Mostrar mensagens com a etiqueta fight anime. Mostrar todas as mensagens

  • Hokuto no Ken: Raoh Gaiden Ten no Haoh

    0
    Hokuto no Ken: Raoh Gaiden Ten no Haoh
    Buronson - Satelight
    Anime - 13 Episódios
    2008
    5 em 10

    Isto é um spin-off/prequela a Hokuto no Ken, também conhecido por Fist of the North Star ou, em PT-PT, O PUNHO DA ESTRELA NORTENHA. Hokuto no Ken, o original, distingue-se pela sua violência extrema. Num ambiente pós-apocalíptico, há um gajo que vai lutando contra gente má, usando de técnicas de artes marciais que fazem explodir as pessoas ao toque. O master dos masters bosses é um tal de Raoh. Este Gaiden (que vem na minha pasta sob o nome de "Legends of the Dark King") fala precisamente sobre como este Raoh chegou ao poder absoluto.

    Assim sendo, o anime dá-nos um lamiré da história passada. Não é necessário ver o HnK original para ver isto, mas também não o vou recomendar. Porque enquanto o original faz um excelente trabalho de caracterização, com muito sangue (censurado) à mistura, este Gaiden tem falhas básicas.

    A animação é boa, cores fortes e duras para gente forte e dura. Comparativamente com o original, é bem melhor. Mas estamos a falar de 20 anos de diferença. Mas os designs não são exactamente o que uma pessoa estaria à espera, num mundo pós-apocalíptico. E aí está a primeira falha: cadê o mundo pós-apocalíptico? Esta gente tem armaduras. Esta gente tem cavalos. Esta gente tem castelos. Esta gente tem espadas! Isto parece mais Alexandre o Grande a conquistar o mundo do que pessoal no ano 20XX a conquistar o mundo.

    E depois vêm as personagens. Não há nada nelas que me faça dizer "epah, que coisa fixe". Tal como aparecem no primeiro episódio assim se mantêm até ao fim. Isto não seria tão mau se fosse coerente. Por exemplo, Raoh é um tirano malévolo, um conquistador obcecado pelo seu ideal. No entanto quando a gaja falha, ele vai salvá-la e em vez de a matar a seguir, como seria o esperado, dá-lhe uma chapadinha na cara que nem deve ter doído. Então afinal o gajo tem coração? Não tem sentido.

    Gostei tanto da OP como da ED, mas a música do parênquima (adoro esta palavra) apenas piora a ilustração do mundo.

    Anime bom para quem gosta de Baras a matar-se, mas ainda assim o Hnk dos 80s é superior.
  • Tenjou Tenge

    0



    Tenjou Tenge
    Kawase Toshifumi Madhouse Studios
    Anime - 24 Episódios + OVA - 2 Episódios + OVA - 1 Episódio
    2004
    6 em 10

    Eu por vezes questiono-me porque é que vejo anime. E a questão torna-se mais elevada quando vejo anime como TenTen.

    Isto é, essencialmente, mamas e rabos. B&T, como lhe chamam os conoisseurs. Nesse campo, é impossível para mim avaliar se isto é bom ou mau. Sei que queria ver isto porque uma amiga fez cosplay de TenTen e eu queria saber o que era. Não percebo porque é que alguém quereria algum dia fazer cosplay disto. Nem tem roupas giras, nem tem coisas giras. Tem alguns gajos giros, mas os rabos e as mamas ofuscam-nos.

    A história não tem ponta por onde se lhe pegue. Há aquela necessidade típica de ser mais forte e vencer os inimigos, mas depois também há um flashback de vários episódios onde a história perde o rumo completamente. Os personagens estão igualmente desnorteados. Todos querem ser fortes, mas fora isso, não têm mais substância nenhuma.

    No entanto a animação está bastante boa e temos cenas de luta bem concebidas, se bem que com um certo exagero inerente aos gajos musculados aqui inseridos.

    A música também está interessante, um pouco irritante mas ainda assim não-má. As vozes não podiam ser piores. Também me questiono que cara farão os actores quando gravam estas cenas em que está toda a gente a gritar.

    Talvez isto seja muito bom para não pensar, mas qual será o objectivo de gastar dinheiro a fazer estas coisas que só agradam a um grupo restrito de gajos com problemas hormonais?
  • Gunslinger Girl

    0
    Gunslinger Girl
    Asaka Morio (MadHouse Studios)
    Anime - 13 Episódios
    2004
    6 em 10

     Antes de começar a ver Gunslinger Girl disseram-me que ia detestar. Por isso fiquei feliz quando a série me surpreendeu pela positiva.

