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18.8.14

22 Jump Street

22 Jump Street
Phil Lord e Cristopher Miller
2014
Filme
6 em 10

Organizei um pequeno convívio chez minha casa, para todos comermos comida de Zi (que é muito boa, diga-se de passagem) e bebermos bebidas gerais e ouvirmos uns sons popuzudos e ver um filme ou outro. Éramos para ver dois, mas já estava toda a gente meio cansada, então vimos só este.

É para rir e, pelos vistos, é a sequela de um outro filme com o mesmo tema. Dois agentes policiais estão encarregados de ter uma missão paisana numa universidade, a propósito de descobrirem o dealer de uma nova droga que anda a fazer mal aos estudantes. Na universidade vivem aventuras universitárias e descobrem mais sobre a relação que têm um com o outro.

Tem, certamente, a sua graça. As aventuras universitárias dos americanos são, sem dúvida, muito diferentes das nossas. A relação entre os personagens, alimentada pela química entre os actores, tem os seus laivos de homoerotismo, mas de uma forma caricatural.

É daqueles filmes patetas sem grande profundidade, mas que dá para tirar excelentes gargalhadas. Os gags são originais e não se repetem demasiado, pelo que o filme é um seguimento de novidades, daquelas da categoria do "faz rir". Mais uma vez, insisto na capacidade de os actores, que parece ter muito de improviso (mas que na verdade não tem, pelo que li)

Por isso, bom filme para convívios em minha casa!

Sin City

Sin City
Frank Miller e Robert Rodriguez
2005
Filme
7 em 10

A propósito de um passatempo para ver o novo filme do Sin City, porque não ver o antigo. Nunca o tinha visto e, agora, fiquei extremamente curiosa para ler a banda desenhada.

São quatro histórias diferentes, que têm em comum o facto de se passarem em Sin City, uma cidade em que toda a gente tem algum problema. Há pessoas que são simplesmente más, há demasiadas prostitutas, há pessoas que sofrem, há pessoas que são malucas. No meio de muito sangue e muito armamento pesado, lá resolvem os seus problemas.

A primeira história é só um bocadinho, uma introdução e uma conclusão, sobre um tipo que, aparentemente, mata mulheres. Não sabemos mais nada sobre ele nem sobre o que o move.

A segunda história, também dividida em duas partes, é sobre um polícia que salva uma menina pequena das garras de um tarado, para depois os reencontrar: ela cresceu e o tarado está... Bem, tem uma certa icterícia. 

Na terceira história, temos um tipo completamente alucinado, dotado de super força e de extrema fealdade. Depois de uma prostituta de quem ele gostava muito ser assassinada, enceta uma busca pelo seu assassino, entrando numa perseguição em escala ascendente, em que enfrenta todo o tipo de doidos (incluindo uma criatura que come pessoas).

Finalmente, temos... Espantoso! Uma pessoa inerentemente simpática! Tudo começa por uma briga com um homem ciumento e acaba numa guerra entre a Cidade Velha, dominada pelas trabalhadoras nocturnas, e a máfia. E a polícia também, já agora.

As histórias e os personagens são, desde logo, muito interessantes. Mas adicionemos a tudo isto uma estética muito única. O filme é praticamente todo monocromático. As únicas cores que aparecem são para dar ênfase a certas situações. O facto de a narrativa ser, quase toda, um monólogo de cada personagem, torna-nos mais próximos deles, pelo que é fácil de compreender as suas motivações e a razão para tanta violência.

Existem elementos que poderiam ser melhores, mas no geral está um filme muito original e extremamente único. Estou ansiosa pela sequela e, sobretudo, por ler a BD!

O Sol da Caparica

O Sol da Caparica
Festival de Música

Este ano não há férias para ninguém. Bem, pelo menos para mim não há. Aliemos isso à falta de nomes interessantes nos festivais de música por aí. Queremos ir a um festival de música, ver uns concertos, beber umas jolas, comer umas scenas... Mas das duas uma: ou as bandas não têm interesse ou...  Já vimos as bandas. Se calhar até mais do que uma vez.

