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28.8.13

Cat Stories

Cat Stories
James Herriot
1973-1992
Contos

Recebi este livrinho encantador num igualmente encantador RABCK (Random Act of BookCrossing Kindness, quando se oferecem livros e outras coisas a pessoas), cujo o tema era "Animais". Tive a sorte estonteante de o ganhar, o que vem mesmo a calhar... Animais é o meu tema preferido!

Enfim, eu já tinha ouvido falar de James Herriot: é o autor de "All Creatures, Great and Small", um livro que sempre quis ler, pois fala da experiência em primeira mão de um veterinário no campo, nos anos 70. Este livro é mais ou menos a mesma coisa, mas o tema são gatos. O gato é um animal que não me fascina especialmente, porque sempre me tentaram matar. Se bem que eu conheço poucos gatos dentro do seu território... Enfim.

Para mim o livro foi uma experiência estranha, pois na maioria das histórias eu sentia-me um Sherlock Holmes: quem será o criminoso? Qual será a doença? Que métodos complementares de diagnóstico é que eu usava? Assim se vê como a medicina veterinária evoluiu... Catgut? Vitaminas? Laparotomia Exploratória? Cadê as análises ao sangue e bioquímicas? Cadê a ecografia? Isto é, de certa forma, fascinante.

De uma forma ou de outra, houve duas histórias que me tocaram: a de Helen e a de Frisk. Não são exactamente as histórias dos gatos que me comoveram, mas as histórias dos donos, que dependiam tanto dos seus animais.

Gostaria de um dia também ter estas experiências bonitas para as poder escrever.

18.7.12

Boys Be...

Boys Be...
Kawase Kouhei - Hal Film Maker
Anime - 13 Episódios
2000
7 em 10

A imagem que escolhi para este anime é enganadora, mas não há muito mais que seja diferente. Boys Be não é um harém. Não é um H-rated. Não é uma poça de fanservice. Boys Be é como um shoujo. Mas um shoujo invertido. É difícil de classificar o seu género porque é algo completamente diferente. E é isso o que lhe dá tanta graça.

Boys Be é um conjunto de histórias de amor, de pequenas relações juvenis que passam da hesitação à acção e à relação propriamente dita (ou a desfechos mais infelizes) ao longo de 12 episódios mais 1. Mas, e aqui reside a diferença essencial, é tudo contado da perspectiva dos rapazes, os Boys. Temos três rapazes imberbes a experimentar-se no universo das relações amorosas, e o anime mostra a sua atracção, as suas tentativas, os seus sucessos, os seus falhanços e, acima de tudo, a sua maneira de lidar com as situações que vão aparecendo. Por vezes isto tem muita piada, mas no geral há um tom de simplicidade e de melancolia presente ao longo de toda a série.

Os personagens vão evoluindo, mais uma vantagem destes rapazes. A sua inocência inicial vem sendo substituida por uma maturidade crescente e por uma melhor capacidade de resolver os problemas.

A arte é daquele tipo com que eu implico. Mesmo assim não está mal, tem alguns momentos de beleza. As cores são fortes e sólidas, não há grande foco em cenas de animação mas também não há aquela coisa irritante de transformar mãos em bolinhas que andam para cima e para baixo.

A música é ambiental, com uma OP e ED pouco distintas mas apropriadas que trazem algum sentimento aos acontecimentos que estão para vir.

Uma nota interessante é o fanservice. Porque o fanservice não é verdadeiro fanservice. As mamas, os rabos, as camisas molhadas, os fatos de banho, são coisas que os rapazes vêm. Não são coisas inúteis. São elementos importantes para percebermos o estado de espírito dos personagens naquele preciso momento. Posso mesmo arriscar dizer que até ajudam no desenvolvimento da história.



Numa nota diferente, uma amiga minha tem o seguinte ser para adopção:

Eu quando vejo estas coisas costumo ignorar bué porque são demais, mas como é da minha amiga estou a publicitar. Fiquem com o bicharoco, que é muito boa pessoa. Fiquem com o neko-chan e chamem-lhe Chi. Dêem uma Sweet Home à Chi!