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  • Alguém falou sobre nós

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    Alguém falou sobre nós
    Irene Vallejo
    2023
    Crónicas


    Livro de pequenas crónicas que misturam a actualidade com factos e mitos da antiguidade, tentando justificar as nossas atitudes actuais com as atitudes dos antigos.

    Se por um lado o livro tem o seu interesse porque demonstra que a história é cíclica e tem tendência a repetir-se, assim como a natureza ser humana, tendo tendência a manter-se semelhante em qualquer era em que estejamos, acabei por um ler no instante sem grande gosto, porque conhecia quase todos os mitos e histórias e significados que a autora relatou.

    Isto significa apenas que este poço de cultura está bastante limitado na sua largura e profundidade, e acaba por não ter muito que partilhar connosco. Apenas meh.

  • A Náusea

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    A Náusea
    Jean-Paul Sartre
    1938
    Romance


    Nunca tinha lido nada de Sartre e sei muito pouco sobre a corrente filosófica por ele fundada, então esperava que este livro fosse estupidamente denso e complicado. Mas não! É uma narrativa bastante leve e com muito sentido de humor, que me agarrou da primeira à última página.

    Seguimos o diário de um homem, aparentemente feio e sem muitas qualidades, que ao longo de mais ou menos uma semana vai contemplando a cidade imaginária em que vive e fazendo pequenos filmes sobre as pessoas que o rodeiam. Frequentemente ele é atormentado pela "Náusea", um sentimento irresistível de depressão, que o aflige bastante e o impede de ter atitudes normais.

    O personagem acaba por concluir que a solução para a Náusea é, simplesmente, deixar de existir. Assim, a existência e actividade das outras pessoas atormenta-o, assim como o facto de a morte não permitir a não-existência. 

    O livro apresenta vagamente esta ideia filosófica de Sartre, mas com recurso a um estilo muito humorístico e algumas descrições fantasiosas fascinantes.

    Gostei imenso!

  • Filosofia Felina

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    Filosofia Felina
    John Gray
    2020
    Filosofia


    Filosofia não é muito a minha praia, simplesmente porque é difícil para mim de compreender, mas este livro mostra algumas teorias e correntes filosóficas de maneira acessível.

    Essencialmente, neste livro, o autor tenta demonstrar que as teorias filosóficas vigentes ao longo dos tempos não podem definir a humanidade como ser vivo porque, em comparação com essa outra criatura que é o gato, a vida em si pode ser muito mais simplificada.

    Apesar de tudo, o autor aparenta desconhecer a maior parte das teorias de ecologia, biologia e comportamento felino, pelo que a sua obra acaba por cair curta nesse sentido.

    Ainda assim, uma leitura interessante.

  • O Anticristo

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    O Anticristo
    Friedrich Nietzsche
    1895
    Filosofia

    Há muitos anos tinha lido "Assim falava Zaratustra" e fiquei convencida que tinha percebido tudo. Claro que não. Portanto, desta vez decidi dar uma oportunidade a este livro que tinha em ebook guardado no Kobo há muito tempo. Foi uma leitura muito rápida e interessante!

    Neste volume, o autor faz questão de explicar porque é que - de todas as religiões - a cristã é a mais perversa, remetendo a culpa para os padres e para a igreja. Explica que os ensinamentos de Jesus terão sido desvirtuados pelos seus contemporâneos judeus que colocaram o exemplo de temeridade em vida numa cruz pelo sacrifício, enquanto que o ensinamento era precisamente o de "viver como ele viveu". Fala do absurdo que é a crença na vida depois da morte e no absurdo que o catálogo de pecados que temos de expiar para encontrar essa dita salvação, que nem sequer existo.

    Apesar de ter concordado com muitas coisas que este livro diz e de me identificar bastante com algumas ideia,s há uma situação curiosa que o autor já tinha abordado em Zaratustra: o facto de - para ele - existirem pessoas "superiores" e "inferiores", sendo que apenas as superiores podem inferir para a existência de um muito desejado super-homem, com características quase divinas. Assim, ele acredita que não pode existir igualdade entre pessoas, o que é uma ideia para mim muito estranha.

    Diverti-me muito com este livro, apesar disso!
  • Maya - O Romance da Criação

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    Maya - O Romance da Criação
    Jostein Gaarder
    1999
    Romance
    Depois de Sofia, sempre fiquei um pouco curiosa acerca deste autor e do que mais me poderia ensinar sobre o pensamento filosófico. Por isso, pedi este livro no BookCrossing, por onde o recebi. 
     