Eis então que surge uma alternativa que aparenta ser bem interessante. Neste novo festival, aposta-se na música portuguesa. Também já vimos quase tudo, se calhar mais do que uma vez. Mas temos a confirmação de que é sempre divertido. Para mais, o local: Costa da Caparica. Fica mesmo ao lado de Lisboa, mesmo ao lado de Almada, em quinze minutos estamos em casa. Junte-se outro factor importantíssimo: o preço. 35€ pelo passe, 15€ a diária... Mais um desconto a quem é de Almada e compre o bilhete no posto de turismo. Está feito, é a este festival que vamos!

Fui apenas a um dia, quinta feira, que era precisamente o dia que tinha as coisas que eu queria ver. Comecemos por falar em alguns aspectos gerais, para além da música. O Espaço tem todo o potencial de ser muito bom. Está-se à larga, tem muita relva, em todo o lado se ouvia música. Havia três palcos: o principal, o da Blitz (que era tão grande como o principal) e um de cinema. Neste último não se estava nada bem, apesar de ser muito interessante. Passaram curtas-metragens de animação vindas directamente da Monstra, mas estava tanto frio nessa noite que era muito desagradável estar ali. Não estava lá quase ninguém, parecia mesmo o cantinho dos refundidos onde os refundidos vão dar no cavalo... Atente-se também no piso. Era areia. Se ao início estava tudo bem, mais para o fim já não me aguentava em nenhuma posição, necessitando urgentemente de me colocar em posição horizontal. Frio e dores nos músculos, fiquei podre para o dia seguinte. Se tivesse ficado mesmo doente, seria uma desgraça (estou aqui sozinha no gabinete durante esta semana inteira...)

E agora, música!

Chegámos mesmo no finzinho do concerto da Márcia, que nada de especial tinha, pelo que fomos directamente para o palco principal. 

Dead Combo

Dueto de guitarras e bateria, qualquer coisa como um... Fado Rockabilly. Desde que descobri esta banda que os venho apreciando muito. As músicas são extremamente expressivas e falam por elas próprias, sem ter necessidade de letra ou voz para compreendermos aquilo que nos querem dizer. Agora que os vi ao vivo, fiquei fascinada. Isto é gente que gosta mesmo, mesmo, mesmo de tocar guitarra. A concentração aliada à felicidade de tocar um instrumento que se ama, foi muito bom ter visto isto. 

As figuras em palco, juntamente com todo o cenário, deram um aspecto bastante intimista à coisa - apesar de estar tanta gente a ver o concerto e ainda ser de dia. Será para repetir, quiçá da próxima vez dentro de um espaço fechado.

GNR

Gosto desta gente, sobretudo das coisas mais antigas, porque se estão a cagar. Fazem simplesmente o que lhes apetece e o que lhes apetece é completamente errático e aleatório. Portanto, queria ver isto. Mas por alguma razão toda a gente que estava comigo se convenceu que eles iam tocar a seguir, portanto foi decidido (comigo dizendo muito baixinho "mas é agora ;__;" ) que se ia jantar. Perdemos o concerto quase todo e o restinho que vimos foi a comprar umas jolans.

Mas falemos da comida. Havia muita variedade, desde pizzas a bifanas e farturas e todas essas coisas de festivais. Foi decidido que ficaríamos na barraquinha do sushi (sim, também havia) que era a que tinha menos fila. O ERRO. Para pagar até era rápido. Pré-pagamento. Mas e para receber a comida? Uma meia hora pelo menos ficámos à espera que fatiassem o salmão, o partissem em pedacinhos, o pusessem em forma de hambúrguer e o grelhassem, porquê, porque é que eles não trouxeram as coisas feitas de casa??? Para ser mais fresco? É um festival, não um restaurante michelin! Eu estava tão reclamona que ainda foram mal-criados e pediram para ver o meu comprovativo de pagamento, quando não o pediram a mais ninguém! Como se eu tivesse passado à frente das pessoas! Mas, convenhamos, a porcaria do hambúrguer de salmão era positivamente deliciosa.

