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6.10.17

A Trilogia de Nova Îorque

A Trilogia de Nova Iorque
Paul Auster
1985
Romance 

Este é um conjunto de três romances de Paul Auster. Recebi no BookCrossing a ideia de que este conjunto é uma colecção de romances da juventude do autor que teriam ficado na gaveta se ele não se tivesse tornado extremamente popular. Depois de ler o volume, acho que partilho desse conceito.

Em cada uma das histórias existe um mistério, que é sempre igual: pessoas que estão atrás umas das outras, sem saberem exactamente porquê, e depois um dos interveniente sdesaparece para desespero do outro, que se torna num vadio.

Com constantes referências a livros e filmes, que o autor descreve (uma coisa que eu acho abominável na escrita, pois era o que eu fazia aos doze anos), acabamos por não ententder a ligação entre as histórias, quem é quem e o porquê de cada coisa acontecer. São mistérios sempre iguais, tudo muito repetitivo, como uma história que se decalca e recalca por três vezes seguidas.

Isto acaba por ser absolutamente aborrecido e nada motivador.

No me gustou. :<

15.8.17

Timbuktu

Timbuktu
Paul Auster
1999
Romance

em princípio, deveria gostar deste livro, já que é sobre um cão. Mas foi uma experiência algo desapontante.

Mr. Bones é o companheiro canino de Christmas, um poeta sem-abrigo que se encon tra às portas da morte. Mr. Bones reflecte no seu passado com o adorado dono e no destino que terá após a sua morte. Depois, procura uma nova vida, sem grande sucesso, sempre interrompido por estranhos sonhos em que o dono lhe diz sábias palavras e o tenta orientar para o sucesso e conforto.

O problema principal deste livro está na caracterização de Mr. Bones enquanto cão. Os seus pensamentos e reflexões estão demasiado humanizados, de forma a que o cão, um animal, tem conhecimento de coisas que seriam impossíveis para o seu pequenino cérebro irracional. As imagens de desejos de futuro, a contemplação de Timbuktu enquanto paraíso de reencontro, tudo isso são conceitos que seriam alienígenas para um canídeo.

O autor esforça-se também por caracterizar um pouco a forma de vida do sem-abrigo no contexto da época, mas o facto de não existirem muitos pontos de referência geográficos torna tudo um pouco difuso.

Não recomendaria.