, quando o vi na Feira do Livro, decidi comprá-lo para poder fazer um Ring. :) No entanto, começo a arrepender-me, porque foi muito caro para o estado em que estava (a capa toda rasgada, que ainda tenho de fita-colar) e porque não correspondeu em nada à expectativa criada pela tal lista.

    Para começar, encontramos um personagem que já conhecia de outra leitura: Marlow. Esta pessoa está a contar a um grupo de marinheiros a história de Jim. E a história de Jim começa num barco. Ora, eu não aprecio de todo histórias náuticas. Isto porque não percebo nada de barcos, não sei sequer qual é a proa e qual é a popa. Por isso, nunca consigo visualizar o que eles estão a fazer nos barcos. Este momento inicial prolonga-se por mais de metade da narrativa e muito pouco é revelado sobre o personagem de Jim. Apenas sabemos que ele tem uma coragem infinita, não tem medo de nada, mas apesar de tudo vacilou quando imaginou uma coisa e fugiu. Agora, tem medo que o achem cobarde.

    Até aqui tudo bem, pode ser que eu aprenda a ser uma pessoa melhor quando Jim se instalar em terra. Jim instala-se numa aldeia indígena e torna-se uma espécie de líder não oficial desta. Mas continua sem haver nenhuma referência à fraternidade, amizade e felicidade que a lista nos propunha. Depois, corre tudo mal e acaba-se a história de Jim.

    Enfim, é uma história longa contada por um personagem sem muito que fazer (e que gosta de contar histórias), em tudo semelhante ao já referido "Coração das Trevas". Acaba por tornar-se maçuda, repetitiva... Afinal, todas as pessoas que encontram Jim parecem extremamente surpresas pela sua candura, inocência e coragem imensa. Mas o personagem acaba por se reduzir a estes elementos e não me consegui conectar com ele.

    Apesar de tudo, os meus amigos BookCrossianos poderão gostar deste livro. Assim, farei um ring para eles. :)

  • Belladonna of Sadness

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    Belladonna of Sadness
    Yamamoto Eiichi - Mushi Production
    Anime - Filme
    1973
    8 em 10

    O Qui encontrou uma lista de filmes de animação bizarros para vermos e eu fiquei muito motivada para começar por este. Trata-se de um filme do conjunto de três "Animerama", que - nos idos anos 70s - se propunha a provar que a animação pode ser considerada uma forma de arte e não é necessáriamente um objecto para a infância. Este conjunto de filmes foi liderado pelo mestre Osamu Tezuka, sendo este título o único que não foi escrito nem dirigido por este.

    Livremente inspirado numa obra sobre bruxarias publicada no século XIX, o filme retrata o caminho de uma mulher que, amaldiçoada por uma beleza intensa, se vê por força das necessidades possuída por um estranho demónio de índole sexual. A cada momento nos parece que ela finalmente poderá ser feliz, apesar de ter o diabo dentro dela, mas as forças do mal impedem essa possibilidade em qualquer circunstância.

    Com um certo toque de ironia, este filme apresenta-se como um manifesto feminista (como podemos ver em conclusão). Repare-se que, apesar do motriz sensual que está por trás da narrativa e das imagens propostas, a vítima - Jeanne - nunca é culpabilizada e todas as suas acções maléficas ou estranhas são motivadas pela sua possessão. Assim, quem aparece como terrível não é o demónio, muito menos ela, mas as pessoas que a perseguem e maltratam tendo em vista a sua purificação. Repare-se também que as acções "más" são, em todo o caso, uma coisa boa: curar a doença, mostrar coisas agradáveis, promover uma felicidade geral em orgias bebélicas. 

    O filme roça a genialidade pelo poder da sua animação. Consideremos que foi produzido em 1973! Não havia computadores para fazer estas coisas e tudo isto fica bem demonstrado pelas sequências que nos aparecem. É um filme violento: mostra-nos coisas feias, terríveis, tal como elas devem ser. No entanto, consegue atingir uma carga de erotismo quase poética, que faz torcer o coração. Não se pode dizer que as imagens se mexam muito. No entanto, há tanta expressão dentro delas que há lugar para que possamos imaginar tudo isto.

    Outro aspecto maravilhoso é a banda sonora. Se ao início temos alguns momentos pop que quase podem ser foleiros, rapidamente a música evolui, sempre constante, para um jazz experimental muito ácido que se coaduna na perfeição com as cenas que estão a ser mostradas, para além de funcionar perfeitamente enquanto peça por si só.

