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  • Feira de Corroios 2023

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    Feira de Corroios 2023
    Festival


    Como sempre lá fomos a Corroios ver a Feira e, desta vez, um concerto de Peste e Sida.

    A Feira continua igual a si própria, embora este ano tenha sentido a falta da novidade do ano passado, a Heimdall Geek Store. Vi uma t-shirt de Sailor Moon muito gira, mas não tinha dinheiro trocado e acabei por não a trazer. Um dia destes ainda compro a que diz "Back to Corroios" em modo Back to the Future, porque acho giríssima.

    Quanto ao concerto, vimos lá de longe para eu me poder sentar, porque ando muito cansada. A banda foi muito divertida, estavam sempre a dizer piadas, mas muitas vezes as piadas eram autodepreciativas para a banda, o que acabou por ser muito estranho. Coisas como "o baterista não sabe esta música", "a banda está bezana" ou "não me lembro da letra" calharam um bocado mal, apesar de ser engraçado. Mas lá tocaram chutacavalochutacavaloEMORRERÁS, e ficámos todos felizes.

    Para o ano há mais!

  • 93ª Feira do Livro de Lisboa 2023

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    93ª Feira do Livro de Lisboa 2023
    Feira


    Este ano a Feira do Livro foi mais cedo e passámos lá uma bela tarde, no meio de livros e editores.

    Houve uma certa reorganização do espaço da Feira, com alguns editores remetidos para partilhar as bancas com outros. Penso também que a nível de promoções não estava tão bem como noutros anos, porque os livros em Portugal são caros e um artigo de luxo. Não sei como se poderia mudar isso, mas não parece ser a vontade daqueles presentes na Feira.

    Desta vez conseguimos um lugarzinho à sombra para beber a nossa cerveja a meio da Feira, já que subir o Parque Eduardo VII é um pouco cansativo. Em anos anteriores algumas das editoras maiores tinham nuvens de água para nos refrescar, mas este ano não.

    Comprei apenas cinco livros, num fantástico exercício de auto controlo. E já os estou a ler agora, depois deste tempo todo. Aqui estão eles!



    Agora.... Até para o ano!

  • 91ª Feira do Livro de Lisboa

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    91ª Feira do Livro de Lisboa
    2021
    Feira

    Como já é hábito, lá me fui perder no meio dos livros. Desta vez com extra-dor nas unhas dos pés, porque subimos a Avenida da Liberdade a pé desde o Cais do Sodré (e depois descemos, ao contrário).

    Talvez por causa da pandemia, as entradas estavam limitadas e, por isso, havia uma fila que quase dava a volta ao parque. Felizmente andou bem rápido e logo entrámos. Rapidamente descobri a razão da fila: estava lá uma rapariga chamada Joana Criativa (ou algo assim) que escreveu um livro chamado "Guia para uma Adolescente em Pânico" (ou algo assim) e estava uma MULTIDÃO de crianças com o livro nas mãos para receber o autógrafo. Nenhum adolescente e penso que a tal Criativa deva ter a minha idade. Mas bom para ela, ter um mar de criancinhas a comprar o seu livro! Wow!

    Desta vez decidimos entrar na Feira pelo lado oposto, isto é, pelas bancas C. Foi bom, porque assim fugi aos alfarrabistas e vi livros mais interessantes. Só comprei dois: "A Guerra dos Mundos", de H.G.Wells (5€!) e um pulp tão horroroso que tive de o ter: "O Estripador de Lisboa". Também só custava 50 cêntimos.

    Talvez por ser o último dia, a zona das comidas estava muito cheia. Comi um churro com oreo, que estava muito bom, e bebemos uma cerveja, mas até achar lugar para sentar foi um filme. A variedade de comidas também era muita este ano, e diferente dos usuais hamburgueres no pão. Mas nós fomos comer ao Burger King, que é ao lado.

    Fiquei satisfeita com esta feira, porque não comprei livros demais!

  • Feira Internacional de Artesanato 2021

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    Feira Internacional de Artesanato
    2021
    Feira

    Ganhei bilhetes num giveaway, então fomos à FIA. 

    Já não ia há imensos anos e fiquei espantada por estar tão pequenina. Era no pavilhão 3 da FIL, não um dos maiores, e tinha muito poucas bancas. A maioria das bancas tinham objectos tradicionais em madeira e aquelas coisas horrorosas para bebés horríveis. No entanto, havia também alguns artesãos com peças muito interessantes, como a Lã do Burel, jogos de tabuleiro tradicionais e marionetas.

    A zona internacional desapontou-me bastante, porque era essencialmente Marrocos, Índia, e a Etiópia ali bastante solitária. Tinham quase todas as mesmas coisas, tapetes e chinelinhos. Ainda comprei um lenço de caxemira para os anos da minha avó, o que foi muito bom!

    Comprei também uma tote bag à menina que me deu os bilhetes, a Mia Project, que tinha a Luna e o Artémis, de Sailor Moon. Era a única banca com coisas moderadamente geeks, e realmente era muito original.

    Em termos de comidas, só havia umas quatro coisas, todas com sandes de presunto e queijo da serra. As instalações para as pessoas comerem eram muito pequenas e estava tudo amontoado.

    Ainda assim, foi divertido passar por lá e ver o que os artesãos andam a fazer neste tempo de confinamento!

  • 88ª Feira do Livro de Lisboa

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    88ª Feira do Livro de Lisboa


    Como sempre, não podíamos perder a Feira do Livro! Desta vez fomos no último dia e com uma grande contenção de custos. O Qui ordenou que eu me controlasse. Eu tinha de me controlar! Terei conseguido?

    Desta vez, pela primeira vez, fomos de carro, pelo que entrámos na Feira pelo lado oposto, isto é, o topo do Parque Eduardo VII. Assim, visitámos a feira ao contrário, começando na parte de cima direita e dando a volta por baixo. Isto, de certa forma, foi uma coisa boa, pois evitei perder a cabeça com os alfarrabistas e aproveitar outras boas promoções em editoras de que gosto realmente.

    Este ano, a Feira estava um pouco diferente, com mias espaços de comidas e bebidas. Infelizmente, a água que pedi num café por lá estava bem quentinha, pelo que foi difícil aliviar o calor solar que se fazia sentir fora da sombra.

    Para começar, encontrei logo um livro que me agradou na Relógio de Água. Depois, o meu objectivo era ir até ao stand da Porto Editora, pois eu desejava um autógrafo do Mário de Carvalho, que estaria disponível nesse local a partir das quatro e meia (já tinha passado um quarto de hora).

    Escolhi um dos seus livros (eu não li muitos, mas achei que devia aproveitar a opirtunidade) e ele autografou-o com um cordial abraço. Estranhou que eu só tivesse um nome (não queria que ele soubesse o meu apelido) e ainda partilhou uma piada ou outra. Um senhor muito sim+pa´tico! A sua assinatura parece, no entanto, uma quebra de linha. :p


    Eu e o Senhor Mário de Carvalho com o seu livro! :)
     
    Desta feita não parámos para cervejas nem para mais nada. Só para ir à casa de banho que, deve dizer-se, estava um nojo. Entendo que ter maçanetas nas portas seja um perigo, por causa dos ladrões de maçanetas, mas dava muito jeito para pendurar a mala e as compras!
    Só voltámos a parar na Saída de Emergência. Antes dela, alfarrabistas com livros caríssimos! Estavam ali livros que as pessoas nem os querem dados e estavam a vendê-los a 5€! Achei chocante. Da mesma forma, achei chocante o espaço imenso que foi dado a uma série de editoras vanity, com os seus escritores sozinhos e infelizes. Numa outra banca, aliás, tinha visto um senhor com um livro chamado "SALAZAR" que se estava a sentir imensamente só. Quase tive vontade de comprar o livro só para lhe dar o gosto... :< Tadinho...
     
    Portanto, vejamos qual foi o resultado desta Feira do Livro!
     
     
    • "O Tumulto das Ondas", de Yukio Mishima, um autor que amo de paixão
    • O livro do Mário de Carvalho, que me irá ensinar a escrever e a escrever bem! =D
    • "Com a Cabeça na Lua", uma antologia de contos sci-fi passados na Lua! Adoro estas colectânias da Saída de Emergência!
    • Um leque e uma coisinha promocional
    • Uma ceninha para por nomes em malas promocional também
    Fica também a nota para o excelente sumo compal, super fruta ou o que é, que tinha um sabor maravilhoso e que eu quero para sempre! Adoro laranjas ;__;

    FAh sim, e ficámos a saber que o Parque se prolonga por ali em diante e que há muitos mais lugares giros par ver e estar, mesmo que não haja Feira!

    Acho que me consegui conter... Não acham? ;) Para o ano há mais!

  • Tasquinhas e Burricadas 2017

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    Tasquinhas e Burricadas 2017
    Feira

    Depois de termos ido à feira dos legumes comprar uns pézinhos para plantar, fomos a Cacilhas para ver as Tasquinhas e Burricadas, um evento anual em que se celebra o burrinho enquanto símbolo da zona de Cacilhas.

    Ora, eu já tinha ido a algumas burricadas, mas não gostei nada desta!

    Para começar, a rua era estreita para tanta gente que lá estava. E ainda estavam os parvos dos escuteiros a expulsar pessoas para abrir espaço para a corrida de burros! Questiono-me como terão feito para liberar a rua...

    As bancas de artesanato não eram muito diferentes das que vemos em todos os eventos de Cacilhas. Senti, mais uma vez, que eu própria poderia abrir uma banca de artesanato e vender tralhinhas. Estavam à beira da rua principal e a gente era tanta que nem dava para ver nada.

    Finalmente, encontrámos os burros. Detestei ver os pobrezinhos. Amarrados num sítio quase sem sombra, magríssimos, cheios de moscas, tudo cheio de manure em volta deles (ninguém se deui ao trabalho de limpar?), sem água, com umas palhitas a fazer de comida, com seus cuidadores a assustá-los, a mandar bafos para cima deles... Nem arreios em condições tinham! Sinceramente, parecia que tinham contratado um grupo de nómadas e pedido os burros emprestados. Deprimente!

    Cacilhas, isto não é boa onda!

    Ficam fotos:







  • Festival Urbano 2017

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    Festival Urbano 2017
    Festival

    E, afinal, este foi o meu plano pós- Spring It. :)

    Existe, em Almada, uma zona chamada Romeira, constituída por fábricas abandonadas e algumas quintas. É zona bem conhecida por ter uma exposição permanente de arte urbana e graffitis, sendo que hoje em dia até há tuk-tuks maléficos a cirandar por ali para mostrar as maravilhas da chungaria aos turistas incautos. Aliás, tão incautos são que espero sinceramente que um dia uma dessas coisas seja raptada pelos ocupas, para ver se desaparecem da minha vida para sempre.

    Ora, este ano decidiram dar uma renovação ali ao espaço e acrescentar alguns murais novos. Foi isso o que fomos ver. Quando chegámos, já um pouco ao fim do dia, ainda estavam a pintar algumas coisas, com as pessoas elevadas em escadotes com as suas tintas de spray. Existem graffitis sobre tudo, sobre a vida social, sobre a vida emocional ou mesmo sobre a vida pessoal de cada um dos artistas ou dos colectivos que os realizaram.

    No centro, existia um pequeno palco ladeado pela suposta "street-food" disponível, que era só uma roulotezinha com umas sandes sem pão de cima. Nesse palco, assistia-se a uma competição de dança, que consistia em duas pessoas dançarem num tempo definido ao som de um beat, sendo que aos 5-4-3-2-1 troca, uma das pessoas parava e a outra começava. Depois havia outro 5-4-3-2-1 e okokokok e um júri escolhia, por maioria de votos, quem devia passar à ronda final. Assim, a pessoa que ganhava tudo podia perder no fim e a pessoa que tinha ganho no fim podia voltar a perder até haver um vencedor definitivo. Gravei um pequeno vídeo:



    Depois, foi tocar uma banda de funk chamada "Os Compotas", da qual só assistimos à primeira música e à apresentação dos artistas (que são bons artistas). Também gravei um vídeozinho. :



    Depois fomos para as festas da Cova da Piedade, onde vimos uma série de tralhinhas desinteressantes à venda. Compensou-nos muito mais a ida ao festival, porque conseguimos um envelope com postais. No entanto, acabei por jogar numa tombola do grupo de pesquisa arqueológica e ganhei um lápis! Ao início calhou-me uma revista, que eu não queria, mas estava esgotada, então pude rodar outra vez. Vimos também um espectáculo enorme de sevilhanas, do qual (surpresa!) também fiz um vídeo:



    Foi uma tarde bem passada e oportunidade de tirar umas fotos! :)
































  • 87ª Feira do Livro de Lisboa

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    87ª Feira do Livro de Lisboa

     Este ano não estava muito motivada para ir à Feira do Livro. Não estava com muitos fundos para investir em ainda mais livros e, sobretudo, comecei uma TBR enorme e não preciso de ainda mais livros (lol). Ainda assim, o Qui queria ir e a Ana-san e o pessoal iriam estar por lá, portanto consegui convencer-me a mim própria para fazer este passeio.

    Fomos de barco e subimos a Avenida da Liberdade toda a pé, o que demorou o seu tempo. Isto significa que assim que cheguei à Feira propriamente dita já estava mais para lá do que para cá e, sobretudo, cheia de fome. Apetecia-me imenso, imenso, imenso!, um cachorro quente! No entanto, na banquinha dos cachorros não havia salsichas vegetarianas... Este ano a Feira estava muito bem servida de bancas de comida um bocadinho mais alternativas (para não usar o epíteto "gourmet"), pelo que havia muito por onde escolher. Acabei por comer uma espécie de crepe enrolado com salmão, que estava muito bom - apesar de o preço ser ligeiramente proibitivo. Enquanto comia, estava um palco com uma senhora a demonstrar as receitas de um livro de culinária. Só me apetecia dizer-lhe "dá-me isso para eu comer, dá pra mim dá!"

    Depois fizemos o nosso circuito habitual, da direita para a esquerda, passando primeiro pelos alfarrabistas. Este ano fiquei especialmente surpreendida pelo valor dos livros: não havia nem um volume a menos de cinco euros! O que, de certa forma, contribuiu muito para o meu auto-controlo. Enquanto isso, ia telefonando à Ana-san, que se encontrava sempre no canto oposto do sítio onde estávamos, hahaha ^_^

    Deste lado da feira, o elemento mais curioso a acontecer foi uma feirante que me queria obrigar a comprar um livro horroroso, com um vulcão em erupção na capa, chamado "Dianética - o Poder da Mente sobre o Corpo". Foi muito difícil explicar-lhe que não tencionava que a minha mente se apoderasse do meu corpo.

    Quando demos a volta ofereceram-nos umas latinhas de cidra Strongbow, muito pequeninas mas muito fresquinhas. No entanto, talvez devido aos excessos da noite anterior, a cidra caiu-me muito mal e fiquei cheia de dores de barriga e puns :(

    Do outro lado, desta feita, havia bancas bastante mais interessante. Perdi algum tempo numa que tinha livros sobre paganismo, sendo que havia muitos muito interessantes. Tive foi vergonha de ir espreitar a banca das publicações espíritas, tema que tenho explorado ultimamente apesar de não ser do meu especial interesse. 

    Assim , saí da feira com um único livro: !Os Jardins de Luz, de Amin Maalouf. Escolhi-o porque li um volume deste autor há pouco tempo e gostei imenso, pelo que quis expermintar outro!

    Só mesmo quando estávamos a ir embora encontrámos o pessoal! Ainda deu para vermos os livros que uns e outros havíamos comprado!

    E assim se passou uma Feira do Livro com contenção de custos...
  • Feira Medieval de Corroios 2017

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    Feira Medieval de Corroios 2017
    Feira
    Uma amiga fez anos e sugeriu que os celebrássemos nesta feira, que decorre (ainda hoje) na Quinta da Marialva em Corroios. O lugar onde costumam ser aquelas feiras e festas a que a gente vai o Verão. :)
     
    Chegámos de noite, já passada a hora do jantar, para não ficar muito tempo, pois a hora de fecho é sempre por volta da meia-noite.
     
    Para começar, a feira medieval não aparentava nada ser medieval, pois logo ao início estavam uma série de carroceis e carrinhos de choque. Só depois é que vimos um palco, onde um grupo de pessoas vestidas à época estava a fazer uma dança. As lojinhas eram engraçadas, sendo que havia muita comida tradicional (perdemos a sorte de ter cinco queijos a cinco euros, por exemplo) e objectos assim meio góticos, como bolsas de cabedal, vestidos pretos e cálices com um ar maléfico.
     
    Bebemos um vinho quente em que, por três euros, nos ofereciam o vinho mais a taça de barro. Portanto, agora temos duas taças de barro muito giras! Também havia a opção de ser um corno, mas a gente não quer cá cornos.
     
    Depois foi os parabéns e encontrámos umas bruxas que, silenciosas, andavam muito devagarinho. Vimos também camelos, que são bem mais enormes do que o esperado.
     
    Foi engraçado e espero para o ano voltar também, talvez dessa feita para petiscar alguma coisa!

  • 86ª Feira do Livro de Lisboa

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    86ª Feira do Livro de Lisboa

    Por estes dias, fomos também à Feira do Livro. Como já se sabe, é coisa que eu não posso perder, porque eu me alimento de livros e não posso morrer à fome (apesar de ter um stock de livros infinitos devido ao meu pai, que tem uma tara semelhante à minha)
    Fomos de autocarro até lá e a primeira coisa que reparei é que aquela zona está toda em obras. O que acaba por ser um pouco desagradável. Para além disso está cheia de autocarros cheios de turistas, o que ainda se torna pior. No entanto, a Feira em si até estava bastante vazia, pelo que foi fácil movimentar-nos e não morremos de calor e cansaço como das últimas vezes.

    O nosso circuito foi do lado direito para o esquerdo, depois subir o esquerdo e descer de novo pelo direito. Assim vimos tudo. E eu queria comprar tudo, mas eu tinha uma quota a cumprir que era a de cinco livros. O Qui teve de me agarrar por diversas vezes para que eu me conseguisse controlar, sempre com argumentos como "tu não queres esse" ou "o teu pai tem esse" ou "aouarrgh". Apesar de me ter sugerido um, o Dune, dessa vez fui eu a dizer "o meu pai tem esse". :)

    No entretempo, tirámos algumas fotografias para recordar e bebemos uma imperial. Depois, lanchei um gelado (um perna-de-pau), porque tenho andado fascinada com a ideia dos gelados.

    Os livros que obtive foram, então:

    - Lord Jim (Joseph Conrad) - tinha visto este livro numa lista de recomendações que partilharam no BookCrossing que nos tornariam pessoas melhores; assim, acabei por o adquirir. Mas não foi uma boa compra, porque o livro foi muito caro para o estado em que se encontra
     - The Hitchiker's Guide to the Galaxy (Douglas Adams) - uma versão que tem os cinco livros num único volume
    - Bestiário (Júlio Cortazar)
    - Contos (Anton Tchékov) - já li um deles, mas como tem muitos mais para além desse decidi comprá-lo, pois adoro este autor
    - Manual de Escrita Criativa - para ver se escrevo melhor

    Reparei que, este ano, os livros estavam muito mais caros. Não cheguei a encontrar nenhum que custasse menos de cinco euros, o que para alguns títulos me pareceu um exagero. Fiquei fascinada na banca da Europress, mas estava quase no fim da minha quota e decidi guardar a BD para quando for a um evento de anime (fica a dica para meterem mais BD tuga nos eventos de anime!).

    Fique também nota para as casas de banho que, apesar de serem portáteis, até estavam bastante aceitáveis no nível de limpeza.

    E assim, foi uma tarde muito simpática. Deixo-vos uma fotografia com o meu primeiro livro, dentro de um saquinho muito tradicional :)


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