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10.5.16

Catching Fire

Catching Fire
Francis Lawrence
2013
Filme
6 em 10

Entre Sábado de ensaio e Domingo de Iberanime não podíamos deixar de ver a continuação de Hunger Games. Infelizmente, este filme não se coadunou com as expectativas causadas pelo primeiro volume da saga, talvez pela mudança de realizador e equipa técnica de script e tudo o mais.

A parte mais curiosa deste livro é a situação dos Hunger Games seguintes, em que o jogo está estruturado de tal forma que há patente desenvolvimento de todos os personagens secundários, havendo uma identificação do leitor com estes. Mas, neste filme, dedicaram-se sobretudo ao desenvolvimento dos personagens principais e da sua relação amorosa, que não é a mesma do que no livro.

Assim, temos um filme algo mortiço, recheado de diálogos sem grande qualidade que acabam por demonstrar um pouco a infantilidade do livro de origem: apesar de tudo, continua a tratar-se de uma obra para a adolescência. A secção relativa aos jogos, isto é, à ilha, é relegada para a parte final do filme. Desta forma, acaba por não haver desenvolvimento merecido dos personagens secundários (ergo, os outros participantes do jogo), e muito menos da estrutura da ilha, o que era - sem dúvida - a minha parte preferida do livro.

As cenas de acção aparentam também ser um pouco mais fracas, sendo evidente que a velhota foi frequentemente substituída por um boneco, mas continuamos sem abusar dos efeitos digitais, o que é sempre de valor.

Aparenta ser o chamado "filme de transição", pelo que espero que o final da saga (composto por dois volumes em vez de um único filme, sabe-se lá porque razão) seja um pouco melhor.

Nota: este filme prolonga-se por duas horas e meia e algures a meio dele começa a parecer que nunca mais vai acabar.

28.2.14

The Hunger Games: Catching Fire

Catching Fire
Suzanne Collins
2009
Ficção-Científica

Finalmente de regresso ao Kobo! Tenho andado extremamente ocupada, com o trabalho, o cosplay e as pessoas, mas li este livro de uma assentada. Depois do primeiro volume, tinha muita curiosidade em saber como continuava a histórai. Depois de Catching Fire, fiquei cheia de vontade de ver como a história vai acabar. Porque o livro acaba, mais uma vez  num precipício e queremos, sem dúvida, saber o que acontece a seguir.

É essa a parte boa deste tipo de livros: envolvem muito rápido e são muito fáceis de ler. Uma boa lufada de água fresca entre livros mais para o pesado, mais complexos. Olhando as coisas bem a fundo, o livro divide-se em duas partes. A primeira prova que, realmente, é literatura para a adolescente fêmea e vai até meio do livro (isto é, meio da segunda parte oficial). A segunda relata outros Jogos da Fome, com toda a sua violência e insere um novo elemento na narrativa. Evidentemente, gostei muito mais desta segunda parte.

Inicialmente, podemos observar o dilema amoroso da personagem principal, Katniss, e uma multitude de vestidos e roupas de todos os géneros. Mais tempo é passado a descrever as roupas do que outra coisa. Há uma delas que faz um manifesto, o que é bastante interessante, com as tristes consequências que podem ocorrer num governo totalitário. Analisando bem o objecto, a personagem é formulaica, usada e repetida em muitos romances para jovens. Uma rapariga que tem uma característica que a define, sendo que tudo o resto é um pouco fosco, dividida entre um amor "correcto" e outro "incorrecto", o claro e o escuro. Envolve-se num problema que a afasta do verdadeiro amor (o incorrecto) e a faz aproximar daquilo que todos esperam dela.

O que distingue o livro dos outros do género é a natureza do problema que se lhe coloca: um jogo em que só um pode sobreviver. Neste aspecto, Catching Fire é mais interessante do que a prequela. Tem personagens mais interessantes (quanto mais velhos ficamos mais interessantes somos, oooh) e o campo de jogo também é mais complexo e requer algum entendimento.

O final de teor revolucionário é apetitoso e dá a esperança de que o último volume da trilogia adquira um teor mais adulto e menos focado no romance.  Mas antes quero ler mais livros, tenho de rechear o meu bicho Kobo!