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27.3.16

Prince of Stride: Alternative

Prince of Stride: Alternative
Ishizuka Atsuko - Madhouse Studios
Anime - 12 Episódios
2016
6 em 10

Começo, finalmente, a terminar os animes desta season de Inverno. Confesso que não tenho tido muito tempo para ver animus, com grande pena minha, mas vou tentar despachar-me para meter a minha PtW na linha!

Comecei a ver este anime porque tem o cunho Madhouse e porque pensei que me faria bem à cabeça ver um anime de desporto. Este veio a revelar-se algo um pouco diferente, mas foi divertido na mesma. Este anime fala sobre um desporto inventado: o Stride. Este jogo é uma espécie de mistura entre corrida de estafetas, corrida de obstáculos e parkour. Acompanhamos uma equipa que está na mó de baixo, o nosso underdog, por sucessivas vitórias e derrotas, até os personagens se encontrarem a si próprios de alguma maneira.

Assim, o anime depende muito dos seus personagens. Estes acabam por estar demasiado presos ao seu estereótipo, sendo que fazem demasiado uso de flashbacks para conseguirem encontrar a força para as suas vitórias. Como se a sua força não viesse dos esforços do presente, mas apenas de desejos do passado que são lentamente revelados, apenas quando é mais conveniente. Para além disso, parece que sempre que sofrem uma derrota não aprendem nada com isso, para além de se envolverem num pequeno momento de auto-comiseração. Assim, apesar de a equipa acabar por vencer (mesmo trocando um membro), parece que a sua força continua exactamente na mesma e que foram os oponentes que ficaram mais fracos por alguma razão.

A animação está bastante boa, como este estúdio nos vem habituando, sendo que este jogo é muito interessante em termos gráficos, pois mostra grandes habilidades físicas que acabam por ter um efeito muito emocionante. é um anime cheio de brilho e cor, como demonstrado logo pela cena de abertura na OP. No entanto, grande parte dos episódios acaba por ser dedicado a mostrar os rapazes (o que nem sequer faz sentido neste contexto, pois a nossa rapariga não aparenta ter interesse por um ou mais deles, nem eles nela), vestidos de várias maneiras. Um deles, por alguma razão que me transcende, é sempre uma princesa.

Musicalmente, temos um mix variado de músicas electrónicas que, apesar de por si só serem bastante fracas, trazem energia bastante para os momentos gráficos, acabando por servir como complemento.

Não recomendaria este anime, mas foi uma experiência divertida. Fica o desejo para que criem mesmo este desporto!

27.6.13

Uta no☆Prince-sama♪ Maji Love 2000%

Uta no☆Prince-sama♪ Maji Love 2000%
Kou Yuu - A-1 Pictures
Anime - 13 Episódios
2013
5 em 10
 
A continuação directa do 1000%, mas desta vez nenhuma parte do meu corpo explodiu. Porque desta vez os príncipes da música nada mais foram que um cliché sem qualquer tipo de conteúdo.
 
O anime gira todo em volta da introdução de um novo personagem. Se já tínhamos um menino para cada gosto, só faltava ter um de tez um pouco mais escura para completar o harem. Mas eu não compreendo, se calhar isto é uma coisa Japonesa, não são sete gajos... Gajos a mais para uma banda? Sei que os nihonjins têm aquelas bandas infinitas as AKBcoisoetal que são imensos e imensas, mas qual é a graça disto? Bem, se calhar sou eu que tenho uma limitação, a partir do momento em que ultrapassa um certo número deixo de conseguir decorar nomes de elementos de bandas.

Entretanto aparecem uns rivais. Pois, temos de ter sempre rivais para podermos evoluir. Ou se calhar não. Tanto faz, o que interessa é que temos uns rivais, uns gajos mais experientes e mais giros (supostamente) que cantam melhor e têm uma compositora melhor e são melhores em todos os aspectos. Sóquenão.
 
Metade dos episódios são para cada um dos meninos demonstrar os seus atributos, que continuam exactamente iguais aos da primeira season, sem tirar nem por e sem qualquer tipo de evolução ou mudança ou o que quer que seja.
 
Até as músicas me irritam um pouco, porque são demasiadas e as vozes começam a soar a "olhem para mim, canto de uma maneira tão sensualóide apesar de ser um boneco!" E também porque depois de ter sacado a banda sonora da primeira season fiquei imensamente desapontada. Fora do anime as músicas não têm graça nenhuma.

enfim, se a primeira season foi divertida, esta foi completamente inútil. Porque cai no exagero sem tirar nada dele.

26.3.13

Amnesia

Amnesia
Ohashi Oshimitsu - Brains Base
Anime - 12 Episódios
2013
4 em 10

E o primeiro anime da season de Inverno de 2013 é possivelmente o mais deprimentemente deprimente de que há memória desde que comecei a acompanhar seasons (que foi no Outono, por isso não era muito difícil).

Isto é sobre uma gaja atrasada mental que cada vez que lhe dão um encontrão vai para um universo paralelo. A única diferença entre os universos paralelos é o gajo com quem ela anda. Então a badalhoca anda de gajo em gajo durante todos os episódios (porque são uma data deles) e no fim o mistério afinal é culpa do único que não apareceu. Ah sim, e ela tem uma fadinha (um fado) chamado Orion, que também é meio atrasadinho, coitadinho.

Enfim, história pouco temos e personagens ainda menos. A única coisa que os distingue uns dos outros é a cor da roupa e o cabelo, porque de resto foram todos recortados da mesma resma de papel cavalinho. E estes designs, alguém é capaz de me explicar o que se passou na cabeça desta gente? É que eu não quero fumar o que eles fumaram, não me quero tripar de maneira assim tão estúpida! Parece que foram desenhados por uma fã americana de J-rock que pensa que numa banda de visual-kei cada um tem de ter a sua cor. Uma coisa eu vos garanto: não há banda de visual-kei que tenha tão mau gosto para se vestir.

Música? A única coisa gira era o turuturu a meio do episódio. A dizer o intervalo. Acho que o intervalo devia ser a melhor parte desta série.

E arte? Isto foi feito a partir de um jogo para meninas e parece mesmo um jogo. Porque de animação temos pouco ou nada. Está toda a gente parada. As cores são horríveis, os olhos não fazem sentido, o cabelo em degradé não funciona nem nunca funcionará fora do ecrã de um jogo manhoso para gajas sem mais nada que fazer.

Um anime horrível. Desesperante porque a "heroína" nunca morria, apesar de tantas oportunidades que tiveram para a matar. Uma perda de tempo e um desperdício de recursos que podiam ter sido usados para me comprar um palacete no Príncipe Real.

5.12.12

Yamato Nadeshiko Shichi Henge

Yamato Nadeshiko Shichi Henge
Watanabe Shinichi - Nippon Animation
Anime - 25 Episódios
2006
4 em 10

Ora bem, há quanto tempo é que eu não dava uma nota tão má? Desde ontem? Bem, antes disso.

Isto, também conhecido por The Wallflower, é um Watanabe. E Watanabe é conhecido por ser engraçado e aleatório. Excel Saga pessoal! Mas esta coisa... Bem, esta coisa... Esta coisa... É uma coisa... Uma coisa má, muito má. Eu percebo perfeitamente a piada, sei exactamente onde me devo rir. Mas não me faz rir. Mais uma vez a minha falta de sentido de humor? Talvez. Mas não é só nisso que Yamato Nadeshiko é mau.

É certo que estes rapazinhos são todos muito, muito, muito bonitos. Num estilo que eu gosto muito. Têm lábios e tudo! Mas a arte e animação são para lá de deprimentes. Constantemente todos os personagens são transformados nuns chibis esféricos, todos brancos, com um traço a fazer de boca. Envolvem-se em nuvens de fumo e grandes fontes de sangue nasal. Sunako, que de feia deveria passar a bonita, é permanentemente reduzida a este estado de bola (ou esfera), apenas com o cabelo a indicar que é ela.

