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  • Arraial Pride 2015

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    Arraial Pride 2015
    Festival
    À semelhança do ano passado, decidimos celebrar a liberdade de género nesta festa, aberta a tudo e a todos, a decorrer no Terreiro do Paço, em Lisboa. Tinha combinado encontro noutro sítio mas, encontrando amigos pelo caminho, cheguei ao local por volta das oito horas. Lá nos sentámos, apreciando as bancas que nos rodeavam. Comidas variadas, representantes de festas e bares simpatizantes e artesanatos vários.

    Uma pessoa que nos tirava fotografias como se nós não nos apercebessemos da sua presença.

    Enquanto isso, ouvíamos um concerto coral. Creio que o nome do agrupamento era "Jazzy". Enfim, era agradável até certo ponto. Coros de música pop variada são sempre interessantes. Mas os solistas deixavam um pouco a desejar. Talvez não ajudasse que estivéssemos mesmo atrás das colunas e ouvíssemos estas vozes em toda a sua potência.

    Depois do jantar e de uma aventura por lojas de conveniência, voltamos. Voltamos para ouvir

    La Terremoto de Alcorcón

    Esta pessoa, aparentemente, é um ícone gay espanhol (espanhola? Bem, não interessa por aí além) que aparece frequentemente em televisões variadas com as suas paródias da melhor música pop. Melhor? Bem, o melhor azeite.

    Canta as músicas da moda que todos conhecemos em Espanhol, dança que nem uma perdida e é fonte profunda de diversão. Posso garantir que, enquanto lá estivémos e ela se requebrou no palco, todo o público se estava a passar grandemente. Isso, mais que a inerente qualidade musical, é o mais importante para este tipo de coisas. Beber e dançar! Vinho entornado por cima de mim, nem o meu livro escapou!

    A sua figura é curiosa e a sua energia é inspiradora. Mas quando há ruído e luzes em demasia, começo a ficar perturbada. Assim sendo, não ficámos até ao fim.

    Embora tenha ficado na festa relativamente pouco tempo, fiquei feliz por ter - mais uma vez - participado nesta celebração. Para mais, veio mesmo a calhar a decisão dos Estados Unidos em declarar a união entre todas as pessoas constitucional e legal! Viva!



  • Arraial Lisboa Pride '14

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    Arraial Lisboa Pride '14

    Para variar um pouco o programa das festas, porque não passar no Terreiro do Paço e dançar um bocadinho na festa do arco-íris? :)
    Assim foi. Nunca tinha ido, mas a verdade é que é bem divertido!

    Passamos pelo Terreiro do Paço pelas 20:00, a caminho do tasco onde costumamos ir jantar quando se está em Lisboa. Gente, bastante gente, e muitas banquinhas. Não vi com muita atenção o que tinham, mas detectei bonecas insufláveis (de utilidade questionável), comidinhas com bom aspecto (quando eu comia carne de porco, adorava pão com chouriço e tinham lá uns pães com chouriço que pareciam deliciosos) e algumas bancas que vendiam coisas. Nomeadamente umas cadeiras bem originais, com imagens de santinhas, cores ou franjas ou plumas, adorei aquelas cadeiras! Foi por esta hora a primeira e única aparição de travecas flamejantes. Extraordinárias, cheias de estilo, posavam para fotos, sorridentes e triunfantes. Adoro-as! Mas pelos vistos perdemos o espectáculo, que eu queria ver... Vi uma vez um bocado do espectáculo do Finalmente e aquilo é simplesmente fabuloso!

    Regressados do jantar, onde fizemos planos de mandar o Cavaco e a Joana Vasconcelos para o espaço dentro de um cacilheiro, deparamo-nos com uma party absolutamente medonha. Isto no bom sentido! Música pop extremamente dançável, gente nua nos vídeos e no palco... Estonteante. Segundo o programa, este DJ seria Almada Guerra DJ, com o programa Soft Porn e Sexy Beats.


    Segue-se um concerto. Da Chick é o nome. Não apreciei por aí além. Se há coisa que não gosto é pessoas portuguesas falando em inglês para passarem por inglesas, sobretudo quando estão em terras portuguesas. No que respeita à música propriamente dita, nada a apontar. Não estava com muita atenção. Andámos por aqui e por ali, encontrando gente, buscando drinques... E encontrámos uma pessoa que não sabia quem era e que admiro muito! O gajo da Música Portuguesa a Gostar dela Própria. Não sabia como era a cara dele, não sabia qual era o nome dele (e já me esqueci), mas ainda assim fui falar com ele, por intermédio de R. Tirámos uma foto!

    Eu sou o mutante amarelo. Os senhores de barba vão gravar as coisas mais improváveis ao fim do mundo. Bem, talvez a minha abordagem não tenha sido a melhor - tanta a excitação - mas o amigo não foi especialmente simpático. Mas tassbem, porque havia de estar montes de gente a chateá-lo. :)

    Finalmente, entro eu em modo aborrecimento... Tantas bebidas compradas e tão pouco tempo para as beber! O limite é a uma e quarenta... Por isso fiquei, bem acompanhada, numa tenda que tinha uns belísssimos sofás. Enquanto isso, passavam remixes do António Variações, mas de onde estávamos não dava para ouvir muito bem.

    Depois corremos para apanhar o objecto limitante e eu fui para casa a pensar que tinha sido parva em não ter ido dançar.

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