    Foi um anime que me tocou e que me fez pensar em como a animação vem evoluindo numa direcção errática desde esta época. Parece que nesta altura ainda se preocupavam em fazer beleza com as imagens. Recomendo vivamente!
  • Joker Game

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    Joker Game
    Nomura Kazuya - Production I.G.
    Anime - 12 Episódios
    2016
    6 em 10

    Finalmente começo a terminar a season que passou! Finalmente! A verdade é que não tenho tido muito tempo para ver anime e estes estavam todos 5 a 6 episódios atrasados, portanto estou a actualizar-me pouco a pouco. Brevemente recuperarei o ritmo normal. ;)

    Este anime foi uma das grandes surpresas da season e foi uma experiência muito melhor do que esperava inicialmente. Para começar, é um anime que fala de um tema muito pouco tratado neste meio artístico: funções durante a segunda guerra mundial. Para além disso fala de espiões, um tema ainda mais difícil de encontrar. Assim, em cada episódio vemos a actividade de um espião de um grupo escolhido pelas entidades governamentais.

    É muito interessante ver o que fazem e como o fazem, em diversas situações que constituem perigos vários. Cada história está bem estruturada e deixa-nos realmente na ponta da cadeira tentando descobrir a solução para o mistério. No entanto, o anime acaba por falhar a partir do momento em que os arcos narrativos fazem uma tentativa de se unir, deixando-nos um final que sabe a pouco. Para mim, tudo teria ficado melhor se continuássemos a ter um anime tipicamente episódico..

    De resto, a arte é bastante simples mas coaduna-se com o estilo pretendido para este anime. Temos cenários bem construídos e um ambiente clássico que nos remete para a época, assim como os designs dos personagens e roupas. Falando nestes, fica o pequeno defeito de os espiões serem muito pouco distinguíveis uns dos outros em termos de design, praticamente mudando apenas o penteado e a voz (e, bem, a altura).

    Musicalmente, está tudo dentro dos parâmetros normais, embora tenha achado que a OP não se tenha associado bem ao conceito do anime.

    Foi uma boa experiência, mas o final acabou por ser desapontante.

  • Em Busca do Tempo Perdido 2 - À Sombra das Raparigas em Flor

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    Em Busca do Tempo Perdido 2 - À Sombra das Raparigas em Flor
    Marcel Proust
    1919
    Romance
     
    Passamos ao segundo volume do romance "Em Busca do Tempo Perdido", do qual eu havia lido o primeiro muito recentemente. 

    Neste volume, continuamos efectivamente em busca de um tempo que já há muito terminou. Desta feita, o narrador começa a fazer descobertas relacionadas com a sua adolescência, nomeadamente a sua relação com a sexualidade e o romantismo que a envolve perante as situações sociais em que se encontra.

    Não apreciei tanto este livro como o anterior, confesso. A verdade é que achei sumamente aborrecidas todas as "raparigas em flor" pelas quais o narrador (que, vim a saber, será provavelmente o próprio autor) se apaixona seguidamente. Todas elas parecem um retrato picaresco de uma sociedade que se encaminha para a extinção. No entanto, o narrador aparenta conhecer isto: os elementos que ele relata encontram-se plenos de uma certa ironia discreta que poderá passar desapercebida aos olhos menos atentos.

    Este volume encerra também uma mudança de espaço, sendo que o ambiente urbano é repentinamente substituído por umas férias na praia. Claro que as actividades nesse local são bastante reduzidas e a narrativa se dedica a descrever plenamente todas as raparigas que o narrador vai encontrando pelo seu caminho, quer estas tenham algum tipo de influência na sua história pessoal quer estejam apenas de passagem.

    Outro aspecto que achei um pouco aborrecido foi o facto de nunca se perceber claramente qual a idade do narrador neste momento da história. Num momento diz que foram brincar no parque, pelo que o imagino uma criança. Mas no outro momento diz que não há barbeiro e que tem de passear com barba, pelo que isto fica tudo bastante confuso para mim.

    No entanto, espero que o próximo volume se redima destes problemas e, por isso, aguardo impacientemente o encontro com o meu pai em que ele mo entregará por empréstimo. :)

  • Angel's Egg

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    Angel's Egg
    Mamoru Oshii - Studio Gallop
    Anime - Filme
    1985
    7 em 10

    O Qui requisitou um filme de anime e lembrei-me de lhe mostrar este. Já o havia visto há muitos anos e, recordo, na altura compreendi muito pouco do que se passou. Na verdade, inventei uma interpretação qualquer só para fingir que tinha percebido, mas admito agora que os seus significados me passaram ao lado. Assim, achei que seria bom revê-lo com outra pessoa, com quem o pudesse discutir e, assim, obter uma nova opinião. A classificação que ali está atribuída é a primeira que lhe ofertei, já que tendencialmente nunca mudo a minha classificação inicial, mas talvez agora lhe desse um pouco mais.

    Tentarei, desta vez, apresentar uma opinião um pouco mais capacitada.

    Primeiramente, devemos observar o contexto deste anime (que me foi revelado pelo Qui, que teve a curiosidade de ir pesquisar): um dos trabalhos iniciais de Mamoru Oshii, que ganhou a fama depois de ter dirigido o primeiro filme de Ghost in the Shell, aparece numa altura da sua vida em que este se encontra desapontado com o mundo da religião e da espiritualidade em geral. Tendo isto em conta, apresenta-se-nos um anime complexo, denso, negro e pessimista, que nos leva até a um universo sem vida.

    Uma menina (aspecto discutível) anda por um mundo desolado, uma cidade cheia de monstros e de elementos predominante aquáticos, em busca de água para encher mais uma garrafa. Consigo, tem um ovo, que deve proteger e incubar para que nasça uma criatura alada que encontre a saída para aquele mundo. Entretanto, encontra um misterioso homem, que se decide a acompanhá-la e com quem vai trocando várias palavras. É numa destas conversas que aparece um conceito que me ficou fixado na mente: a arca de Noé nunca encontrou terra e está a afogar-se num mar infinito. 

    Ora, ao início vemos que pousa dentro de água uma estrutura estranha, semelhante a um olho, povoada de estátuas que podem ser qualquer coisa: humanos perdidos, humanos falecidos, santos antigos. No meu entender, pegando no conceito de que isto poderia ser a arca de Noé que se perdeu, este elemento poderá representar as pessoas que se esforçam por se libertar de um mundo espiritual que se encontra decadente e que só pode ser consertado através da chegada de um novo ser iluminado, representado pelo esqueleto do humano alado e, portanto, do ovo que tem a menina. No entanto, repare-se que no final descobrimos que este objecto está pousado nas águas de uma praia e que o homem misterioso é o habitante deste local. Como ele destrói o ovo, posso inferir que talvez a terra segura, o homem (repare-se que ele transporta uma cruz e usa um crucifixo) é o representante das crenças antigas que ainda se estabelecem e que, com tudo isto, impede estas pessoas de chegar a terra firme e de serem livres para terem os seus próprios anjos.

    Talvez esta ideia seja suportada pelo conceito dos peixes, que em sonhos representam normalmente um certo tipo de liberdade sexual e emocional. Na cidade perdia, pescadores tentam apanhar sombras de peixes, isto é, continuam presos à ideia de temer a mudança, podendo mesmo atacar a menina e o seu ovo que os representam. No entanto, considerando que eles estão dentro de água e cada vez mais se afundam nela, as sombras podem realmente ser apenas isso: sombras de peixes reais que nadam em volta da cidade.

    Como digo, é um filme bastante complexo e talvez tenha de o rever mais tarde para o compreender na sua totalidade. Segundo consta, nem o próprio Oshii sabe muito bem o que fez disto. No entanto, podemos ver directamente o que ele criou: apesar da fraca animação, em que apenas os personagens manifestam algum tipo de movimento, há um cuidado extremo no detalhe dos cenários, sendo que todo este universo aparece quase como uma interpretação surrealista de uma cidade muito populosa. Também a música contribui muito para este efeito de quase pesadelo, sendo que há um conjunto contínuo de peças corais que nos envolvem e absorvem de forma a que entramos realmente neste universo.

    Este é um filme que é igualmente amado e odiado pelos fãs e crítica, mas que - ao longo dos anos - se veio a tornar um culto dentro dos visionantes mais experientes. Assim, gostaria de o recomendar para saber também qual a vossa opinião acerca dele, para ver se conseguimos - todos juntos - encontrar uma explicação que nos satisfaça a todos.
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