    O autor confunde-se e confunde-nos com uma série de narrativas dentro de narrativas, em que ficamos sem compreender exactamente o que se passou na realidade e o que realmente as pessoas conversaram. Penso que, na contemplação do novo milénio (o livro foi publicado em 99), o Gaarder procura estabelecer uma ligação entre a nossa evolução humana e a evolução do planeta e das outras espécies.
     
    Só que em vez de se dedicar aos excelentes diálogos entre as suas personagens, o autor decide enfiar a martelo por ali no meio uma fantasia sobre cartas de jogar e um anão imagin~a´rio. Isto apenas confunde os pensamentos de quem lê, sobretudo quando se vem a chegar à conclusão final de que o narrador era apenas uma personagem, mas uma personagem que existe e a quem aconteceram todas as coisas, excepto aquelas que afinal não aconteceram. Confuso, certo?
     
    Apesar de o livro nos colocar uma série de questões interessantes, elas acabam por ficar para trás devido à desnecessária complexidade da narrativa.

  • A República

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    A República
    Platão
    Século IV AC
    Filosofia

    Tinha este livro em lista de espera há bastante tempo e finalmente decidi-me a lê-lo. Foi bem mais interessante e simples do que se poderia pensar à primeira vista.

    Sócrates está a falar com alguns amigos sobre a vida em geral e acaba por, no meio da conversa, criar um novo universo para a humanidade. Esse universo é o de uma república perfeitamente organizada em que todos vivem de acordo com os seus talentos e funções e, assim, contribuem para a riqueza desse reino fantástico enquanto têm vidas perfeitamente equilibradas e felizes.

    A República é um livro revolucionário, tanto antes do cristis como agora. Apresenta temas filosóficos e científicos que ainda são discutidos hoje. Impressionou-me grandemente a teoria de eugenia e selecção da "raça humana", coisa que pode ter servido como grande inspiração para atentados contra a humanidade que continuam patentes hoje em dia.

    As analogias socráticas revelam também alguns dados simpáticos e divertidos sobre a época, com preocupações sobre o mundo que rodeava os gregos antigos. Imagino Sócrates e seus amigos ali sentados a comer uvas e a dizer coisas.

    um livro que recomendo.

  • O Príncipe

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    O Príncipe
    Nicolau Maquiavel
    1532
    Teoria Política

    É raro encontrar livros tão antigos que continuam a ser lidos nos dias de hoje e, sem dúvida alguma, a influenciar as actividades políticas de muitos líderes mundiais, que nele se baseiam como inspiração para a sua tomada de decisão.

    Maquiavel ensina a um jovem príncipe italiano o que é, na verdade, ser um príncipe. E, com isso, acaba por explorar todos os temas políticos que envolvem a governação de um território. Quando nso referimos a "maquiavélico", falamos de algo malévolo, com consequências nefastas. Mas Maquiavel apenas deseja o melhor para o seu príncipe, mesmo que isso não seja uma coisa boa para aqueles que vivem debaixo do seu poder.

    No fundo, Maquiavel indica que em qualquer ocasião devemos apenas confiar em nós próprios, estabelecer-nos nas áreas conquistadas e conquistar o povo, soldados e corte através de uma violência ponderada, que por vezes pode parecer terrível mas que é sem dúvida necessária. Impressionou-me, por exemplo, "para dominar o povo deves destruí-lo ou tirar-lhe os bens, sendo que esta opção é a melhor pois um homem esquece mais rapidamente a morte de um pai do que a perda da sua propriedade".

    Este tipo de sentimento pode, hoje em dia, ser considerado desactualizado: nos dias de hoje, penso eu, há uma maior valorização da vida colectiva de um povo, sendo que a sua destruição, considerada inumana, tornaria o príncipe moderno num inimigo da humanidade como um todo.

    Uma excelente leitura que muito nos ensina sobre a própria natureza do que é governar.

  • Bem Julgar

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    Bem Julgar - Ensaio sobre o Ritual Judiciário
    Antoine Garapon
    1997
    Filosofia de Direito

    Este livro estava, casualmente, sentado na estante da nova TBR que estou a enfrentar. Parecia ser uma coisa horrível e fora da minha compreensão, mas muni-me de coragem e... Porque não?

    Surpreendentemente, este livro não é uma seca. Tendo por base a premissa de "bem julgar" o autor olha para os elementos de um tribunal e de um julgamento como figuras normativas de estética, que poderão ou não influenciar o próprio processo decisivo do julgamento propriamente dito.

    Assim, o autor analisa a forma e distribuição de funções no espaço da justiça enquanto "templo", fazendo uso de uma perspectiva histórica dos símbolos comummente utilizados. Analisa também as roupas dos intervenientes e as suas significações e a organização do espaço em que estes se encontram.

