8.11.16

Doctor Strange

Doctor Strange
Scott Derrickson
2016
Filme
7 em 10

Fomos ao cinema com o pessoal! Devo dizer que ao início não queria ir ver este filme, porque estava a ficar demasiado popular para o meu gosto. Lol. Mas entretanto, uma amiga brasileira (a Paula Genkai) fez um cosplay de "Doutora Estranha" e curti tanto, mas tanto, do cosplay dela que quis ir ver o filme para ficar a conhecer o personagem. Ainda bem, porque foi imensamente divertido!

Strange é um neurocirurgião muito convencido dos seus talentos, até ao dia em que num acidente de carro perde o uso das mãos. Após experimentar todo o tipo de tratamentos, acaba no Nepal em busca de uma ajuda perto de um grupo de pessoas de uma "seita". Lá, descobre que existem poderes mágicos ocultos e que, com algum trabalho, ele os poderá conhecer e tornar-se um mestre. Para além disso, existe uma força maléfica que se esforça por destruir o planeta, mas isso é outra história.

A história é engraçada e está cheia de pequenos detalhes no argumento que a tornam muito gira. A minha parte preferida foi os treinos lá no santuário, o que também deu oportunidade para o personagem evoluir. Também adorei a capinha fofinha e gostava de ter uma para mim a fazer-me festinhas. <3

Este actor, o Benedict Cumbercoiso, tem um problema recorrente em muitos grandes actores: dão-lhe sempre o mesmo tipo de personagem para fazer. É sempre o jovem um pouco autista mas que é muito inteligente. Ora, uma pessoa pode ser excelente a actuar, mas se lhe derem sempre o mesmo papel torna-se bastante difícil mostrar o que vale. Neste caso, deram-lhe - finalmente! - um papel um pouco diferente. Ainda assim, não me convenceu plenamente. Faz um bom trabalho, mas nada de extraordinário (também não havia potencial para isso no argumento e direcção, penso). Deve dizer-se, claro, que todos aqueles gestos mágicos são fascinantes e que passei o tempo a imitá-los mais tarde. =D

Finalmente, fale-se dos efeitos especiais. Estão alguma coisa de.... Bem... Especial! Está tudo muito bem feito, com uma boa integração do digital, sendo que a forma como a arquitectura se move ao longo de todo o filme é muito visual e psicadélica. As cenas de acção são um pouco apressadas e o vilão final é uma cara às ondinhas, mas parece-me que isso se pode perdoar.

Psicadélica é também a banda sonora, mas confesso que não lhe dei muita atenção. Talvez a deva ouvir à parte.

Um filme de super-heróis um pouco diferente e que, finalmente, parece funcionar!

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