• Poesia Ortónima

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    Poesia Ortónima
    Fernando Pessoa
    Anos 20 
    Poesia

    Esta colecção de livros saiu com o Jornal Expresso, mas só fiquei com alguns (o meu StepFather só compra o jornal de vez em quando). Trata-se de uma colecção com a obra essencial do nosso muito querido Fernando Pessoa.

    Com este volume, vemos alguma da sua poesia, aquela que foi escrita por ele e não por nenhum dos outros malucos. De qualquer forma, ficamos a saber um pouco mais sobre o autor através dos seus poemas e a conclusão a que chego é que ele estava completamente doido ou, pelo menos, extremamente deprimido.

    Pois todos os poemas falam de uma vida sofrida e de um desejo de morte. Diz ele que "O Poeta é um fingidor", mas não me parece que ele esteja a fingir quando fala do horror emocional que sente. Os poemas são muitas vezes belos, outras vezes indiferentes. Um ou outro chega a ser cómico. Mas todos eles falam da infelicidade do autor, o que me deixa um pouco triste porque ele haveria de ter sido boa pessoa e ninguém merece estar envolvido neste spleen
     
    Deixo aqui o poema que mais gostei, que é parte de um poema um pouco maior.

    Chuva Oblíqua - II
     
    Ilumina-se a igreja por dentro da chuva deste dia,
    E cada vela que se acende é mais chuva a bater na vidraça...
     
    Alegra-me ouvir a chuva porque ela é o templo estar aceso,
    E as vidraças da igreja vistas de fora são o som da chuva ouvido por dentro...
     
     O esplendor do altar-mor é o eu não poder quase ver os montes
    Através da chuva que é ouro tão solene na toalha do altar...
    Soa o canto do coro, latino e vento a sacudir-me a vidraça
    E sente-se chiar a água no facto de haver coro....
     
    A missa é um automóvel que passa
    Através dos fiéis que se ajoelham em hoje ser um dia triste...
     
    Súbito vento sacode em esplendor maior
    A festa da catedral e o ruíd da chuva absorve tudo
    Até só se ouvir a voz do padre água perder-se ao longe
    Com o som de rodas de automóvel...
     
    E apagam-se as luzes da igreja
    Na chuva que cessa...
  • O Exótico Hotel Marigold

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    O Exótico Hotel Marigold
    Deborah Moggach
    2004
    Romance

    Livro que recebi num BookRing, pelo BookCrossing.

    Famoso por se ter rapidamente tornado num filme, é um romance que se processa precisamente dessa forma: como num filme. E isso, penso eu, não é de todo agradável.

    Um médico indiano em Inglaterra está farto da vida e decide, com um primo, abrir um lar de idosos na sua terra natal. Para lá vão diversos idosos ingleses, cada um pelas suas razões. Supostamente o livro falaria de como a terceira idade é uma nova vida, mas isso não é enfrentado pelos personagens, que continuam a agir exactamente da forma como o fariam no seu lugar de origem. Existem muitas pessoas neste livro, que está constantemente a mudar de perspectiva, sendo que todas as descobertas e acasos parecem extremamente improváveis: há um limite real para as coincidências.

    Num livro passado na Índia, gostaríamos de ter algumas descrições efusivas da vida nesse país longínquo, mas tudo se limita a uma perspectiva de pobreza extrema e descrições de mendigos e como a juventude desse país está fascinada com Inglaterra, origem dos outros personagens. No entanto, o livro acaba por mostrar a cultura indiana numa perspectiva pouco racista, o que é um erro em que é fácil cair, o que se traz um certo alívio ao leitor. Ainda assim, as pessoas e as suas atitudes são extremamente cinematográficas, o que também é frustrante. Para termos noção, o ponto alto do livro é o final em que todos cantam uma musiquinha, o que no filme deve funcionar muito bem mas que aqui é um pouco pindérico.

    Ainda assim foi uma leitura muito simples e muito rápida.

  • Grenadier

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    Grenadier
    Koujina Hiroshi - Group TAC
    Anime - 12 Episódios + 7 Specials
    2004
    6 em 10

    Esta história é passada no Japão feudal. Mas um Japão feudal onde a arma de eleição é a pistola e a espingarda e todas as coisas que tenham balas!

    Tendo isto em conta, seguimos as aventuras de uma belíssima atiradora, com grandes (grandes) atributos. No entanto, o que ela mais deseja é que vivam todos sossegados e em paz. Ainda assim, vê-se sempre na situação de ter de dar um tiro ou outro a uns meliantes e a todas as pessoas que, por alguma razão, desejam vencê-la. Entretanto faz amigos e vão todos juntos por aí.

    O conceito é divertido e carinhoso, mas em termos de execução falha por ser demasiado repetitivo. Para mais, os personagens são muito fracos, sendo que a sua caracterização está limitada a uma característica e não há qualquer tipo de história pregressa ou futura para ajudar a explicar a sua personalidade. Eles estão ali e são assim, basta isso.

    Mas, graças a este conceito de armas num mundo de espadas, Grenadier dá-nos a oportunidade de ver algumas cenas de animação bastante bem coreografadas, o que sempre serve como entretenimento descerebrado. A arte está suficientemente capaz para a época, fazendo muito bom uso das cores vivas e brilhos. O design dos personagens é também original, sendo que não há um abuso extremo dos atributos fantásticos da nossa moça principal. Isto é, é um anime que poderia cair no reino ecchi com muita facilidade, mas consegue manter-se puramente familiar.

    Musicalmente, OPs e EDs pouco inspiradas e o resto da banda sonora muito pouco clara.

    Um anime mediano que poderá divertir algumas pessoas.

  • Os Oito Odiados

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    Os Oito Odiados
    Quentin Tarantino
    2015
    Filme
    6 em 10

    Na véspera de Terça-Feira Gorda (segunda-feira, portanto) fomos ver este filme ao cinema. E eu sei que vai magoar algumas pessoas, nomeadamente o Qui, eu dar-lhe uma nota tão mediana, mas tenho de confessar que não foi o meu filme Tarantinesco preferido.

    "Os Oito Odiados" (The Hateful Eight) fala sobre o encotnro de vários personagens detestáveis numa casa, onde estão fechados devido a uma tempestade de neve. Um deles leva consigo uma mulher para ser enforcada, por razões que não são completamente desvendadas. No entanto, algo nesta casa está diferente... E à medida que se vão revelando mais elementos, a violência começa a deflagrar, terminando tudo, como habitualmente, num portentoso banho de sangue.

    Este filme recorda outros filmes do autor, nomeadamente o Reservoir Dogs: um grupo de pessoas está fechado num espaço e há alguém que não tem boas intenções. No entanto, ao contrário deste, o filme está completamente limitado aos personagens, que pouco revelam sobre si próprios para além do facto de serem seres humanos desprezíveis. Qualquer revelação feita serve apenas para insistir na ideia de que eles são realmente "hateful", odiosos, execráveis, pavorosos. E isso acaba por se tornar um pouco aborrecido, sendo que grande parte do filme se situa apenas na insistência deste ponto, um repetir do conceito que acaba por aborrecer.

    Não aborrecem os diálogos e o último terço do filme. Os primeiros porque, temos de admitir, estão muito bem executados e, sobretudo, bem interpretados. O segundo por motivos sanguinários. Falando nas interpretações, deixo a nota para a única mulher odiosa, que faz um papel soberbo, retratando em si uma violência inerente que mantém sempre um mistério imenso, já que o seu passado nunca é totalmente revelado.

    Outro aspecto importante a referir é o grafismo e fotografia. Este filme foi gravado no fantástico *Ultra Panavision 70mm*, isto é, uma fita analógica comprida e grande. Talvez tenha sido questiúncula relacionada com o cinema em si, mas as cores não me impressionaram, apesar das paisagens nevadas serem muito belas. Acredito que o filme poderia ter tido outro efeito se estas tivessem sido mais exploradas, sendo que o tamanho da fita me parece desaproveitado no único cenário interior. Talvez este dê uma sensação teatral ao filme, mas todos os outros elementos retiram essa característica.

    Finalmente, ao contrário dos outros filmes de Tarantino, este não possui uma banda sonora baseada em canções populares obscuras, mas sim instrumentais poderosos e um tema folk. Há um marcado uso do silêncio, apenas interrompido pela sempre presente tempestade.

    É um filme intenso e cujas três horas passam num instante, mas a verdade é que o achei muito inferior a outros da filmografia.

  • Tsubasa Chronicle

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    Tsubasa Chronicle
    Mashimo Koichi - Bee Train
    Anime - 26 + 26 Episódios + 3 + 2 OVA + 1 Filme
    2005
    5 em 10

    Pelo que conheço do mundo cosplaico, esta é uma série famosíssima, da qual toda a gente deseja fazer fatos sem fim. Mas pelos vistos o que é fixe e mágico é o manga, porque o anime ficou muito aquém das expectativas.

    Desta feita, o grupo CLAMP decide teorizar de que existem mundos paralelos e que as suas personagens vivem em todos eles. Sakura e Syaoran são amigos no mundo Clow, onde ela é princesa. No entanto, por razões pouco claras, as memórias de Sakura são transformadas em penas triangulares e espalhadas por todo o tipo de universo paralelo. Assim, pedem à Dimensio Witch (xxxHolic) que os deixe viajar entre os mundos para recuperarem as penas.

    Este anime pareceu-me, logo desde o início, muito mal estruturado em termos de narrativa. Em minha opinião, deveria ter sido um anime episódico, em vez de cada mundo estar dividido em arcos por vários episódios. Desta forma, teríamos visto mais variedade de situações e o material teria ficado melhor distribuído. De qualquer maneira, os arcos de história não têm muita qualidade: as pequenas aventuras vividas são muito inconsequentes e os personagens não dão vivacidade às situações.

    Estes, são incompletos e indefinidos. Não existe sequer uma caracterização básica como ponte sólida para as suas reacções e, no fundo, apenas Syaoran faz alguma coisa em cada um dos arcos. Sakura é uma infeliz que não consegue fazer nada (também, não tem memórias), Fai é todo risinhos e Kurogane a força bruta. Estes, juntamente com Mokona, servem de alívio cómico numa série que por si só é muito leve. Só nos OVAs finais algum desenvolvimento é dado aos personagens e, consequentemente, a narrativa fica muito mais interessante. No entanto, tinham-lhes dito logo ao início "a consequência de viajares pelos mundos é que a vossa relação vai mudar".... E isso não acontece? Parecem sempre cada vez mais apaixonados, mesmo com a revelação final (que não muda nada).

    A arte não é incapaz para a época, sendo que conseguimos notar uma evolução constante entre as seasons e entre os OVAs. Os designs são estranhos, como as CLAMP costumam fazer, e poderiam ter insistido mais na sua delicadeza para que os personagens fossem transmitidos idealmente. Não existem grandes cenas de animação, excepto mesmo no final em que a luta está muito bem feita. De resto, as outras lutas não estão bem coreografadas na medida em que os personagens saltam e correm em movimentos perfeitamente inúteis para o contexto em que estão.

    Finalmente, a música. Para muitos, o ponto forte deste anime. Temos de admitir, realmente, que as peças corais são muito interessantes e emocionantes. No entanto, há uma repetição constante de dois ou três temas vocais e de algumas outras peças, que acabam por aborrecer: "outra vez esta música?"

    Talvez o manga seja muito melhor, mas não ganhei curiosidade para o ler. Fica definido, que não será nesta vida o meu cosplay de Sakura Hime.

  • Afro Samurai

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    Afro Samurai
    Okazaki Takashi - Gonzo
    Anime - Filme
    2007
    5 em 10

    Tinha este filme na Plan to Watch e como sabia com Samuel L. Jackson faz uma das vozes, queria imenso vê-lo com o Qui. Foi um desapontamento total.

    Este é um filme que serve quase como homenagem a um género americano, onde se incluem temas como Shaft, que fala sobre a cultura negra underground e perigosa. Só que em anime. Com samurais. Afro Samurai é o número 2 no que respeita a ser forte e a lutar muito. Isto tudo por vingança a seu pai. Então, acontecem muitas coisas e muitas lutas e ele começa a perseguir a ideia de ser o número 1.

    É um filme que vive exclusivamente do estilo e das cenas de acção. A história é básica, sendo que a narrativa muitas vezes não está bem estruturada: envolvem-nos em demasiados flashbacks, muito longos, que tiram o foco principal e quase nos fazem esquecer do que estávamos a ver. Também os personagens são vazios e unidimensionais, coisa que apenas é salva pela qualidade da dobragem (apesar de Samuel L. Jackson não ter captado bem a ideia de que é suposto falar quando a boca dos personagens se mexe)

    O foco principal é, então, a arte e a animação. O estilo é forte, em tons escuros, quase um preto e branco. E as cenas de acção estão excelentemente animadas, sendo um prazer vê-las. No entanto, são tantas e a violência é de tal forma gratuita, que acabam por se tornar indiferentes à medida que vamos vendo o filme.

    A banda sonora é muito boa, com vários temas de hip-hop muito interessantes, mas está mal usada: muitas vezes a música acaba por ser anti-climática e chega a ser um pouco ridícula (como na cena erótica)

    Um filme que tinha tudo para ser excelente, mas que não se liberta da mediocridade.

  • Cosplay Photoshoot #13

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    Cosplay Photoshoot #13
    Evento
    Mais um ano, mais uma Photoshoot! Desta vez, não fiquei doente e, portanto, consegui aparecer para as actividades normais deste evento. Como sabem, trata-se do "meet" mais antigo do país e conta sempre com uma gigante foto de grupo, o ponto focal inicial. Falemos, então, deste dia!

    O Qui tinha feito aniversário no dia anterior (digam parabéns para o Qui) e portanto estava instalada na Margem Sul. Fantasticamente, conseguimos acordar bem cedinho, pelo que foi só questão de vestir o meu fato e pegar no carro para ir para o Parque das Nações. Lá chegados, após café, aguardei que a casa de banho terminasse a sua manutenção para poder colocar a minha peruca e o meu encantador chapéu quentinho. Este tempo de espera foi pontuado por diversas senhoras muito revoltadas, pois - pelos vistos - todas as casas de banho do Vasco da Gama estavam em manutenção ao mesmo tempo. Mas lá nos deixaram entrar e acabei por encontrar algumas pessoas logo nessa situação tão inusitada.

    Na rua, já grande multidão se ajuntava. E eu olhava para toda a gente e cada vez mais me sentia feliz dentro do meu fatóide: foi o fato mais quente que alguma vez concebi! A personagem era a Maetel, de Galaxy Express 999, apenas mais uma viajante do comboio do espaço. Poderão conhecer mais sobre este fato no meu post do blog sobre cosplay, mas também na minha novíssima página do Facebook, que está urgentemente necessitada de mais laikes para eu me sentir famosíssima. =D 

    Fui tirando umas fotos por aqui e por ali. Não muitas. Não sei o que se passa com a minha pessoa ultimamente nos eventos, sinto-me tímida perante tanta gente que eu desconheço e acabo por ter vergonha de pedir fotos. O que nem sequer faz sentido, porque o pessoal vai lá precisamente para estes pedidos! De resto, eu devia estar com um trombil de meio metro porque devo ter assustado as pessoas e quase ninguém me pediu fotos a mim. Ou se calhar estava simplesmente horrorosa, o que também é uma possibilidade válida. Tenho pena, porque este fato só pode mesmo ser usado no pico do frio inverno, sob o risco de morrer assada se o usar sob outras condições climatéricas menos adversas.

    Encontrei muitas pessoas conhecidas e amigas que, entre críticas tecidas à parte peluda da Maetel (não é o que pensaram, não), deram para um excelente cunbíbio e partilha de informações valiosas. Entre estas encontra-se um spoiler sobre o ECG, sobre o qual esperarei anúncio oficial antes de espalhar as brasas pelo planeta.

    A fotografia de grupo foi conseguida imediatamente, por milagre de deus ou algo do género, pois estava toda a gente reunida e não houve grandes atrasos. Desta vez consegui uma posição privilegiada no topo, porque graças à minha mala consegui abrir espaço e ficar com um vazio à minha volta. Ou então cheiro mal, o que não é mentira. No entanto, deu-me a sensação de que este ano estava muito menos gente. Já houve anos em que se ocupou a escadaria toda...