    Também faz uma comparação do modelo francês e americano, que conheço apenas de ver na televisão.

    O autor propõe o debate: será que o espectáculo judiciário é essencial para a tomada da decisão legal? A mim parece-me desnecessário, mas coloca-se neste livro a perspectiva de que não se pode viver sem esse elemento.

  • A Vida é Breve

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    A Vida é Breve
    Jostein Gaarder
    1996
    Carta

    Este livro é uma suposta tradução de um tal de "Codex Floriae", carta da amante de Santo Agostinho ao próprio, explanando as razões pelas quais teria sido muito melhor eles terem ficado juntos, em vez de Agostinho se ter convertido ao ascetismo e abstinência.

    Supostamente uma tradução do latim (e, se não for, é uma mentira muito bem feita), Floria - a tal mulher que deu um filho ao santo antes da sua conversão, revela-se uma mulher culta e erudita, apresentando argumentos lógicos e apoiando-se em referências filosóficas inegáveis.

    No entanto, as citações das Confissões do santo parecem estar retiradas de um contexto muitomaior e parecerem significar algo que não seria o seu objectivo inicial.

    De todos os modos é um livro apaixonado, romântico e ainda assim muito simples e fácil de ler. Em uma horinha de descanso despacha-se a toda a velocidade.

  • Alma

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    Alma
    Voltaire
    1776
    Ensaio Filosófico

    Há já algum tempo que desejava experimentar um pouco de filosofia. Para além disso, nunca tinha lido nada de Voltaire, portanto pensei... "Porque não?" :)

    Neste curto ensaio (cerca de 40 páginas), o autor debate consigo mesmo as várias perspectivas histórico-filosóficas do conceito de "alma". Assim, coloca várias questões, tentando respondê-las citando filósofos mais antigos: o que é a alma? Quem tem alma? Os animais têm alma? As plantas têm alma? As crianças têm alma? A partir de quando? Um débil mental tem alma?

    São tudo questões muito válidas. Curiosamente, tendo em conta a perspectiva histórica do autor (afastado da religião, um pouco anti-semita...), este cita demoradamente passagens bíblicas do antigo testamento, para além de filósofos nitidamente cristãos. Isto faz com que o debate apresentado esteja um pouco enviesado.

    Finalmente, Voltaire não chega a nenhuma conclusão por si próprio, após toda a pesquisa. No meio disto tudo, ele coloca as questões mas nunca chega a respondê-las com a sua própria opinião. É como aqueles estudos científicos que no final dizem "inconclusivo". Assim, a leitura não foi especialmente satisfatória.

    No entanto, fiquei com vontade de filosofar um pouco mais, pelo que colocarei esses livros (que tenho no Kobo) semi-prioritários. :)

  • O Mundo de Sofia

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    O Mundo de Sofia
    Jostein Gaarder
    1991
    Romance

    Não li este livro quando tinha idade para o ler. Porquê? Porque me pareceu infantil demais! Ora, já passámos essa fase. Porque não, 12 anos depois, ler um livro para adolescentes?

    A  verdade é que a trama adolescente empalidece perante os mistérios da vida que nos são propostos ao longo do livro. Através de secretas lições, a jovem Sofia viaja por toda a história da filosofia, aprendendo imenso. Achei isto muito interessante, sobretudo porque me deu (e aos jovens a quem o livro é dirigido provavelmente sentirão o mesmo) muita vontade de ir ler os filósofos e os autores citados, para aprender mais sobre como eles observavam o mundo e o explicavam.

    Arqueando sobre as lições filosóficas, passa-se uma estranha história com muita fantasia e muito absurdismo à mistura. A partir do momento em que Sofia começa as lições de filosofia, o seu universo transforma-se. Não conto mais para não estragar a festa! Mas a verdade é que esta transformação do mundo real tal como o conhecemos numa estrutura quase onírica também coloca algumas questões filosóficas interessantes. Mas estas poderão passar ao lado do leitor menos atento.

    No fundo, este é um guia muito básico, uma iniciação à filosofia. Acho-o um livrinho de valor, sobretudo se introduzir estas ideias e questões importantes nas leituras e divagações da faixa mais jovem. No meu caso, deu-me vontade de pesquisar os antigos e os contemporâneos. Já não olho para eles há muito, muito tempo...
  • Onde Vivi e Para que Vivi

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    Onde Vivi e Para que Vivi
    Henry David Thoreau
    1854
    Ensaio

    Pequeno ensaio recuperado da convenção do BookCrossing do ido ano de 2013. Também o primeiro livro de 2014.

    Secção de um livro maior, este é um pequeno relato da vida natural, com as consequentes reflexões sobre a vida e sobre a sociedade da época, a Americana do século XIX. O livrinho, apenas 90 páginas, tem duas partes de reflexões. Uma é sobre a sociedade e a vida humana. É bastante estranha, por vezes irritante, pois o autor refere demasiadas vezes como há pessoas selvagens e mais atrasadas na escala evolutiva, usando esses "factos" como contraponto para a desgraça humana do materilismo. É certo que isto é de há dois séculos e que nessa altura acreditava-se plenamente que havia seres humanos superiores e inferiores, mas não deixa de ser uma leitura bizarra. A segunda parte é muito mais interessante e bonita. O autor, que explicara como tinha mudado uma casa de sítio para a colocar à beira do lago Walden (também o nome da obra original de onde foi retirado este excerto), fala da vida natural à sua volta. É muito giro ler sobre os vários habitantes da floresta que ele conhece ao longo do tempo e da consequência filosófica que têm os seus comportamentos.

    Um livrinho giro, já não lia ensaios deste género há algum tempo.

    Creio que o irei libertar ao vento, dado que não tenho destino para lhe dar.
  • O Amor Incerto

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    A DIMENSÃO É A NÚMERO 5: 12/16

    O Amor Incerto
    Elisabeth Badinter
    Ensaio
    1998

    Hoje tomei o roteiro turístico, o que é apenas outra maneira de dizer que me perdi. Assim sendo passei a tarde à espera que se zagassem comigo e a terminar este ensaio chatíssimo.

    Aqui debatemos se o amor maternal existe na realidade ou não. A autora tem na ideia de que não existe e esforça-se por o provar através de uma análise (graças a deus) resumida da atitude das mães ao logo dos anos, a partir do século XVII. Ora, isto é suposto ser um debate filosófico por isso antes de expressar a minha opinião vou dizer duas coisas que me fazem desconfiar deste estudo. O primeiro facto é que aparentemente não existiram mães antes do século XVII. O segundo facto é que aparentemente só as francesas têm filhos. Isto é, outras eras e outros países não são contemplados nesta análise. Claro que podemos dizer "se o amor de mãe não é cultural, seria indiferente o local onde é feito o estudo". Mas eu acredito que ignorando modinhas francesas chegaríamos a conclusões bem diferentes.

    Daqui se pode depreender a minha opinião. Eu não duvido que exista amor maternal imediato, logo depois do nascimento da criança e mesmo durante a gestação. É um mecanismo de sobrevivência elementar partilhado pelos mamíferos em geral. Tomar conta da filiação de forma a que esta sobreviva e os genes parentais sejam preservados. Mas Badinter parece ignorar que nós, humanos, não somos nenhuma criatura especial. Somos mamíferos como os outros, temos as mesmas hormonas, temos os mesmos órgãos e a nossa evolução fetal é igual, somos seres metamerizados e simétricos e nenhum lobo frontal extremamente desenvolvido pode mudar isso. No prefácio a autora chega ao ponto de afirmar "eu sei que existe ocitocina e prolactina mas eu vou ignorá-las bué porque nós somos tipo pessoas especiais, tás a ver?". NÃO. A ocitocina e a prolactina INFLUENCIAM o instinto maternal. Um animal sem instinto maternal é considerado PATOLÓGICO. Assim, este ensaio não tem qualquer tipo de base científica que possa dar azo a um debate. É falacioso porque se baseia numa pre-concepção feminista da autora e numa análise histórica muito incompleta em vez de se basear em dados quantitativos e mensuráveis. Assim, para se fazer este debate desde o início, sugiro o seguinte estudo de comportamento animal (que se poderá transpor para o comportamento humano)

    1. Vamos tirar ocitocina e prolactina a uma variedade de bichos! Sugiro cães, ratos, vacas e primatas. Não o podemos fazer em humanos porque os humanos têm pré-concepções culturais (até agora desconhecidas nos bichos)
    2. Ah espera, sem ocitocina e prolactina não há gestação nem lactação. :< Por isso.... Vamos administrar substitutos sintéticos!
    3. Momento do parto! O animal tem comportamento maternal? Se não significa que o comportamento depende das hormonas. Se sim, temos um novo mistério!

    Simples, rápido, eficiente e acho que não é assim tão caro. Vou ver se o meu prof me deixa fazer isto (ou se já existe, o que é provável)

    Foi uma leitura que tendo o seu interesse me deixou raivosa pela falta de objectividade. Mas aprendi que Freud era um machista incompetente. Ah, e o livro tem montanhas, catadupas!, de erros de tipografia.

    Fica a questão interessante: "Porque é que o meu pai me deu este livro para ler?"
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