João Pedro Pais

Dado que não apetece a ninguém participar num suicídio auditivo colectivo, vamos ver os filmes e apanhar um pouco de vento.

Gabriel O Pensador

Finalmente! Foi isto o que eu vim ver!

A minha adolescência foi passada a ouvir, repetidamente, os mesmos álbuns, que era o que havia em CD, num tempo em que sacar um som da net era uma tortura. O "Tás a Ver" do Gabriel era um deles. Posso dizer com segurança que sei todas as músicas desse álbum de trás para a frente e de frente para trás. Qual não foi a minha felicidade quando ele tocou quase todas!

Desde o próprio "Tás a Ver", que podia ter beneficiado de uma voz feminina como no original (e que eu cantei lá do fundo, todinha, fiquei tão contente! =D ), passando pelo "Filho da Puta", pelo "Astronauta"... Até tocou a Festa da Música, que é uma música que pouca gente por aqui percebe pelo excesso de referências ao Brasil! Todo o concerto foi mais que boa onda, com muitas piadas, muitas alegrias, muitas felicidades (o baixista ultrapassou o cancro!), até umas rimas em freestyle falando sobre a lua e sobre a água gelada das Caparicas.

Realmente gosto muito desta personagem, parece ser um freakalhóide do surf com quem se poderia ter uma conversa civilizada. E que fala de coisas muito reais e sempre actuais.

O concerto demorou um bocado, podíamos ver gente a fazer-lhe sinalefas para acabar cada vez que a câmara passava para o lado do palco. Mas eu adorei, porque tocaram quase todas as minhas músicas preferidas e pude cantá-las todas e dançar o groove. :)

Buraka Som Sistema

Por esta altura as minhas costas já estavam a dar de si. Mexi-me demais com o Pensador, andei demais em cima da areia, já não conseguia estar em posição nenhuma. Esforcei-me, isso sim. As dores musculares ficam disfarçadas quando uma pessoa se mexe. Então dancei!

E todos sabemos que com Buraka se dança e se dança a sério! Têm uma rapariga nova a cantar. Esta também dança, é toda magrinha e energética. E isso inspira a dançar também. Não conheço muitos sons deles, mas todos os que sei gosto imenso. Confesso que até gostava de fazer uns sukitos de cosupure com sons deles, haha.

Nota para os cumprimentos iniciais. Monte da Caparica, yeee. Charneca, yeee. Pica-pau amarelo, *silêncio*. Note-se que, ao contrário do que seria de esperar, não havia mitra maluca quase nenhuma. Em termos de segurança estava muy bueno.

Mas enfim, passado pouco tempo cedi às dores que me consumiam e sentei-me no meio das pernas das pessoas à espera de levar um pontapé na cabeça a qualquer momento. Bateu a uma e meia e fomos embora, pelo que não conseguimos descobrir o que era o artista seguinte, um tal de DJ Branko. Contaram-nos que era música africana para dançar e dançar mesmo, mas ficámos sem saber, com exactidão, o que era exactamente.


No geral, não há fotos nem nada. Havia muito surf, que ignorámos. A comida era boa. A cerveja estava a um preço normal de festival, com a sorte de ser Sagres e não ser nenhuma cerveja bizarra. A relva era boa. A areia era má. Gostei dos concertos. Talvez para o ano deva voltar. :)

11.8.14

Harmonie

Harmonie
Yoshiura Yasuhiro - Studio Rikka
Anime - Filme
2014
6 em 10

Anime Mirai é um projecto custeado pelo governo do Japão para promover novos autores de anime e animação em geral. Podem ver comentários a outros três pequenos filmes aqui, aqui e aqui.

