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10.3.14

Coisas que Acarinho e me Morrem Entre os Dedos

Coisas que Acarinho e me Morrem Entre os Dedos
Dulce Maria Cardoso
2012
Conto

Ora bem, com a adição do Kobo na minha vida, este blog agora terá mais uma vertente literária. A dos contos. Eu não tenho por uso ler contos que encontro na net, apesar de gostar que leiam os meus, simplesmente porque gosto de separar os meus momentos de leitura dos meus momentos de estar na net. Mas agora com o bicho digital, posso lê-los nos meus espaços de leitura (autocarros, mesa do trabalho à hora de almoço, etc.) Assim, escrevo aqui um apelo-barra-oferta:

Novos escritores, enviem-me os vossos contos ou e-books e eu terei todo o gosto em lê-los. A leitura poderá não ser imediata, porque as minhas escolhas do "próximo a ler" são bastante ecléticas, mas serão lidos mais tarde ou mais cedo. E, para mais, irei comentá-los neste espaço e poderão usar isso como crítica (construtiva, espero eu). :) Por isso, bring it on!

Sobre este conto: foi a minha primeira experiência com esta autora tão aclamada. Gostei bastante e fiquei curiosa em relação às suas outras obras. É um conto muito moderno, que faz referência aos nossos hábitos do agora. O de acordar e ir à net, o de perder tempo e estar na net. Também reflecte sobre a ansiedade que nos assola e que nos provoca isolamento e na relação que a informação que encontramos online tem com o facto de não conseguirmos conhecer as pessoas.

É isso o que é importante, talvez a ideia que tinhamos das pessoas antes de as conhecermos, e que se perde por entre os dedos. Assim, o conto é muito forte e muito triste. Ficará certamente na memória e mal posso esperar para ler mais da autora!

Frozen

Frozen
Chris Buck e Jennifer Lee - Disney
Animação Ocidental - Filme
2013
6 em 10

Aos Domingos, por vezes, muitas vezes, fazemos um piquenique ou um passeio ou props de cosplay. Este que passou fomos para casa de um amigo ver o Frozen. O filme já me causava certa irritação, por causa da abundância sem paralelo de jpgs e gifs e ficheiros de som que populam todo o Tumblr. Mas também por causa desse excesso, tinha certa curiosidade em saber se o filme era realmente assim tão bom.

Não é. Não é sem razão que há quem diga que a Disney perdeu a magia. Se calhar fomos todos nós que crescemos... Enfim, o filme tem os seus momentos, mas de resto não tem grande coisa onde pegar. Começa logo pelo epíteto de "baseado na história da Rainha da Neve". Ora bem... Eu adoro a história da Rainha da Neve. Mesmo. E este filme, de Rainha da Neve, tem neve e rainha, mais nada. A história é tão bonita, porque é que fizeram algo completamente diferente? A inspiração? Nenhuma!

A história é simples, a causa e efeito do amor fraternal e da relação entre irmãs. De certa forma, o filme distingue-se por dar um certo poder ao amor entre as duas, a capacidade feminina. As princesas não são frágeis, apesar de serem puras e inocentes. Ainda assim, acho que o Tumblr anda a ler demasiadas coisas entre as entrelinhas... Não creio que o filme seja representativo de feministas ou doenças mentais (apesar de haver um personagem com uma rena que é esquizofrénico).

A arte é plástica, bem modelada, mas a paleta de cores é extremamente aborrecida. É tudo demasiado azul, não havendo aproveitamento das várias imagens de paisagens nevadas. Bem, eu só vi neve uma vez, mas já vi fotografias e os campos gelados não são assim tão monótonos.

As músicas... Demasiadas. Esta gente está sempre a cantar e como são feitos por computador parecem pessoas e isso é estranho. Pareceram-me todas parecidas umas com as outras e ficaram-me na cabeça... Mas todas misturadas. Por isso tenho andado a cantar "LET IT GO LET IT GO THE COLD NEVER BOTHERED ME ANYWAY DO YOU WANNA BUILD A SNOWMAN"

Em resumo, o filme parece-me sobrevalorizado, apesar de ter os seus momentos. Gostei imenso do Olaf, apesar de ter pensado que ele me ia irritar. A verdade é que é um bonequinho bem simpático.

Caim

Caim
 José Saramago
2009
Romance

Apetecia-me ler um livro do Saramgo. Tinha saudades do seu humor tão especial e das palavras todas que ele sabia. Tinha este no Kobo e assim foi.

Uma reinvenção do Antigo Testamento da Bíblia, requer algum conhecimento prévio das histórias originais. Por isso, às vezes dou graças ao facto de ter andado tantos anos num colégio católico. Tudo começa com a criação da humanidade, Adão e Eva. Depois Caim e Abel. Caim mata Abel e deus condena-o a viajar pelo mundo sem destino. O que deus não percebe é que Caim começa a vaguear entre o passado e o futuro, entre os vários presentes, e assiste a todas as coisas que deus faz, concluindo que as faz injustamente.

Assim, Caim é - como personagem - a "consciência" de deus, aquele que vê e tenta impedir as coisas terríveis que foram feitas em nome do poder divino e da sua manutenção. De Sodoma e Gomorra até ao Dilúvio Universal, Caim vê, toca e critica todas as coisas que deus faz, discutindo com ele e com os seus anjos até ao fim dos tempos.

Caim serve como a voz humana às injustiças divinas. Rejeitou deus ao início e cada vez mais, de forma inócua e natural, recusa que ele seja o gerador do amor. Considera, na verdade, que deus é o gerador das guerras, as maiores e as menores, e que sem ele estaríamos todos melhor.

Isto é, o personagem é a voz do autor. É uma auto-inserção por forma a criticar o que Saramago entendia pelo exagero da religião e todos os problemas que daí advêm.

Facto é que o livro é extremamente divertido e muito bem escrito. Não será a obra prima do autor (mas é a última), mas vale a pena ler só pelo factor de entretenimento.

Senya Ichiya Monogatari

Senya Ichiya Monogatari
Osamu Tezuka - Mushi Productions
Anime - Filme
1969
8 em 10

Para marcar um momento importante, decidi ver um filme. O filme teria de ser bem escolhido, por isso pensei em ver um clássico esquecido. Já me tinham dito coisas estranhas sobre esta obra e queria saber o que realmente se passava com ela. Afinal, o momento importante deverá acontecer com outro filme, por um engano que ainda não compreendi bem. Mas vamos falar agora sobre este.

Ambiente surreal, estas 1001 Noites são uma alegoria para a vida moderna e para os desejos do homem actual. Temos de ter em consideração a data em que este anime foi feito: existem miríades de influências hippies e avant-garde, que aparecem tanto na história como na arte.

Falarei primeiro da história. Um vendedor de água em Bagdad apaixona-se por Miriam, uma escrava. Depois, vive estranhas aventuras pelo universo de influência árabe. Cada uma das aventuras pode ser representativa de algo para a vida normal, servindo como metáfora aos desejos de cada pessoa. A componente sexual é muito forte e explícita, apesar de não ser gráfica (como veremos depois). A luta pelo poder, o desejo de vingança, as dependências, tudo está simbolizado através de objectos, como animais estranhos e objectos mágicos, ou pessoas, outros personagens. No final, temos uma conclusão de que o ser humano é sempre um ser mutável e adaptável e que tudo poderá correr bem se nos mantivermos com sentimentos positivos, o sentimento flower power que grassava na época.

Tudo isto é atingido por uma capacidade artística cheia de detalhes. O bizarro é atingido pela paleta de cores, pelo uso variado de texturas, mistura com imagens reais de paisagens e assim por diante. Existem algumas sequências, nomeadamente as relacionadas com a actividade sexual, que são estranhamente brilhantes, pois demonstram de forma nada gráfica o erotismo da situação, tornando o filme apropriado a todas as idades.

Falando em todas as idades, o filme peca pela infantilidade de alguns momentos. Existem muitas piadas, verbais e estruturais, que por vezes calham mal, sobretudo ao início. A partir do meio do filme, parece que nos habituamos ao ritmo e acabamos por sorrir com as feitas e desfeitas de Alladin, o nosso personagem.

Uma nota especial para a música: o tema é recorrente, mas é excelente. Com uma clara influência progressiva, molda-se em cada situação e fica sempre bem.

No geral, um excelente filme que recomendo. É uma pena que todos se esqueçam destes clássicos, que nos deram tanto e nos fizeram chegar aos dias de hoje.

4.3.14

Maria Sama ga Miteru

Maria Sama ga Miteru
Kato Toshiyuki - Studio Deen
13 + 13 + 13 Episódios + 5 OVA + 13 + 13 + 5 + 13 Specials
2004
7 em 10

E o ritmo de uma série por semana concretiza-se imediatamente. É isto o que da ter o dia de Carnaval para fazer nada! =D Demorei algum tempo com isto porque são quatro seasons, cada uma com specials de um minuto. Vou falar, neste comentário, na minha impressão geral da série, pois as seasons completam-se como um todo, dando uma conclusão à história (que ainda poderia continuar, apesar de tudo)

Fatia-de-vida, acompanha os dias de um grupo de raparigas numa escola católica feminina, Lillian. Não é um grupo de raparigas quaisquer, mas sim as "rosas" da escola, a Associação de Estudantes. Nesta escola, há um sistema senpai-kouhai que se baseia em "irmãs": as estudantes mais velhas escolhem uma "irmã mais nova", que acompanham e protegem ao longo do seu percurso escolar. Esta relação baseia-se em respeito e carinho, também num amor fraternal. Isto é tudo muito bonito, apesar das nuances amorosas com tendÊncias yuri que pontuam os momentos, sendo por vezes muito evidentes e essenciais ao desenvolvimento dos personagens. Mais uma prova de que este tipo de anime não é uma coisa má e que eu fiz muito mal em evitá-lo durante tantos anos por razões perfeitamente idiotas.

As personagens são únicas. Cada uma tem uma característica que a define em relação ao resto do grupo, mas não estão limitadas a uma categorização. Olhando para o conjunto, temos um grupo de raparigas muito humanas, apesar da sua inocência. Este elemento torna todas as relações extremamente puras e não há qualquer tipo de maldade em nenhum momento da série.

A arte não é muito boa, com excepção para a terceira season. Como são OVAs, o investimento terá sido mais cuidado. Não existem grandes cenas de acção que possam mostrar a qualidade da animação e os designs das personagens não são muito originais. Nota para as "várias caras de Yumi" (facto que me referiram quando anunciei que ia começar a ver a série), que a distinguem em relação às outras personagens.

A música é muito calma, com excepção das OP e ED da quarta season, trazendo uma aura de inocência religiosa como tema principal do anime.

No geral, dou-lhe uma nota um pouco acima da média. Foi uma experiência relaxante e interessante, que posso recomendar.

K-On!!

K-On!!
Yamada Naoko - Kyoto Animation
Anime - 26 Episódios
2010
6 em 10
 
Olá! Há quanto tempo! Há séculos! Há milénios! Bem, nem tanto assim... Há cerca de dois meses que não falava aqui de anime. Estou numa desorganização perfeita e está a ser muito difícil acompanhar as séries semanais e ver coisas novas. Mas agora foi colocar-me num regime de cerca de "um anime por semana" e talvez volte a um ritmo mais normal para mim. Nada como antigamente. Trabalhar, dormir, viver... Tudo me ocupa muito o tempo. Mas vamos lá falar sobre uma coisa diferente!
 
Como se recordarão, eu não gostei mesmo nada da primeira série deste anime. Assim, foi sem grande motivação que comecei a ver esta instância, para o meu clube elitista. A verdade é que, feitas as contas, me surpreendeu bastante pela positiva.

O anime é um fatia-de-vida no seu estado mais puro: segue a vida diária de um grupo de raparigas fofas, não muito espertas, adolescentes sem muito interesse para a grande escala das coisas. No entanto, é a sua "normalidade" que dá um toque de diversão a tudo. É um anime calmo, em que não se passam muitas coisas, mas desta vez temos alguns momentos emotivos, que - devido às minhas experiências na fase da vida dos personagens - me tocaram muito.

Se as personagens não têm nada de especial sobre elas, as suas relações têm consigo uma carga muito verdadeira, sobre as dúvidas e medos que existem nesta fase da adolescência. O que fazer quando terminar a escola, o que fazer aos meus amigos... No final, são interacções engraçadas e amorosas, quase relaxantes. Por isso, soube-me muito bem ver este anime, já que relaxamento é uma coisa que está em falta em mim.

Outro aspecto que me fez gostar muito mais desta season, foi a música. Desta vez temos muito mais música, dividida entre concertos e espectáculos. Toda ela variada e toda ela interessante, um pop simples e cativante. Vou sacar a banda sonora, é verdade.

No geral, uma experiência bastante positiva e que recomendo a quem quiser umas horinhas divertidas.

3.3.14

Cosplay Photoshoot #11

Cosplay Photoshoot #11

Olá! Há quanto tempo! Há séculos! Há milénios!

Pois é, há milénios que não ia a um evento... Trabalho, vida, trabalho, dormir, dormir, estou com a cabeça toda às voltas. Mas agora já estou a atinar melhor, por isso podem contar comigo para os próximos!

Mais um ano, mais um Photoshoot. Tudo começa algures em Setembro, quando inicio o projecto do meu novo fato. Para levar ao Photoshoot, claro. Mas, como esta menina é uma taralhoca da cabeça, foi-se adiando, adiando, preguiçando e tal... E esta semana foi uma roda viva a terminar o fato e a ir buscar as coisas que foram feitas na oficina, andar para trás e para a frente a comprar as coisas que faltavam, oargh! Em breve colocarei todo o processo do meu fato no meu Cosplay Portfolio, caso tenham curiosidade em saber como foi feito. :)

Enfim, deitei-me cedo para descansar (como faltava descanso em mim!), acordando cedo e refrescada como um trinaranjus. Após um belo almoço de esparguete à bolonhesa (ah, podia comer isto todos os dias!) enfiei-me no autocarro com o saco do Pingo Doce cheio de tralha cosplayistica e depois mudei em Sete Rios para o metro e... Mas porque é que eu estou a falar disto que não interessa nada?

Adiante!

Com medo que o fato se desfizesse pelo caminho,  decidi vesti-lo no Vasco da Gama. Como ás da inteligência que sou (...) fui para a casa de banho mais refundida, onde não estava ninguém para me perturbar. O fato não se desfez ao longo do dia. Aliás, partiu-se um ponto no ombro, mas não abriu nada. Significa que me serve e que não está assim tão mal, né?

E que cosplay era? Utena! Já tinha feito a versão Rose Bride, mas o uniforme era a versão que eu mais queria fazer. Ora, estava eu a andar Vasco da Gama fora quando vejo, em frente de um multibanco, nada mais nada menos que... Outra Utena! É claro que tinha de falar com ela! O fato dela estava super giro, muito mais limpo que o meu e mais engomado também. Fartámo-nos de rir quando olhámos uma para a outra e foi realmente um momento engraçado... A moça foi super boa-onda. :)

Avancemos para a parte da foto. O Zé Gato, fotógrafo de serviço, e o Moamô, chaperon de serviço, chegaram com algum avanço. Mas assim que fomos para a foto, ainda faltavam uns 20 minutos para as 15:00, já estava toda a gente preparada para o momento do êxtase... Foi uma foto super rápida e, como começou antes do tempo, mais rápida pareceu... Teria sido a chuva, suponho. Aliás, a chuva fez fugir muitas pessoas. Não compareceu o número habitual de gentes mascaradas e ninguém vi tirando fotos pelo Parque das Nações. Na volta, descobrimos todo o mundo encarcerado dentro do centro comercial...

Pelo meio de dedos (das mãos e dos pés) de conversa, tirámos algumas fotos. Agora, a parte triste... Não tenho nenhuma. Nem as que me tiraram, que foram poucas, nem as que o Zé tirou. Vou explicar: a portentosa máquina do Zé estragou-se. Então, para a photoshoot, levou duas analógicas e uma digital com menos qualidade. Tirou as fotos do pessoal com uma das analógicas mas... Eram 36 fotos. O rolo não acabou. Para termos essas fotos, temos de revelar o rolo. E o rolo tem de estar cheio. Mas eu PROMETO, JURO PELAS ALMINHAS TODAS DE QUE TOMO CONTA! Vou por aqui as fotos assim que as tiver e vou partilhar o link outra vez assim que tiver as fotos e elas estiverem aqui. Tá? *-*

 Atenção, trago uma novidade sobre as fotos!

E são más notícias. Por favor não matem a mensageira, que sou eu. Pois bem, a máquina das fotos do pessoal era muito antiga. Fomos fazer um mini-piquenique para acabar o rolo mas... Quando o Zé o retrocedeu e se abriu a máquina... BAM! Rolo queimado! Todo enroladinho num canto tipo harmónica. As primeiras seis fotos, que eram do evento, tinham morrido. Mas podia ser que ainda se pudessem salvar as outras, caso fosse para cuidados intensivos. Após horas de cirurgia, a conclusão não podia ser pior... Queimaram TODAS as fotos! ;___________; Fica a lição aprendida, mais fotos naquela máquina satânica non... Desculpem. Estou um pouco triste porque tinhamos tirado fotos menos giras... Eu e a outra Utena, eu a lutar contra um chupa-chupa, a matar a Amy Winehouse, o homem aranha com o mini aranha... Enfim, ficarão só na memória...

Chovia. Chovia e portanto chovia e estava molhado. Húmido. Assim a dar para o desagradável. Mesmo assim, como semos uns bichos cheios de toda a coragem, rimo-nos face ao perigo e lá fomos tirar outro rolo de 36 fotos pelo Parque das Nações. Apesar de não nos termos afastado muito, fartámo-nos de andar. Se quiserem ver o resultado, vejam o álbum da photoshoot:


E, se quiserem, podem ajudar-me a escolher uma foto para mandar para o habitual concurso de fotografia... ^_^ As fotos estão estranhas, com artefactos e granulado, por causa do analógico e do tempo. Ainda assim, achei que ficaram com um aspecto giro e surrealista, daí ter chamado à Shoot "Sonho de Chuva". Acho que o ambiente combina bem com a Utena também.

E como não posso deixar um post deste calibre sem fotos, fica aqui a foto do nosso encontro imediato do primeiro grau com um senhor bizarro que pediu uma foto comigo. Olhem bem para a cara dele e imaginem isso ao pé da vossa cara. Foi tão assustador como hilariante... Fica a recordação:


Enfim, foi muito giro encontrar toda a gente e ver cosplays às cores, de todas as cores! Agora vêmo-nos de novo no Anicomics (ou antes? Se calhar... :p). E eu vou por aqui as fotos! A sério!

Enquanto não estão prontas, tenham um dia muito feliz!