    Mas nem tudo são rosas nesta vida e, assim, terei de usar este espaço para relatar algumas críticas altamente destrutivas, horrendas, mal-dizentes e com cheiro a chulé. Primeiramente, este ano houve uma sensação generalizada (mais pessoas mo disseram) de que o Photoshoot foi organizado em cima da hora. O que deu este sentimento foi facto de o evento só ter sido anunciado com poucas semanas de antecedência em relação à data, o que gerou algum pânico perante a perspectiva de "se calhar este ano não vai haver". Mas tudo se conseguiu arranjar. Segundamente, não fiquei nada satisfeita com a ideia de cortarem com o concurso de fotografia este ano e, em vez disso, o substituírem por um vídeo. Também este sentimento me pareceu mais ou menos generalizado. Isto porque, segundo fui captando das conversas que tive, o conceito de "photoshoot" é precisamente a fotografia, sendo que com o vídeo se perde um pouco a ideia conceptual. No meu caso, até deu jeito porque o Zé Gato, o génio da fotografia, estava indisponível para ir à Photoshoot. Mesmo assim, a ideia do vídeo poderia ter sido um pouco mais bem estruturada. Foi divertido, mas tirou o foco da fotografia de grupo, pois estava muita gente à espera de ser chamada para que aparecessem. Para mais, desejavam que todos soubéssemos a coreografia, pelo que houve repetidos ensaios e grande perda de tempo. Pensava eu que num vídeo LipDub uma pessoa poderia fazer o que entendesse...? Mas eu também não sei, porque vi muito poucos.

    Mas bem, foi o que eu fiz! Apesar de não apreciar a escolha da música (sou de opinião de que deveríamos ter escolhido uma música portuguesa), o Zé Gato mostrou-me o clip e convenceu-me a participar. Fiquei rendida à parte final, em que as pessoas dançam como eu sei dançar: que é a abanar os bracinhos para cima e para baixo e simulando ataques do plexo nervoso braquial. =D Idealmente, eu teria aprendido a coreografia, mas isso para mim não é de todo possível, porque eu não tenho sincronia móvel. No entanto, o LiveeviL teve a delicadeza, candura e disponibilidade mental para me deixar fazer a minha pequena dança em separado das outras pessoas. :) Obrigada amigo! Desculpa ter feito uma dança anormalética! É o que eu sei fazer.... D:

    De resto, quanto ao vídeo, eu tinha um certo receio de que fosse um evento pouco inclusivo de todos os cosplayers (pois, ao contrário das fotografias que cada um tira, era necessário estar em sítios específicos a certas horas e falar com as pessoas certas), mas revelou-se precisamente o contrário. Os elementos que organizaram o vídeo estiveram sempre disponíveis para todos nós e acredito que tenham feito o máximo dentro das suas possibilidades para gravar material com toda a gente presente. Nesse aspecto, tenho evidentemente de parabenizar a organização, pois conseguiram renovar o evento de certa maneira. Ainda assim, espero que para o ano considerem o regresso do concurso de fotografia.

    Depois desse curtíssimo momento de gravação, partimos de volta à Margem Sul. Ainda falei com muita gente que me perguntava pelo vodka (tinha ficado em casa) e para onde ia eu de viagem.... Afinal, tinha um malão enorme, emprestado pelo meu pai, que é o que este costuma levar para o Brasil. :p

    Mas foi um momento muito agradável e uma óptima estreia no calendário de eventos! Estar presente neste evento, ou "meet", ou como queiram chamar, deixou-me muito motivada para o que vem aí este ano, com vontade de melhorar e com vontade de manter estes contactos.

    Portanto, obrigada por tudo e espero que se tenham divertido!

    Deixo-vos, então, a parte mais importante, que são....

     As Fotos












    O Qui também gravou um pequeno vídeo, que eu vou por na minha página. É de pessoal a mexer-se (lá em cima poderá ver um preview da minha pequena dança)

    E assim foi o dia! Muito bem passado, sem altos nem baixos e, no final, uma festa pequenina! :) Vemo-nos no próximo evento, ok? :) 
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