Neste filme de meia hora, tudo começa com a vida normal. Todas as pessoas têm os seus interesses e a vida quotidiana é feita da sua partilha. Mas o nosso personagem principal não se quer limitar ao seu próprio universo pessoal. Quer conhecer o universo de uma rapariga, por quem ele nutre uma certa afeição e fascínio, apesar de nunca ter falado com ela.

De uma forma ou de outra, acaba por descobrir que ela tem um sonho. E o resto do filme é a consequência do mal entendido que daí advém. Aqui está a minha primeira crítica: o final inconclusivo pode ter um efeito ligeiramente cómico, mas é bastante frustrante. Se por um lado ficamos contentes por terem conseguido falar um com o outro, por outro lado é uma situação muito negativa, pois advém de sentimentos que não são verdadeiros.

A minha outra crítica é, precisamente, a sequência do sonho. Antes de mais, não se parece nada com um sonho. trata-se da sequência de uma história, num outro universo, em que há um cyborg e um tipo que toca frascos às cores (fazendo música). Essencialmente, é-nos dado a conhecer muito pouco de uma história muito maior, demasiado grande e estruturada para ser um sonho realista. O que dá a sensação é que a rapariga tem um poder qualquer que lhe permite ver o passado de um mundo futuro (se é que isto faz sentido), mas nada disto é explorado.

No que respeita a animação, não está má, mas também não está especialmente boa. Não existem cenas que demonstrem completamente as capacidades do realizador, pelo que não é um bom exemplo de showcase.

A música tem duas parcelas. A primeira é a sequência do sonho, que é mais e mais do mesmo que já ouvimos uma e outra e outra vez. A outra é a ED e essa sim é bastante bonita, embora terem-na passado com a repetição da mesma sequência tenha sido chatíssimo.

Enfim, é um anime simpático, mas não é nada de extraordinário.

Todos os Contos Volume 2

Todos os Contos 2
Edgar Allan Poe
Vários
Contos

Ora bem.

Recebi este livrão lindíssimo pelo Natal, como presente do meu excelso pai. Ele prometeu que voltaria um dia com o primeiro volume, que se encontrava esgotado, mas até agora ainda não há resultados. Mas, como são contos, tanto faz ler o primeiro ou o segundo, porque não há conexão. Sobre o estilo de escrita, já conhecia um pouco, devido a uma outra edição de contos que já tinha (e que agora, provavelmente, irei vender). Mas aprofundemos um pouco:

Ao contrário do que eu pensava, Poe não é apenas um escritor do gótico. A sua literatura é extremamente variada, indo desde a crítica e análise à comédia surrealista. Revela ser uma pessoa extremamente culta, no que respeita a civilizações antigas e, estranhamente, a barcos.Mas, sobretudo, a sua escrita é muito descritiva. Existem contos que se compõem simplesmente da observação do mundo natural, da arquitectura ou, simplesmente, à disposição de móveis num quarto.

Poe revela ter um apuradíssimo sentido de humor, cheio de uma ironia absolutamente deliciosa. Apesar de não tratar de assuntos actuais, não podemos deixar de nos rir de uma forma ou de outra, porque está tudo escrito de maneira tão engraçada.

Existem alguns contos que falam sobre a vida e a morte, mas de uma forma muito mais profunda, através de diálogos entre personagens desconhecidos, num universo desconhecido que pelos vistos paira entre a vida e a morte. Achei-os muito tocantes, pelo seu estilo clássico.

Não consigo escolher um conto preferido, mas poderei falar de um que se destaca dos outros. Trata-se do último (Narrativa de A. Gordon Pym) e distingue-se por ser o maior, com mais de 200 páginas. É uma espécie de diário de bordo das aventuras de um jovem no mar, com naufrágios, piratas e selvagens em ilhas do pacífico sul. Apesar de eu não perceber quase nada sobre termos náuticos, usados e abusados, foi fascinante ver como sobreviveram ao naufrágio e como exploraram o (quase) Polo Sul. O final soube a pouco e deu muita vontade de ler o resto das aventuras que, convenhamos, ficavam cada vez e cada vez mais estranhas.

Portanto, meu pai! Venha depressa com o primeiro volume! Quero ler mais! Quero ler tudo!!!

4.8.14

Muppets Most Wanted

Muppets Most Wanted
James Bobin
2014
Filme
6 em 10

Madrugada. Desejando beber montes de água e dormir um reparador e profundo sono, que filme é que se vê? Os Marretas. Claro!

Sempre que há um filme dos Marretas para ver, já se sabe que nos vamos rir. E é claro que, apesar de a minha motivação para ver o filme ser negativa, gargalhei a bandeiras durante o filme todo. Realmente, não há muito para dizer. Um marreta é um tipo de bicho que sabe rir de si próprio. Assim, todo o filme é a ridicularização do próprio filme, o que é positivamente hilariante.

Aparentemente, o grande interesse deste filmezinho são as aparições constantes de uma série de gente famosa. Ora bem, eu não conheço ninguém. Portanto, talvez me tivesse rido ainda mais se soubesse quem era quem. Só reconheci (atenção, spoiler) a Celine Dion (e fartei-me de rir)

As músicas e os momentos de dança estão muito simpáticos. Gostei sobretudo nas cenas dentro do Gulag, em que o Cocas transforma aquilo no Fame ou algo que o valha.

A capacidade interpretativa dos bonecos continua igual a si própria, mas devo informar que - sim - os Marretas chegaram ao futuro: CG e bastante.

Bom para relaxar, deixou vontade de ver mais bonecos.

Narutaru

Narutaru
Kitoh Mohiro
Manga - 67 Capítulos / 12 Volumes
1998
5 em 10

Há muito, muito tempo, vi o anime. Marcou-me profundamente: tratava-se de uma bizarra desconstrução do género das mascotes mágicas, em que se inserem os Pokémons e Digimons e outros que tantos. Como o anime deixou um final de água na boca, sempre tinha tido vontade de ler o manga. E que desapontamento foi!

Shiina é uma mocinha que vive com o pai, piloto de aviões, e que vai a uma ilha visitar os seus avós. Nessa ilha, encontra um bicharoco em forma de estrelinha, a quem dá o nome de Narutaru. Depois disso, conhece outros miúdos com bicharocos semelhantes, chamados de "Shadow Dragons". E é aí que a coisa começa a ficar bizarra. Mas... É apenas isso. A história está confusa, mas não porque seja confusa na sua natureza. Simplesmente, muito pouca coisa é explicada, sendo que por vezes senti que a história "saltava" de cena para cena, sem conexão entre elas. Sofre com isto, sobretudo, a introdução de novos personagens, que aparecem na história como se nós, leitores, tivéssemos a obrigação de descortinar de onde é que eles vieram. Na realidade, o conceito é bastante simples, apenas se apresenta bastante baralhado. O final de tonalidade pós-apocalíptica é a prova disto.

Em termos artísticos, existe uma fissão completa em termos de design. As personagens e os cenários são todos extremamente simplificados. No entanto, numa oposição que muitas vezes cai mal, todas as armas, aviões... Tudo aquilo que esteja relacionado com a guerra: demasiado detalhado. Existem erros nas perspectivas que tornam tudo ainda mais confuso, sendo muitas vezes difícil de distinguir as acções dos desenhos à primeira. Convenhamos que a estrelinha é das coisas mais fofinhas de sempre, sobretudo quando corre, gira, dá abracinhos ou faz outras coisas amorosas. Deu-me até vontade de coser uma mochila em forma de estrelinha. Mas fora isso, há pouco de positivo a apontar.

E, agora, o extraordinário: apesar de a história ter muita violência e muito conteúdo sexual, o manga é muito pouco explícito. Diria mesmo que o anime é mais explícito, o que é de certa forma estranho.

Enfim, foi bastante diferente do que eu estava à espera. Simplesmente, demorou demasiado tempo a chegar a alguma conclusão e esforçou-se demais para estranhar, mas sem entranhar. O próximo será certamente melhor.