O que me leva a falar da história. A premissa é boa: esta menina foi chamada de feia, convenceu-se que é feia e os meninos lindos têm de a transformar numa senhora. Mas não se esforçam nada e isto é apenas um slice-of-life (fatia de vida) que se foca no quão Sunako é assustadora e em quão bonitinhos são os rapazes. No entanto há um dado interessante, que são as pequenas dicas de "como ser uma leide" que aparecem em spots flamejantes a meio de cada episódio. Não que eu não soubesse disto de antemão, vê-se logo pelo meu nome, mas para quem não sabe é capaz de ser útil. Saber, por exemplo, que a taça com água que te põem à frente num restaurante chique não é para beber, mas para lavar as pontas dos dedos. Coisas assim.

As vozes e música são outro elemente absolutamente desconcertante. Esta gente passa os vinte e cinco episódios que compõem a série AOS GRITOS. Que rebaldaria deve ter sido naquele estúdio, toda a gente a gritar. A música é repetitiva e aborrecida e trás um ritmo absolutamente lunático aos episódios, que me cortou a respiração e me deixou seriamente aflita. Adicionem-se onomatopeias (shugu shugu, tsura tsura, gugugu, gagaga, goth goth loli loli) e temos a receita perfeita para um anime impossível de aturar.

Pois é, são bonitos. Mas mais vale olhar para eles em fanart, porque a mexerem-se não vale a pena.


27.11.12

Uta no☆Prince-sama♪ Maji Love 1000%

Uta no☆Prince-sama♪ Maji Love 1000%
Kou Yuu - A-1 Pictures
Anime - 13 Episódios
2011
6 em 10

Okokokokokokok.... Explosão ovárica!

Nanami Haruka é uma moçita que só quer compor músicas para o seu cantor preferido. Por isso ingressa numa escola de talentos, uma escola que tem por intenção produzir ídolos (tipo Fame, mas num edifício desproporcional em termos de rococó. Parece que no Japão estes estates estão por todo o lado, oh sim). E lá conhece ídolos. Não um, nem dois, nem três. Seis! Todos lindos de morrer. A cantar!

Cada um encaixa num estereótipo (sendo que o meu preferido é o Natsuki. Porque loiro e fofo e tal) e não tem muito que se lhe diga. Do Genki Bói ao Samurai Tímido, passando pelo Baixinho Emo e pelo Playboy Que Lança Rosas. Mas isto não é importante. Porque são girooos! Kyaaaaa~~~~* Os conceitos artísticos por detrás de cada um dos rapazinhos estão muito apropriados e o design de Haruka também é interessante, apesar dos seus olhos bizarros. Por estranho que pareça, ela não é uma personagem detestável nem alvo a abater. Os rapazes não competem por ela, mas antes trabalham juntos para ela e com ela.

Animação é quase nenhuma, se bem que é interessante o uso de CG para reproduzir os instrumentos musicais em questão (nomeadamente piano e saxofone)

Mas o que eu adorei neste anime foi a onda de positividade e a música. É um anime que nos faz sentir bem, que nos faz querer gostar de música e fazer música. Os dramas dos personagens estão relacionados com a sua descoberta no mundo musical e no aprimoramento dos seus talentos inatos. Foi um anime que me deu vontade de tocar piano. Para quem não sabe, toquei ininterruptamente por cerca de 12 anos, e estou à praticamente 6 anos sem me aproximar do piano, com medo dele (história triste, de facto). Depois de ver este anime, estou com vontade de estudar, de tocar, de aprender uma nova música e mostrá-la a toda a gente. Mantenham-se ligados, pode ser que tenham uma surpresa! E a música deste anime é absolutamente deliciosa. É pop. É foleira. Mas adoro-a. Precisava do álbum disto na minha vida e, deus meu!, não há um! Há seis! Já os tenho todos na minha vida e estão aqui à espera de ser ouvidos.

Para quem gosta de harém invertido e música está aqui uma coisa excelente para se ver! Não, não é bom. Mas é divertido? Com toda a certeza.