Mostrar mensagens com a etiqueta vertigo. Mostrar todas as mensagens

  • Vertigo

    0

     

    Vertigo
    Alfred Hitchcock
    1958
    Filme
    7 em 10


    Mais um filme apanhado na televisão, desta feita uma obra prima do cinema. O título em português de Portugal não vou por, porque é um mega spoiler.

    Então, um polícia desiste de ser polícia para se dedicar à actividade privada, depois da morte do seu parceiro numa queda. Devido a isso, ele agora sofre de vertigens, o que impede o seu trabalho. Nisto tudo, um amigo contrata-o para investigar a misteriosa história da sua esposa, que aparentemente está a canalizar vidas passadas. E nisto se forma uma história de amor e de obsessão, na qual as vertigens não irão ajudar.

    As cores saturadas deste filme tornam-no muito belo, mas o que é extraordinário é a forma como o actor principal passa de pessoa responsável e apaixonada para um doido obcecado com a figura do passado, violento e horrivelmente machista. Esta mudança entre as duas partes é profunda e estabelece a capacidade do autor para cortar completamente com um tema para pegar em outro.

    Assim, temos um filme surpreendentemente sólido, que certamente fica na história.

  • Daytripper

    0
    Daytripper
    Fábio Moon & Gabriel Bá
    2011
    Banda Desenhada
     
    élbum de BD que me foi oferecido pelo meu pai. Trata-se de uma BD de dois irmãos brasileiros que foi inicialmente publicada em Inglês, de forma episódica, nos EUA. Agora apresenta-se uma versão portuguesa, em português de Portugal, o que soa sem dúvida um pouco estranho. ;)
     
    Brás é um homem simples, com uma vida simples, cujo emprego é esceve obituários num jornal. No entanto, a cada capítulo que passa ele morre de forma inusitada, numa espécie de metáfora para a própria fragilidade da vida. As mortes são progressivamente mais improváveis, mas os acontecimentos da vida de Brás são perfeitamente normais e regulares, sendo que acompanhamos, de forma um pouco quebrada, a sua vida pessoal e familiar até ao final, que poderá vir a ser (ou não) uma fatalidade.
     
    É um livro que contempla a normalidade da vida, sempre demonstrando que tudo pode ser efémero: a qualquer momento qualquer coisa de estranho pode vir a acontecer e acabar com tudo.

    A arte é lindíssima, com designs e cenários exactos e um conjunto de cores muito agradável e progressivamente mais emocionante, trabalhando cada um dos momentos com um detalhe superior.

    Fiquei muito contente de adicionar este livro à minha colecção. Entretanto emprestei-o ao meu pai, que espero que goste de variar um pouco das suas leituras. :)
     

  • Copyright © - Não me Apetece Estudar

    Não me Apetece Estudar - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan