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  • Katainaka no Ossan, Kensei ni Naru

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    Katainaka no Ossan, Kensei ni Naru
    Matsui Yuuko - Passione
    Anime - 12 Episóios
    2025
    5 em 10


    Um velho muito velho (uns 40 anos por aí) era professor de espadeiradas e não espera mais nada da vida. Até ao momento em que uma antiga aluna lhe pede para ensinar a Guarda Real.

    Tudo ok.

    Deixa de ser ok a partir do momento em que saem de todas as rachas da terra antigas alunas, e questiono-me quem será este homem para ter tido só estudantes femininas. Apesar de o protagonista em si ser bastante original, na medida em que é uma pessoa ponderada, honesta e calma, o facto de estar rodeado de miúdas e de não captar que todas o querem comer é um exercício frustrante.

    Tinha esperança de gostar deste anime, mas não aconteceu.

  • Nukitashi

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     Nukitashi
    Kikushima Kazufumi - Passione
    Anime - 12 Episódios
    2025
    6 em 10


    Existe uma ilha tropical onde é OBRIGATÓRIO ter sexo. Nesta escola desta ilha, todos serão castigados se não passarem o seu tempo livre a pinar. No entanto, um novo aluno rejeita esta opção encantadora, porque tem o trauma de ter um pénis gigante. Ainda assim, todas as garotas irão tentar conquistá-lo e fazer o amor com ele.

    Se ao início esta série é hilariante, devido ao absurdo de toda a situação, rapidamente ela se torna bastante seca. Quantas mais piadas se podem fazer sobre a obrigatoriedade de foder? A limitação da premissa acaba por limitar profundamente o anime, apesar de ele se manter engraçado até ao fim.

    Deixa-nos então num cliffhanger, à espera de uma próxima season que quem sabe iremos ver também em GW.

  • Kakushite! Makina-san!!

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    Kakushite! Makina-san!!
    Nishita Masayoshi - BloomZ
    Anime - 12 Episódios
    2025
    5 em 10


    Mais um ecchi patético do groupwatch, mas este até teve a sua piada.

    Makina-san é, como o nome indica, um robot. Um robot sexuale. Um robote taradoque. Está a modos que partida em bocados, então associa-se a um rapazinho que - por ter grande interesse em mákinas, se decide a recuperá-la. Ora, à medida que a vai arranjando, a Makina-san vai ficando cada vez mais interessada em fazer os amores com tudo o que passa à sua frente, nomeadamente com o rapazito.

    Isto é engraçado de certa forma, e também bastante sexy. Como as proporções de Makina não são tão exageradas, acabamos por ter alguns momentos picantes que realmente funcionam, e ainda bem porque já não podia mais ver tetonas à frente.

    De resto, é uma comédia bastante simples.

  • Chotto dake Ai ga Omoi Dark Elf ga Isekai kara Oikaketekita

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    Chotto dake Ai ga Omoi Dark Elf ga Isekai kara Oikaketekita
    Tokoro Toshikatsu - Elias
    Anime - 12 Episódios
    2025
    4 em 10


    Mais um dos patéticos animes do groupwatch, este uma espécie de isekai ao contrário, em que o bicho da fantasia (neste caso uma "dark elf", que é quem quer dizer uma tipa de orelhas bicudas e pele melanizada) persegue o MC até à realidade e procede a fazer uma série de tropelias eróticas.

    A dark elf em si pode ser bonita, mas tem uns ósculos absolutamente desproporcionais, umas mamonas assassinas de tal maneira que não se consegue levar a sério os momentos cómico-eróticos que pontuam este anime permanentemente.

    Afinal, isto deveria ser uma comédia, mas não encontrei graça, nem sexyness nem absolutamente nada. Gostei da ED tho.

  • Haite Kudasai, Takamine-san

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    Haite Kudasai, Takamine-san
    Nishimae Ayaka - LIDENFILMS
    Anime - 12 Episódios
    2025
    5 em 10


    Um anime do groupwatch oficial, que segundo parece só vê coisas estranhíssimas. Este anime confere no estranho, porque é sobre uma rapariga, estudante modelo, que tem o poder de voltar atrás no tempo e corrigir as situações, para isso sacrificando uma peça de roupa interior. Ora, para não andar nua na escola, ela arranja uma espécie de criado/escravo para a voltar a vestir da forma mais discreta possível.

    Isto é tanto um anime muito ecchi como um anime de romance, na medida em que Takamine-san está sempre a colocar o seu escravo em situações difíceis por forma a o conquistar. Mas o desgraçado do rapaz é tão denso e incompetente, que passa os 12 episódios de toda a season sem perceber nada do que se está a passar.

    Apesar de os designs e stills serem bastante bons, no que respeite à nudez e aos grandes seios de Takamine-san, este anime não acrescenta absolutamente nada ao género, não que houvesse grande coisa para acrescentar.

  • Imouto sae Ireba Ii.

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    Imouto sae Ireba Ii.
    Oonuma Shin - SILVER LINK.
    Anime  - 12 Episódios + 8 Specials
    2017
    4 em 10


    Um anime mais ou menos detestável, sobre um escritor obcecado por "irmãs mais novas", mas que está condenado a ter um irmão.

    O anime supostamente é um slice of life em que vamos descobrir mais sobre este escritor e as suas amiguinhas, que são todas muito ecchi, assim como todas as histórias que ele inventa à roda de uma qualquer "irmã mais nova".

    A animação é extremamente básica, e não temos nenhum tipo de cenário especial, sendo quase toda a acção passada em monótonos interiores amarelos. 

    Desgostei imenso.

  • Kimi no Iru Machi

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    Kimi no Iru Machi
    Yamaushi Shigemasu - Gonzo
    Anime - 12 Episódios
    2013
    6 em 10


    Um anime romântico que fala sobre triângulos e quadrados de amor.

    No passado, uma rapariga da cidade mudou-se para o campo e arranjou lá um namorado. Depois separaram-se. Agora, o rapaz do campo vai para a cidade em busca dela, mas agora ela já arranjou outro. O drama, o dilema, a tragédia. E assim se vai desenvolvendo a coisa.

    Podia ser uma novela normal, não fosse a quantidade absurda de fanservice que esta coisa tem. Porque é que subitamente vemos o altinho na cuequinha? Porque é que subitamente se toma banho? Tudo coisas sem grande sentido.

    De resto, a própria história é demasiado novelesca para o meu gosto, e inconsequente também, porque assim como começamos, assim ficamos.

    Foi só meh.

  • Fushigi no Kuni no Miyuki-chan

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    Fushigi no Kuni no Miyuki-chan
    Hamatsu Mamoru - animate Film
    Anime OVA - 2 Episódios
    1995
    4 em 10


    Convidei uma amiga para ir lá a casa e ela trouxe este DVD. A minha televisão está estragada, então vimos metade do ecrã normal e a outra metade anormal, mas deu para entender tudo.

    Então, este OVA das CLAMP é um recontar da história da Alice no País das Maravilhas, que pessoalmente não gosto nada. Miyuki-chan é a protagonista, e ela vai parar a este mundo estranho, onde mulheres e flores e tudo quanto existe só está lá para a assediar, para a apalpar e para lhe levantar a saia.

    Pessoalmente isto desagrada-me bastante. É um tipo de humor característico de anime que nunca apreciei, e que não me faz rir de todo. Além disso, não consigo entender o porquê de mulheres escreverem aventuras misóginas, parece-me absurdo (mesma razão pela qual não gosto da Rumiko, como sabem).

    É certo que os designs são muito giros e todas as personagens são únicas. Mas parece-me que isso é insuficiente.

  • Mieruko-chan

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    Mieruko-chan
    Ogawa Yuuki - Passione
    Anime - 12 Episódios
    2021
    5 em 10


    Escolhi ver este anime na altura porque a sinopse parecia muito gira: uma rapariga vê fantasmas e mais ninguém os vê.

    Realmente os fantasmas são horrorosos, quase todos com cara de vagina, e um pouco assustadores. O grande probema é que a protagonista se esforça constantemente por os ignorar e, tendo isso em conta, o realizador colocou como opção mostrar as suas maminhas, pernas ou cuecas. Isto torna a série muito repetitiva e aborrecida.

    Só acaba por compensar nos dois últimos episódios, com fantasmas de gatos que são giros, altura em que finalmente a protagonista tem alguma acção sem ser puxar a saia para baixo.

    Por isso, foi só chato.

  • Kizumonogatari II: Nekketsu-hen

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    Kizumonogatari II: Nekketsu-hen
    Shinbou Akiyuki - Shaft
    Anime - Filme
    2016
    6 em 10

    Confesso que já estou completamente perdida em relação a Monogatari, portanto vou ver o que puder sem nenhuma ordem em concreto, porque desisto de tentar entender a ordem.

    Ora, neste filme, o nosso MC tem de lutar contra uma série de fortes inimigos, que o vencem, o matam, o desfazem aos bocados. Ainda assim, ele aparenta ter-se tornado imortal, porque volta sempre à batalha. Ainda bem, porque as batalhas e as lutas estão cada vez melhores e a animação é simplesmente deliciosa em todos os aspectos.

    Perspectivas perfeitas, uma paleta de cores e padrões original, uma fluidez muito necessária e perfeitamente aplicada. Em termos visuais, este anime é um mimo. No entatanto, Monogatari torna-se tão confuso que, em termos narrativos, não sabemos bem o que estamos a ver desta vez. Por isso, não lhe posso dar uma melhor classificação.
  • No Game No Life

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    No Game No Life
    Ishizuka Atsuko - Madhouse Studios
    Anime - 12 Episódios + 1 Filme + 6 Specials
    2014
    4 em 10
    Este é um anime bem famoso e, talvez por isso, esperava mais do que me ofereceu.

    Dois irmãos NEET são absorvidos para um mundo onde todos os conflitos são resolvidos através de jogos. Isto é uma premissa interessante, mas acaba por falhar completamente a partir do momento em que todos os jogos são explicados em todo o detalhe, explicando as estratégias com esquemas típicos dos shounens de batalha, não deixando o espectador pensar por si mesmo e encontrar soluções pela sua própria cabeça. Oferecem-nos versões alteradas, mas absolutamente mastigadas e regurgitadas, de jogos básicos, o que torna o anime numa versão do xadrez em que não se utilizam todas as partes da cabeça.

    Para além disso, o fanservice é absolutamente excessivo, havendo visões recorrentes das não-maminhas da criança de onze anos, o que é perturbador, pouco sensual e desnecessário. A faceta pervertida do personagem principal está dirigida de uma forma pedófila e incestuosa que não agrada a todas as mentes regulares, e que não me agradou a mim.

    Os specials levam esta idiotice a um nível mais extremo e o filme nem sequer fala de jogos, apesar de ter uma animação melhorzinha.

    Muito fraco e pouco recomendável.
  • Fate/kaleid liner Prisma☆Illya

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    Fate/kaleid liner Prisma☆Illya
    Oonuma Shin - Silver Link
    Anime - 10 + 10 + 5 + 2 + 10 + 5 + 12 + 1 + 1 Episódios/Specials/Filmes
    2013
    5 em 10

    Uma diferente abordagem para a saga de Fate, desta vez com meninas mágicas. A ideia, inicialmente, até era muito engraçada: meninas fofas têm de coleccionar cartas com os heróis e reuni-los a todos. Se isto na primeira season deu vazão a sequências de acção divertidas e com personagens carinhosas, a partir do segundou cour...

    Bem, digamos que a partir do episódio 11 a coisa começa a escalar descontroladamente para um exibicionismo de fanservice sem igual. O pior é que é fanservice com meninas pequeninas, o que apesar de ser razão de apreciação para uma grande faixa da população, a mim me parece completamente desnecessário. 

    Apesar de as (não)maminhas e de as cenas de acção estarem bem desenhadas, o facto de haver (não)maminhas a toda a hora e em todo o lado desmotiva bastante. O foco é de tal forma virado para as aventuras e desventuras dos sutiãs perdidos que tudo o que tornava a primeira season interessante desaparece.

    Fica então a memória de algumas cenas de luta.
  • D-Frag!

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    D-Frag!
    Sugawara Seiki - Brain's Base
    Anime - 12 Episódios
    2014
    6 em 10
    Este é um anime sobre jogos. Jogos de computador e jogos de tabuleiro. Mas também é, e sobretudo é, um harem. Como misturar os dois?

    Neste anime vemos, a cada episódio, o desenvolvimento de um jogo, que normalmente aparece em competição (jogo de tabuleiro contra jogo de computador). No processo existem algumas piadas protagonizadas por um conjunto de personagens que é bastante vulgar e estereotipado. Vale o anime pelo personagem principal, que vagueia pelo meio destas raparigas sem perceber muito bem onde está e que tem dicas que realmente fazem rir um bocadinho.

    A apresentação dos jogos também é interessante e a forma como eles são concebidos é um exercício que, embora incompleto, acaba por ser bastante curioso.

    De resto, a animação não é especialmente forte e a banda sonora pouco memorável. Penso que não irei ver mais seasons.
  • To Love-Ru

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    To Love-Ru
    Kato Takao - Xebec 
    Anime - 26 + 6 +  12 + 12 + 12 Episódios
    2008
     4 em 10
    Por vezes pensamos que nada mais nos vai surpreender no que diz respeito a anime terrível. E a verdade é que já devíamos estar à espera. Um ícone do seu tempo, To Love-Ru é uma sucessão de terrores, sem o mínimo de conteúdo que nos leve para algum lugar.

    Esta série consiste em episódios quase infinitos em que não temos uma história condutiva ou personagens interessantes para nos mostrar algo. Temos apenas sequências ecchi improváveis (cada vez mais) e - à medida que a série avança - quase pornográficas. E mais nada.

    Na penúltima season há uma tentativa de explorar uma narrativa, que acaba por ser a parte mais positiva de todo o franchise. De resto, tudo é mau, desde os designs à animação, se bme que nas últimas duas seasons existe um grande detalhe dado aos órgãos do dimorfismo feminino. 

    Portanto, não recomendo esta série e proponho que seja queimada como sacrifício a um totem colérico.
  • Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!

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    Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!
    Kanasaki Takaomi - Studio Deen
    Anime - 11 Episódios + 10 Episódios
    2016
    5 em 10
    Um ota-cu com uma vida infeliz e incompleta, morre de uma maneira idiota e reencarna como ele mesmo num mundo de fantasia. Ajudado por uma deusa, uma tipa que faz explosões e uma guerreira s-m, vai viver aventuras fantásticas a matar sapos.

    Este é um anime que vive unica e exclusivamente das piadas que faz a referenciar outras coisas. Não tem um pingo de caracterização nem uma história que possamos seguir e que nos leve a algum lado.  Os arquétipos das personagens são vulgares e o seu código de cores aborrecido.

    Nenhum momento deste anime me inspirou um sorriso nem mais nada além de aborrecimento profundo e um desejo enorme que ele terminasse. Para além disso, a animaçã é bastante infeliz, ainda mais na segunda season em que tinham uma obrigação moral de fazer algo melhor.

    Para um anime que se acha a última bolacha do pacote, devo dizer que é daquelas bolachas todas partidas.
  • Queen's Blade: Rurou no Senshi

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    Queen's Blade: Rurou no Senshi
    Yoshimoto Kinji - Arms
    Anime - 12 Episódios
    2009
    5 em 10

    Eu já tinha ouvido falar deste anime... Não foi especialmente em boa hora que me meti a vê-lo. Porque se fosse hentai, ao menos admitia "olá, sou um hentai". Assim, é apenas muito esquisito.

    Como podem perceber, este é um anime que se foca sobretudo em maminhas e rabéculas, cobertas por armaduras miniaturais que são de tal fragilidade que se destroem ao mínimo toque. Todas as cenas acção são, pois, um festim de mamilos erectos e pequenos gritos de terror das suas respectivas donas, que lutam activamente para se tornarem a verdadeira rainha deste mundo de grandes seios.

    No entanto, existe algo em Queen's Blade muito curioso: as personagens. Apesar de haver um foco excessivo nos seus dotes corporais, elas existem enquanto indivíduos, o que não é de todo expectvel neste tipo de anime. A equipa de produção conseguiu tornar esta festa de ósculos mamários numa narrativa bastante séria, com personagens muito bem conseguidas e muito bem desenvolvidas, existindo mesmo alguns momentos que são bastante emocionantes.

    Portanto, penso que é um anime que vale a pena ver, pela experiência. Ah, e para poderem ver uma tipa a mandar ácido dos mamilos. Isso também é fixe.
  • Hanebado!

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    Hanebado!
    Ezaki Shinpei - LIDENFILMS
    Anime - 12 Episódios
    2018
    5 em 10
     
    Terminando agora a season de Outono, acho que podemos concluir que foi a pior season a que assistimos nos últimos anos. Um dos seus animes mais esperados era Hanebado!, um anime sobre raparigas que jogam badminton. 
     
    Temos de admitir que o anime faz um bom trabalho a caracterizar o jogo, a ensinar como jogar e acaba por cativar o espectador a começar a sua prática. No entanto, tudo o resto - da animação às personagens - é uma confusão de conceitos estéticos que não funciona de todo.
     
    A narrativa é extremamente melodramática, com personagens dignas de uma telenoverla da América do Sul.  Os seus diálogos emocionantes e emocionais pecam por exagero, assim como todas as motivações das jogadora. Assim, parece que estamos a ver um drama de faca e alguidar, com todos os elementos esperados de um drama de faca e alguidar, em vez de um anime desportivo sobre badminton.
     
    A animação, tendo momentos excelentes, acaba também por se tornar estranha: o foco dado às formas do corpo e, sobretudo, a maminhas que orbitam no seu peito, em todas as direcções, é  estranha e incapacitante, retirando o foco ao jogo e tornando os designs das personagens bizarros e pouco naturais.
     
    Musicalmente, temos uma OP estranhamente divertida para o ritmo da série, assim como a ED.
     
    Um anime bastante fraco, que foi um desapontamento para todos.

  • H2O: Footprints in the Sand

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    H2O: Footprints in the Sand
    Tachibana Hideki - Zexcs
    Anime - 12 Episódios
    2008
    5 em 10

    Como é que um anime que tem um primeiro episódio tão bom se pode revelar como uma confusão de conceitos?

    Pois é. O primeiro episódio começa com uma das minhas histórias da escola preferidas (sobre deus, eu andei numa escola que curtia do J.C.) e a ideia de que um rapaz cego chega a uma aldeia perdida para conhecer uma série de pessoas. Depois, subitamente, ele volta a ver. Ok. E o que vê ele? As meninas em fatos de banho e outras situações inusitadas. No final, lá se decidem a desenvolver um pouco a história, mas esta é uma salganhada pegada, com pessoas que tentam ser outras, vinganças familiares e ressurreições misteriosas. Se as personagens nos pareciam cheias de potencial no tal primeiro episódio, rapidamente entendemos que não passam de um mau disfarce para um harém básico.

    Animação é coisa que não temos e os designs dos personagens são absurdos. Estas fardas simplesmente não fazem sentido e o facto de as meninas serem todas iguais, mudando a cor dos cabelos, não contribui em muito para que a história possa ser devidamente compreendida. O mesmo acontece com a música, que é aquela balada pop básica sem nada que se lhe diga.

    Mas, confessemos: o primeiro episódio foi brutal. Se o resto da série tivesse ao menos sido assim...!

  • Nazo no Kanojo X

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    Nazo no Kanojo X
    Watanabe Ayumu - Hoods Entertainment
    Anime - 13 Episódios + 1 OVA
    2012
    4 em 10
    Se por vezes vemos um anime excelente, é quase certo que o próximo será terrível. Nazo no Kanojo X começa como se fosse um anime de romance perfeitamente normal. Até que percebemos que o poder especial da rapariga é que quem come a sua saliva consegue sentir o que ela está, pois, a sentir.

    Assim se sucede uma sequência de cenas sem sentido algum que envolvem partilha de fluídos salivares, escarretas, babas e nhanhas, e - de vez em quando - um ataque com uma tesoura mágica que se guarda na cueca.

    Para adicionar a uma história que não faz sentido, com personagens que são menos densos que uma folha de papel de cenário, temos uma arte pavorosa, sem detalhe, cheia de erros, em que aparentemente a única parte que teve orçamento foi a animação das escarretas emocionais.

    A música é  inexistente e fala, também ela, sobre coisas a babar.

    Portanto, um anime para fetishistas de baba de  camelo. Sugiro que arranjem um S. Bernardo.

  • Video Girl Ai

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    Video Girl Ai
    Nishikubo Mizuho - Production I.G.
    Anime OVA - 6 Episódios
    1992
    6 em 10

    Um clássico do anime dos anos 90, do qual me recordo vagamente do Locomotion, mas que nunca tinha visto como deve ser.

    Um rapaz está desapontado com a vida, pois a rapariga de quem gosta o rejeitou. Aluga uma cassete e põe a dar... Quando sai de lá Ai, uma rapariga ideal que o irá ajudar a lidar com todas as situações! Infelizmente, ela tem um defeito de fabrico e não corre tudo como o esperado.

    A história é muito simples, com personagens também muito simplificados. No entanto, acaba por ser um anime eficiente para o seu público alvo. Na verdade, este anime é mais uma exploração do ideal feminino japonês associado a algo que todos os fãs de anime gostam, que são cassetes de vídeo. Assim, este anime permite ao espectador idealizar uma fantasia e transportá-la para a sua realidade corrente, já que os personagens são muito identificáveis.

    A animação tem um valor de produção bastante bom, com sequências bastante detalhadas e designs agradáveis e originais. O fanservice é discreto, embora um pouco desnecessário dentro do contexto. Temos uma paleta de cores um pouco escura, mas isso também é característico da década.

    Não existe grande variedade musical, mas tanto a OP como a ED são adequadas.

    Um anime rápido e eficiente e que marcou uma geração.

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