     Temos, portanto, um governo Italiano que pega em miúdas meio mortas no hospital e as transforma em cyborgs, através de métodos científicos e lavagens cerebrais. Cada moça tem um "handler", que toma conta dela, a educa para o seu trabalho de matar terroristas e lhe lava o cérebro frequentemente (para não ficar encardido). Assim sendo temos uma história que não é é profundamente original, mas que tem um bom propósito inicial. E aquilo que podia ter sido uma festa de fanservice está dirigido de tal forma que se foca em tudo menos no aspecto "lolicon". Isto foi, sem dúvida inesperado.

     Devido às qualidades da história, Gunslinger Girl foca-se na relação das meninas com os seus handlers. Apresenta a história de cada criança e do adulto responsável por ela, com muitos tiros à mistura. Infelizmente, o potencial destas relações pareceu-me insuficientemente explorado. As relações são demasiado simples. Há aquele handler que trata o seu cyborg como uma filha e aquele que a trata como um objecto, mas não passa daí. Eu disse nos meus comentários enquanto via a série que tudo se tornaria mais interessante se houvesse um abuso sexual ali metido para o meio. Porque isso seria uma coisa que imediatamente traria intensidade e tensão à série, elementos que faltam constantemente. A apresentação é, num todo, demasiado simplificada e todo o drama que poderia advir das situações é minimizado e vulgarizado. Cada história não é única nem especial. Também não há uma grande evolução dos personagens. As meninas não podem, pela sua condição de cyborgs, evoluir como personagens. Isso eu compreendo. Mas os handlers também continuam todos na mesma, com excepção de um ou dois que se afastam ou se aproximam do seu cyborg.

     A música é bonita e apropriada, trazendo todo um ambiente de melancolia à série.

     Finalmente, a animação: é definitivamente boa. Há um certo abuso de cenas de acção desnecessárias, bastava-nos uma para compreendermos o que fazem os cyborgs e como é a sua vida, mas elas estão bem desenvolvidas. Gostei das cores que, juntamente com a OST, fazem o tal ambiente melancólico.

     Uma boa série, mas nada de especial. Não seria a minha primeira escolha para uma recomendação.
  • History's Strongest Disciple Kenichi

    0
    History's Strongest Disciple Kenichi
    Kamegaki Hajime
    Anime - 50 episódios
    2006
    4 em 10

     A primeira questão que se coloca aqui é: porque é que eu fui ver isto? Foi alguém que me recomendou. Eu fazia a habilidade de ver tudo o que me recomendavam. A partir de Kenichi isso nunca mais vai acontecer.

     Vamos ser directos: este anime é mau. Muito mau. Não faz sequer uma tentativa. Então porque é que as pessoas gostam tanto dele? Porque tem lutas e mamas a saltitar. Mas só pode ser mesmo só por isso, não há mais nenhuma razão.

     A animação mete nojo. Deve ter sido feita por Coreanos esfomeados a quem deram Happy Meals como pagamento. Chega a ser deprimente. Um anime baseado em lutas deveria ter, pelo menos, lutas como deve ser. Cada imagem parada, cada still é um momento de sofrimento. Demasiados erros, tudo demasiado barato e mal feito. Tanto que até me surpreende isto ser de 2006, parece mais 1996.

     A história nem existe. Um rapazito com pouco talento para fazer amigos, o Kenichi, encontra uma gaja boa que sabe dar uns roundkicks. Ele acaba por ir viver com ela e com a sua família de loucos para aprender a dar uns roundkicks também. E é só isto. Não há inimigos cada vez mais fortes, aliás, os inimigos são todos aleatórios e estupidamente convenientes. A família "de loucos" afinal não é assim tão louca. Temos cada estereótipo bem definido, mas desagradável porque são tão mal feitos. Parecem cortados da caixa do Chocapic. Os inimigos que depois se tornam amigos a mesma coisa. Maldição, todos os personagens a mesma coisa! Deviam ter muitas caixas de Chocapic, para poderem recortar tantas figuras.

     O som mete horror, efeitos sonoros decadentes saídos do pior do Tom&Jerry, música deprimente.

     A única coisa que o safa foi o sorriso que eu lhe lancei no episódio 23. Para uma comédia fez-me sorrir uma vez, não está mal...



  • Copyright © - Não me Apetece Estudar

    Não me Apetece Estudar - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan