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  • Mirai Robo Daltanias

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    Mirai Robo Daltanias
    Nagahama Tadao - Toei Animation
    Anime - 47 Episódios
    1979
    4 em 10

    Para mudar de ares, que tal um mecha dos anos 70? Pois é: estamos em 1993 e o mundo foi destruído após uma invasão de aliens. Apenas um príncipe, proclamado por um feiticeiro-cientista, os poderá salvar utilizando o grande poder do Daltanias, um robo gigante que também é um leão.

    Considerando que em 1979 estava a sair Gundam, este mecha é bastante falho em todos os aspectos. A animação é deprimente, mesmo para a época, a história de um monstro todos os dias é altamente aborrecida, mesmo considerando que isto é um anime infantil, e as personagens estão plenamente datadas. Os designs são absurdos, como se fossem umas roupas normais dos 70s mas rasgadas e gel no cabelo.

    No entanto, devo dizer que me diverti imenso a ver este anime. O exagero, toda a pirosice desta série, tudo isso sai por todos os poros do ecrã e é altamente divertido. Não o recomendaria, mas foi giro.

  • Kidou Keisatsu Patlabor: On Television

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    Kidou Keisatsu Patlabor: On Television
    Yoshinaga Naoyuki - Sunrise
    Anime - 47 Episódios
    1989
    6 em 10
    Este anime foi sugerido no meu clube e, pela primeira vez em algum tempo, consegui vê-lo a tempo de formalizar o meu voto. Confesso que a minha opinião está um pouco enviesada porque gostei imenso dos filmes, sobretudo do segundo, e a série é um pouco diferente.

    Para começar, há uma grande diferença no espírito da história, da série para os filmes. A série é muito relaxante e bem humorada, com mais interacções entre os membros da equipa e as suas aventuras a tomar café do que grandes batalhas de robots ou mesmo grandes mistérios. Conhecemos cada uma das personagens no seu íntimo, e todas elas são únicas em sim mesmas, fugindo ao estereótipo. Parece-nos mesmo que estamos a fazer amigos com elas, o que é um aspecto muito positivo.

    No entanto, acabei por sentir que a presença dos Labors era desnecessária e que este anime se faria com outro conceito qualquer. Sendo tão baseado na relação entre as personagens, acabamos por ficar sem perceber qual a verdadeira função dos Labors e o que realmente estas pessoas fazem com eles, além de praticarem tiros e participar em acções de companhias de seguros.

    Ainda assim, foi um anime relaxante e com todo o gosto irei ver a segunda season.
  • Mazinkaiser: Shitou! Ankoku Dai Shogun

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    Mazinkaiser: Shitou! Ankoku Dai Shogun
    Murata Masahiku - Brains Base
    Anime OVA - 1 Episódio
    2003
    4 em 10
     
    Meu deus, mas que mal fiz eu ao mundo para ter isto na minha Plan to Watch (antiga) e me forçar a mim própria a vê-lo? Talvez com a esperança que fosse um pouco melhor que a prequela. Não é. Nunca poderia ser.

    Neste OVA de um episódio, o nosso herói foi de férias mas é na mesma atacado por robots maléficos. Há robots de todos os géneros, à escolha para o menino e para a menina, bons e maus. Tudo num episódio de 50 minutos. A história não faz sentido, aparenta ser apenas "olha aqui umas coisas para tu lutares" e, de resto, é um anime tão infeliz como a sua primeira instância.

    Não temos personagens de todos (de novo "olha aqui umas coisas para tu lutares") e a animação continua tão terrível como antes. Os designs não têm nexo, sendo cada robot uma mistura de elementos que não têm nada que ver uns com os outros, uma espécie de amálgama de tudo o que se puderam lembrar encaixada num OVA.

    A música é de bradar aos céus, pedindo que pare, incluindo uma estranha cover do "Final Countdown" logo no início (com um efeito especial cheio de chamas feitas com um filtro do Power Point)

    Gostava de ter um comentário maior e muito mais completo, mas realmente não há muito a dizer. Mazinkaiser é cócó.

  • Gaiking: Legend of Daiku-Maryu

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    Gaiking: Legend of Daiku-Maryu
    Obari Masami - Toei Animation
    Anime - 39 Episódios
    2005
    5 em 10

    Segundo consta, este é o remake de um anime dos 70s. Tendo isto em conta, existem aspectos que criticarei que apenas o são porque no tempo da sua criação era assim que as coisas funcionavam. Ainda assim, não significa que todos os animes da época tivessem estes elementos que considero bastante medíocres. De uma forma ou de outra, fiquei curiosa em ver o original. Numa primeira pesquisa, nada encontrei. Sugestões? ;)

    Daiya é um jovenzito atarracado que perdeu o pai numa tempestade no mar. Durante essa tempestade, ele viu certos monstros monstruosos, tendo sido salvo por um - que por sinal era um robot. Anos depois, vê-se na situação de ter sido escolhido por esse super robot para conduzir uma máquina totalmente poderosa, de forma a vencer o grande inimigo.

    A verdade é que este anime pouco diverge dos já bem conhecidos super-robotos que nos vêm acompanhando desde a década de 70 (época onde este anime tem origem, por sinal). Existem pequenas variações, sendo a mais evidente o inimigo. Ao contrário de extra-terrestres temos, desta vez.... Intra-terrestres! Pois é, eles vêm do centro da terra. Mas tudo é explicado.  Há um ritmo bastante regular de monstro/robot intra-terrestre da semana, havendo alguns momentos em que há um desenvolvimento da narrativa para nos indicar coisas de mais ou menos interesse: a relação entre os personagens inimigos (bastante bem desenvolvida, até), a relação entre a equipa que conduz o Daiku-Maryu, o que é feito do pai do Daiya e muitos momentos de comédia. Mas nada disto é diferente do normal. Mais um igual a tantos outros.

    Sem dúvida que o aspecto que merece mais atenção é o inimigo. Proist, a filha do grande rei, é uma personagem bem desenvolvida e com características bastante únicas, se bem que muito pouco originais. Os generais do glam-rock também se desenvolvem de forma firme. Mas nada disto é novo, dentro ou fora do género.

    A arte vem melhorando à medida que os episódios passam, sendo as lutas finais bastante perto do bom, mas no geral é mais que medíocre. Os ataques (que temos sempre de gritar para que funcionem. Gritar o nome deles!) não fazem sentido e são de um design e animação escabrosos. Aliás, o próprio design da maquinaria é escabroso. Existem muitos erros simples, que abrangem todos os pontos, da cor à proporção. Mas, como diga, fica melhor mais para o fim.

    Em termos musicais, para além de uma viciante música de abertura (daidaidaidaidaikumaryu) não temos ponta por onde se lhe pegue. Todos os temas são terríveis e nem os momentos com grandes clássicos da música erudita conseguem salvar esta banda sonora.

    Enfim, valeu a pena porque há há montes que não via robotos supremos...
  • Mazinkaiser

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    Mazinkaiser
    Murata Masahiku - Brains Base
    Anime OVA - 7 Episódios
    2001
    4 em 10

    Põe o random a mexer, para um anime escolher. Vai roleta, vai mais um, calhou este catrapum.

    Meu deus. O que é que eu acabei de ver. Ao início... Ao início pensei "bem, apanhei uma fase má dos 80s". Mas depois olhei para a data... Olhei para a data e vi... Dois Mis. O milénio. Como. Porquê. Quando. Quem sou eu?

    Robôs gigantes, tudo bem. Mamocas ao léu, tudo bem também. Um inimigo idiota... Aceita-se. Mas o que não se aceita é isto tudo junto carecendo de sentido, objectivo, tudo o que um anime precisa para ser um anime! Vejamos: três amigos, bikers (ponto a favor) lutam contra o génio do mal, encarnado por um velho barbudo (ponto neutro), que tem robôs maléficos (ponto contra) e cujo minion é um ser metade homem metade mulher (ponto a favor), que se toca impudicamente no banho (ponto contra). Têm duas parceiras que são gajas boas (ponto neutro), que aparecem nuas a tomar banhos de sol sem razão (ponto contra). A gaja do grupo é fraquinha e está sempre a ser capturada (ponto contra) e em última instância mostra as mamas com mamilos bicudos (ponto contra).

    Tudo isto com uma animação atroz, envelhecida, terrível, sem ponta por onde se lhe pegue. Designs mal aproveitados, mas sobretudo sequências, seguidas (seguidas!) em que podemos ver a distância entre as frames de cada gesto. 

    Música do piorio, tentando apanhar o charme dos 80s mas patinando em estrume vacum a cada passo.

    Há muito tempo que não me calhava nada assim. Se calhar isto é um regresso ao giant robot das décadas passadas, uma homenagem, algo... Mas não, nem isso consegue ser. Horrível. Medonho. Sim, medonho é a palavra certa.

    Agora vou lavar os olhos com betadine. Até já.
  • Koutetsushin Jeeg

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    Koutetsushin Jeeg
    Kawagoe Jun - Actas
    Anime - 13 Episódios
    2007
    5 em 10

    Mais uma voltinha, mais um mecha genérico sem graça nenhuma!

    Realmente, porque é que eu me ponho a ver estas coisas? A minha sorte desta vez é que eu não sabia que isto era uma sequela, então não me ocorreu sequer ver o original, que ainda por cima é dos 70s.

    Então temos uns miúdos que andam de mota muita bem. E uma má muito má que faz rituais malévolos enquanto canta "jabajabajabajaba". Essa má muito má envia monstros super fortes e muito maus. Sorte destes miúdos que existem umas miúdas em fatos de latex que lhes acentuam as formas do corpo, dentro de aviões, que os ajudam a vencer os maus muito maus. E a mota transforma-se num robot todo colorido e com a força da amizade vão poder vencer! Já vimos esta ideia oito mil novecentas e cinquenta e três vezes na nossa vida. Já chega!

    Nada na história ou nos personagens é original ou interessante. Os arquétipos são sempre os mesmos e as conclusões são sempre as mesmas.

    A animação é decente, é certo, mas estamos a falar de um anime dos 00s. É de esperar que seja decente. É tudo muito épico, grandes explosões e mísseis de mamas (arma de destruição maciça muito prática, sugiro à Coreia do Norte que experimente). A música adiciona ao épico e é a parte mais divertida, porque é nostálgica e lembra o exagero dos 70s. Mas é parca, repetitiva e vulgar.

    Ainda falta muito mecha nos meus planos de visionamento, mas espero sinceramente que não seja todo tão mau como isto.


  • Gun X Sword

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    Gun X Sword
    Taniguchi Goro - Geneon Universal Entertainment
    Anime - 26 Episódios
    2005
    6 em 10

    Então estava eu muito contente a ver um anime que parecia um western. Tinha tudo para ser um western. Mas de repente, aparecem mechas. O que me leva a questionar a validade da minha Plan to Watch actual (era para dizer "nova PtW", mas já não é nova, já ando nela há um par de meses). Eu sabia que tinha mecha, mas nunca imaginei que tivesse tanto. Enfim, não se podem só ter coisas boas. Não é que eu desgoste de mecha, mas mecha à paulada já cansa um bocadinho.

    Este anime fala de uma arma e de uma espada. Aliás, das pessoas que as carregam. São elas uma miúda que procura o seu irmão mais velho e um homem à guisa de anti-herói que procura vingar a sua noiva, assassinada no dia do seu casamento por um homem conhecido por "Claw" (porque só o conseguem reconhecer pela garra que ele tem em vez de mão). Seguem por um universo desértico, com cidades perdidas pelo meio como oásis, onde têm aventuras e vão descobrindo a história por trás do malfeitor. Nisto o anime é interessante, no universo, apesar de ser muito (muito) semelhante a Trigun. Não é original, mas é giro e cada cidade tem um conceito muito bem definido que por vezes é muito divertido. Os personagens também não têm nada de original, quer na personalidade quer no design, mas têm os seus momentos. Por vezes, são mais interessantes os personagens secundários do que a espada e a arma, diga-se de passagem.

    E diga-se de passagem também que este anime tem uma das mascotes mais fofas de sempre, uma tartaruga que é uma jóia, que é um colar e anda pendurada ao pescoço da miúda e que faz uns barulhinhos fofinhos (pouco naturais para tartaruga, é certo)

    A animação é bastante fluída e os designs dos mechas são originais e divertidos (especialmente aquele com cara de gato). Temos algumas cenas de luta muito bem coreografadas, mas por vezes um excesso de brilhantina tira o realismo às situações.

    Em termos musicais não me pareceu nada de extraordinário, apesar de a música ser variada. Temos não uma, nem duas, mas SEIS EDs! A OP estabelece um ritmo de western que depois não é entregue, como visto anteriormente. No meio, umas cordas épicas para as lutas e pouco mais. Muito insosso.

    No geral um anime divertido, mas não o suficiente para eu o recomendar.


  • Mobile Suit Gundam 00 2nd Season

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    Mobile Suit Gundam 00 2nd Season
    Mizushima Seiji - Studio Sunrise
    Anime - 25 Episódios
    2008
    6 em 10
     
    Isto é uma segunda season por isso considero relevante que leiam a review da primeira: review da primeira season de Gundam 00. Ok. Então comecemos por recordar o que aconteceu entre os episódios 24 e 25 da primeira season!

    Aherm.

    MORRERAM. 
     
    TODOS.

    Tendo isto em conta, qual não é o meu espanto quando se inicia a nova season e afinal está toda a gente viva? Até o meu querido Lockon, que a gente viu a morrer numa épica explosão, aparece aqui vivinho da silva. O que é bom, porque é o Lockon (apesar do nome idiota), mas ainda assim podiam deixar os mortos mortos e inventar outra coisa qualquer para fazer a segunda season. Isto passa-se 4 anos depois da primeira intervenção e, mais que uma conclusão, é um desenvolvimento da história desta nova timeline.

    Finalmente uniram os vários personagens da história e relacionaram-nos uns com os outros, se bem que por vezes de maneira um pouco forçada. Isto torna a história um pouco mais fácil de seguir. Mas de resto, fora a ressurreição, não há grande exploração das personagens. Parece que para todos no universo de Gundam o desenvolvimento final é sentir pontadas de dor na cabeça quando te recordas de eventos traumáticos, sendo que te agarras a ela a gritar, a chorar e a babar. Nunca me aconteceu, mas hei-de experimentar que tem ar de ser muito agradável.

    A arte é moderna e, como na primeira season, funciona bastante bem com Gandamus. As cenas de acção são muito rápidas e com mudanças de perspectiva céleres, o que mantém a concentração do público (moi). Mas são /tantas/, esta gente anda tanto à luta, tanto à luta, que acaba por fartar rapidamente.

    Temos duas OPs e EDs e só gostei das segundas (e a animação da segunda ED é bastante interessante).

    Por isso, mais um GANDAMU. Estou quase a acabá-los. Quase. Quase.

    Já agora, mais alguém reparou no Char Aznable antagonista loiro com uma máscara? @.@

  • Giant Robo: The Day the Earth Stood Still

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    Giant Robo: The Day the Earth Stood Still
    Iamagawa Yasuhiro - Bandai
     Anime OVA - 7 Episódios
    1992 a 1998
    6 em 10



    Original: http://myanimelist.net/forum/?topicid=257048#msg14114009

    Um quarto do ano passou e até agora o anime no topo para o prémio "Anime Mais Estúpido que Vi Este Ano" é este! :)
    A sério. A sério. Eu queria mesmo ter gostado deste anime. Li montes de reviews de confiança e fiquei impressionada. Tinha ouvido falar deste anime e queria vê-lo porque era um clássico tão bom. E no primeiro minuto... wut?
    Vamos começar com a história. Então, temos estes tipos a proteger o mundo, certo? Os melhores lutadores do mundo. E aquele a guiar o robot gigante, ie. a máquina de guerra, é um puto de 12 anos. Então temos esta conveniente fonte de energia que nunca acaba. E, por alguma razão, os maus querem-na. Então lutam. E fica feito um anime. Com toda a honestidade que me é característica, todo o anime é feito assim. Sem motivo. Sem razão. Sem lógica. Para algo ser distinguido, deve fugir desta fórmula.
    Agora, os personagens. Diziam-me que crescem de crianças para homens no espaço de 7 episódios. Tudo o que vi foi um puto chorão, baras chatos e uma (supostamente) gaja sexy que aparece vestida de Pai Natal. Eu consigo ver onde e como tentam desenvolver os personagens. "Omg, a gaja é irmã dele!"  Que barato. "Omg, o meu pai deixou-me uma lição de vida comovente que é revelada pelo meu super robot gigante!" Que cliche. No fundo, nada que eu nunca tenha visto. Não é diferente de qualquer shounen idiota que esteja no ar neste preciso momento. Percebo que isto seja um regresso aos clássicos, mas se eles querem fazer um regresso não precisam de meter todas as coisas que tornaram os clássicos datados em vez de amados. Tudo é over the top, desnecessário e injustificado.
    Mas este OVA também tem coisas boas, e por isso é que lhe dei um 6 em vez de um 4.
    A música é fora do vulgar. Vozes estúpidas aparte, a OST é épica, combinando com a intensidade das cenas e dando-lhes mais. É muito apropriada e muito bem feita.
    Tal como a animação. Mantendo-se fiel ao antigo estilo e designs, todos os movimentos são melhorados com a melhor produção dos 90s. A fluidez das cenas de acção torna-as muito interessantes, mas nenhum anime é feito apenas de cenas de acção.
    No final, acho que me arrependo de ter perdido o meu tempo a ver isto. Ou talvez não, porque se eu não tivesse visto não o saberia. Não interessa. Talvez o objectivo deste OVA me tenha passado completamente ao lado, mas eu vi-o como desinteressante, desnecessário e um desperdício de recursos.

    E, numa nota separada, eu sinceramente não consigo levar a sério um anime em que uma gaja grita "TU NÃO PODES SER MEU PAI PORQUE O MEU PAI NÃO TINHA PODERES DE TELETRANSPORTE!!!" Pelamordasanta...
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