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Mnemosyne: Mnemosyne no Musume-tachi
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Ueda Shigeru - Xebec
Anime OVA - 6 Episódios
2008
6 em 10
Mnemosyne: Mnemosyne no Musume-tachi
Ueda Shigeru - Xebec
Anime OVA - 6 Episódios
2008
6 em 10
Um OVA estranho e complexo, que segue as acções de uma rapariga imortal e de uns certos "anjos" que lhe atormentam a vida.
Infelizmente, nem só da complexidade vive um anime e o facto deste ter uma narrativa difícil não compensa o facto de as personagens terem muito pouco que se lhe diga e de o final caminhar para a vulgaridade. É um anime muito violento, com momentos de sexualidade que podem aparecer desnecessários, mas isso não contribui em grande coisa para a narrativa.
Também penso que o design das personagens fica aquém das expectativas (porque alguém imortal usaria óculos?)
Assim, é um anime que aparenta ser muito especial, mas que falha nos momentos essenciais.
By : ladyxzeus
To Love-Ru
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To Love-Ru
Kato Takao - Xebec
Anime - 26 + 6 + 12 + 12 + 12 Episódios
2008
4 em 10
Por vezes pensamos que nada mais nos vai surpreender no que diz respeito a anime terrível. E a verdade é que já devíamos estar à espera. Um ícone do seu tempo, To Love-Ru é uma sucessão de terrores, sem o mínimo de conteúdo que nos leve para algum lugar.
Esta série consiste em episódios quase infinitos em que não temos uma história condutiva ou personagens interessantes para nos mostrar algo. Temos apenas sequências ecchi improváveis (cada vez mais) e - à medida que a série avança - quase pornográficas. E mais nada.
Na penúltima season há uma tentativa de explorar uma narrativa, que acaba por ser a parte mais positiva de todo o franchise. De resto, tudo é mau, desde os designs à animação, se bme que nas últimas duas seasons existe um grande detalhe dado aos órgãos do dimorfismo feminino.
Portanto, não recomendo esta série e proponho que seja queimada como sacrifício a um totem colérico.
By : ladyxzeus
Keijo!!!!!!!!
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Keijo!!!!!!!!
Takahashi Hideya - Xebec
Anime - 12 Episódios
2016
5 em 10
Eles tinham dito "isto é o melhor anime do ano". Eles disseram "recomendo vivamente que vossa senhoria veja". Eles disseram estas coisas e eu fui ver o anime do queijo. Valha-me a senhora do outro!
Um novo desporto surge no Japão, com apostas incluídas! Keijo (!!!!!!) é um desporto aquático, em que raparigas (ou senhoras) disputam o último lugar em cima de um espaço flutuante, atacando-se e defendendo-se mutuamente com movimentos de RABÓIDE e de MAMÓIDES.
O resultado é um anime de desporto absolutamente emocionante. Tão emocionante quanto ridículo, pelo menos. É uma viagem memorável, enquanto assistimos a batalhas emocionantes com conversas muito filosóficas entre personagens definidas pelos seus atributos gordurais. E são memoráveis todos os ataques que estes rabos e seios conseguem acertar numas e noutras, partindo maxilares, costelas e espinhas dorsais, atirando as suas oponentes para debaixo de água e tornando-as em LOSER.
Infelizmente, este anime beneficiaria muito de uma animação a condizer com a emoção que este jogo inventado nos traz. Temos uma produção apressada, mal distribuída, tentando dar o máximo da acção mas falhando redondamente devido às muitas impossibilidades da anatomia.
Ainda assim, fiquei cheia de vontade de ver a segunda season! Destruam-me!
By : ladyxzeus
Kanokon
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Kanokon
Ootsuki Atsushi - Xebec
Anime - 12 Episódios + 2 OVA
2008
5 em 10
Este foi o meu anime de Natal. Isto é, comecei a vê-lo na véspera do dito e acabei no dia. E foi horroroso.
Um rapaz, que não se percebe muito bem se é rapaz se é uma lombriga, muda-se para a cidade e, na nova escola, todas as raparigas se apaixonam por ele. Por alguma razão todas elas são espíritos de animais e têm orelhas e cauda, embora isso não apareça muito frequentemente. Todas lutam pela atenção da nossa lombriga que, sendo um nemátode, precisava de um bocado forte de praziquantel para ver se arrebitava. De resto, há umas com grandes seios e outras com pequenos seios: assim se distinguem umas das outras. Seios... É o que há mais neste anime.
Mas, não havendo ponta por onde se lhe pegue na narrativa e com um personagem principal simplesmente detestável, o efeito erótico destes seios variados perde-se rapidamente no ridículo que é a sua frequente exposição, sempre feita pelos mais inanos motivos.
A arte não existe, essencialmente, porque é tudo deslavado, não há cenários e as mamocas sofrem de erros anatómicos frequentes que impossibilitam a sua existência. A música também é altamente limitada.
Acho que este anime nem sequer serve para quem aprecie o género ecchi. Muito menos para passar o Natal.
By : ladyxzeus
The Third: Aoi Hitomi no Shoujo
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The Third: Aoi Hitomi no Shoujo
Kamiya Jun - Xebec
Anime - 24 Episódios
2006
6 em 10
Este anime estava na minha Plan to Watch e mais tarde descobri que quem o havia sugerido à fonte original de Plans to Watches foi um amigo meu, até bastante próximo se virmos bem as coisas. Portanto, foi com alguma expectativa que fui ver este "The Third".
Então, de que se trata? Neste universo, uma rapariga com uma espada anda no seu tanque pelo deserto, a matar monstros diversos. Vem-se a saber que há um grupo de pessoas especiais neste mundo, que têm um terceiro olho do shanti instalado na testa. Todas as outras pessoas não podem conviver com o mais variado tipo de tecnologia. Quando a nossa rapariga da espada encontra um misterioso fulano a falar com os pirilampos... Tudo mudará!
O aspecto mais interessante deste anime será, sem dúvida, a caracterização do universo. Temos um mundo polvilhado de misteriosos desertos com estranhas criaturas, em que os seres humanos se esforçam por viver, sempre tendo em consideração os poderes fabulosos das pessoas do olho do shanti. No entanto, se a narrativa começa como uma mostra deste universo, rapidamente perde o interesse, acabando por se diluir numa paralela história de amor.
Temos também bons personagens, com traços fortes na personalidade e com diálogos interessantes que nos cativam, levando o espectador a esperar sempre o melhor de cada um. Os designs são, apesar de tudo, muito simples e é mais um daqueles animes em que os personagens nunca trocam de roupa. Contra este facto, temos alguns momentos bastante emocionais no respeitante às relações de uns com os outros, que acabam por fazer o anime valer a pena.
A arte não é extraordinária, mas temos um conjunto de cenas de acção bem coreografadas e sempre interessantes da perspectiva da personagem principal. Os monstros têm estruturas bastante curiosas, sendo que eu teria gostado de saber um pouco mais sobre a sua biologia. A maquinaria, no geral, está bastante detalhada e aparenta ser funcional dentro do contexto.
Musicalmente, temos pouca variedade de peças na OST. OP e EDs trazem um pouco de infantilidade ao tema proposto pela série, o que era desnecessário.
Assim, apesar de ter sido recomendado por uma pessoa que valorizo muito, este anime acabou por desapontar um pouco.
By : ladyxzeus
Soukyuu no Fafner: Dead Aggressor
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Soukyuu no Fafner: Dead Aggressor
Habara Nobuyoshi - Xebec
Anime - 25 Episódios (+ 13 Episódios)
2004
6 em 10
Há algum tempo terminei este anime, mas só agora tenho tempo para escrever sobre ele. Felizmente estes tempos de ocupações infinitas terminarão em breve, mas enfim, isso não interessa muito. Interessa, talvez, dizer que se me ocorreu um acidente e vi a segunda season antes da primeira. Este comentário serve para as duas, qualquer que seja a ordem.
Pois bem, numa ilha remota e paradisíaca um grupo de jovens vê-se com o problema de ter de conduzir robots gigantes para tentar lutar contra uma entidade maléfica invencível. Toda a ilha está preparada para lutar contra estas criaturas, o resto do mundo aparenta não existir... Mmm, parece haver aqui algo em comum com uma outra série... Pois é. E as semelhanças continuam. Assim, em termos narrativos e de desenvolvimento de personagem, esta série aparece como uma pálida imitação de outras do mesmo género, que se estabeleceram dentro do universo robot-orgânico como exemplares. Aqui o nosso Fafner não é exemplar precisamente por retirar demasiadas ideias de outras obras e transparecer pouca originalidade no respeitante ao contexto de história.
Tendo isto em conta, a série poderia ter-se salvado se pelo menos os conceitos introduzidos fossem alguma coisa de verdadeiramente original. No entanto, Fafner apresenta uma série de termos e conceitos de rajada, que acabam por não fazer grande sentido e não têm qualquer tipo de consequência directa no desenrolar da história e no crescimento das personagens. Este é muito previsível, acabando por haver uma evolução um pouco errática: os personagens começam como miúdos normais e acabam por desenvolver uma espécie de carapaça em que tudo o que fazem deixa de ter qualquer tipo de objectivo ou sentimento.
Artisticamente, temos alguns momentos bons, mas a grande maioria do anime é passado sem que a animação seja um elemento com importância. O design dos robots é estranhíssimo, o design do(s) monstro(s) não se coaduna com a explicação que é dada sobre eles. E o design das roupas dos personagens é pavoroso e não faz sentido nenhum (aqueles fatos de licra com o rabo à mostra...) De resto, as cenas de acção poderiam beneficiar de efeitos mais cuidados, sobretudo tendo em conta o elemento aquático sempre presente, que não tem grande fluidez.
A música foi, para mim, aborrecida e repetitiva. O mesmo acontece com as vozes, sendo que todos passam a maior parte do tempo a gritar para devolverem coisas ou pessoas.
Por isso se diz "sempre imitável mas nunca duplicável". Fafner depende demasiado do amor que temos pelos conceitos e tem muito pouco de si próprio.
By : ladyxzeus
Busou Renkin
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Busou Renkin
Kato Takao - Xebec
Anime - 26 Episódios
2006
5 em 10
Depois de um shounen longo, um shounen um pouco mais curto.
É um anime que fala da luta contra as forças do mal fazendo recurso a um poder alquímico que gera armas poderosas com as quais se pode lutar. É uma narrativa básica, simples, sem nada de novo. Aliás, os conceitos parecem ser uma amálgama de vários animes do género, desde o shounen de batalha a uma certa influência cyberpunk, o que torna o desenvolvimento previsível e bastante aborrecido. Os personagens são vulgares e não trazem nada de único, com excepção para um antagonista estranhamente cómico, que - permitam-me a palavra inglesa - seria caracterizado como "flamboyant"
Os personagens também têm designs pouco inspirados e bastante genéricos, que não contribuem em nada para a originalidade da história (inexistente) e que apenas ligam estas pessoas a estereótipos que - em 2006 - já deveriam estar ultrapassados (mas que, por alguma razão, são repetidos ad nauseum dentro do género)
A animação tem muitas falhas, quer nos movimentos quer no próprio design. Muitas vezes as proporções estão desiquilibradas e outras tantas ocorrem erros simples (por exemplo, num momento o homem está molhado, no momento a seguir está seco) A paleta de cores é muito escura, evocando um ambiente nocturno que não tem qualquer beleza nem atractivo.
Musicalmente, temos OP animada e ED misteriorsa e interessante, mas no parênquima é mais um entre tantos.
Lembro-me que no Herman Encilopédia havia um sketch do P.I.T.O - Partido Igual a Todos os Outros. Este é um A.I.T.O - Anime Igual a Todos os Outros.
By : ladyxzeus
Heroic Age
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Heroic Age
Noto Takashi - Xebec
Anime - 26 Episódios
2007
6 em 10
A ficção científica é um tema recorrente no anime. Heroic Age tem uma visão um pouco diferente e bastante original. Mas será que consegue avançar com a ideia de forma a colocar a série em outro nível? É o que veremos.
Neste universo, existem cinco tribos: Golden, Silver, Bronze, Heroic e Iron. Nós, seres humanos, somos Iron e somos os mais recentes. Por alguma razão, Silver e Bronze estão dedicados em destruir-nos. Para nos proteger, temos um elemento da Heroic, um jovem adolescente de 120 anos chamado Age (Eiji). Mas as outras tribos também têm o seu próprio monstro heróico... E agora, o que fazemos?
Esta é uma narrativa recheada de acção que irá satisfazer todos os fãs de space-opera. No entanto, existem alguns elementos que a impossibilitam de atingir um patamar superior. Para começar, está pouco explicada a origem e função das diversas tribos e raças. Fora os insectos Bronze, são todos muito semelhantes a seres humanos, o que - tendo em conta que têm poderes e características distintas - não faz muito sentido. Para mais, os elementos dourados são tidos como uma espécie de divindade extraterrestre, que mudou de dimensão ou de universo mas que, apesar de querer que os outros os acompanhem, condenou as outras tribos a cumprir uma série de missões e passar por muitos arcos em chamas para os poderem seguir. As explicações são poucas e, nesse aspecto, pareceu-me que a série era bastante incompleta.
Temos uma grande variedade de personagens, representativas das diversas espécies (fora os bronze - por alguma razão aparecem muito pouco-), que têm um desenvolvimento relativo. No entanto, o foco principal é dado a Age e à sua princesa Dianela (ou Daniela, como eu lhe chamo). Ambos são personagens bastante típicos, o rapaz bem disposto e a menina carinhosa, o que torna as suas interacções - à qual a série se dedica bastante - um pouco previsíveis.
A animação tem aspectos memoráveis, apesar da fraca utilização de CG. Fica a crítica ao design de alguns elementos, nomeadamente os monstros Heroic, que se parecem extraordinariamente (acaso ou não) com EVA Units.
A OP e ED puxam para uma emoção que não existe ao longo da série. Dentro do resto da OST, temos canções bastante típicas dentro do género, mas estão adequadas.
Apesar de tudo, é um anime agradável e com o seu interesse.
By : ladyxzeus
Dai-Guard
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Dai-Guard
Mizushima Seiji - Xebec
Anime - 26 Episódios
1999
6 em 10
Confesso que já começo a estar um pouco farta de robots gigantes, vulgo mecha. Quando fiz a minha lista de coisas para ver, tinha lá uns quarenta, espero já ter avançado bastante ou que, pelo menos, o random.org espere um bocado até dizer para eu ver um deles. Enfim...
Dai-Guard, ou Terrestrial Defense Corp Dai-Guard (em Japonês, "Chikyuu Bouei Kigyou Dai-Guard") é um pequeno twist no género que teria a sua graça, não fosse o facto de as diferenças se notarem pouco com o decorrer da série. Há uma série de anos o mundo estava a ser invadido por uma força alien, heterodyne de seu nome. Para isso construíram o Dai-Guard, um robot. Entretanto, desapareceram e o fulano ficou por ali a servir de enfeite. Agora que voltaram, precisamos do enfeite. Apenas três pessoas o sabem conduzir. E tudo isto leva a uma série de problemas burocráticos e de nível prático. Como por exemplo, transportar o objecto de um lado para o outro. Ou preencher relatórios sobre o objecto. E as críticas sociais em relação ao objecto.
Depois, o objecto começa a funcionar propriamente e acaba-se aí a diferença deste para outros animes do género. A coisa tem a sua graça, ainda assim.
Os personagens são bastante vulgares, com um protagonista bem shounen e uma protagonista com triste vida passada. O seu desenvolvimento é parco e efectuado por uma série de flashbacks, que se repetem (tanto em conteúdo como em forma). No resto da equipa temos um grupo de pessoas que poderia ter sido interessante se tivesse sido explorado de alguma forma. Aquela lolita cientista teria sido um sucesso se não fosse tão irritante.
A animação não é extraordinária, mas temos algumas cenas de acção aceitáveis. O anime poderia ter ganho bastante se o sombreamento fosse um pouco mais detalhado, assim como merecia algumas melhorias no design de maquinaria.
Tanto a OP como a ED são bastante divertidas e têm boas intenções. De resto, variamos em temas que recordam uma certa imitação do folk americano, mas que não ligam muito bem com o teor nacionalista que o anime contém (os Japoneses também sabem ser assim)
Um anime mediano.
By : ladyxzeus



